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  • há 6 minutos
O especial de carnaval continua no podcast Divirta-se.
O nome do bloco pode soar mórbido para um bloco de carnaval: Bloco Fúnebre. Mas, ao escavar as mais diversas camadas interpretativas, surge um significado curioso, e até bonito: a proposta de enterrar as tristezas e ressuscitar as alegrias. Nessa toada, o bloco aposta em “desenterrar” composições antigas, resgatando músicas de fins do século 19, como as de Chiquinha Gonzaga, além de obras de Villa-Lobos e Noel Rosa, como explicam os fundadores do grupo, Léo Duarte e Flávia Ribeiro.


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Transcrição
00:00E dentro dessa ideia também do nome fúnebre, muita gente até hoje questiona, mas fúnebre é um nome pesado assim, a gente acha super leve, que é quase um desapego da morte, pra gente saber que a gente tá vivo, bem vivo mesmo, e nada melhor que carnaval, pra gente sentir vivo, né?
00:15Aí baseado nisso, já o nome fúnebre, nada mais é justo que a gente desenterrar músicas, então a gente começou com esse trabalho de pegar músicas muito antigas, mesmo assim, coisa de 1890, Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazaré, Vila Lobos, então a gente começou a desenterrar assim, aí pegou a Época de Ouro, Noel Rosa, Alvarim e Ranchinho.
00:35Alvarim e Ranchinho.
01:05Alvarim e Ranchinho.
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