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01:34O grande desafio de encabeçar isso tudo é poder criar essa máquina que vai encaixar todas essas peças, esses talentos.
01:40Então o afropunk não é só sobre os artistas que estão tocando ali no palco, não é só sobre isso.
01:46Essa grande roda é sobre as pessoas que compõem essa roda.
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02:30of coordination.
02:32I see that I have so many wonderful professionals
02:35who are prets like me,
02:37my color,
02:38I look for each side,
02:40I see myself,
02:42I recognize myself in these people.
02:44Our meetings were online,
02:46and we were able to open a computer,
02:48open a meet,
02:49and see so many white faces
02:51was comforting.
02:53It was a place to be together
02:56very different.
02:58We are giving a new perspective,
03:01and a perspective visual
03:03of what we are,
03:04of what we are being black,
03:05of what we live in quilombo,
03:06of what we are building together,
03:08of what we are looking for and recognize.
03:10Because of the role,
03:12the role is the role of the role,
03:14so for the role of the role,
03:15it has to exist another role.
03:17It's a way
03:19different and true of our history,
03:22the role of Afropunk.
03:24The role of Afropunk
03:27We have a lot of time
03:29to understand the power
03:30of our union,
03:31our unity,
03:32the force of the mixture
03:33of our bodies,
03:34thinking that we didn't have
03:36authority to externalize
03:38our affections,
03:39you know,
03:40the possibility of these affections,
03:42receiving the stimulus
03:44from all parts
03:45to not realize that
03:46we can love us.
03:48We can love us.
03:49We walk,
03:50we fight,
03:51we fight,
03:52we meet,
03:53we reach here.
03:54And now we have a voice
03:55We have a voice
03:58We have a voice
04:00We have a voice
04:01we have a voice
04:03that says,
04:04we have a national festival
04:05happening in Bahia,
04:06Afropunk.
04:07Respeito,
04:08Respeito,
04:09Respeito,
04:10Respeito,
04:11Me traza,
04:13Me traza direito.
04:14Meu tom,
04:16Meu tom tem efeito,
04:17Tem efeito,
04:18Tem efeito,
04:20Tem efeito.
04:22It was a process of research in the intention to gather new talents
04:38in a musical way, in a sociocultural way.
04:40The Afro-Indians represent them through an open call of documentaries,
04:45videoclips, audiovisual works that contemplate what is Afropunk.
04:50The Kosh no cobra postura, meu que tu precisa de amor.
04:53Oi faz de fu a viatura, mas pivete vou vira doutor.
04:57Procurar em ando sua suna, ou procurar em licarabina.
05:00Escreve um livro de terror ou me deixa narrando chafina.
05:04Sorriso maroto ninguém não vai falar demais, mas não é capaz.
05:08Nem bate de frente, só peita por trás, não tira meu nome da boca mas que coisa louca.
05:12Taíra não tira minha paz. Quem não é? Não se esconde.
05:15Quem não é? Não se esconde. É o bonde. É o bonde. É o bonde.
05:19Samba de coco, samba de paré, São Gonçalo
05:26Cacumbi, taeira, reisado
05:32A gente teve dois conteúdos produzidos exclusivamente para o festival
05:36com Jade e Giovanni Cedreira
05:38e a gente teve um doc da banda Black Pantera.
05:44Então foi muito importante para a gente trazer a cena rock and roll
05:48punk para o festival, que é na Bahia, que tem um estigma do tambor, da percussão.
05:54Então era importante para a gente também ampliar os horizontes musicais também.
06:00Que a gente troque, que a gente se conecte com experiências de pretes de outros lugares,
06:19pretes de outras vivências, pretes de outras idades.
06:23Nunca tão descrente
06:27Nunca tão descrente
06:42Meu trabalho, meu primeiro clipe foi aprovado, vai ser divulgado aqui.
06:57E eu estou vibrando porque é um momento de celebrar as nossas existências.
07:01E o nosso país, sobretudo nesse momento, está precisando de muita energia.
07:04E esse lugar aqui é um lugar para a gente vibrar, para a gente se curar e para a gente se proteger.
07:09Eu estou fora cinco anos da Bahia e eu volto para cá e percebo que a gente continua inventando, se reinventando, recriando.
07:28E a FROCON que é sobre isso, né?
07:30É um festival que se propõe a repensar novas maneiras de estar no mundo.
07:35E a Bahia é esse lugar.
07:37Para a gente é algo muito especial, poder empoderar e mostrar a força que a música e a arte da Bahia Negra tem.
07:45Trazendo uma junção de novos griots.
07:58Com o Ilê Aê, que é um patrimônio nosso, tem que ser celebrado, tem que ser exaltado.
08:22E essa reparação já passou da hora.
08:25Há muito tempo que a gente vem brigando, cobrando que esse tipo de festival tem que acontecer no Brasil, mas na Bahia.
08:33Todo mundo muito esperançoso, que a gente está debatendo sobre, que a gente está falando sobre,
08:38que a gente está empurrando portas, que a gente está ocupando locais, principalmente aqui em Salvador,
08:43que é uma cidade muito negra, mas ainda muito racista.
08:45Hoje a gente quebrou essa visão de Salvador e Bahia, de Axé e só.
08:50A nova geração do importe vem do seu jeito, da sua forma.
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