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Donald Trump afirmou que Rússia e Ucrânia estão no estágio final das negociações por um plano de paz. Ao lado de Volodymyr Zelensky, o presidente dos EUA disse acreditar em avanços, apesar das dificuldades. Rodrigo Loureiro avaliou as camadas políticas, econômicas e os interesses envolvidos.

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Transcrição
00:00O presidente dos Estados Unidos, o Donald Trump, disse ontem que Rússia e Ucrânia estão no último estágio das negociações
00:08para a implementação de um plano de paz entre os dois países.
00:14A declaração foi dada ao lado do presidente da Ucrânia, Vladimir Zelensky, pouco antes do início de uma reunião entre os dois para discutir o assunto.
00:23Ao receber Zelensky na Flórida, Trump disse acreditar que os dois lados querem a paz e que a Europa também tem trabalhado para viabilizar um acordo de cessar-fogo.
00:36O presidente americano afirmou ainda que as negociações são difíceis, mas estão avançando.
00:44Para a gente entender um pouco mais, porque essa notícia tem muitas camadas, eu chamo aqui e já saúdo o Rodrigo Loureiro, que hoje está como um dos analistas do Agora.
00:58Rodrigo, ótima última semana de 2025, um prazer te reencontrar aqui no Agora.
01:05Vamos a fundo nessa notícia, porque ela tem muitas camadas e tem muitos gaps, muitos buracos ainda não preenchidos.
01:15Vamos só contextualizar todo mundo.
01:17Os Estados Unidos estão aí no meio dessa guerra entre Rússia e Ucrânia há quatro anos, que é o tempo de duração do conflito.
01:27Mais recentemente, o Donald Trump mudou um eixo de apoio dos Estados Unidos, forçando mais um acordo de paz em comparação ao seu antecessor, o presidente democrata Joe Biden, que tinha um claro apoio bélico à Ucrânia.
01:44O Trump já fez várias declarações, entre elas a exigência do fim da guerra em determinada data, também já chamou o presidente da Rússia, o Vladimir Putin, para conversar em território americano, no estado do Alasca.
02:02São capítulos importantes, mas que a gente não viu uma evolução completa.
02:07Agora, depois dessa enorme premissa, te chamo para ajudar nessa conclusão.
02:11Você acha que nós estamos vendo mais um capítulo em que estão ali dourando a pílula, em que talvez não haja um progresso ou sejamos aí mais pacifistas e que agora haja uma perspectiva de paz mais clara?
02:29O Donald Trump só deixou aí no ar avanços importantes estão acontecendo, embora as negociações tenham sido difíceis.
02:37Na sua interpretação, que ele fala, fala e diz muito pouco, o que pode ter nas entrelinhas?
02:43Bom dia mais uma vez, Loreiro.
02:45Bom dia, Favale. Bom dia a quem nos acompanha agora, nessa última semana de 2025.
02:50Uma semana que, apesar de ser o fim do ano, temos notícias, temos desdobramentos, principalmente na política internacional.
02:57Esse caso envolvendo Rússia, Ucrânia e, claro, os Estados Unidos, que se colocaram no meio desse conflito, pelo menos na figura de Donald Trump, tentando apaziguar, tentando acabar com essa guerra que já dura anos e anos, já gerou muitas vítimas.
03:14Ainda temos desdobramentos.
03:16Os Estados Unidos, na figura de Donald Trump, ele precisa negociar esse acordo de paz, porque se não tiver essa paz de fato, vai ser um desastre eleitoral para Donald Trump.
03:28Ele precisa dessa vitória, para ele também, claro, acabar com a guerra é super importante e é essencial e é o primeiro ponto que deve ser negociado.
03:38Só que, para Donald Trump, ele precisa desse mérito para ele, precisa falar, olha, eu acabei com a guerra, porque ele deslumbra essa vitória pessoal.
03:46Agora, é um acordo extremamente difícil de ser concretizado, porque a gente está falando aqui de negociar com os russos, literalmente, e negociar com Vladimir Putin é sempre uma tarefa muito difícil.
03:58Ele tem as opiniões fortes, ele tem os desejos mais fortes ainda, e o acordo proposto para a Ucrânia não agradou Zelensky naquele acordo, no primeiro acordo com 28 pontos, pontos em que ele teria que ceder grande parte do território ucraniano, partes importantes do território ucraniano, que fazem parte ali do cenário econômico do país.
04:22também teria que se comprometer a vários acordos, não entrar no OTAN, enfim, vários pontos que são muito sensíveis para a Ucrânia.
04:31Os Estados Unidos tentam forçar esse acordo, a Ucrânia se vê ali um pouco mais acuada.
04:36Agora, se vai dar certo ou não, né, Favale, a gente vai ter que esperar.
04:40De fato, é um acordo que prejudica mais a Ucrânia, mas é um acordo que precisa sair de algum ponto, precisa ter algum...
04:47Rússia e a Ucrânia precisam chegar a um denominador comum, porque a guerra precisa acabar.
04:52E precisa acabar não só por conta das vítimas, claro, mas também porque os Estados Unidos têm um interesse muito grande no fim dessa guerra.
05:00Essa guerra está mexendo com os mercados globais como um todo.
05:03Preço das commodities disparou, preço do petróleo, preço de combustível em geral, né, não só do petróleo, mas também de gás natural.
05:09Com o fim da guerra, a gente pode ver um reequilíbrio, os preços sendo restabelecidos, e aí o comércio global, o que inclui aí os Estados Unidos, ele se reequilibra e favorece os americanos.
05:23Vamos ver se vai acontecer ou não, mas Donald Trump está tentando fazer a parte dele, mas a gente não pode deixar passar que ele também tem um interesse pessoal nisso, né, Marcelo?
05:32Sem dúvida, né, porque ele almeja esses prêmios pacificadores, né, do grande pacifista do século XXI, mas por trás disso, como você muito bem pontuou, tem camadas que levam para o mundo dos negócios, né, preço de commodities, você citou o gás e o petróleo, só deixar também todo mundo na mesma página, nós estamos falando de uma região do mundo, que é a Ucrânia e a Rússia,
05:53que tem grande produção de grãos, estou falando de alimento, e de substratos para fertilizantes, e o Brasil, como uma nação agrícola, precisa, por exemplo, dessa parceria, e que uma estabilidade entre Rússia e Ucrânia favorece a gente.
06:09Como essa é uma grande notícia da semana, a gente só está no começo aí dessa última semana útil de 2025, a gente ainda volta a falar sobre esse assunto, principalmente que ao longo das horas a gente talvez tenha mais detalhes, né,
06:23tenha alguns fatos mais sólidos. Queria agradecer aqui a primeira interpretação das notícias do Rodrigo Loureiro, daqui a pouco a gente se reconecta com ele.
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