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As relações entre Estados Unidos e Europa atingiram o ponto mais baixo, segundo avaliação da OTAN, em meio à política do “America First” do presidente Donald Trump. A análise foi destacada pelo ex-presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, que aponta uma ruptura crescente na relação transatlântica. O plano de Trump de anexar a Groenlândia intensificou as tensões, enquanto pesquisas mostram queda na confiança europeia nos EUA como aliado estratégico. Mariana Almeida analisou os impactos geopolíticos, a instabilidade diplomática e os reflexos para os mercados globais.

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Transcrição
00:00E agora a gente vai dar uma olhadinha num destaque do site da CNBC, vamos aqui ó, na tela, porque as relações entre Estados Unidos e Europa atingem seu nível mais baixo, segundo a OTAN.
00:13A afirmação foi da ex-chefe da União Europeia, enquanto Trump adota a política América Primeiro.
00:19A afirmação foi feita pelo ex-presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, enquanto a abordagem disruptiva de Washington à diplomacia força os aliados a reexaminarem a relação transatlântica.
00:33O objetivo de Trump de anexar a Groenlândia tensionou as relações entre os Estados Unidos e a Europa.
00:39Apenas 16% dos europeus consideram os Estados Unidos um aliado que compartilha os mesmos valores, uma queda em relação aos 21% registrados em 2024, segundo a pesquisa.
00:54Então, esse foi um destaque do site da CNBC.
00:57Para ver essa e outras notícias, você acessa www.cnbc.com, que aparece no rodapé da sua tela.
01:04E a Mária Almeida está de volta?
01:05Mária Almeida, essa relação que parecia caminhar para um final feliz, voltou 10 casinhas, pelo menos, né?
01:14O Donald Trump tinha ido visitar o Reino Unido, cheio de pompa, foi recebido pelo rei Charles, aí conseguiu um acordo.
01:23Recebeu o Friedrich Merz, por exemplo, lá na Casa Branca, no Salão Oval.
01:28Estava indo tudo tão bem até que ele resolveu mexer com a Groenlândia, Mária.
01:32Pois é, claro. Acho que ele fez uma virada de ano pensando como é que eu vou colocar de novo fogo no debate geopolítico, né?
01:41E, de fato, desta vez está tendo emergir um conjunto de questionamentos talvez mais profundos, né?
01:50Sabe que no ano passado, quando teve o primeiro Liberation Day, lá em abril, que virou uma grande movimentação,
01:58mas depois isso foi e acabou que o patamar das tarifas não ficou naquilo inicial.
02:03Várias das ações aí, inclusive, contra a China, contra outros estados, geraram, inclusive, essa brincadeira que a gente sempre traz aqui,
02:10que o Trump always chickens out, porque teve realmente, o resultado final foi menor do que o anunciado ao longo do ano.
02:17E com isso ficou um clima de qual que, então, é realmente a mudança geopolítica que veio com essa nova administração do Trump, né?
02:25Quer dizer, ela é tão profunda assim? Não é? E acho que, neste início de ano, com o ataque que aconteceu aí, ataque no sentido aqui,
02:34em relação à Grunilândia, né? Que não foi um ataque militar, mas a possibilidade que ele acontecesse, esse acirramento das relações,
02:44isso provocou um tipo de debate, exatamente no momento em que estava tendo o Fórum Econômico Mundial, lá em Davos,
02:51um debate dizendo, olha, é mais profundo, quer dizer, as relações estão estremecidas e não é por uma fala, uma possibilidade.
02:59A Grunilândia é a bola da vez, mas o que está por, o que ela demonstra, o caso Grunilândia,
03:04é que a instabilidade está posta, que o America First é uma recolocação de uma forma de agir internacionalmente bilateral,
03:13que é um Estado colocando seus interesses acima dos outros, sem pensar na cooperação,
03:19que parece que é um modo desoperante, pelo menos durante a administração do Trump, que veio para ficar.
03:24Então, ainda que tenha uma flutuação e a gente possa passar alguns momentos mais tranquilos, né?
03:30Como você estava dizendo, recebe, faz uma conversa, faz um acordo, os acordos são a exceção, né?
03:35Os acordos são um momento pontual. Está posto é o desacordo, é a instabilidade e a busca
03:42por imposição ou por colocação de fatores, de novo, bilaterais e individuais
03:48que, no caso dos Estados Unidos, coloquem os interesses da economia americana em primeiro lugar.
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