O programa Fast News deste sábado (03) conversou com o especialista em política dos EUA Lucas de Souza Martins para detalhar a ação dos EUA contra a Venezuela, em específico, contra o líder chavista Nicolás Maduro.
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NotíciasTranscrição
00:00Para entendermos todo esse emaranhado de informações fragmentadas em relação à ação norte-americana
00:06e os próximos dias, as próximas semanas, temos conosco o Lucas de Souza Martins,
00:12professor da Temple University, especialista em política norte-americana,
00:17a quem agradeço muito pela participação.
00:20Professor, seja bem-vindo mais uma vez aqui na programação da Jovem Pan.
00:25Muito obrigado pelo convite e sempre uma satisfação falar com os meus amigos da Pan.
00:30Pois é, queria pedir sua análise e reflexão sobre uma última informação que nós trouxemos,
00:37o discurso da presidente interina da Venezuela, Adelcio Rodrigues.
00:43Todos imaginavam que ela faria um discurso alinhado aos Estados Unidos.
00:48E aí o que nós percebemos, pelo menos nesse discurso, foi a adoção de um discurso fiel
00:56ou demonstrando apoio a Nicolás Maduro.
00:59Ela disse que o país nunca mais voltará a ser uma colônia,
01:03mencionou que as ações foram ilegais e enaltecendo a figura de Nicolás Maduro.
01:09O que é preciso considerar nesse período de transição que foi mencionado por Donald Trump
01:14na entrevista coletiva e agora a figura de Delci Rodrigues empoçada,
01:19ainda que de forma interina, presidente do país.
01:23Bem, é necessário sempre analisar também a figura da própria presidente,
01:33até então vice-presidente da Venezuela, Delci Rodrigues.
01:36Ela é uma figura bastante significativa nesta época de Maduro na presidência deste país,
01:44porque ela foi não só vice-presidente, mas também foi ministra das relações exteriores,
01:50foi a principal figura feminina deste regime venezuelano.
01:55E também, por incrível que pareça, ela também foi a principal, e tem sido, aliás,
02:01a principal interlocutora do regime de Maduro com os Estados Unidos.
02:05O Marco Rubio tinha contatos, tem contatos com a Delci Rodrigues.
02:09E é por isso importante destacar também que ela lida com uma série de elementos
02:14que envolvem toda esta transição, digamos assim, de uma deposição de Maduro
02:20e agora o início de uma nova era para a Venezuela.
02:23Então, Delci Rodrigues mantém esse canal aberto com os Estados Unidos,
02:28precisa manter esse canal aberto, até porque ela se encontra em um momento de extrema fragilidade,
02:33não se sabe quanto tempo este regime permanecerá onde está.
02:39E também há um ponto importante que é a questão de que a Delci Rodrigues,
02:43ela precisa também acalmar a base, a base chavista, tradicional,
02:48muito aliada a Nicolás Maduro.
02:50Isso é muito importante dizer que existe uma popularidade ainda em certos níveis dentro da Venezuela
02:58que apoiam ainda o que representa Maduro, o que representou Chaves.
03:01Então, ela precisa fazer esse jogo duplo, de uma certa maneira,
03:05até para que ela possa acalmar essa militância, ela possa acalmar essa base,
03:11mas ao mesmo tempo também ela reconhece, ela tem a percepção de que se encontra
03:15em uma posição de fragilidade, não é à toa que mantém este contato frequente com o Marco Rubio.
03:22Professor Lucas de Souza Martins, especialista em política dos Estados Unidos,
03:27conversando ao vivo aqui com a gente.
03:28Professor, peço licença, o Bruno Pinheiro está com a gente e fará a próxima pergunta.
03:33Você, Bruno.
03:35Vamos lá, então.
03:36Que bom também receber o senhor aqui ao vivo na Jovem Pan.
03:39A gente tem acompanhado que nos últimos dias, com as ameaças do governo americano,
03:45Nicolás Maduro começou a ficar, sei se ele estava em sã consciência,
03:49mas fazia algumas danças, tentava ser simpático nas redes sociais.
03:54Ontem mesmo, nós repercutimos aqui uma fala de Nicolás Maduro dizendo,
03:58olha, aqui na Venezuela não existe os criminosos.
04:01Se quiser a minha ajuda para combater o narcotráfico na Colômbia, eu estou à disposição.
04:08E aí eu faço uma pergunta ao senhor, então.
04:10Quando Nicolás Maduro se viu acuado, que não haveria uma saída,
04:15ele quis se juntar ao governo americano para combater a Colômbia,
04:19dizendo, aqui não tem nada de errado, era mais ou menos essa mensagem
04:23que Nicolás Maduro queria repassar ao governo americano, professor?
04:29Pois é, Bruno.
04:30Uma satisfação sempre em falar contigo mais uma vez.
04:34Olha, o Nicolás Maduro, ele percebeu logo de cara que ele não teria apoio
04:39de qualquer aliado internacional que a Venezuela ainda possuía.
04:43E isso aconteceu no dia de hoje.
04:45Ninguém, absolutamente ninguém, foi socorrer a Venezuela
04:49daquilo que aconteceu contra Nicolás Maduro, contra o chavismo.
04:54Nada da parte da Rússia, nada da parte da China ou mesmo do Irã.
04:58Países que emitiram notas criticando a ação americana,
05:02mas efetivamente não fizeram nada do ponto de vista logístico
05:05ou até mesmo do ponto de vista militar
05:08para proteger aquilo que representava Nicolás Maduro.
05:12e ele sabia disso, o presidente venezuelano sabia disso
05:16e não é à toa que ele estava ali realmente aberto
05:20até para colaborar com os americanos
05:22porque ele percebia que as opções que ele tinha para se manter no poder
05:27eram extremamente escassas
05:29e por isso que ele tentou se agarrar a eventualmente
05:32uma possibilidade de até trabalhar em conjunto
05:35ou pelo menos tinha um discurso de trabalho em conjunto
05:38com os Estados Unidos, até porque ele percebeu
05:41que a situação hoje em 2026 é muito diferente, por exemplo,
05:46daquela que nós tivemos nos anos 60, na crise dos mísseis,
05:50a situação de Cuba
05:51e a pergunta que sempre surge em situações de interferência americana
05:55na América Latina
05:56é que por que, aliás, Cuba conseguiu permanecer com a sua soberania
06:03resistiu, inclusive, uma invasão americana nos anos 60
06:07é porque existia um engajamento direto da parte da União Soviética
06:11com a presença de mísseis nucleares
06:13tudo isso existia naquele contexto
06:15e é por isso que os americanos temiam, naquele instante
06:18a eclosão de um conflito nuclear
06:21agora, no caso da Venezuela
06:23não há um envolvimento direto por parte da China
06:26a China, aliás, tem aberto mão
06:28de qualquer conexão com algum conflito
06:31em qualquer parte do mundo
06:32a Rússia, extremamente ocupada
06:35com a questão da Ucrânia
06:36o Irã, por exemplo, fragilizado
06:39depois do ataque israelense-americano
06:41ou seja, as opções de Maduro
06:44eram praticamente inexistentes
06:46e por isso que ele recorreu
06:47neste fim trágico
06:49da sua experiência como presidente
06:51há um discurso de apoio
06:53ou de colaboração com os Estados Unidos
06:55que, obviamente, não atrairia
06:58ou não seduziria de forma alguma
07:00a Casa Branca de Donald Trump
07:02Agora, professor
07:04eu me lembro que
07:05na entrevista coletiva
07:06uma jornalista perguntou
07:08questionou o Donald Trump
07:09bom, mas o senhor não defendia
07:11o America First
07:13os Estados Unidos em primeiro lugar
07:15por que atacar a Venezuela?
07:16daí ele disse, bom, nós precisamos ter bons vizinhos
07:20para justificar essa ação norte-americana
07:22quais podem ser os empatos
07:25dessa ação na política interna
07:27dos Estados Unidos?
07:28Há um entendimento do grupo de apoio
07:30de Donald Trump
07:32de que essa ação era necessária
07:34o MAGA, por diversas vezes
07:37dizia que os Estados Unidos
07:40não deveriam entrar naquelas guerras
07:42que perdurariam anos e mais anos
07:44quais são os apontamentos
07:47que é preciso considerar
07:48em relação a essa atuação
07:50e, possivelmente, uma transição
07:53que deve demorar alguns meses?
07:57De imediato, qualquer interferência militar
08:01em qualquer país
08:02seja na América Latina
08:03seja no Oriente Médio
08:05isso do ponto de vista interno americano
08:07isso não gera boa repercussão
08:09isso não gera benefícios eleitorais
08:11a história conta do fracasso do Vietnã
08:15como isso fez com que os democratas
08:17sofressem do ponto de vista eleitoral
08:19e depois os republicanos
08:21já ali com o George W. Bush
08:23as campanhas no Iraque e no Afeganistão
08:26tudo isso acaba gerando
08:27uma série de desconfortos
08:29e é por isso que os Estados Unidos
08:31até então hesitaram muito
08:34em qualquer participação direta
08:36em conflitos no exterior
08:37e é por isso que o Donald Trump
08:38ele precisa, e ele já faz isso de uma certa maneira
08:41ele constrói uma narrativa
08:43para explicar exatamente
08:44o porquê que é importante
08:46para os Estados Unidos
08:47nesse exato momento
08:48investir em algo
08:50do ponto de vista militar
08:52tão crítico com relação à Venezuela
08:54ele diz que
08:56ele faz uma associação
08:57com a doutrina
08:58do ex-presidente James Monroe
09:00que é a América para os americanos
09:02a influência dos Estados Unidos
09:04no Ocidente
09:05e ele faz isso exatamente
09:07para confrontar
09:08a China
09:08porque a China está presente
09:10na América Latina
09:11está presente também na África
09:12com investimentos
09:13nos setores de infraestrutura
09:15nós vamos nos lembrar também
09:17de todos os embates
09:18que nós tivemos
09:19na ocasião
09:20da posse do Donald Trump
09:22com relação
09:22ao canal do Paramá
09:24que foi mencionado
09:25no discurso de posse
09:27do presidente dos Estados Unidos
09:28como um ponto de tensão
09:29com a China também
09:30então qual é a estratégia
09:32hoje dos Estados Unidos
09:33para influenciar
09:35aquilo que acontece
09:36na América Latina
09:37considerando essa visão
09:39de que os Estados Unidos
09:40enxergam a nossa região
09:42como um território
09:43que deveria se aliar
09:45em vários pontos
09:46aos Estados Unidos
09:47e não a outras potências
09:49no caso do Donald Trump
09:50ele investe exatamente
09:51nessa cultura de força
09:53de investimento militar
09:54e não necessariamente
09:56um investimento
09:56em setores cruciais
09:59da economia
10:00desses países
10:00por isso que é um investimento
10:03muito cuidadoso
10:06de se fazer
10:07envolve o intervencionismo
10:08americano
10:09isso não gera
10:10historicamente
10:11resultados
10:12eleitorais positivos
10:14mas o Donald Trump
10:15enxerga
10:15nessa movimentação
10:17uma possibilidade
10:19de afastar
10:20a influência da China
10:21na região
10:22na América Latina
10:23e consequentemente
10:24gerar frutos
10:25econômicos
10:26comerciais
10:27para os Estados Unidos
10:28por isso que ele inclusive
10:30ele até menciona
10:31de uma forma muito breve
10:32naquela conferência
10:33de imprensa
10:34dizendo olha
10:34por mais que agora
10:35nós tenhamos o controle
10:37do petróleo na Venezuela
10:38a China continuará
10:39também com sua participação
10:41comprando
10:42mas o que é
10:44realmente agora
10:45um fato
10:46é que os Estados Unidos
10:47estão aí
10:47no domínio
10:48deste componente
10:50importante
10:50da economia venezuelana
10:52e consequentemente
10:53da América do Sul
10:55agora professor
10:55acompanhamos também
10:57ao longo do dia
10:58muitas críticas
10:59à ação norte-americana
11:00principalmente
11:01quando a gente observa
11:02o recorte
11:03das reservas
11:06de petróleo
11:06teve uma menção
11:08ali
11:08na entrevista coletiva
11:10e também
11:10no pronunciamento
11:11em que Donald Trump
11:13fala sobre
11:13a administração
11:14momentânea
11:15do petróleo
11:16da Venezuela
11:16a atuação
11:17de empresas
11:18norte-americanas
11:19a possibilidade
11:20de reembolso
11:21dos recursos
11:22para aquelas empresas
11:23que perderam dinheiro
11:24ao longo dos últimos anos
11:25enfim
11:25trata-se de um processo
11:28ainda muito nebuloso
11:29não sabemos exatamente
11:30como isso vai se dar
11:32mas você acha que isso
11:33não pode reforçar
11:34aquelas críticas
11:35que vinham sendo feitas
11:36que os Estados Unidos
11:38estariam interessados
11:39no petróleo
11:39da Venezuela
11:40deveria ele ter tratado
11:43disso nesse momento
11:44o que é preciso
11:45considerar em relação
11:46a então
11:46a administração
11:47da PDV
11:48ou dos
11:49desse segmento
11:52tão importante
11:52da economia
11:53venezuelana
11:54o que os Estados Unidos
11:55devem fazer
11:56na avaliação
11:56do senhor
11:57essas críticas
12:00com relação
12:01a exploração
12:02do petróleo
12:03e também
12:03toda essa discussão
12:05a respeito de
12:05é democracia
12:07ou é exploração
12:08de recursos
12:09econômicos
12:11qual é realmente
12:12o interesse real
12:13dos Estados Unidos
12:14nessa questão
12:14essas críticas
12:16elas naturalmente
12:17surgem
12:17até porque tem
12:18uma relação
12:19histórica
12:20dos americanos
12:21principalmente
12:21quando nós pensamos
12:22em países árabes
12:23o investimento
12:24americano
12:25em certos ambientes
12:27em que
12:27prometeu democracia
12:29mas não necessariamente
12:30entregou democracia
12:31acabou
12:32reverberando
12:33muito mais
12:34na questão econômica
12:35mas o Donald Trump
12:37ele é muito peculiar
12:38nesse sentido
12:39ele parece
12:40não ter
12:42tanto cuidado
12:43pelo menos
12:43não se atenta
12:44tanto àquilo
12:45que a comunidade
12:46internacional
12:46ou eventualmente
12:47as críticas
12:49que surgirão
12:49com relação
12:50a esse investimento
12:51na Venezuela
12:52esta mobilização
12:53militar
12:54inclusive
12:55é muito
12:56peculiar
12:57o fato
12:58de que
12:58no momento
12:59em que se questiona
13:00o presidente
13:00dos Estados Unidos
13:01a respeito
13:02do que acontecerá
13:03politicamente
13:04na Venezuela
13:05ele poderia
13:06muito bem
13:07apontar
13:07que olha
13:08existe já
13:09um presidente
13:10eleito
13:10houve uma eleição
13:12na Venezuela
13:12há uma discussão
13:13inclusive
13:14internacional
13:15a respeito
13:15de quem realmente
13:17venceu
13:17aquela eleição
13:18e a oposição
13:20tem um candidato
13:22que aponta
13:22como vencedor
13:23o Edmundo Gonçalves
13:24um ex-diplomata
13:25enquanto o Nicolás Maduro
13:27diz que ele foi o vencedor
13:28ou seja
13:29houve um pleito
13:30houve uma escolha
13:31diplomática
13:32democrática
13:33para se escolher
13:35o novo chefe
13:35de estado
13:36venezuelano
13:37o presidente
13:38Trump poderia dizer
13:39assim
13:39olha
13:39eu permaneço
13:41com a posição
13:42de defender
13:42a eleição
13:43de Edmundo Gonçalves
13:45inclusive
13:45uma posição
13:46que era
13:47do presidente
13:48Joe Biden
13:49inclusive
13:49que foi mantida
13:50até então
13:50pelo presidente
13:51Donald Trump
13:52mas ele sinaliza
13:53que o interesse
13:54agora dos Estados Unidos
13:55não é permitir
13:56por exemplo
13:57que o grupo político
13:58da Maria Corina Machado
14:00vencedora do prêmio
14:01Nobel da Paz
14:01seja responsável
14:03por conduzir
14:04os rumos da Venezuela
14:05o presidente Trump
14:06indica que
14:07será um grupo
14:08de pessoas escolhidas
14:09pelo governo
14:10dos Estados Unidos
14:11até porque
14:11as palavras
14:12do presidente Trump
14:13a Maria Corina Machado
14:15não tem o respeito
14:16dos venezuelanos
14:17como deveria ter
14:18são palavras
14:19do chefe
14:20de estado americano
14:21ou seja
14:21ele poderia até
14:23investir
14:24em uma certa
14:25narrativa
14:26em uma certa
14:27concessão
14:28aquilo que pensa
14:28a comunidade internacional
14:29mas ele acabou
14:30definindo
14:31uma prioridade
14:32pessoal
14:33que é
14:33nós vamos
14:33administrar
14:34a Venezuela
14:35de acordo
14:35com os interesses
14:36dos Estados Unidos
14:37de acordo
14:38com aqueles
14:39que serão
14:39apontados
14:40pela Casa Branca
14:41Lucas de Souza
14:42Martins
14:42professor
14:43da Temple
14:44University
14:45e também especialista
14:46em política americana
14:47colaborando com a gente
14:48nessa cobertura especial
14:49professor
14:50grande abraço
14:51e até a próxima
14:52muito obrigado
14:54bom fim de semana
14:55muito obrigado
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