00:00Divirtas! Divirtas! Cultura! Divirtas!
00:03Olá! Seja bem-vindo ao Divirtas, o seu podcast de cultura do Estado de Minas.
00:08Eu sou o Otávio e estou aqui mais uma vez com o Lucas Lana, repórter de cultura do Estado de Minas.
00:13E aí, Lucas?
00:13Fala, tá? Beleza?
00:15Animado para falar de coisas noturnas hoje.
00:18Mórbidas, né?
00:19Mórbidas, porém carnavalescas.
00:21Sim, porém carnavalescas. Muito, muito. Apresenta o nosso contato.
00:24Pois é, a gente está muito feliz dessa dupla que está aqui representando um bloco que é um pouco diferente do que talvez você esteja acostumado a ver,
00:34tanto no carnaval fora de Belo Horizonte quanto daqui.
00:37Aqui tem uma tradição do bloco sair dia, uma coisa festiva, colorida.
00:43E aqui vocês vão ver que a coisa é um pouquinho diferente.
00:46Então, queria pedir para a diretora cortar para aquela ali para eu apresentar o bloco Fúnebre, Léo e Flávia.
00:52Sejam bem-vindos ao Divirtas!
00:53Obrigada!
00:54Valeu, gente. Prazer enorme.
00:56Prazer é todo nosso.
00:57Prazer é todo nosso também.
00:58Então, vamos começar pelo começo. Como que surgiu a ideia desse bloco?
01:02Conta um pouquinho a história pregressa do bloco Fúnebre aqui de Belo Horizonte, por favor, cara.
01:09Bom, o bloco Fúnebre surgiu há 13 anos atrás, em 2013, com uma ideia de enterrar as tristezas e ressuscitar as alegrias.
01:18Puxa, legal! Um bom mote.
01:20Obrigada, eles faziam um cortejo, talvez um pouco, como eu diria...
01:26Lúdico, simbólico.
01:27Lúdico, simbólico, exatamente.
01:29Pra gente marcar bem essa transição do não carnaval para o carnaval e que fosse na passagem ali, realmente, do horário.
01:36Então, chegou às 11h59 pra meia-noite, virou carnaval.
01:39Então, o horário do nosso desfile sempre é a meia-noite, nossa concentração vem de três horas.
01:43E dentro dessa ideia também do nome Fúnebre, que muita gente até hoje questiona, mas Fúnebre é um nome pesado, assim, a gente acha super leve.
01:50Que é, assim, quase um desapego, assim, da morte, pra gente saber que a gente tá vivo, bem vivo mesmo.
01:56E nada melhor do que o carnaval, porque a gente é vivo, né?
01:59Exato.
01:59Mas de onde que surgiu essa ideia?
02:01Como é que vocês construíram o bloco lá atrás, né?
02:05Naquela fase ainda, faça você mesmo do carnaval um pouco, né?
02:09Conta um pouquinho aí de como vocês escolheram o que que ia tocar, como é que iam ser as músicas, fala um pouquinho aí.
02:16Ele veio junto com a construção desse, vamos dizer entre aspas, um novo carnaval de BH, né?
02:21Nessa nova leva, assim, do carnaval, sabendo que o carnaval de BH sempre foi uma coisa tradicional,
02:25mas esse novo carnaval que a gente tem hoje foi junto ali, coisa de dois anos após o início ali na Praça da Estação.
02:32Então, nós juntamos aí amigos, parentes e pessoas que queriam fazer um bloco, assim, que não fosse apenas ir atrás de bloco,
02:41fazer o nosso próprio bloco e tal.
02:43Aí tem a fúnebre, a gente não sabe exatamente de como que ela surgiu.
02:47A gente tem uma dupla de... uma dupla de dois é ótimo.
02:52Somos uma dupla de músicos.
Comentários