- há 4 meses
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NotíciasTranscrição
00:00Bem, você de volta e atenção para essa dica.
00:06Vem aí o 21º Congresso Internacional de Inovação na Educação com o tema
00:12Educação em Movimento, Grandes Ideias, Novos Caminhos.
00:16Participação de Marcelo Tais, Nina Silva, Luciano Meira, Débora Garofalo,
00:23Zayka dos Santos, José Eduardo Santarém, entre outros.
00:26De 1 a 3 de outubro no Recife Expo Center ou 100% online.
00:31Maravilha, né?
00:32Inscreva-se já pelo site pe.senac.br barra congresso.
00:38A gente está aqui agora com essa maravilhosa Maria Alice Lima.
00:42Tudo bem?
00:42Tudo bem.
00:43Da Maria Alice Atelier.
00:45Gente, olha, me conta um pouquinho sobre a tua história, sobre as tuas peças.
00:49A marca existe há 11 anos.
00:51Eu estava no processo de querer fazer faculdade e aí eu tinha referência,
00:55tenho referência da minha avó, que é costureira.
00:57Sim.
00:58Comecei a costurar, vi que realmente era um caminho para mim.
01:01Fiz a faculdade de design de moda, sou formada como designer de moda
01:04e aí eu estou nisso há uns 11 anos, costurando.
01:07Ai, que maravilha.
01:08E você faz peças para criança.
01:12Olha que lindo, gente.
01:12A gente lançou ali infantil, que são essas camisarias.
01:15Isso é um vestido infantil.
01:16Esse daí é um dos maiores clássicos da marca, que é um crope de flor.
01:21Lindo.
01:21Ele é, assim, realmente o carro-chefe da marca.
01:24Então a gente hoje costura para criança, para a gente chamar de miudinhos, os miudinhos, os curumins.
01:30Sim.
01:30Costura para adulto também, unissex.
01:33Gente, olha que lindo.
01:34Bem estiloso, né?
01:36Gostei.
01:36E aí você desenha as peças, você costura.
01:39É, as estampas elas são todas autorais.
01:41E aí tem tanta referência do Nordeste quanto da religião de matriz africana, já que sou do candomblé.
01:46Sim.
01:47Ah, me diz uma coisa.
01:48Você estava dizendo que você agora terceiriza, né?
01:50É.
01:50Cresceu, é equipe, a produção me conta.
01:52É, que bom, né?
01:53É.
01:53A gente está ampliando.
01:55Uma parte ainda eu costuro, mas outra parte também a gente está começando a terceirizar.
02:00Então a gente já tem a costureira, que é a Mônica, que costura as camisarias.
02:03Tem a Cristiane também, que ajuda a gente nas partes infantis.
02:06Tem a bordadeira, que é a Suzana também, que auxilia a gente.
02:08Sim.
02:09E a gente está aumentando essa produção para poder atender o maior público possível.
02:13Agora, deixa eu te perguntar uma coisa.
02:14Tu fez a faculdade de design de moda.
02:17Isso.
02:18A graduação.
02:19E como é que foi para empreender?
02:20Porque essa coisa a gente não aprende na faculdade, não.
02:22Por mais que ensinem a gente, é no dia a dia, assim.
02:26Qual foi a tua luta, a tua dificuldade aí, nesse começo aí, lá atrás?
02:31Boa parte da minha família é empreendedora.
02:32Então, querendo ou não, eu tinha referência deles quanto empreendedor, autônomos também,
02:37que eles chamam, né?
02:38Autônomos, a gente chama de empreendedor.
02:39Sim.
02:40Mas, enfim, no começo foi bem difícil, até porque eu não tinha recursos financeiros
02:45para começar.
02:45Eu lembro que no começo foi minha tia que me ajudou, ela me deu uma máquina de presente.
02:50Segundo a moto, hoje eu lembro, foi o meu primeiro investimento, foi R$ 350,00.
02:53Até hoje eu lembro desse valor.
02:55E aí eu comecei a costurar, boa parte dos meus clientes eram amigas da faculdade.
02:58E aí depois foram as professoras, minhas professoras, e aí depois eu comecei a ampliar
03:03maior a produção da marca.
03:05Ai, que maravilha.
03:06E aí vem seguindo essa jornada, nesse desafio, já crescendo, né?
03:10Já acolhendo aí os frutos.
03:12E quem quiser comprar as tuas peças, como é que faz?
03:15A gente tem ponto físico, que é lá na MAP, que fica dentro do Centro Artesanato,
03:18no Marco Zero.
03:19Sim.
03:20E no site também, que é marialiceatelier.com.br.
03:23E aí vocês podem comprar por lá.
03:24E o Instagram?
03:26Marialiceatelier.
03:27Compre pelo Instagram também?
03:28Pode comprar.
03:28Pode falar com a gente, a gente geralmente encaminha para o site ficar mais prático,
03:32para o cliente escolher.
03:33Mas assim, muitos clientes pelo primeiro contato, vai pelo Instagram para depois ir para o site.
03:37E quem tiver de passeio aí, passeando no fim de semana no Recife Antigo,
03:40passa lá no Centro de Artesanato, né?
03:42Prova, escolhe.
03:43Porque essas peças são lindas, né?
03:46São autorais, é moda pernambucana, né?
03:49Muito bacana, viu?
03:50Obrigada, obrigada.
03:51Obrigada pela sua participação aqui no programa.
03:54Sucesso para você.
03:55Achei.
03:55Que você faça várias e várias coleções aí e cresça bastante.
03:59Que bom, obrigada pelo convite.
04:01E olha, obrigada pelo carinho da sua audiência.
04:03Amanhã a gente fala sobre pensão para ex-mulher.
04:06Nós se encontremos às 2h10 da tarde, logo após a Hora da Treta.
04:09Muito boa tarde.
04:21Você já olhou para o seu pai, para a sua mãe, para a sua avó, para a sua avó, ficou preocupada assim com alguns esquecimentos, né?
04:27Ou talvez conheça alguém na família que está passando por isso, assim, esquecido e tudo mais.
04:33Olha, ontem, 21 de setembro, foi o Dia Mundial de Conscientização do Alzheimer.
04:39E a gente trouxe a doutora Alexandra Siqueira Campos, que é médica geriatra e paliativista, que vai esclarecer as principais dúvidas sobre essa doença que mexe com tantas famílias, né, gente?
04:50O Alzheimer afeta mais de 1 milhão de pessoas no nosso país e a cada ano são 100 mil novos casos.
04:57Mas a boa notícia é que o SUS oferece tratamento gratuito e completo com remédios que ajudam a controlar os sintomas e dar mais qualidade de vida para o paciente e para a família.
05:08A gente vai entender agora com a médica quais são os primeiros sinais que a gente deve ficar atento.
05:14Boa tarde, tudo bem? Seja bem-vinda.
05:16Boa tarde, Thaís. Boa tarde a todos que estão nos assistindo.
05:19Bem, a doença de Alzheimer, a gente precisa dizer que é uma doença, né?
05:26Porque as pessoas habitualmente falam que o esquecimento endoso é natural, é normal, normaliza aquilo que não é normal.
05:35Então, se existe um esquecimento mais relevante e mais outros sintomas que eu vou citar, precisa procurar ajuda para tentar ver se é uma demência e se dentro das demências é uma doença de Alzheimer.
05:47Eu tenho outros tipos de demência.
05:50Agora, antes de você falar os sintomas, eu só queria entender o seguinte.
05:53É a idade que a gente começa a ficar mais atento nesse esquecimento, né?
05:58Assim, com 50 anos a gente já fica, opa, tá esquecendo, tá estranho, tá diferente.
06:03Ou já é numa idade mais velha que o Alzheimer acontece?
06:07Uma excelente pergunta. Na verdade, a prevalência maior começa a partir dos 60 anos.
06:13Mas essa prevalência é variável.
06:16Então, entre 60 e 65 anos, em torno de 2% da população brasileira tem demência de Alzheimer.
06:25Mas isso aos 90 vai para mais de 40%.
06:29Isso quer dizer que um fator de risco que a gente não consegue mudar é envelhecer.
06:35Então, antes disso, 50, 60, é possível ter demência e especificamente de Alzheimer?
06:42Sim, mas é muito mais raro.
06:44Essa demência mais precoce é mais comum quando eu tenho uma história familiar de doença de Alzheimer
06:52ou até quando eu tenho outros tipos de demência que acontecem entre os 50 e 60 anos.
06:57Entendi. Então, quais são os sintomas aí que a gente deve ficar atento?
07:01Todo mundo sempre fala do esquecimento, né? E ele é importante.
07:04Então, aquele esquecimento que a pessoa se torna repetitiva porque não absorveu sua informação
07:10e tem pergunta de novo, esquece compromissos.
07:14Isso começa a dificultar a manutenção de uma rotina familiar, uma rotina mesmo dele própria.
07:21Então, ele começa a esquecer de almoçar ou de tomar café, esquecer de tomar banho na hora certa.
07:28Isso são esquecimentos relevantes.
07:31Mas não é só isso.
07:33Então, eu também tenho dificuldade, por exemplo, de desorientação temporal e espacial.
07:38Então, eu posso ter um paciente que se perde, se perde na rua ou começa a ter dificuldade de lembrar datas.
07:45Aquela pessoa que sempre lembrava de todas as datas e agora ela não lembra mais.
07:50Além de dificuldades, por exemplo, de julgamento.
07:54Então, são pessoas muito vulneráveis a alguém aplicar um golpe.
07:58Porque fica com certa dificuldade de entender se aquilo ali é bom ou não mesmo.
08:05A agressividade também é um sintoma?
08:07Sim. Os sintomas comportamentais, eles são muito prevalentes.
08:12E eu posso ter desde a fase leve até a fase grave da doença.
08:17E eu digo que existe um livro de psiquiatra inteiro dentro desses sintomas comportamentais.
08:22Porque eu posso ter um paciente que fica deprimido ou choroso, ou simplesmente não quer fazer nada com apatia.
08:29Mas eu posso ter aquele agressivo, agressivo para os outros, hipersexual, que é uma coisa que não se fala muito.
08:38Com alucinações.
08:40E isso, esses sintomas comportamentais é uma das coisas que mais trazem a sobrecarga para quem cuida.
08:48É verdade.
08:49Isso é importante.
08:50A pessoa que convive com um familiar que tem Alzheimer é muito difícil.
08:56Não é fácil.
08:56E a gente sabe que numa família, né, os pais, muitas vezes, são muitos filhos, mas não são todos, né, que cuidam dos pais.
09:05Acabam sobrecarregando um ou dois que vivem ali naquela vida difícil de luta, né, cuidando do paciente com Alzheimer.
09:13E o tratamento?
09:14A pessoa foi diagnosticada com Alzheimer.
09:17Cura não existe, né, a gente sabe.
09:19Mas existe...
09:20Ainda não.
09:20Ainda não, né?
09:21Talvez seja um pouco perto de ter, né?
09:23Mas existe aquele tratamento para amenizar os sintomas.
09:27Quais são eles?
09:28A demência de Alzheimer, a primeira coisa, é muito importante a gente diagnosticar o quanto antes.
09:34Porque se eu diagnostico na fase leve, eu tento entender quem é essa pessoa, quem é esse ser biográfico através dele mesmo.
09:43Ele consegue me dizer do que gosta, do que não gosta, quais são os seus valores, o que faz sentido para melhorar a qualidade de vida dele.
09:49Mesmo que ele esteja meio confuso.
09:52Quando isso é lá na frente, é mais difícil.
09:55E os tratamentos que hoje a gente tem, assim, pelo SUS, muito difundido, são medicações sintomáticas.
10:03O que quer dizer isso?
10:04Eu consigo lentificar a doença.
10:08Lentificar aquela perda progressiva da memória e de outras coisas.
10:13Mas eu não consigo estacionar a doença.
10:15E aí você me perguntou sobre, além disso, o que é que eu tenho, né?
10:20Quais são os avanços?
10:22Então, hoje se fala de uma vacina.
10:25Na verdade, existe a imunoterapia.
10:28Já foi aprovada aqui pela Anvisa o Dona Nemab.
10:31Mas assim, os resultados, ele foi aprovado, mas ainda com resultados modestos.
10:36sobre a melhora da cognição, né?
10:40Da memória e de outros domínios cognitivos.
10:44É uma vacina que se toma, não para prevenir o Alzheimer, mas para quem já tem Alzheimer.
10:49Para quem já tem.
10:50E diminuir os sintomas, né?
10:52Seria uma medicação que a gente chama modificadora do custo da doença.
10:56Ou seja, realmente tentar estacionar.
10:59Entendi.
11:00Mas eu ainda não tenho um resultado claro.
11:04Acredito que a gente precise de um tempo maior sendo tratado pessoas de vida real e não só nos estudos.
11:11Para que a gente veja realmente qual é o tamanho do benefício que essa droga vai ter.
11:16Entendi.
11:17Droga caríssima.
11:19Caro, né?
11:19Caríssima.
11:20Ainda...
11:21Mas olha, estamos no caminho, né?
11:22Estamos no caminho.
11:23De ter uma luz no fim do túnel, né?
11:26Para essa situação aí.
11:28Agora, olha, presta atenção você, tá?
11:30Mesmo que não tenha um paciente na família.
11:34Vê só.
11:35Vamos supor que eu tenho uma predisposição para ter Alzheimer.
11:38Não sei, né?
11:39Eu sou nova ainda, vou ter Alzheimer.
11:42Se eu tiver, se eu tiver essa predisposição, daqui a um tempo.
11:45Ou se tiver um choro na família, eu já fico ali alerta que posso ter.
11:48O que eu posso fazer hoje para retardar o aparecimento dessa doença?
11:54Caso ela venha a aparecer.
11:56Essa é a pergunta 10 em 10 do meu consultório.
12:00Na verdade, é uma preocupação de todo mundo que convive com um paciente com doença de Alzheimer.
12:06Na verdade, a gente hoje tem vários estudos.
12:09A cada 2 ou 3 anos, Livingston faz um estudo mostrando quais são os fatores de risco que eu posso controlar
12:15para diminuir o risco de ter a doença.
12:18E eu tenho vários.
12:19Eu tenho 14 fatores de risco que eu posso controlar.
12:22Sim.
12:22Embora as pessoas não queiram, né?
12:24Sim.
12:25E que seriam muito essenciais e que conseguiriam reduzir em 45% o desenvolvimento da doença.
12:32E por que eu falo isso?
12:34Porque muitas pessoas ficam, será que eu não tenho como geneticamente estudar?
12:39Ou no soro, tentar ver qual é, se eu tenho ou não, aquelas alterações da doença de Alzheimer?
12:46Até eu posso, uns 10 anos antes.
12:49Mas o que é que eu vou fazer com esse dado se eu não tenho nada de medicação?
12:54Sim.
12:54Então, talvez seja um dado que acabe deixando você com a espada aqui no meio da cabeça, preocupada.
13:00Então, eu falo, foca nos fatores de risco.
13:02Sim.
13:03Que seriam quais?
13:04Sedentarismo, etilismo excessivo, tabagismo, fumar demais.
13:09Fumar, beber álcool, evita, né?
13:13Se é sedentário, evita também, vai fazer alguma atividade física.
13:17O cérebro, assim, aquela coisa de leitura, ler o livro todo dia.
13:20Estimular, né?
13:21Aprender um novo idioma.
13:23A gente já tem um paciente aqui do Nordeste com baixa escolaridade, isso já conta contra, né?
13:30Então, eu preciso que ele se estimule.
13:31Nem todo mundo vai ler, mas ele pode fazer um curso daquilo que ele gosta, um curso de artes, um curso de língua.
13:37Ele tem que estar sempre fazendo a cabeça trabalhar, né?
13:41Então, se você ler, se você continua sempre estudando, isso vai te ajudar.
13:48Mas também lembrar de controlar bem suas doenças que vão levar a alterações vasculares.
13:54Pressão alta.
13:55Pressão alta, diabetes, colesterol, se você já infartou ou não, vai ter o cuidado.
14:02Tudo isso vai te ajudar.
14:03Mas eu acho que um fator que é muito importante a gente falar, que o idoso não gosta, é déficit visual e déficit auditivo.
14:12Ele não quer usar o aparelho auditivo.
14:15E isso aumenta o risco dele ter demência.
14:18É, porque fica ali isolado no mundinho dele, né?
14:20E não fica socializando com outras pessoas, né?
14:24Doutor, olha, a gente tá falando aqui de vários fatores, né?
14:27Que são importantes pra retardar, né?
14:29Ou minimizar os impactos de um futuro Alzheimer.
14:33Atividade física é uma delas, né?
14:34Seja qual for, né?
14:36Natação, caminhada, corrida, que tá na moda, né?
14:40Olha só, vamos acompanhar esse VT aqui agora, porque fazer atividade física é essencial pra evitar, né?
14:45Ou retardar o surgimento de várias doenças, incluindo Alzheimer.
14:48A gente vai mostrar agora um grupo 60 a mais, gente, que optou pela dança como forma de manter a saúde em dia.
14:56O letreiro na parede deixa claro, aqui a vibe é boa, vibrante como a música que convida o corpo a estar em movimento.
15:06A dança é prazer e pode ser um benefício poderoso, ajudando no tratamento e na prevenção da doença de Alzheimer.
15:15Fortalecendo o cérebro e evitando a perda de memória associada ao envelhecimento e à demência.
15:23Por que que a senhora começou a dançar?
15:25Eu comecei a dançar porque eu amo dançar, né?
15:28E eu comecei errando pra lá, entrou e o povo ia pra um lado, eu ia pro outro.
15:32Mas fui indo e me adaptei, eu acho que dá uma alegria muito grande.
15:36Quando a gente sai daqui, já sai transformada, cheia de alegria mesmo.
15:40Pronta pra enfrentar a semana, o dia inteiro.
15:42E me diga uma coisa, a senhora conseguiu perceber alguma melhora na sua saúde mental, na sua saúde física, depois que começou a dançar?
15:50É, sempre tem uma contribuição pra isso, não é?
15:54Porque a gente tem que acompanhar os passos e isso vai mexer na memória, não é isso?
15:58O que foi que ele trouxe aqui pra aula de dança?
16:01Foi que eu tinha problemas de depressão, ansiedade, vários problemas, né?
16:06E a dança me liberta.
16:09Já sai daqui, mesmo que eu venha bem pra baixo, quando eu saio daqui, já sai outra.
16:15E a dança, você consegue perceber que até a memória é ativada aqui na dança?
16:19Porque tem que lembrar a coreografia, tem que lembrar o passo e lembrar qual é a música que tem aquela coreografia.
16:24Com certeza, é um treino mesmo pra que as coreografias pra gente lembrar.
16:29Então é um treino de memória muito bom, muito bom mesmo.
16:32E divertido ao mesmo tempo?
16:33Com certeza, às seis horas da manhã a gente já tá começando o pique.
16:37Tenho síndrome do pânico e a depressão.
16:40Aí, então, minha filha também é da área de saúde, de ginástica, ela é professora de ginástica,
16:45então ela me disse, mãe, vá pra academia, você vai se sentir bem, então.
16:49Aí eu vim pra cá, realmente, me senti muito bem, sou muito bem recebida.
16:54Outro dia eu passei mal, o pessoal me deu total acolhimento, sabe?
16:57E eu tô sempre que posso, eu tô aqui, tô sempre que posso.
17:00Quando eu não venho, eu fico me sentindo mal.
17:02A dança é uma forma de melhorar o seu humor, de melhorar a sua saúde, né?
17:06Muito, todo mundo assim, sabe?
17:07Eu me senti uma outra família.
17:09É difícil de explicar, sabe?
17:12Assim, porque você se sente bem, porque esquece, sabe?
17:16Você fica se esquecendo dos problemas, você se esquece de outra coisa,
17:19porque um brinca, outro brinca.
17:21Tá entendendo?
17:21A gente ri com o outro.
17:23Eu tô aqui com o Pedro Silva, que é professor de ginástica de academia.
17:26Pedro, me diz uma coisa, por que a dança funciona tão bem, né?
17:31Nesse tratamento contra o Alzheimer, pra ajudar na memória, né?
17:35Ajudar o corpo de forma geral.
17:37Os benefícios da dança, né?
17:38Eles trazem muito da mente ao corpo.
17:41Então, justamente, uma força muscular, né?
17:44Um poder mais cognitivo de lembrar os passos,
17:47de fazer com que a gente lembre com frequência, né?
17:49Os passos e também a desenvoltura, o social, né?
17:53Trabalhar o coletivo junto com elas é muito importante, né?
17:57Elas estarem aqui no meio de outras alunas.
17:59É praticamente, assim, uma coisa muito boa.
18:07Olha aí, bacana, né, doutora?
18:10As pessoas se assentam mais aí, se exercitando, né?
18:12Indo em busca de manter a saúde em dia.
18:15Obrigada, viu, pela sua participação aqui.
18:17Volte mais vezes.
18:17Obrigada, eu que agradeço.
18:18Me chamar sobre qualquer assunto de envelhecimento é importante,
18:23ainda mais a doença de Alzheimer que tanto angustia as famílias.
18:28Maravilha, tá bom.
18:28Muito obrigada.
18:29Olha, a gente faz rápido intervalo e daqui a pouco tem dicas de empreendedorismo
18:33no quadro Vitrine.
18:35Já, já.
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