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Dois cavalos caíram sob o telhado de uma casa em Nepomuceno, no Sul de Minas Gerais, na última segunda-feira (02). O Corpo de Bombeiros foi acionado para atender a ocorrência, mas como a situação aconteceu? Os animais estavam pastando em um terreno que tinha um nível um pouco mais alto que a casa, mas se desequilibraram e caíram no telhado. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.
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NotíciasTranscrição
00:00fizeram com que a Mayara falasse sobre uma condição que ela está passando, que é a alopécia.
00:08O que os especialistas chamam de alopécia androgenética prevalente entre mulheres.
00:14Ela é multifatorial e requer acompanhamento médico para controle.
00:18E aí trouxe então à tona esse debate a respeito da saúde e também da saúde papilar.
00:24Ela fazia muito uso ali de lace, também aquelas fitas para extensão.
00:30E agora tem passado ali por um tratamento para a questão dessa alopécia, para tratar essa alopécia.
00:36E muitos comentários maldosos.
00:38Então ela apareceu nas redes sociais num primeiro momento, até brincou.
00:41Gente, essa sou eu, é isso mesmo.
00:43E aí depois, com todos esses comentários inconvenientes, ela volta e fala a respeito dessa condição.
00:49trazendo então à tona esse debate, mas também essa questão do que as pessoas nas redes sociais
00:56acham que tem o direito de falar qualquer coisa nos comentários, né?
01:00Muito bem. Vamos ver o que ela disse então.
01:04A gente que trabalha com imagem, a gente sempre está preocupado também.
01:07E cabelo é uma coisa que a mulher sempre se preocupa.
01:11O cabelo também fala da autoestima da mulher.
01:14E o que aconteceu com o meu cabelo, gente?
01:16Ele foi caindo, ele foi quebrando com alguns métodos e algumas formas que eu usei
01:21que atrapalharam o crescimento do meu cabelo.
01:25E eu cheguei num ponto onde eu já não tinha mais cabelo.
01:29Além de tudo isso, eu tenho também alopécia androgenética, né?
01:34Então já vem um tempo, já eu nem sei dizer quanto, mas deve ter uns 3 ou até mais uns 4 anos
01:42que eu vim usando a lace, né?
01:45Muito bem. Danúbia, muito obrigado. Bom trabalho pra você aí.
01:49Valeu pelas informações.
01:51Então, aí, né? Hoje é dia, né, Jess?
01:55É dessas justificativas, né?
01:58Não precisava disso, né?
02:00Mas olha, nossa, o que que tá acontecendo?
02:02Parece que a gente tem que, a todo tempo, tá justificando, né?
02:06Emagreceu muito, engordou muito, o cabelo caiu muito.
02:10Não, e a Maiara, nesse ponto, eu acho que ela fez um papel até importante de conscientização em relação ao alopécia.
02:15Que é uma situação ainda de muito estigma para as mulheres.
02:20Eu até, também, uma outra mulher que admiro muito tem, a vereadora aqui de São Paulo, Cris Monteiro, tem uma condição também de alopécia.
02:29Usa a peruca.
02:31Às vezes aparece careca, as pessoas a atacam.
02:34Usam isso até politicamente pra atacar, pra diminuir. Por quê?
02:37Porque pra nós, mulheres, o cabelo, ele é uma parte, assim, muito fundamental da beleza, da validação, da estética, até mais pros homens.
02:46Então, isso mexe conosco.
02:49Então, quando ela vai a público falar dessa condição, falar que ela tá com o cabelinho dela do jeito quando ela tinha cinco anos,
02:56das condições, que ela tem usado lace, tudo isso, e mostrar um pouquinho dessa realidade,
03:01é surpreendente que o ataque sejam piadas de mau gosto, brincadeirinha com ela estar perdendo os fios, com figuras jocosas.
03:11Então, assim, falta muito a compreensão até do impacto psicológico que o cabelo tem pra nós, mulheres.
03:19Muitas vezes, vítimas aí, pessoas que passam por situação de quimioterapia, de câncer,
03:24é um dos momentos mais difíceis pra essas pacientes, que é perder os fios, que é perder o cabelo.
03:28Porque ele é um item, assim, ele é como uma identidade que nós carregamos.
03:33E quando ela vai, se expõe dessa forma, fala sobre isso, fala sobre essa perda, mostra os fios, os ralos fios,
03:40a situação que ela tá vivendo, é de uma força e de uma coragem que merece ser aplaudida.
03:45E merece ser aplaudida também, porque existe um viés muito bem claro dos fatores emocionais que vão causar essa queda de cabelo, né?
03:54Sim, sobra de dúvida, e eu concordo com tudo que a Jess falou ali naquele sentido,
03:58porque o estético, ele acaba tendo uma influência muito grande, né, que é o nosso externo no nosso interno.
04:05Mas o nosso interno também tem muitas influências no nosso externo.
04:10Por isso que a gente cuidar do nosso emocional vai automaticamente também ter uma melhora ali no nosso estético,
04:17que é, por exemplo, a queda de cabelo, com estresse.
04:19Veja bem, tá tudo na pele.
04:20Olha quantas expressões ligadas ao nosso dia a dia, com relação às nossas emoções, envolvem a pele.
04:27Eu senti na pele o que você disse.
04:30Isso me deixou com os nervos à flor da pele.
04:33Então, tudo isso tem, é só um exemplo de como a pele, o nosso maior órgão, responde às nossas emoções.
04:41Não, totalmente, né? Então, a gente tem essas formas de verbalizar as reações pelas nossas próprias emoções.
04:49Então, a gente sente algumas coisas.
04:51Quando a gente tá angustiado, a gente sente aquela coisa no peito, aquela coisa na garganta.
04:55Quando a gente tá triste, a gente não tem movimento pra nada, a gente fica mais lentificado, a gente chora.
05:01Então, o nosso corpo e nossa mente, ela interage de uma maneira síncrona.
05:06Então, quanto mais você cuida da sua mente, mais o seu corpo também vai responder isso.
05:11E sem sombra de dúvida, ela fez ali um discurso que eu acho que é magnífico,
05:15porque ela começa a colocar um pouco do não julgamento.
05:19As pessoas têm que parar de julgar as próximas por tudo que é estético.
05:24O estético, ele não deve ser um julgamento.
05:27A gente entende que existem o belo, existem coisas que são mais atrativas,
05:32mas o julgamento já é outro parâmetro, aonde existe sempre um bedinho apontando pro outro
05:37e três apontando pra gente, já dizia o ditado, quando a gente era pequenininho.
05:41Eu acho que vale lembrar que essa mesma Mayara, ela foi muito criticada
05:45quando antes ela era um pouco mais obesa, ela teve uma fase realmente mais gordinha.
05:51E quando ela apareceu cada vez mais magra, cuidando mais, com o cabelão,
05:56e também fizeram algumas intervenções estéticas,
05:59e muita gente veio criticar falando, ah, mas agora mudou demais,
06:04mas agora tá artificial, agora essa beleza não é real.
06:07E as pessoas atacando, atacando, atacando, buscando e até às vezes exigindo,
06:12quem é você de verdade, mostra o seu rosto e tudo.
06:14E agora a pessoa vem num momento de vulnerabilidade, de fragilidade,
06:18mostra o rosto e também é atacada.
06:20Isso significa que realmente a gente nunca vai conseguir agradar todo mundo.
06:25Não se agrada gregos e troianos ao mesmo tempo.
06:27E nessa terra que é a internet, a terra, entre aspas, sem lei,
06:33porque as pessoas, elas se protegem por um telefone celular,
06:36elas se protegem por um computador, as pessoas atacam gratuitamente,
06:41mas que pra mim, doutor, e aí eu até queria ouvir do senhor,
06:44retrata muito mais aquilo que falta na pessoa.
06:49Eu, quando ataco alguém, às vezes eu tô falando muito mais de mim do que do outro.
06:53Mais ou menos nesse sentido, essa pessoa que fica ali contra a Paola,
06:57contra a Maiar, destilando o veneno, é algo que tá faltando dentro dela?
07:01Isso pode ser sim verdade, mas o que mais acontece geralmente é o sentimento de inveja.
07:08O sentimento de inveja é aquilo que a gente vê no outro e fala assim,
07:13o outro não deveria ter essa oportunidade, ele não merece aquilo.
07:17Isso causa pra gente inveja.
07:18Como é que eu posso prejudicar essa pessoa, né?
07:20Como é que eu posso fazer algo pra afetar?
07:22Como é que eu tenho que equalizar as emoções?
07:24É uma maldade gratuita, então?
07:26Não, sinceramente, o fato é só fazer uma maldade,
07:30mas sim fazer uma equalização emocional pra mim.
07:34Então vai lá, eu ataco, então a partir do momento que eu ataco,
07:37eu rebaixo o outro, né, de alguma maneira,
07:39e eu me sinto melhor de alguma maneira.
07:41Ao invés de admirar, né, vamos admirar as pessoas.
07:44Yuri, olha só, tem esse comentário que chegou aqui, do CalilSBS,
07:49dizendo o seguinte, acho que rebater a crítica
07:53acaba dando um troféu pra pessoa que faz a crítica.
07:57Aí eu queria completar.
07:59Quando a Mayara grava esse vídeo, o que passou antes dela pensar?
08:03Será que eu falo? Será que eu não falo?
08:05Quando a Paula Oliveira faz aquele depoimento,
08:08será que eu escrevo? Será que eu respondo ou não respondo?
08:10Passou um filme enorme na cabeça das duas antes de tomar essa decisão?
08:15Você pode ter certeza disso.
08:16Uma provoada mental.
08:18Sim, porque não é fácil você ouvir certas críticas e não responder.
08:23O ideal é, obviamente, a gente não responder,
08:25porque são ali movimentos da internet e assim por diante.
08:29Pessoas que querem provocação,
08:31pessoas que querem muitas vezes fama em cima daquilo e tal,
08:34e acabam provocando de uma certa forma ali.
08:36Não é uma crítica contundente, não é uma ajuda,
08:39não é um contato ali de alguém que fala assim,
08:42cara, eu tô preocupado contigo, o que tá acontecendo com você?
08:45Algo do gênero.
08:46Geralmente são críticas que não valem a pena ali a resposta.
08:49Porém, contudo, sobretudo,
08:51as respostas que a gente tá vendo
08:52são respostas também magníficas por um outro lado,
08:55que é o quê?
08:55Elas estão explicando,
08:57elas estão aproveitando uma oportunidade de um ataque
09:00pra explicar certas coisas,
09:01pra mostrar certas condições,
09:02pra educar a população de uma maneira diferente,
09:07o que é magnífico.
09:08Ela não tá respondendo exatamente o ataque
09:11que seria brigar com a pessoa.
09:13Ela tá aproveitando o tema e explicando socialmente aquilo.
09:15Mas sabe que eu acho que existe uma questão
09:17de constrangimento importante nessas respostas.
09:22Claro que tem.
09:23Sem sombra de dúvida, tem.
09:24Bom, nesse momento a gente tá encerrando pra rádio.
09:26Muito obrigado pela companhia,
09:27pra redes de rádio.
09:28Amanhã a gente tá de volta, pessoal.
09:30Continuamos na internet e na TV.
09:32Jess, por que constrangimento?
09:34Por que constrangimento?
09:36Eu olho pra pessoa que tá lá fazendo uma gracinha,
09:38falando uma frase,
09:40querendo constranger alguém.
09:41Você vai lá,
09:42essas pessoas são famosas,
09:43pega, marca a empresa onde trabalha,
09:45deixa as pessoas saberem o tipo de comentário
09:47que esse tipo de gente faz nas redes sociais,
09:50atacando os outros.
09:51E eu vou até além,
09:52no seu dia a dia tem como você fazer isso.
09:54Tem alguém criticando,
09:56falando, por exemplo,
09:57aquela pessoa tá gorda, né?
09:58Vira e fala também,
09:59tô te achando meio gordinho, né?
10:01Tá valendo fechar a bola.
10:02Tem que constranger,
10:04porque a forma, às vezes,
10:05de educar é o constrangimento.
10:08A esposa, a Bruna Bianca,
10:09a esposa do Neymar,
10:10com algumas críticas que ela sofreu,
10:12ela pegou e começou a mostrar as críticas
10:14e os ataques à filha dela.
10:16A mesma coisa com o Vitube,
10:18várias celebridades que fazem isso.
10:20Então eu acho que tem que ter um constrangimento,
10:22que é jogar o lofote,
10:23porque a pessoa vai lá,
10:24comenta e pensa que nunca será anotada.
10:26O dia com uma anotada,
10:28desativa o Instagram,
10:30vai atrás de outra...
10:31Já vi, já fiz isso.
10:32A pessoa fica com medo,
10:34você começa a comentar no LinkedIn,
10:35constrande.
10:37Educação também é constrangimento.
10:38O stalk é reverso, né?
10:40Eu faço.
10:41Eu vou lá destalquear.
10:43E é interessante, né?
10:44Porque a Paola também,
10:44ela foi pioneira no movimento
10:46que é de tirar os filtros.
10:49É muito comum,
10:49todo mundo sabe,
10:50você vai lá fazer um story,
10:51você vai lá fazer um post na rede social,
10:52você muitas vezes coloca um filtro.
10:55E a Paola foi,
10:56poxa,
10:56é uma musa, né?
10:58Da TV.
10:59E ela foi praticamente a primeira a falar,
11:00vou parar de usar filtro,
11:02vou aparecer natural.
11:03E tomou paulada de tudo quanto é lado.
11:06E as pessoas falavam,
11:07ah,
11:07então você não é tão bonita.
11:09Gente,
11:09claro que a pessoa é bonita,
11:10mas é óbvio, né?
11:11Que o filtro,
11:12ele ajuda a pele,
11:13às vezes aparecer um pouquinho melhor,
11:15às vezes muda, né?
11:16Algum detalhe no corpo da pessoa,
11:18que é suficiente para as pessoas atacarem.
11:20Então eu acho que a Mayara,
11:22a Paola,
11:22as duas,
11:23nesse momento,
11:24como muito bem adiantado pelo doutor,
11:26elas trazem à tona um debate que é necessário.
11:29Por quê?
11:30Porque senão a gente realmente vira escravo da imagem.
11:32Você não pode sair na rua natural,
11:35sem arrumar o cabelo,
11:36sem estar muito bem vestido,
11:38vai que alguém tira uma foto.
11:39Aí acabou a vida do famoso.
11:41Então eu acho muito legal
11:42elas puxarem esse movimento
11:44e traz um debate necessário, né?
11:46Por que tanta maldade?
11:47Por que tanta inveja?
11:48Por que tanto ódio na sociedade hoje?
11:50Enquanto simplesmente a gente podia falar,
11:52olha que interessante,
11:53não sabia que essa condição da alopecia existia,
11:57não sabia que isso poderia afetar dessa forma
11:58e de repente trazer até para dentro de casa
12:01um ensinamento.
12:02Não tem manual sobre o que fazer, né?
12:04Aquela história do senhor idoso
12:06com o neto e um burrinho pela estrada.
12:09Ele coloca o neto no burrinho e sai andando.
12:12Ele fala, mas que isso?
12:13O idoso puxando o menino no burrinho,
12:16é melhor ir o idoso no burrinho.
12:19Eles fazem isso.
12:20Aí depois, nossa, o menino carregando o idoso,
12:22por que o animal não pode carregar os dois?
12:24Aí vão os dois.
12:25Nossa, mas tanto esforço para um animal.
12:29Eu sei que termina a história com os dois
12:30carregando o burrinho pela estrada
12:32porque não tinham mais o que fazer
12:34para agradar as pessoas.
12:35Isso é verdade, isso é verdade.
12:36Até um detalhe bem legal,
12:38teve uma menina que criou uma startup,
12:39que eu gostei muito da ideia dela,
12:41que era uma startup para impedir um pouco os ataques
12:44por meio das redes sociais,
12:46por meio do WhatsApp e tudo mais.
12:47E a startup era muito simples.
12:48A partir do momento que a pessoa escreveu
12:49alguma coisa agressiva,
12:51aparecia um pop-upzinho assim.
12:52Você tem certeza que você quer escrever isso daqui?
12:54Trazendo uma coisa...
12:56Um filtro de agressividade.
12:57Isso é muito legal,
12:58porque a gente traz ali para a pessoa o racional.
13:00Porque o ataque, ele é emocional.
13:03Então, quando você traz o racional,
13:04a pessoa, opa, peraí,
13:04talvez eu não queira fazer isso daqui.
13:06Tem muita gente que gosta de chamar de corrupto,
13:09xingar, difamar pessoas na internet,
13:11em grupos de WhatsApp,
13:12e ignora que tem outra boa medida para isso.
13:15O nosso sistema legal, né?
13:17Isso também tem que ter consequências jurídicas,
13:20multas, processos.
13:22A hora que o oficial de justiça bate na porta,
13:25aí quem gosta de fazer graça fica com medinho, né?
13:28É, nós temos armas, né?
13:30Jurídicas para isso, né?
13:31Nós estamos falando de crimes, né?
13:32Injúria, calúnia, difamação.
13:34São todos crimes previstos no Código Penal brasileiro
13:37e que sim, devem ser levados.
13:39E lembrando, né?
13:40A importância, inclusive, do famoso ir lá fazer o boletim de ocorrência.
13:44Quando ele é difamado,
13:45quando ele é injuriado na rede social,
13:48porque isso vai fazer o que a Jazz trouxe.
13:51Vai fazer o oficial de justiça ir lá, ó,
13:52bater na porta daquela pessoa que se sentia protegida
13:55e vai descobrir que por trás do telefone celular
13:58existe um sistema de justiça
14:00e que esse sistema de justiça vai punir.
14:02Mas o que fica aqui, eu acho, de lição disso tudo
14:05é entender o seguinte.
14:06Se até as grandes estrelas, né?
14:08Da música, da televisão, sofrem com isso.
14:12Imagina, né?
14:12A gente que está aqui, né?
14:14Do outro lado da tela.
14:15Você que está acompanhando a gente.
14:17A dica é, seja você,
14:19seja...
14:20Procure ser quem você é,
14:21porque esse é o melhor caminho.
14:23E não tem ninguém no mundo igual a você.
14:25Se você for igual a você,
14:27você vai se tornar uma pessoa imbatível.
14:29Não.
14:30E existe uma liberdade em ser você.
14:33As pessoas vão te amar,
14:34as pessoas vão te odiar.
14:35Tanto faz.
14:36Ser você é um tipo de liberdade.
14:39Você tem muita sorte de ser quem você é.
14:41Se aceite, se ame.
14:42Assim disse Jazz.
14:44A princesa e agora rainha
14:45agridou-se do Cerrado.
14:47Estamos terminando.
14:48Muito obrigado pela companhia.
14:49Naquela enquete nossa,
14:50será que a gente precisa de novos incentivos?
14:5482% das pessoas que responderam
14:57dizem que não.
14:58Não precisamos mais de incentivos sociais.
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