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O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, elevou a tensão com os EUA ao acusar Donald Trump de planejar um golpe em seu país. A acusação é uma resposta direta a Trump, que chamou Petro de "líder do tráfico de drogas" e cortou ajuda financeira.
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NotíciasTranscrição
00:00A gente muda de assunto agora porque após ser chamado de líder do tráfico de drogas
00:04por Donald Trump, o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, acusou os Estados Unidos de
00:09planejarem um suposto golpe de Estado contra o governo dele.
00:13Segundo ele, o americano não gosta de estar fora de controle e ameaça com sanções e
00:18ações militares às nações, alegando uma guerra às drogas.
00:22Hoje, Nicolás Maduro saiu em defesa da Colômbia, afirmando que o país de Petro e a Venezuela
00:29são um só.
00:31Ganhou um aliado, Gustavo Petro, Roberto Mota.
00:34Como é que você vê aí essa movimentação agora, defesa de Maduro em relação ao Gustavo
00:40Petro, das acusações sobre o tráfico de drogas, acusações que foram feitas por Donald Trump?
00:47É justamente o único advogado de defesa que Gustavo Petro não precisava.
00:53Parece aquele movimento, eu não me lembro agora de quem foi aqui no Brasil, que quis
01:00contratar alguém para influenciar Donald Trump a retirar as sanções e contrataram justamente
01:07uma empresa de advocacia aliada aos democratas, inimigo dos republicanos.
01:13Olha, esse auxílio do Maduro me lembra uma expressão, abraço de afogado.
01:21Abraço de afogado é uma expressão que tem origem na vida real.
01:25Uma pessoa está se afogando, você vai tentar salvá-la e a pessoa se agarra a você com
01:31tanto desespero que os dois acabam afundando juntos.
01:35No caso, quem está se afogando é o governo venezuelano.
01:39Existe uma mudança à vista na Colômbia.
01:43Eu soube que já houve uma movimentação de parlamentares colombianos pedindo ao Donald
01:49Trump que não imponha sanções, porque esse cara, esse maluco aqui já está de saída.
01:55Menos de um ano vai ter eleições aqui e a Colômbia provavelmente vai ter um governo
02:00de direita.
02:01Mas, no caso da Venezuela, a única esperança do povo venezuelano é que Donald Trump e
02:11o seu governo percam de vez a paciência com esse ditador Maduro.
02:17Ô Dávila, aí a grande expectativa é se os Estados Unidos poderiam ou não mirar o
02:23território colombiano também, como se aventa em relação à Venezuela.
02:28tem risco disso acontecer, como é que isso poderia ou não ir adiante, hein Dávila?
02:36Olha, Colômbia, eu entendo hoje a prioridade dos Estados Unidos é atacar a questão da Venezuela.
02:42Aliás, toda a movimentação hoje dos aviões militares, dos aviões de reconhecência,
02:49das aeronaves e navios de guerra é em direção, hoje a prioridade é a Venezuela.
02:58E é uma pressão forte para que os próprios venezuelanos, ou seja, o alto comando, traia
03:05Maduro e derrube Maduro antes de uma intervenção militar.
03:09Parece que é isso que hoje está em jogo.
03:11Aliás, como eu já falei várias vezes aqui no programa, eu vejo a pressão dos Estados
03:25Unidos como uma coisa benéfica, porque o que é inaceitável foi o que a comunidade internacional
03:32fez ao cruzar os braços com a vitória nas eleições de Edmundo Gonzalez.
03:38Ali sim, o povo venezuelano teve coragem de enfrentar a ditadura, perseguição, ir às urnas,
03:48votar no candidato da oposição, vencer as eleições.
03:53E mesmo assim, quando Maduro fraudou o processo eleitoral, assumiu o poder, ignorou os votos,
04:02o que a comunidade internacional fez foi cruzar os braços.
04:07Uma atitude covarde, patética e imoral.
04:11Por isso, hoje, quando Donald Trump utiliza o poder militar dos Estados Unidos para pressionar
04:18a saída de Maduro, ele está fazendo o que a comunidade internacional deveria ter feito
04:25quando Edmundo Gonzalez venceu as eleições democráticas.
04:30Aquela foi a última oportunidade de haver alternância de poder de maneira pacífica.
04:38A oportunidade foi jogada no lixo sob a omissão da comunidade internacional.
04:46Quero também a sua opinião, Oberaldo, sobre esse protagonismo do Donald Trump
04:50em relação a todas essas relações internacionais.
04:53Não só no Oriente Médio, não só com os países asiáticos, nos conflitos mundiais todos,
04:58mas aqui também na América do Sul.
05:00A gente viu recentemente toda a crise entre os Estados Unidos e o Brasil,
05:03a situação da Venezuela e agora envolvendo, inclusive, essa troca de acusações o tempo todo
05:09com o presidente colombiano também.
05:12É, o presidente colombiano que é um ex-guerrilheiro.
05:15A acusação de Donald Trump não é de toda equivocada, não,
05:20apesar do ex-guerrilheiro hoje estar exercendo o papel de presidente da Colômbia.
05:25Ele é um grande militante a favor do consumo de cocaína.
05:30Então, isso existe no Brasil também, essas pessoas que vão aí dar entrevistas com áreas de intelectuais
05:38para dizer que o álcool é pior do que a cocaína, que o crack.
05:43Quer dizer, é uma loucura a ideia de querer se normalizar o consumo e, obviamente,
05:49o comércio dessas drogas absolutamente pesadas e danosas à sociedade como um todo.
05:56Então, Donald Trump, quando ele reage de forma dura em relação a Petro,
06:01é porque os Estados Unidos sofrem as consequências da produção de cocaína na Colômbia
06:08que acaba atravessando o Brasil e indo para a Venezuela
06:11para, então, acessar o mercado norte-americano.
06:15É preciso cessar isso.
06:16Grande parte do problema dos Estados Unidos com Maduro
06:20é justamente pelos problemas que a política de Maduro gera nos Estados Unidos.
06:26E é um desejo dos Estados Unidos, mas é algo para o bem da própria América Latina
06:34que o Nicolás Maduro seja ejetado do poder,
06:40seja por prisão ou seja por eliminação.
06:43Ele não fará absolutamente nenhuma falta ao mundo.
06:45Ao contrário, tem que pagar pelos crimes que cometeu,
06:50pelos danos que ele causou à vida de milhões de venezuelanos,
06:55muitas famílias dilaceradas pela morte de seus entes queridos,
07:00mas também destroçadas pela distância,
07:02pessoas que tiveram que fugir da Venezuela,
07:05país que perdeu um terço da sua população nos últimos anos,
07:08gente fugindo desse regime absolutamente autoritário e responsável
07:12e criminoso de Nicolás Maduro.
07:14Portanto, a gente vê o Donald Trump reagindo de uma forma efetiva.
07:21Ele não vai gastar muito tempo pessoalmente nesse tema,
07:25porque ele tem coisas mais importantes a tratar nesse momento,
07:28mas, sem dúvida nenhuma, as suas manifestações dão a sinalização adequada
07:32para que órgãos do governo americano passem a atuar no sentido
07:36de pressionar esses governos e buscar uma solução definitiva para essa situação.
07:41E na sua visão aí, Mota, o que pode acontecer nos próximos passos?
07:46Pode ter uma aproximação ainda maior das forças americanas aqui no território sul-americano,
07:54nessas relações todas conflitantes entre os Estados Unidos e Venezuela,
07:59que agora tem um apoiador de Gustavo Petro também, presidente da Colômbia?
08:04Até pouco tempo atrás, Cuba, eu teria visto como muito remota
08:11a possibilidade de qualquer ação direta dos Estados Unidos na Venezuela.
08:17Mas eu acho que esse panorama mudou.
08:21Me parece que os Estados Unidos estão criando todo um arcabouço ali
08:26para facilitar qualquer tipo de ação contra o governo de Nicolás Maduro
08:33ou contra Nicolás Maduro especificamente.
08:36Não é difícil para os Estados Unidos fazerem isso.
08:40Eles já fizeram uma operação muito similar como essa
08:46em relação a Manuel Noriega.
08:49Manuel Noriega, que era o ditador do Panamá,
08:51em determinado momento, e era um antigo aliado americano,
08:54em determinado momento, resolveu fazer a opção por se envolver
08:57com tráfico de drogas e os Estados Unidos fizeram uma operação cirúrgica.
09:03Retiraram Noriega, Noriega depois foi julgado nos Estados Unidos,
09:07ficou preso, depois foi extraditado, se não me engano,
09:11terminou os seus dias numa prisão do Panamá.
09:15É o que qualquer pessoa com mínimo de consciência e informação
09:19espera que aconteça com Nicolás Maduro.
09:22No caso de Nicolás Maduro, a gente vê o povo venezuelano
09:27submetido a uma fraude dupla.
09:30Primeiro, porque Maduro chegou ao poder por meios que não são,
09:36de forma nenhuma, meios democráticos.
09:39Segundo, porque no exercício do poder, ele demonstrou a pior face possível,
09:46conforme os Estados Unidos dizem, envolvido com tráfico de drogas,
09:50mais autoenriquecimento. Então, qualquer pessoa com mínimo de consciência
09:54torce para que os dias de Maduro sejam breves, para que ele não demore muito
10:00a sair de lá. E eu acho que isso nunca foi tão provável de acontecer quanto agora.
10:08O Dávila, você falou que houve aí uma oportunidade de se retirar Maduro do poder
10:14na ocasião das eleições fraudadas, em que ele se autoproclamou reeleito, enfim.
10:21Não se sabe sequer com quantos votos, porque no final das contas nem teve a contagem final,
10:25o sumiço das cédulas todas, a comprovação que a oposição fez de que até aquele momento
10:32estava, de fato, ganhando as eleições, Edmundo Gonzalez, que seria o indicado ali
10:36de Maria Corina Machado, enfim. E a próxima, o Dávila?
10:41Porque depois dessa crise toda, Maduro perdeu muito apoio.
10:45Nós tivemos por pouco. Faltou, inclusive, votação do Brasil
10:48na Organização dos Estados Americanos para ter um grande movimento contra o Nicolás Maduro
10:54nessa ditadura que se reforçou por mais alguns anos. O que vem pela frente?
11:01Está chegando ao fim o reinado ali, a ditadura de Nicolás Maduro?
11:06Com certeza, Coba. Por uma razão muito simples. Hoje, com a ausência de apoio ao governo de Maduro,
11:13só sobra o terror. Ele aterroriza todo mundo, encarcera todo mundo. É isso que ele faz.
11:19Não tem outra ferramenta a não ser o terror.
11:22Quando você fala de um país hoje que 96% da população está vivendo sob pobreza,
11:30é óbvio que essa pessoa não tem mais apoio em nada. O país já implodiu a tempo.
11:36Por isso que eu disse, nós perdemos como comunidade internacional a chance de apoiar Edmundo Gonzalez,
11:43retirar Maduro por meio dos votos, e isso já mostra o grau de insatisfação das pessoas.
11:49No meio de uma ditadura, você ter coragem para sair de casa, votar no candidato da oposição
11:54e saber que tipo de retaliação poderia acontecer,
11:57já mostra que essa população, que hoje 96% vive sob pobreza,
12:02que não aguentava mais Nicolás Maduro.
12:05Então, já acabou o tempo dele.
12:07Então, esse narco-estado, esse traficante ditador,
12:11precisa ser removido do poder.
12:12Porque toda vez que as forças democráticas se articularam para tirar Maduro por meio da eleição,
12:20a comunidade internacional traiu a confiança desses democratas
12:25e fez vistas grossas para os absurdos cometidos pela ditadura bolivariana.
12:32Agora, a situação da Colômbia é completamente diferente.
12:35Gustavo Petro foi eleito pelo voto popular,
12:38tem mandato, vai ter que disputar a eleição o próximo ano.
12:43Hoje, a sondagem do Adão, que você bem anunciou,
12:46ele já está detonado, vai perder a eleição.
12:49Então, Donald Trump tem que tomar cuidado,
12:51porque qualquer ação mais agressiva na Colômbia
12:55pode ter o efeito inverso,
12:57aumentar a população de Gustavo Petro
12:59e ajudá-lo na próxima eleição.
13:01Aliás, olha o que as tarifas fizeram em relação ao governo Lula.
13:05O presidente Lula estava lá embaixo na popularidade,
13:08aí com essa história de defensor da soberania nacional,
13:11recuperou o paro da popularidade.
13:12Então, a mesma atuação de Donald Trump em relação ao Canadá
13:19foi exatamente o que aconteceu.
13:21Acabou beneficiando o candidato da oposição.
13:25Então, em países democráticos, a estratégia tem que ser diferente.
13:30Agora, no caso de uma ditadura, de um narco-estado,
13:35onde 96% da população está sob a miséria
13:37e já deu sinais claríssimos
13:40que tentou remover este ditador por meio das eleições
13:44e a comunidade internacional cruzou os braços,
13:47aí sim é hora de agir.
13:48Tem que medir aí a tensão, tem que medir o grau de atuação
13:57dos Estados Unidos nesse caso, Peraldo,
14:00porque o Dávila trouxe aí.
14:03Se tudo caminhar como está caminhando para o ano que vem,
14:06Petro simplesmente perde a próxima eleição.
14:08E a gente está vendo uma onda aqui na América Latina, principalmente.
14:11Argentina, Bolívia, daqui a pouco a gente vai falar com mais detalhes,
14:14inclusive da situação da Bolívia,
14:16a direita reconquistando o seu espaço também.
14:20Então, é uma questão de naturalmente as coisas mudarem pela Colômbia
14:24na próxima eleição, Peraldo?
14:27Me parece que esse é um caminho, sim.
14:30A Colômbia é um país extremamente importante.
14:33Os Estados Unidos têm ajudado muito, historicamente, a Colômbia.
14:37Ao longo de décadas, a Colômbia aqui sofreu muito
14:41na mão dos cartéis, ainda tem problema grave com isso.
14:44Mas, de uma certa forma, a Colômbia passou por alguns governos
14:49que ajudaram a organizar o país.
14:52Só que a gente está vendo aí se encerrar um ciclo da presidência de Petro
14:57que é um desastre, como sempre é a esquerda,
15:01sobretudo na América Latina.
15:03Porque aqui há palco para esses malucos dançarem.
15:06Então, você vê que hoje o Nicolás Maduro vai solidariedade a Petro
15:12e aí essa turma vai se reunindo para se apoiar.
15:17Só que a questão da violência, ela vai chegando a um ponto
15:21que a população simplesmente não aguenta mais.
15:24E isso ficou uma associação muito direta,
15:27não apenas da tragédia econômica,
15:28mas também da tragédia da segurança pública
15:31como uma marca muito evidente desses governos de esquerda.
15:39E a população da América Latina está dizendo basta.
15:41Para os Estados Unidos isso é ótimo.
15:43Porque a América Latina, obviamente,
15:46é um parceiro muito mais natural para os Estados Unidos
15:49como um substituto do comércio com a China
15:53do que os Estados Unidos recorrer a países como acontece hoje.
15:56Quer dizer, a China, a Vietnã, a Indonésia, os países da Ásia,
16:00eles estão muito fortes nesse comércio com os Estados Unidos.
16:03Sendo que a gente está aqui do lado.
16:05Se houver um investimento adequado em infraestrutura,
16:08você pode, inclusive, conectar os países da América Latina
16:11com os Estados Unidos por trem, por rodovia.
16:14Enfim, você tem facilidade muito grande de aquecer esse mercado,
16:19que obviamente vai exigir muito investimento,
16:21vai exigir uma transformação na legislação tributária,
16:26na legislação trabalhista de um país como o Brasil,
16:29preparação da mão de obra, investimento pesado em educação.
16:33Mas isso tudo dá para fazer em parceria com os Estados Unidos.
16:36E aí a gente vai ver as Américas se fortalecendo
16:39à medida que elas colocam para fora a esquerda,
16:42mas, sobretudo, colocam para fora a presença do crime organizado
16:46nos governos desses países.
16:48Roberto Mota, quero também a sua análise
16:52sobre essa onda de mudanças naturais
16:55em relação ao governo de esquerda
16:57que tem perdido as eleições para governos de direita também.
17:01É uma questão de esperar o tempo da próxima eleição na Colômbia
17:06para que isso aconteça por lá também?
17:08Eu acredito que sim, Cobar.
17:13Eu acho que nós estamos vendo uma onda de bom senso
17:18na América Latina, antes, tarde do que nunca.
17:21É bom senso, porque antes de ser ideologia,
17:26é o reconhecimento, por boa parte da sociedade,
17:31dos países, de que há ideias que levam ao progresso,
17:36que há ideias que levam a uma vida melhor.
17:40E há outras ideias que levam à pobreza, à servidão, à infelicidade.
17:48Uma dessas ideias é o uso de drogas.
17:52Ninguém usa cocaína porque vai conquistar melhores empregos,
17:57ninguém usa cocaína porque vai fortalecer os laços familiares,
18:04ninguém usa cocaína porque isso é uma forma de aumentar o conhecimento
18:08ou desenvolver a espiritualidade, nada disso.
18:13Todo mundo que usa cocaína sabe que existe uma forte possibilidade
18:18daquilo significar a dependência química,
18:21que é uma das piores formas de servidão humana.
18:23No entanto, o estadista principal da Colômbia,
18:28o presidente da República, não perde uma oportunidade
18:32de fazer a propaganda da cocaína,
18:35dizendo que ela faz menos mal do que o petróleo,
18:39que é melhor usar cocaína do que tomar uísque.
18:42Então, a América Latina não aguenta mais isso.
18:46Eu acho que esse é um processo que demorou muito,
18:49mas hoje quando a gente olha para o mapa da América Latina,
18:52e me ajudem aqui para que eu não erre.
18:55Nós vemos hoje governos, eu não vou nem dizer governos de direita,
19:00eu não quero ser excessivamente otimista e simplista,
19:03eu só vou dizer países onde a esquerda não está mais no poder.
19:09Argentina, Paraguai, Peru, Equador, agora Bolívia,
19:15que eu acho que a gente até vai comentar,
19:17e ano que vem a Colômbia.
19:21Que outros países podem vir aí?
19:23Bom, tem gente que faça aposta que o Chile está nessa lista também,
19:28que em breve o Chile vai ter um governo que não vai ser de esquerda.
19:33Fica faltando quem nessa lista que eu li aqui?
19:37Fica faltando o Uruguai, que não faz muito tempo,
19:40elegeu um governo que eu acho que é de esquerda,
19:43parece que tem dois ou três anos ainda para a próxima eleição,
19:46e fica faltando este colosso da América no Sul.
19:50O Brasil, que ainda insiste em apostar nessa ideologia
19:57que está batendo em retirada do continente.
20:00Seguiremos acompanhando, o Roberto Mota já falou,
20:04a gente vai falar daqui a pouquinho sobre o resultado das eleições na Bolívia,
20:08depois de 20 anos de esquerda, um senador da centro-direita,
20:12o Rodrigo Paz, venceu as eleições, é o novo presidente da Bolívia.
20:16A gente vai falar sobre isso logo depois de um rápido intervalo comercial,
20:18não sai daí, a gente já volta.
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