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O Morning Show recebe a psicóloga especialista em carreiras, Andréa Krug, para entender o aumento alarmante nos afastamentos do trabalho causados por transtornos mentais. Segundo a especialista, essa busca por autonomia está tornando as contratações formais cada vez mais difíceis. Confira!
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NotíciasTranscrição
00:00Dada hoje, Andréia Krug. Bem-vinda. Tudo bem? Bom dia.
00:03Obrigada pelo convite. É um prazer estar aqui com vocês.
00:05Alegria de receber aqui. Interessante, né?
00:08Maravilhoso.
00:08Uma discussão muito pertinente, né?
00:11Quando a gente fala de saúde mental, que a Danube trouxe dados alarmantes,
00:16quando a gente fala desse número grande de afastamentos no trabalho,
00:20seria essa uma solução?
00:23Parte tá por aí, sim, né?
00:25O ambiente de trabalho, ele tá cada vez mais pesado, né?
00:28Tem uma questão, né, de mundo mundial.
00:31O contexto de mundo é complexo.
00:35Muito mais complexo, talvez, do que era 5, 10 anos atrás.
00:38Você tem mudanças, você tem um mundo muito mais imprevisível.
00:42E o que acaba acontecendo é que as pessoas estão meio perdidas dentro das organizações, né?
00:46Então, isso realmente gera um estresse maior, uma pressão por resultado maior.
00:52Eu não sei mais o que fazer pra conseguir aquilo que eu conseguia
00:55até um tempo atrás com uma certa facilidade.
00:58Você acha que tem também algo que as redes sociais colocam
01:02e que pode ser também levado para o ambiente de trabalho,
01:07que é comparar o palco dos outros com o nosso bastidor?
01:11Poxa vida, como aquele menino corre pra lá e pra cá e pra cá e pra lá e pra lá e pra cá?
01:15Eu tenho que fazer isso também, mas você tá vendo só o palco.
01:18Você não sabe o que é o bastidor.
01:20Você não sabe como tá difícil pra ele correr tanto assim, né?
01:23É da nossa humanidade. A grama do vizinho, ela é sempre mais verde.
01:27Isso aí, desde que o mundo é mundo, que é dessa forma.
01:30Mas, sim, as redes sociais exponenciam isso de uma forma absurda, né?
01:36Só tem gente legal.
01:36E isso chega no trabalho?
01:37Claro que chega, né?
01:38E tem rede social do trabalho que é o mundo de Bob, né?
01:41Ai, nossa, superei uma unha encravada, olha como eu sou legal.
01:44Então, você tem umas coisas, hoje em dia, que realmente levam a uma supervalorização
01:50de determinados comportamentos dentro desse mundo organizacional, que é muito ruim.
01:55Muito ruim.
01:55Hoje, aquela rede social, o LinkedIn, né?
01:57Que é a rede de trabalho, você vê que a maior parte dos textos que são colocados ali,
02:00eles são carregados de um excesso de glorificação que é irreal, né?
02:05E tudo feito pelo chat hoje.
02:06Tudo feito pelo chat.
02:07Não sei se você reparou, né?
02:08Então, só com termos, assim, extremamente propícios a algoritmos.
02:11Todo mundo é lindo, maravilhoso e bem-sucedido, né?
02:14É, eu conheço um restaurante que, sempre que chega um garçom novo lá, são garçons
02:20mais tradicionais e que ficam ali naquele ritmo de garçom experiente.
02:24Olha, você fala, opa, tudo bom, amigo?
02:26Opa!
02:27Quando chega um garçom novo, ele começa a correr muito, chega o mais experiente e fala
02:31assim, meu amigo, aqui é devagar.
02:34Siga o fluxo, não corra tanto.
02:37E como se fosse um meio de defesa dos mais antigos pra isso.
02:41Mas quando a gente fala de produtividade, talvez a gente encontre alguns entraves.
02:47É, o conceito de produtividade dentro desse contexto de mundo também é uma coisa diferente
02:52do que era há um tempo atrás.
02:54A gente, né?
02:55Eu brinco, né?
02:56Os mais vintage, como eu, vieram do mundo da reengenharia, onde fazer mais por menos
03:00era o grande boom da coisa.
03:02Hoje, na realidade, você tem que fazer menos tem que ser igual a mais.
03:07Você faz mais, mas com menos esforço.
03:09Você usa mais a cabeça e menos o braço.
03:11E isso é o que tá acontecendo.
03:13Isso é o que veio, de fato, pro jogo.
03:16E isso traz desconforto pra quem estava muito acostumado.
03:20Aquele famoso jogador pra plateia, né?
03:23Sempre muito papel e muita coisa em cima da mesa, correndo de um lado pro outro, fingindo,
03:27né?
03:28Muitas vezes, produtividade, esse tipo de coisa, né?
03:31Então, isso também muda a forma como as pessoas trabalham.
03:34Isso também gera desconforto, pressão, estresse, todo esse tipo de coisa que a gente
03:39tá vendo no mundo hoje.
03:41Doutora, mas é engraçado, porque nesse vídeo da brincadeira aí, do ser mais produtivo,
03:46não seja essa pessoa, eu me sinto essa pessoa.
03:48Qual?
03:49Qual, pessoa?
03:50Você sente qual?
03:51Eu sou a pessoa...
03:51Ela deve ser a mediana.
03:52Não, eu sou obcecada.
03:53Ela é odiada, porque ela é produtiva.
03:56O povo fala, calma, aqui não é tão rápido.
03:57E eu tenho uma insônia grave.
03:58Então, eu sou insuportável nesse aspecto.
04:02Claro, cada um tem seu limite, mas eu amo trabalhar.
04:05Eu sou...
04:06Nossa, eu não sei ficar tranquila, relaxar.
04:08Vamos pra uma praia sem fazer nada.
04:09Isso me dá pavor.
04:11Então, eu sou o terror dos coleguinhas.
04:13E aí, vem uma questão.
04:15Também não existe, dentro do ambiente de trabalho, uma pressão real pela mediocridade
04:21pra que você não se destaque?
04:22Não tem meio que esse jogo de tentar atrapalhar?
04:25Porque eu já trabalhei em times onde essa característica minha era bem vista e times onde essa característica
04:30minha era a coisa mais odiada do universo.
04:32Então, assim, eu vejo que nos times de alto desempenho, o ambiente de cobrança, ele também
04:37te leva a uma melhora pra sua vida, em vários aspectos.
04:41André, só um minuto.
04:42Eu quero fazer um break da rádio pra gente voltar a continuar aqui na TV.
04:46Por favor.
04:49Isso?
04:49O break pode falar.
04:51Não, tá.
04:52Perdão, né?
04:52É porque...
04:53Já foi.
04:53O break já foi.
04:54Perdão, tá bom.
04:55Vamos lá.
04:56A gente confunde um pouco os comportamentos, né?
05:00Proatividade não é protagonismo.
05:02São coisas diversas.
05:03O que era valorizado e, na minha opinião, continuou muito valorizado, é o comportamento
05:08de protagonismo.
05:09E o que é o protagonismo?
05:10Eu assumo a parcela que me cabe de responsabilidade nessa coisa.
05:13Eu olho pro que tá acontecendo e entendo que é impossível que seja tudo do outro e nada
05:18seja meu.
05:18E aí eu olho pra isso e falo assim, como é que eu faço pra resolver isso?
05:22Como é que eu faço pra pegar a parte que me cabe e resolver?
05:26O que é diferente, muitas vezes, da proatividade?
05:29A proatividade, muitas vezes, ela fica numa coisa de fazer, se mostrar.
05:34Ela acaba combinando.
05:35E, muitas vezes, eu não sei qual é o melhor jeito de fazer.
05:38E aquilo que você não sabe e você faz, você faz mal feito.
05:42Então, são duas coisas que parecem, mas que não são a mesma coisa.
05:46E, na minha modesta opinião, eu acho que hoje o mundo corporativo, ele carece muito
05:50de protagonismo.
05:51É muito mais fácil apontar o dedo, é muito mais fácil arrumar um culpado do que você
05:56puxar a parcela que te cabe.
05:57A gente foi pras ruas pra fazer essa pergunta.
06:01Vale a pena ser proativo no trabalho?
06:04Vamos ver o que as pessoas responderam pra repórter Júlia Fermino.
06:07No trabalho, você é o tipo de funcionário que só faz as demandas que o seu chefe
06:13te pede ou, então, é aquele colega que sempre procura fazer um pouco a mais e, por
06:18isso, acaba sobrecarregado.
06:20A gente veio pras ruas de São Paulo entender como é que o paulistano tem se comportado no
06:25mundo do trabalho.
06:26Bora conferir?
06:27Ser proativo demais, você acha que ajuda ou acaba atrapalhando no ambiente de trabalho?
06:40Ah, eu acho que tem que moderar, né?
06:42Nem ser proativo demais e nem ficar encostado demais.
06:46Mas eu acho que mais ajuda do que atrapalha.
06:48Ajuda.
06:51Mostra quem é a pessoa dentro do trabalho, dentro do ambiente de trabalho, entendeu?
06:54Não sendo proativo, mostra aquela pessoa que seja parada, entendeu?
07:00Monônoga.
07:01Depende do ponto de vista.
07:02Por exemplo, se a pessoa tá fazendo o trabalho dela ali, sem estar invadindo o trabalho do
07:06outro, tá tudo certo.
07:08Mas a partir do momento que começa a invadir o espaço do colega, atrapalha.
07:13Olha, no meu caso, como professor, ajuda porque você precisa ser criativo.
07:17Você lida com criança e adolescente.
07:19Se você não for proativo, você está perdido.
07:22Quando você é proativo, tanto você ajuda o seu próprio trabalho, como os seus colegas
07:25e da corporação, como em si.
07:27Você se sentiu sobrecarregada ou até mesmo cobrada demais por fazer sempre a mais e ainda
07:34assim não ser reconhecida?
07:35Sim.
07:37Sim.
07:38Total.
07:39Sobrecarregar muito, né?
07:41Principalmente a mente.
07:42Sim, com certeza.
07:44Com certeza.
07:45Ser excesso, invadir espaço de uma outra pessoa, dominar o espaço de uma outra pessoa,
07:49principalmente no lado profissional, onde a gente tem que saber de algumas coisas ou não
07:53saber de algumas coisas, concordo completamente.
07:57Já teve algum episódio em que no trabalho alguém foi te ajudar e mais te atrapalhou?
08:03Ah, isso sempre tem.
08:04Certeza.
08:04Assim, tem porque às vezes ele quer fazer uma coisa que não é do jeito que ele quer
08:10fazer.
08:11Aí acaba sempre atrapalhando.
08:13É igual quando você quer fazer a parte do outro, achando que está ajudando, mas a
08:17pessoa não te pediu ajuda.
08:18Aí você vai ajudar, aí você que toma depois, no final.
08:21É isso.
08:22Olha, eu acho que desse mundo tecnológico sim, viu?
08:25Infelizmente.
08:25Porque as pessoas são movidas pelas redes sociais, né?
08:29Então é bem complicado.
08:30É, não atrapalhar já ajuda, né?
08:33Essa frase, né?
08:35Agora, eu queria explorar também a questão de outras habilidades, que não essas que são
08:42mais parabenizadas, como por exemplo a inteligência emocional, que muitas vezes precisa de um
08:47certo tempo para ser valorizada, né?
08:50Exato.
08:51E a inteligência emocional, ela não é nenhuma novidade, né?
08:54A gente já fala isso desde o século passado.
08:56Mas ela cada vez está mais difícil, principalmente nesse mundo de pressão do trabalho que a
09:01gente está vivendo, né?
09:03Um pouco de pressão, né?
09:05Como ela disse aqui, não é nenhuma coisa ruim.
09:08Voltamos para a rádio.
09:09Ah, então?
09:09Estamos aqui na rádio.
09:12E estamos respondendo essa pergunta, se vale a pena ser proativo no trabalho, se vale a
09:16pena seguir um fluxo mais ameno.
09:19Isso.
09:20Na realidade, você deveria sim ser proativo, mas no sentido de pensar em você mesmo, né?
09:29Eu tenho que ser proativo para buscar conhecimento no mundo em transformação.
09:33Eu tenho que ser proativo de compreender se o colega está precisando de ajuda ou não.
09:37Eu tenho que ser proativo de fazer uma coisa que as pessoas detestam fazer dentro das organizações.
09:42Endereçar conversas difíceis.
09:43Brasileiro adora ser fofo, brasileiro adora ser gostado.
09:48Ah, eu não vou falar isso com um coleguinha, que o coleguinha vai ficar triste comigo.
09:51E aí eu não falo aquilo que tem que falar.
09:53Eu não sei se a pessoa quer ajuda ou não.
09:56E isso acaba dando problema.
09:58Eu queria fazer uma pergunta nessa linha.
10:00Então, eu tenho alguns trabalhos com organizações de fora e aqui no Brasil.
10:03E uma coisa que eu noto muita diferença, a senhora acabou de tocar.
10:07Que é a questão do feedback, né?
10:09Desse, olha, isso tá errado, não faça assim.
10:12Lá fora parece que é muito comum e muito mais direto a forma de abordagem dos erros.
10:17Não tem um mal estar, mas é erronício, dessa forma.
10:20Aqui parece que é mil me toques.
10:22É quase uma dificuldade.
10:24E até a forma do colaborador lidar com isso é muito diferente.
10:28Então, eu tenho muito medo, às vezes, de dar feedback aqui pra algumas pessoas com que eu trabalho.
10:33Porque parece que o feedback é encarado como uma crítica e um ataque muito forte.
10:38Isso é real?
10:39É algo da cultura brasileira ou não?
10:43É puramente imaginando.
10:45Não, é da cultura.
10:47Nós somos um povo muito relacional.
10:50Eu brinco, eu acho que deve ter vindo embarcado em Santa Maria Pintenina, né?
10:53Porque, assim, aqui todo mundo quer ser fofo.
10:56Aqui todo mundo quer ser legal.
10:58Ah, não vou falar isso com você.
10:58Você vai ficar triste e chateada comigo.
11:00E um pouquinho falso também?
11:02É, claro que é.
11:02Eu não digo aquilo que não quero dizer pra não ficar mal com o outro.
11:08E acho que o outro vai adivinhar.
11:10E aí começa, né?
11:11E a gente vê isso muito em alguns depoimentos.
11:15Uma coisa assim.
11:16O outro não gosta de mim.
11:18Tem gente que acredita que alguém acorda todo dia só pra infernizar a vida dele no ambiente de trabalho.
11:25O que o João foi fazer hoje lá?
11:27Ele foi me infernizar.
11:28E amanhã?
11:28O João foi me infernizar.
11:29A pessoa realmente acredita que ela tem um poder supremo de tirar o outro da cama pra infernizar a vida dele.
11:35O fato é que 98% das pessoas que a gente acha que estão preocupadas com a gente não estão nem aí, né, doutora?
11:40Não, nem ligam, nem ligam.
11:41Não, nem aí, né?
11:42E aí a pessoa é muito engraçada.
11:44Ele fica muito infantil, o mundo corporativo.
11:46Eu olhei com aquela cara feia.
11:47Agora ele entendeu.
11:48Ele não entendeu nada.
11:49Você não falou.
11:50Ele não vai entender.
11:52Mas eu não vou endereçar a conversa.
11:54Eu até de uns tempos pra cá eu mudei.
11:56Eu não chamo mais de conversa difícil.
11:58Eu chamo de conversa necessária.
12:00Eu é que tenho que vencer a minha dificuldade.
12:02E falar, obviamente, que com assertividade, sem agressividade, o que que tá me incomodando?
12:10Se a gente não trabalha isso, a gente não trabalha relação.
12:13Se a gente não trabalha relação, qualquer mundo, o pessoal, o profissional, é um inferno, gente.
12:19É, e vale dizer, né, Fernando, que às vezes é melhor você, a gente usa esse termo, às vezes, no mercado mesmo,
12:24que é brincar assim, é melhor você frear alguém muito acelerado e proativo
12:28do que você ter que empurrar alguém muito parado.
12:31Especialmente pensando na escala 6x1, de repente a pessoa vai trabalhar com menos cargo horário.
12:37É uma característica que a gente pode trabalhar, né, e pode desenvolver.
12:41E, gente, tem que lidar, às vezes, com o ciúme, com a inveja,
12:44porque o proativo, muitas vezes, é tido como protagonista
12:47ou como aquele que chama atenção.
12:49E aí, aquele que, às vezes, não tem, né, essa proatividade, faz o quê?
12:53Cria aquela conversinha de corredor, começa a falar,
12:56não, a Jess quer aparecer, o outro quer, não sei o quê.
12:58Porque tem uma característica proativa.
13:00Quando, na verdade, bem trabalhada, produz mais, gera mais resultado.
13:05Então, acho que dentro desse contexto, tomara que a gente aprenda a ter uma comunicação não violenta, né,
13:10e adquira características mais positivas pra produzir mais.
13:13Tem uma frase muito boa, que é o seguinte, gente feliz não enche o saco.
13:16Isso é verdade.
13:17Seja feliz, encontre o seu caminho, que você não vai perturbar a vida do outro.
13:21Não, Fernando, você falou de uma frase, eu lembrei, daquele personagem João Grilo, sabe,
13:25do Alto da Compadecida.
13:27Tem uma frase dele muito boa, que ele fala,
13:28não dê muito pouco de si, que senão vão te mandar embora.
13:31Não dê muito de si, porque se você se esforçar demais, só vão te dar mais trabalho.
13:35Dê sempre o melhor do mais ou menos.
13:36É compreendendo, como eu gosto de dizer, que esforço não é resultado e estar ocupado não é ser produtivo.
13:44Então, essa é a grande mudança que a gente tá vendo hoje no mundo corporativo.
13:49Posso fazer mais uma pergunta?
13:51É, tem uma dinâmica, às vezes, em locais de trabalho, que lembra muito o ensino médio.
13:55Aqueles filmes de garotas malvadas, que é toda essa lógica, assim, de joguinho, fofoquinha.
14:01O Matheus bem abordou isso.
14:03Como lidar, como chefe, assim, como um líder, como lidar com isso?
14:07Porque é a coisa que eu mais tenho preguiça e que, particularmente, eu acho que eu menos sei lidar.
14:12Como que eu posso gerir essa dinâmica de ensino médio?
14:15Porque a minha vontade é mandar todo mundo crescer, mas isso não funciona.
14:18Então, qual é a dica da profissional?
14:20Você não quer mandar crescer, exatamente.
14:20Você quer mandar...
14:21A palavra é outra.
14:22Você quer mandar pra outro lugar.
14:24Você quer falar...
14:25Ela foi educada.
14:27Você tinha dito, né?
14:29Assim, o tal do feedback é aquilo que a gente tem que usar.
14:33E a gente usa pouco pelas questões que a gente já conversou aqui.
14:37E a gente também se esquece que o feedback é entre pares.
14:40Não necessariamente o feedback é algo de um líder para o time.
14:44Mas o líder, ele é levado pelas organizações a se achar um ser supremo.
14:49Um super-herói que ele passa na catraca.
14:51Tem até esse termo que eu odeio, né?
14:53Ah, a pessoa é profissional.
14:55Não, ela continua humano.
14:56Tá tudo dentro dela.
14:57Não mudou nada.
14:58Você acha quase um mito, né?
14:59É, ele é.
15:00E ele é o que sabe fazer.
15:02Ele é o que tem que resolver tudo.
15:03Para com isso.
15:04Eu recomendo, né?
15:06Nos meus processos de formação de liderança.
15:08Se o coleguinha chega pra você e diz...
15:10Ai, chefe, fulano tá fazendo isso, isso e aquilo.
15:12A primeira coisa que eu falo é...
15:13Você já foi lá e já conversou com fulaninho?
15:15Não, é você que tem que conversar.
15:16Não, quem tem filho...
15:17E mais uma frase.
15:18Quando o Pedro fala de João, eu sei mais de Pedro do que de João.
15:22Exato.
15:22Isso vale pro mundo corporativo também.
15:23A gente tem que aprender a falar para a pessoa e não da pessoa.
15:27Olha, eu queria agradecer demais, André.
15:29Muito obrigado pela sua participação.
15:32Uma ótima semana pra você.
15:34Um lindo mês de fevereiro.
15:35Sem tantos contratempos.
15:38E sem tanta fofoquinha.
15:41Maravilhosa.
15:41Um mar de almirante pra você.
15:44Opa!
15:45Opa!
15:45Opa!
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