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O presidente da Argentina, Javier Milei, seguiu os passos de Donald Trump e acusou Nicolás Maduro de liderar um "grupo criminoso" na Venezuela. A declaração de Milei, que tem a mesma linha do governo dos Estados Unidos, eleva a tensão na América Latina.

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00:00Estamos de volta com o programa Os Pingos nos Is, trazendo as notícias importantes do dia,
00:04sempre contando com as análises dos nossos comentaristas.
00:06Quero só chamar a sua atenção, enquete do dia, pergunta que nós publicamos no portal da Jovem Pan,
00:11jovempan.com.br. Se você puder, entre agora, manifeste a sua opinião no nosso portal de notícias.
00:18Daqui a pouco a gente traz mais informações e também o resultado parcial.
00:22Bem, eu quero retomar a discussão que nós fazíamos antes do intervalo comercial,
00:27a Argentina acusando o Nicolás Maduro de ser o chefe de um cartel de drogas, de um grupo criminoso
00:33e houve, inclusive, uma mudança de entendimento, uma mudança de classificação desse cartel de Los Soles
00:38para grupo terrorista, seguindo, inclusive, a modelagem adotada pela administração de Donald Trump.
00:48Vamos passar para os nossos comentaristas.
00:50Recebendo quem nos acompanha pelas emissoras de rádio, seja muito bem-vindo.
00:53A notícia em destaque, a Argentina apontando o líder da Venezuela, o ditador Nicolás Maduro,
01:00como o chefe do cartel Los Soles.
01:03Inclusive, a Argentina mudou a classificação, apontando esse grupo como sendo um grupo terrorista.
01:10Você, Mota, a estratégia adotada pela gestão de Javier Milley,
01:14seguindo, inclusive, o entendimento de Donald Trump e do governo norte-americano.
01:19Javier Milley é motivo de esperança nesses tempos tão confusos.
01:28Se o regime totalitário de Maduro for derrubado por algum tipo de intervenção externa,
01:36a minha aposta é que vai haver festa nas ruas de Caracas.
01:40Os Estados Unidos já ordenaram o envio de forças navais.
01:44O objetivo não é só a Venezuela.
01:47Trump já disse que vai usar as forças armadas para perseguir os cartéis de traficantes latino-americanos.
01:56São organizações que já foram classificadas como terroristas pelos Estados Unidos e por vários países.
02:05O cartel de Soles, que os Estados Unidos diz que é liderado o Nicolás Maduro,
02:12já foi declarado como terrorista por El Salvador, Guiana, Paraguai e agora pela Argentina.
02:20Agora, a pergunta mais interessante do momento não é
02:24será que os americanos vão intervir na Venezuela?
02:28A pergunta mais interessante que eu vi sendo feita nesse momento é
02:33será que aquele avião brasileiro que foi resgatar a ex-primeira-dama do Peru,
02:40condenada pela justiça, será que esse avião agora vai fazer uma viagem a Caracas?
02:46Pois é, você, Nelson Kobayashi, a percepção por parte do governo argentino
02:53de que Nicolás Maduro é o chefe do grupo Los Soles,
03:00responsável por grande parte do tráfico de drogas no país
03:04e a mudança, inclusive, da classificação desse grupo criminoso para grupo terrorista.
03:10Isso, inclusive, tem uma diferença fundamental na aplicação de eventuais sanções.
03:14Olha, Carinhato, eu não consigo entender qual é a resistência,
03:18qual é o motivo de tanta resistência para classificar grupos como esses
03:23como grupos terroristas.
03:25Aliás, o mesmo vale aqui para o Brasil.
03:27Por que é que os grupos que praticam esse tipo de conduta aqui no Brasil também,
03:32facções criminosas que dominam o território, que dominam a população,
03:37que dominam as economias de determinados locais,
03:42que impõem a sua vontade através do terror,
03:46também não são considerados grupos terroristas?
03:49Eu vejo com muita dificuldade essa resistência. Por quê?
03:52Eu vejo isso acontecendo na Argentina agora só a partir de uma decisão do Milley,
03:56porque aqui antes esse grupo já não era entendido como um grupo terrorista,
04:00já que é conhecido há muito tempo como um grupo praticante
04:03dessas atividades de narcotráfico,
04:06tráfico, inclusive com ligações com o Nicolás Maduro.
04:10Então, é natural que haja esse tipo de mudança na classificação.
04:14É natural que o Nicolás Maduro seja entendido como o grande líder,
04:18porque isso não é de hoje.
04:20O que não é natural é o tipo de passação de pano que alguns grupos fazem
04:24para o Nicolás Maduro.
04:26Agora, em 2025, parece que a relação não está tão boa entre Lula e Maduro,
04:33não sei se por conveniência política,
04:36não sei se por conveniência eleitoral,
04:39já que é um peso muito grande carregar a amizade com o Nicolás Maduro
04:43para a população brasileira,
04:45que enxerga com claridade solar o que acontece na Venezuela,
04:48uma ditadura, principalmente depois dessa última falsa eleição,
04:54do grande teatro, que foi a última eleição de Nicolás Maduro.
04:57Todas as outras também têm todas as dúvidas do mundo,
04:59mas essa última foi escancarada a ponto de o mundo inteiro
05:04não reconhecer a nova presidência do ditador Nicolás Maduro.
05:08Só que, aqui do Brasil, algumas pessoas foram lá prestigiar a posse,
05:14inclusive com felicitações, com manifestações em seus sites oficiais,
05:19o Partido dos Trabalhadores, o PT,
05:21parabenizou o Nicolás Maduro pela sua nova eleição,
05:25inclusive estava lá no dia da posse,
05:28inclusive o Brasil, através da sua diplomacia,
05:29mandou lá o seu representante para este evento
05:33que enaltece, bate palma,
05:35aplaude o ditador que é corretamente tido agora pela Argentina
05:41como líder de uma organização criminosa,
05:44e não só isso, de uma organização de terrorismo,
05:47que são os Los Soles.
05:49Agora, Beraldo, o Brasil não aceitou classificar esses grupos,
05:55essas facções, como terroristas,
05:57as facções que atuam no tráfico de drogas aqui no Brasil,
06:01principalmente Comando Vermelho e PCC,
06:04porque, segundo o governo brasileiro,
06:07essas facções atuam buscando, objetivando o lucro,
06:13e não brigam ou defendem causas políticas ou religiosas.
06:18Esse foi o argumento adotado pelo governo brasileiro,
06:21que também disse o seguinte,
06:23que a legislação brasileira define terrorismo
06:26como prática de atos com a finalidade de provocar terror social ou generalizado
06:31com base em xenofobia, preconceito de raça, cor, etnia ou religião.
06:37Você concorda com os argumentos que foram usados pelo governo brasileiro
06:40ao rechaçar a sugestão norte-americana?
06:44Neto, eu realmente não sei em que Brasil vivem essas pessoas.
06:53Aliás, sei.
06:55Vivem no Brasil do carro blindado, da segurança, do jato da FAB.
07:01O Brasil dessas pessoas que se manifestam dessa forma
07:04é o Brasil que dá certo.
07:06Eles prosperam, vivem em segurança,
07:09confraternizam sempre com o dinheiro de alguém, nunca o deles.
07:15Pouco importa quanto ganham, mas a vida é sempre boa.
07:19Agora, o Brasil de verdade, os homens e mulheres
07:24que fazem o Brasil andar,
07:28esses estão vivendo em terror e faz muito tempo.
07:33O argumento utilizado para dizer que facções criminosas como o PCC,
07:40que, aliás, estão exportando mundo afora a sua técnica de terror,
07:47PCC e Comando Vermelho não são uma organização terrorista
07:55porque eles não têm um cunho político?
07:59Peraí, quantos e quantos candidatos são eleitos
08:04financiados pelas facções criminosas?
08:09Quantos e quantos concurseiros estão aí
08:13sendo bancados por facções criminosas
08:16para ocuparem posição de poder
08:18e garantirem vida boa para criminoso?
08:21A atuação sorrateira
08:24desta canalha
08:26ligada a essas facções criminosas
08:29está destruindo o Brasil por dentro,
08:32mas são recebidos com tapete vermelho
08:35no Ministério da Justiça.
08:37Vão lá militar
08:39por melhores condições
08:42dentro dos presídios
08:45e a dama do tráfico está lá
08:48sendo recebida por autoridades do governo.
08:51Ora, são ou não são?
08:53Um grupo terrorista
08:55que atuam de forma política.
08:58Estão envolvidos aí
09:00em prestação de serviços
09:01para o poder público,
09:03contratos públicos,
09:06Brasil afora,
09:08corroeram o Brasil por dentro,
09:11mas agora usam essa justificativa
09:13para dizer que não são organizações terroristas?
09:17Chamem do que quiserem.
09:20Estas organizações
09:21têm que ser exterminadas.
09:26Esses que estão aí comandando
09:28essas gigantescas estruturas do crime
09:31têm que ser presos
09:34e se reagirem têm que ser eliminados.
09:37Um governo decente
09:39com vergonha na cara
09:40que honra a população
09:42que representa
09:43têm que agir
09:45com total força,
09:47força implacável
09:48contra eles.
09:50Eles precisam ser destruídos.
09:52Não há progresso
09:53num país
09:54dominado pelo crime organizado.
09:58Não adianta
09:59ficar com esse discursinho
10:00para proteger
10:02essa turma
10:04que toca o terror no Brasil
10:05e que está associado
10:07ao senhor Nicolás Maduro,
10:10procurado pelos Estados Unidos
10:11por tráfico internacional
10:12de drogas.
10:14Eles estão o quê?
10:15Isso não é da época do Trump, não.
10:17Na época do senhor Joe Biden
10:19já estava lá
10:19Nicolás Maduro
10:20procurado por tráfico internacional
10:22de drogas.
10:23Portanto,
10:23não venham falar
10:24que é invencionice
10:26da extrema direita.
10:28Isso é realidade
10:29nua e crua.
10:31Há sociedade
10:32de traficantes brasileiros
10:34com o senhor Nicolás Maduro.
10:36e esta
10:38estrutura de crime,
10:40esta estrutura
10:41de terror
10:42precisa ser combatida
10:44e destruída
10:44na América Latina.
10:46Pois é,
10:46inclusive,
10:47chamar o Mota,
10:48porque é preciso também
10:49considerar um certo receio,
10:51né?
10:51Só pra gente fechar,
10:52acho que o Mota
10:52só tem um complemento
10:54rápido a fazer.
10:55Mota,
10:55eu me lembro que
10:56naquelas discussões
10:58e nas muitas reflexões
11:00feitas
11:01quando os Estados Unidos
11:03alteraram
11:03a classificação
11:05de certos grupos,
11:06havia,
11:07inclusive,
11:07a sinalização
11:08de que os Estados Unidos
11:09poderiam
11:10efetuar
11:11operações
11:13em outros territórios
11:14que não
11:15o americano.
11:16E aí,
11:16eu me lembro
11:17que algumas pessoas,
11:19alguns analistas
11:20aqui no Brasil
11:21falavam com um certo
11:22temor,
11:23nossa,
11:23imagina,
11:23se houver a classificação
11:25desses grupos
11:26como sendo terroristas,
11:27os norte-americanos
11:28poderiam vir aqui,
11:30poderiam entrar
11:31em solo brasileiro
11:32e realizar operações
11:34aqui,
11:34nossa,
11:34seria um ataque
11:35à soberania.
11:36Não foram exatamente
11:37essas palavras,
11:38mas a ideia principal
11:39era mais ou menos essa.
11:41E aí,
11:41é engraçado,
11:42porque eu também
11:43pude acompanhar
11:45reflexões e análises
11:46que iam no sentido
11:47contrário,
11:48pessoas que até
11:48aplaudiam pra essa
11:49possibilidade.
11:50Bom,
11:51se nós,
11:51com o nosso contingente,
11:53não conseguimos
11:54enfrentar as facções
11:56criminosas,
11:57ou,
11:58muitas vezes,
11:58o Estado não é
11:59eficiente no combate
12:00e no enfrentamento
12:02à criminalidade,
12:03principalmente aos grupos
12:04terroristas,
12:05imagine ter um reforço
12:06como as tropas
12:08norte-americanas
12:09ou a polícia
12:09especializada,
12:10enfim,
12:11o que é preciso
12:11considerar em relação
12:12a esse temor
12:13de alguns
12:14pensadores brasileiros
12:16em relação a essa
12:17possibilidade,
12:18Mota?
12:18se os bandidos
12:20invadem uma casa
12:23e um estrangeiro
12:24aparece pra salvar
12:26os moradores,
12:28nenhuma das vítimas
12:29vai reclamar de invasão
12:31de soberania,
12:32mas os bandidos vão.
12:33há muito tempo
12:35eu acompanho
12:37a crise
12:38de segurança
12:38pública do Brasil
12:39e eu
12:41descobri que
12:42não é uma crise,
12:44é um projeto.
12:46Quem acompanha,
12:47como eu,
12:49vai ter dificuldade
12:50de encontrar
12:51uma única
12:52medida
12:53aprovada
12:55por políticos
12:56de esquerda
12:57no Brasil
12:57que endureça
13:00o jogo
13:00contra os bandidos.
13:01procurem,
13:02façam esse favor
13:03pra mim.
13:04Uma única
13:05medida
13:06que aumente
13:07as penas,
13:09que torne
13:09o procedimento
13:11penal mais rigoroso,
13:13todas as medidas
13:14são no sentido
13:15contrário,
13:15o melhor exemplo
13:16é a audiência
13:17de custódia,
13:18uma criação
13:20do,
13:22se eu não me engano,
13:22do Conselho
13:23Nacional de Justiça,
13:24depois foi
13:25colocada em lei
13:27e é um serviço
13:29de atendimento
13:30ao consumidor
13:31para o bandido.
13:33Eu acho que é a coisa
13:34que funciona melhor
13:35na justiça brasileira.
13:36Um criminoso preso,
13:37ele tem até,
13:39em até 24 horas
13:40que ser levado
13:41à frente
13:42de um juiz
13:43para uma audiência
13:43cujo único objetivo
13:44é saber
13:46do bem-estar
13:47do criminoso.
13:49Não se fala
13:49da vítima,
13:50não se fala
13:51do crime,
13:52os policiais
13:52não podem falar
13:54nada.
13:55O objetivo
13:55é apenas ouvir
13:57se o criminoso
13:58tem alguma queixa
13:59do tratamento
14:00que ele recebeu.
14:01O resultado
14:02é que
14:03dados oficiais
14:04divulgados
14:05pelo próprio
14:06ministro da Justiça
14:06com orgulho,
14:0840% dos criminosos
14:10presos
14:11em flagrante
14:12pela polícia
14:13são soltos
14:14na audiência
14:15de custódia.
14:15Eu tenho um amigo
14:17chamado Luiz Fernando
14:18Oderich,
14:19ele mora
14:19no Rio Grande do Sul,
14:21ele perdeu
14:22o seu filho único
14:23Max Oderich.
14:25Max foi assassinado
14:26no dia
14:27em que foi buscar
14:29o terno
14:29para a formatura
14:31da universidade.
14:33Até hoje
14:33o Estado brasileiro
14:34não descobriu
14:35quem matou Max.
14:3892%
14:39dos assassinatos
14:41nesse país
14:42permanecem impune.
14:43aqui no Rio de Janeiro,
14:46só no Estado
14:47do Rio de Janeiro,
14:48há mais de
14:491.500 territórios
14:51dominados
14:53pelo narcotráfico.
14:55O Estado brasileiro
14:57tem várias paredes,
14:59eu já vi isso
14:59nos escritórios,
15:01mapas mostrando,
15:02olha,
15:03essa área aqui
15:03é da facção tal,
15:04essa outra área
15:05que pertence
15:06a essa outra facção
15:07e nós estamos
15:09com medo
15:10dos norte-americanos
15:13combaterem
15:14os cartéis
15:15do narcotráfico.
15:17É incrível
15:19o lamento
15:21que nós
15:22já escutamos
15:22100%
15:24vindo
15:25de políticos
15:25de esquerda,
15:27mais uma vez
15:28reclamando
15:29do imperialismo
15:30americano.
15:32É como disse
15:32aquela jornalista,
15:34Caniato,
15:35aquela jornalista
15:36em um episódio
15:38marcante
15:38da história recente,
15:39ela disse
15:41o choro
15:42é livre.
15:45É isso,
15:45a gente segue
15:46acompanhando,
15:47monitorando
15:48essas
15:48articulações,
15:50qualquer novidade
15:51a gente traz aqui
15:52na programação.
15:53Tem um outro destaque,
15:54deixa eu só
15:54lembrar mais uma vez,
15:56se você puder,
15:56vote na enquete do dia,
15:57a pergunta que nós
15:58publicamos,
15:59a articulação
16:00da família
16:01de Jair Bolsonaro
16:02para as eleições
16:03em torno do nome
16:04do ex-presidente
16:05pode atrapalhar
16:07a estratégia
16:08dos partidos
16:09de centro-direita,
16:11de direita
16:11e provocar
16:12um racho,
16:13uma cisão
16:14nesse grupo,
16:15se você puder,
16:16entre e vote agora
16:17em jovempan.com.br.
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