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O ator Thiago Domingues viveu momentos de tensão após sair de um show da Anitta em Paulínia. Ele relatou que combinou uma corrida de táxi até São Paulo por cerca de R$ 300, mas, ao chegar no destino, o motorista tentou cobrar R$ 2.700 na maquininha. Ao recusar pagar o valor abusivo, embora tenha pago os R$ 300 acordados, Thiago afirma que o motorista não permitiu que ele descesse em casa e o levou de volta para a estrada, abandonando-o sozinho em um posto de combustíveis na Rodovia dos Bandeirantes às 2h da manhã
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NotíciasTranscrição
00:00Antes? Sim. Imagina só, você vai pro interior, curte um show maravilhoso, na volta, combina ali o valor com o taxista, de quanto ficaria a corrida, e aí quando você chega no destino final, vai pagar cartão recusado.
00:15Você pergunta ali, qual o valor que você passou da corrida? R$ 2.700,00, mais que triplicou. Foi isso que aconteceu com o ator Tiago Domingos, no último fim de semana.
00:25Ele foi pra Paulínia, curtiu o show da Anitta, e aí perguntou ali pras pessoas quantos dava geralmente uma corrida até São Paulo, até a capital, falaram em torno de R$ 300,00, ele teria combinado então com o taxista.
00:37Quando chegou em casa, na hora de passar o cartão, foi justamente isso, R$ 2.700,00, e aí começou aquela discussão, ele aceitou pagar só R$ 300,00, no entanto, o taxista não deixou ele na porta de casa,
00:47levou ele até uma rodovia e deixou ele num posto de combustíveis na madrugada. A gente separou um trecho desse relato que ele fez nas redes sociais, falando a respeito desse preço abusivo.
00:58Vamos ouvir o que ele disse.
00:59R$ 2.700,00 foi um valor abusivo que o motorista me cobrou pra me trazer de Campinas a São Paulo, eu recusei pagar esse valor, mas paguei R$ 300,00, mesmo assim, ele não deixou descer do carro e me deixou na estrada, em um posto sozinho, à noite, duas horas da manhã.
01:19Que situação, hein, Danúbia? Que situação?
01:34Pois é, eu tava fazendo as contas aqui, os cálculos, uma viagem de ônibus, das 5 horas de viagem, né, mais ou menos, de carro ou de ônibus, sai R$ 53,00.
01:44Mas saia mais barato ele pegar um motelzinho, descansar e pegar o busão no dia seguinte, você não acha?
01:49Ué, quem sabe até um helicóptero com esse preço, né, um pulinho, né?
01:52Exatamente.
01:54Dava pra avaliar. É, uma fé das pessoas. Danúbia, muito obrigado, bom trabalho aí pra você, valeu.
02:01Vamos discutir aqui, isso já aconteceu comigo uma vez, que eu fui pegar um carro pra chegar numa pousada, aí tinha estrada de terra, peguei o táxi na rodoviária, aí chegou,
02:12falou, ah, tem estrada de terra, você não me falou, eu falei, nem eu sabia, e ele me deixou lá, andei dois quilômetros carregando a mala.
02:18Que loucura, né? Em Minas a gente costuma dizer que o combinado não sai caro.
02:22A gente tá acabando de descobrir que esse ditado caiu por terra agora, né, Fernando?
02:25O combinado pode sair muito caro.
02:27Mas o cara combinou R$ 2.000? Será que combinou R$ 2.700?
02:32Pela declaração R$ 300, né?
02:34Não, pelo valor que ele tinha, a estimativa, né? É, o combinado realmente não sai caro.
02:38É, mas e não representa os nossos maravilhosos taxistas que nos ajudam no nosso dia a dia?
02:46Sempre estão aí escutando o Jovem Pan, sempre.
02:49Voltando pra rede de rádios, falando com eles, os motoristas, quero também mandar um abraço.
02:55O pessoal do aplicativo, a maioria absoluta, eu tenho certeza que houve um ruído muito grande, até nos R$ 300.
03:02Paulínia pra São Paulo, R$ 300, tô achando até barato.
03:05É, tanto.
03:06Eu mesmo já passei uma situação, de uma vez, por uma série de fatores, uma das malas que eu tava, ficou no porta-malas de um taxista.
03:15E foi naquela época que não tinha o aplicativo, então não tinha facilidade de contato.
03:19E depois, assim, à noite, eu já tinha até desistido, ele voltou no meu apartamento,
03:26porque ele disse que ele não abriu mais o porta-malas durante o dia.
03:29Quando ele foi abrir no fim da tarde, ele encontrou a mala.
03:31Aí ele se lembrou, e ele lembrou do endereço.
03:34Estava cheio de queijo.
03:35Ele voltou na minha cara.
03:36Queijo, café, pão de queijo, porque tem que ter um pão de queijo ali também congelado.
03:42Paulínia, por que que tem, por que que existe isso?
03:46A gente é essencialmente bom, ou a gente, se puder, dá uma ludibriada?
03:50É, uma pergunta de um milhão de dólares isso daí.
03:53Imagina a resposta.
03:54Pergunta de um milhão de dólares, tem respostas mais caras ainda.
03:57Não, realmente, assim, não tem como a gente afirmar que a gente é essencialmente bom ou ruim.
04:03O que a gente pode notar é que, muitas vezes, ao longo da vida, a gente vai sofrendo influências
04:08das quais vão deixando a gente, muitas vezes, mais maldoso ou mais bondoso.
04:14Tanto que nós somos seres que, ao longo do tempo, nós somos modelados.
04:18Tem ali idealizações que a gente nasce com uma tábula rasa, com uma lousa em branco.
04:25E aí, ao longo do tempo, pela nossa vida, pela nossa educação, pelos nossos traumas,
04:29a gente vai desenvolvendo as nossas características.
04:33Existem até apontamentos de questões genéticas, de predisposições,
04:37mas não tem uma afirmação essencial sobre tudo aquilo.
04:40O que a gente pode notar é que toda a nossa sociedade,
04:43ela sempre busca o prazer e evita a punição, em termos gerais.
04:49Então, a gente sempre está buscando algum tipo de satisfação, de alguma maneira,
04:53e evitando a punição.
04:54E quando a gente vê ali algum senso,
04:56do qual a gente, muitas vezes, pode ter algum tipo de benefício,
05:00muitas vezes, a gente vai atrás daquilo e perde o nosso critério ali,
05:04do sentido posso ou não posso.
05:05Um exemplo simples é, ah, eu quero emagrecer.
05:08Aí eu vou lá e como um chocolate.
05:09Puxa, peraí, eu não deveria ter feito aquilo ali.
05:11Mas não está fazendo mal a ninguém.
05:13Aí a gente começa um debate todo interno,
05:15apesar de saber que nossos objetivos ali não estão muito criteriosos para aquilo ali.
05:19Então é legal todo mundo pensar que a formação,
05:22e por isso que a educação das crianças, da sociedade, do respeito,
05:26ela tem que ser cada vez mais fomentada
05:28para que a gente evite cada vez mais situações desgastantes ao longo da vida.
05:32Eu acho que também o medo, nesse ponto aí, o vigiar e punir,
05:36ele é muito importante.
05:39Porque estava com uns amigos aqui, eles são de fora, são estrangeiros,
05:43e aí fomos para...
05:44A gente vê na internet, a gente não acha que vai acontecer com a gente,
05:46porque a gente pensa que é episódio específico.
05:48Mas eles foram pedir ali uma bebida na praia,
05:52e realmente, a hora que...
05:53Não, 20 dólares?
05:55Uma caipirinha?
05:55Que isso?
05:56E, claro, que era um preço para quem era de fora.
06:00Não era um preço para quem é brasileiro.
06:03Então, preço diferenciado em relação à pessoa que está comprando.
06:08E eu acho que, muitas vezes, nós não pensamos,
06:12dentro dessa configuração de sociedade que nós temos,
06:14que vai ter uma contrapartida.
06:16Então, de repente, o sujeito vai cobrar R$ 2,700,
06:19pensando que a pessoa é rica, que pode pagar,
06:22que não vai importar, vê quem sabe que é famoso,
06:25alguma coisa nessa direção,
06:28e faz esse preço diferenciado para ver se ganha mais,
06:32se consegue esse benefício,
06:34e engana, muitas vezes, as pessoas.
06:36E tem muita gente que cai.
06:38Eu acho que é importante também a gente entender, né?
06:40Esses golpes aí, casar com o Brad Pitt,
06:42Leonardo DiCaprio mandando mensagem.
06:44Tem muita gente que cai.
06:45Todo dia sai de casa.
06:46Um bobo.
06:47Um bobo.
06:48E o esperto.
06:50Talvez eles acabam se encontrando.
06:51Você tem que tentar ser o esperto, né?
06:53A frase da cara do inteligente.
06:54Eu, no meu caso, tenho que torcer para o esperto não me encontrar, né?
06:56Não é o meu ver, né?
06:57Todo dia.
06:58Todo dia sai de casa.
07:00O Rousseau dizia, né?
07:02Que o homem nasce bom, a sociedade o corrompe.
07:04Eu acho que é o que o doutor trouxe.
07:05A importância do ambiente, das influências que a gente recebe, né?
07:08Em termos de redes sociais, própria inteligência artificial,
07:11é saber utilizar com sabedoria e utilizar para o bem.
07:13Porque a gente querendo fazer mal sempre vai ter.
07:15Sempre vai ter o, entre aspas,
07:17esperto na rua esperando o bobo passar.
07:19A gente tem que estar rodeado de pessoas boas
07:22para não ser vítima de ninguém.
07:23E eu quero saber também a opinião de você em casa,
07:26no carro, no trabalho.
07:27Deixa com a gente aí a sua opinião
07:28nos nossos canais na internet.
07:30Pelo WhatsApp também,
07:321191-3258055.
07:35A questão da ética também, né?
07:36Do que você faz quando ninguém está te olhando,
07:39quando não existe nenhuma expectativa de recompensa.
07:42A gente viu lá em Minas Gerais
07:44um caso de moradores de rua que salvaram
07:48um cara num carro,
07:50uma Mercedes,
07:51que estava sendo levada.
07:53Inclusive com gente só filmando, né?
07:55Com gente só filmando.
07:56Ele entrou na correnteza,
07:58salvou o rapaz, né?
08:00Sem querer nada em troca.
08:02Depois ele até deu uma entrevista,
08:03ele disse,
08:03não, eu fiz porque estava ali na minha frente.
08:06Ele fez porque era o certo, né?
08:07Nem sabia que estavam filmando, né?
08:09Eu acho que às vezes o exemplo arrasta.
08:11A criação, eu acho que nisso
08:12ela exerce um papel fundamental.
08:16O Matheus citou aqui o Russo,
08:17eu vou falar do Hobbes.
08:19Ele dizia que o homem é o lobo do homem,
08:21que a estrutura social,
08:22o contrato social, o Estado,
08:24eles vão ser o fator de coibir
08:26o direito,
08:27onde começa o meu direito,
08:28onde termina o seu.
08:30E eu acho que dentro disso,
08:31a forma como a gente passa a nossa cultura,
08:33a forma como a gente ensina,
08:34por isso que é tão diferente
08:35a forma de valorizar,
08:37de recolher o lixo,
08:38de um país para o outro,
08:40a própria visão do coletivo
08:41versus o individual.
08:44E tem muita gente boa no mundo,
08:45tem muita gente que faz o bem.
08:48Eu visitei um campo de concentração recentemente,
08:50e nós ficamos chocados com a maldade
08:52daqueles que fizeram atos atrozes
08:55contra a população,
08:57contra os grupos.
08:59Mas a gente pouco se lembra
09:00daqueles que tiveram coragem
09:02de, a custo de suas vidas,
09:04de sua segurança,
09:05sem estarem envolvidos,
09:07doarem seu tempo e sua vida
09:09para salvarem outros.
09:10Eu acho que a sociedade precisa começar
09:12a trazer o exemplo.
09:13O exemplo de quem tem coragem
09:16de entrar num carro
09:17para salvar a vida de alguém.
09:18Sem sobra de dúvida,
09:19é algo magnífico de se ver,
09:20é algo muito bonito.
09:22E eu particularmente,
09:22até por ser psicólogo,
09:24eu acredito muito no bem das pessoas,
09:26na transformação das pessoas,
09:28na cultura de uma maneira diferente.
09:30Tanto que 99% do meu trabalho
09:32é basicamente isso,
09:33a gente dar ali,
09:35ajudar a pessoa a chegar
09:36em lugares melhores,
09:37a sair de um lugar A,
09:38ir para um lugar B,
09:38ir para um lugar C,
09:39e assim por diante.
09:40Mas boa parte da nossa sociedade,
09:42ela é boa.
09:43O ponto muitas vezes
09:44é que até mesmo
09:45nas boas ações,
09:46a gente acaba muitas vezes
09:47machucando alguém,
09:48pensando emocionalmente ali.
09:50Não necessariamente
09:50essas pessoas que pensam
09:52em tirar vantagens,
09:54etc.
09:54Mas muitas vezes,
09:55até mesmo sem intenção,
09:56a gente acaba machucando alguém
09:58sem querer.
09:59E é por isso que a ideia
10:00da evolução,
10:00da auto-reflexão,
10:02do como que a gente vai
10:03evoluir como sociedade,
10:04como a gente vai evoluir
10:05como pessoa,
10:06cuidar dos nossos queridos
10:07ali ao nosso redor,
10:08mas para além,
10:09cuidar do todo,
10:10vai fazer a maior diferença
10:12na nossa sociedade futura.
10:13E quem faz muita diferença
10:14aqui no nosso Morning Show
10:16é também
10:18o nosso correspondente
10:19avançado em Minas Gerais.
10:21Daqui a pouco
10:21a gente vai falar com ele.
10:22Ele tem uma história
10:23muito interessante
10:24para contar.
10:25Então,
10:25só esperando ele se preparar.
10:26Tenho certeza
10:27que ele está comendo
10:28pão de queijo.
10:29Peraí, Gilles.
10:30Peraí, peraí.
10:30Ele encarrou
10:31para entrar por isso.
10:32Mas isso aí
10:33que a gente está discutindo
10:34é muito interessante,
10:36que faz parte também
10:37do valor que a gente dá
10:39à própria família,
10:40aos valores
10:40que a gente carrega
10:42com a gente,
10:42as cláusulas pétreas,
10:44as imputáveis,
10:46o que está escrito
10:46no mármore
10:47da nossa existência.
10:50Poético,
10:50Fernando,
10:51hoje.
10:51Muito poético.
10:52Não está escrito
10:53na areia, não.
10:54Está escrito no mármore.
10:56É interessante
10:56que ontem
10:57a gente questionava
10:58a respeito
10:59das escolas cívico-militares
11:00e um dos assuntos
11:01era justamente
11:02a parte dos valores,
11:04dos princípios
11:05que são transmitidos.
11:06E não estou falando,
11:07gente,
11:07vamos tirar a rigidez,
11:09mas sobre a ética,
11:10sobre a honestidade,
11:11sobre a disciplina,
11:13sobre a importância
11:14de fazer o bem
11:15sem olhar a quem
11:16e sem se preocupar
11:17se alguém está te olhando.
11:19Então,
11:19eu acredito que
11:20exemplos como desse
11:21morador de rua
11:22que entra numa correnteza
11:23que nem é recomendado,
11:25né, gente?
11:25Às vezes fala,
11:26cuidado,
11:26às vezes vai salvar alguém
11:27e acabam morrendo
11:28os dois juntos.
11:29Mas ele se arriscou,
11:30salvou um homem
11:31que estava numa Mercedes
11:32que,
11:33enquanto muita gente
11:34só filmava,
11:35o que não deixa
11:36de ser bizarro,
11:36não tinha ninguém
11:37jogando uma corda,
11:38não tinha ninguém
11:38tentando ajudar o morador.
11:39As pessoas estavam filmando
11:40falando,
11:40olha,
11:41o homem está preso
11:42dentro do carro,
11:43olha,
11:44o morador de rua
11:44está indo ajudar.
11:45É uma loucura, né?
11:46Porque parece que a gente
11:47virou telespectador
11:48da tragédia.
11:49Telespectador da nossa
11:49própria vida, né?
11:50Doutor Iuri,
11:50inclusive nesse ponto,
11:52né,
11:52hoje a gente vê
11:53muitas situações
11:54de briga
11:55ou de risco
11:56ou de pessoas
11:56que precisam de ajuda
11:57e, de repente,
11:59tem alguém que está lá
12:00com o celular gravando
12:02ou fica meio apático
12:03na situação.
12:04Em alguns casos,
12:05nós temos pessoas
12:06que têm ímpetos
12:06de defesa,
12:07de ajuda,
12:08uma minoria,
12:09infelizmente.
12:10O que justifica isso?
12:12É da personalidade,
12:13é a decência?
12:14O que faz com que,
12:16muitas vezes,
12:16a gente não consiga
12:18se colocar em risco?
12:19É defesa?
12:20O que acontece?
12:21Vamos lá.
12:22Eu acho que essa é
12:23uma pergunta super interessante
12:23porque causa bastante
12:24impacto na gente
12:25quando a gente vê
12:27muita gente filmando brigas
12:28e pouca gente
12:29apartando brigas.
12:31Pouca gente evitando
12:31aquele ato,
12:32muitas vezes,
12:33cruel
12:34ou de uma emergência,
12:36de uma urgência.
12:37Primeiro,
12:37hoje a gente vive
12:38uma sociedade muito vinculada
12:40aos redes sociais
12:41e por isso que boa parte
12:42tende a pensar
12:44no eu delas,
12:45da fama delas
12:45de filmar algo
12:47muito específico ali
12:48pra viralizar
12:49ou pra guardar
12:50ou pra enviar
12:50ou pra fofocar
12:51e etc
12:52do que agir
12:53em proteção do outro.
12:54Porque agir
12:55em proteção do outro
12:55muitas vezes
12:56coloca você
12:57em risco.
12:58E quando a gente
12:58faz essa conta mental
13:00muitas vezes
13:00dá muito mais medo
13:02de você se arriscar
13:03do que você ir lá
13:04e tomar certas atitudes.
13:06Isso não quer dizer
13:07que a pessoa seja má
13:08ou não má,
13:09que a pessoa seja boa
13:10ou não boa.
13:11Quer dizer muitas vezes
13:12que existe ali
13:13um gatilho
13:13onde a pessoa
13:14tem dificuldade
13:15da execução
13:17de comportamentos
13:18que ponham ela em risco.
13:19Quando a gente fala
13:20em salvar,
13:20quando a gente fala
13:22em intervir
13:23e assim por diante,
13:25é muito bacana
13:25a gente sempre olhar
13:26que essas pessoas
13:27elas fazem isso
13:28notoriamente
13:29em várias situações.
13:31Elas têm
13:31uma capacidade
13:32muito boa
13:33de intervir
13:35quando tem
13:35alguma emergência.
13:37Isso muitas vezes
13:38tem a ver
13:38com a história dela,
13:40com o fato dela
13:41pensar de forma
13:41diferente.
13:43Isso não isenta
13:44ela de muitas vezes
13:44até mesmo
13:45intervir
13:46onde não deve
13:47porque não tem
13:48essa mensuração
13:49tão boa.
13:50Mas é legal
13:50a gente olhar
13:51para olhar
13:51que o mundo
13:52precisa de muitas vezes
13:53pessoas das quais
13:54vão proteger
13:55as outras
13:56porque em certas
13:57situações
13:57existe ali
13:58um conflito
13:59que precisa ser
14:00intermediado
14:01e essa intermediação
14:02não é por uma situação
14:03de defesa
14:04de um lado
14:05ou de um outro
14:05mas de fim
14:06naquela situação
14:07grotesca
14:08que muitas vezes
14:08está acontecendo ali.
14:09Exatamente.