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A Missão da Venezuela na ONU informou que navios militares dos Estados Unidos devem chegar à costa venezuelana no início da próxima semana. O chanceler Yván Gil pediu a atuação da Organização para conter possíveis ações americanas, enquanto Washington afirma que o objetivo é combater cartéis de drogas na região.
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NotíciasTranscrição
00:00Voltando aqui também à análise do tabuleiro geopolítico internacional,
00:03pessoal, olhando um pouco aqui para o nosso hemisfério, né?
00:07Os Estados Unidos, como vocês acompanharam, né?
00:10Haviam enviado há mais de uma semana vários navios militares,
00:13porta-aviões, um submarino nuclear para a costa da Venezuela,
00:17ou ali nas imediações da zona marítima da Venezuela.
00:20Agora, nesse meio tempo, o navio foi, voltou e agora está indo de novo.
00:25Isso porque também deu, enfim,
00:26talvez o tempo não ajudou muito ali nos marrevolto.
00:30Ali no próprio Mar do Caribe, também no Atlântico como um todo.
00:34Minha diretora, Lina, podemos trazer o nosso próximo colaborador?
00:37Por que não?
00:38Eliseu Caetano, ninguém melhor que Eliseu Caetano,
00:39está conosco diretamente da Flórida, vai poder trazer aqui o contexto.
00:43Por que essa demora para a chegada dos americanos, hein?
00:45As águas caribenhas? Conta para a gente.
00:50Salve, salve, André Marinho.
00:51Muito bom dia para você, para os nossos colegas debatedores,
00:54e claro, para todo mundo que acompanha o Morning Show,
00:56a gente chega ao vivo direto dos Estados Unidos
00:58para explicar melhor esse vai e vem da frota militar dos Estados Unidos,
01:04que elevam e depois abaixam a temperatura com relação Estados Unidos e Venezuela.
01:11Então vamos lá, vamos por etapas.
01:13Vamos começar pelo início,
01:15como diria minha avó Dona Arlete lá em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro.
01:19Tudo começou quando os Estados Unidos conseguiram fazer com que
01:23organizações criminosas de diversos países da América Latina e da América Central
01:28se tornassem organizações terroristas.
01:32Essa mudança de nomenclatura permitiu que os Estados Unidos
01:34se colocassem à disposição de fazer algumas operações contra o narcotráfico
01:41nesses países, mesmo que sem a autorização dos líderes dessas localizações,
01:49dessas localidades, melhor dizendo.
01:51E aí o que aconteceu?
01:53Primeiro país a receber aí um reforço no patrulhamento antidrogas,
01:58escolhido foi a Venezuela,
02:00que é liderada já há alguns anos por Nicolás Maduro.
02:04Claro que o regime de Maduro se colocou contra essa situação,
02:08mas o Washington não voltou atrás da decisão
02:11e enviou na semana passada três navios, porta-aviões, submarinos nucleares
02:17para o mar internacional, próximo ali ao mar territorial da Venezuela,
02:23próximo à costa da Venezuela.
02:24Eles não chegaram a entrar na Venezuela,
02:26eles ficaram em águas internacionais.
02:29Com a passagem do furacão Erick,
02:31que foi um furacão que subiu muito rapidamente de categoria da 1 para 5,
02:35que é a máxima,
02:36o governo americano decidiu convocar todo esse artefato militar
02:40de volta para cá, para os Estados Unidos.
02:43Mais de 4.500 militares estavam fazendo parte dessa operação,
02:47cerca de 2.200 fuzileiros navais.
02:50Voltaram todos para a base, aqui no estado da Virgínia,
02:53para a base naval.
02:54E aí, como o tempo aqui melhorou,
02:56o que o governo americano fez?
02:59Mandou todo mundo de volta para a costa da Venezuela.
03:02Aliás, devem estar chegando lá nas próximas horas com reforço.
03:08E aí, por que eu digo com reforço, Marinho?
03:10Porque além de todo esse aparato,
03:12que a gente já vem comentando aqui há alguns dias,
03:14mais de três navios, submarinos nucleares,
03:17porta-aviões, mais de 4.500 militares,
03:20outros navios e outros submarinos estão sendo anexados,
03:25estão indo para lá para reforçar esse patrulhamento,
03:30entre aspas, antidrogas no mar internacional,
03:33em águas internacionais perto da Venezuela.
03:36Os Estados Unidos ainda não afirmam se vão ou não vão realizar
03:40algum tipo de invasão ou ataque, seja por terra, ar ou mar.
03:44Mas há, obviamente, uma grande expectativa e um medo lá na Venezuela
03:47de que isso aconteça.
03:48Tanto que eles já até reforçaram ali a fronteira,
03:51o policiamento na fronteira com a Colômbia,
03:54com cerca de 15 mil homens, Marinho.
03:57Isso aí, eu imagino que, enfim,
04:00é raro a gente ver talvez uma intervenção bélica, militar,
04:03concreta, física, vindo ali rumo ao nosso continente.
04:06O pessoal já fica todo estremecido,
04:08achando que é o fim do mundo.
04:09Com certeza está uma turbulência instalada cada vez mais dentro da Venezuela,
04:13que já era, enfim, uma paranoia completamente ali entranhada
04:17no Palácio Miraflores, ali em Caracas.
04:20Agora, o importante é a gente também lembrar a nossa audiência
04:22que isso aqui é guerra de verdade, não é Call of Duty,
04:24não é videogame.
04:26Então, realmente pode ter um custo humano
04:28e tem também toda uma estratégia militar
04:30que a gente vai seguir acompanhando.
04:31Agora, Eliseu, o fato é que a Venezuela está afirmando
04:34que os navios chegam na semana que vem
04:36e, já se antecipando, foi pedir ajuda,
04:39foi pedir arrego ali na ONU, pelo visto,
04:42contra essa escalada das tensões na região.
04:44É por aí?
04:44Exatamente, Marinho.
04:48Por conta da escalada das tensões envolvendo Estados Unidos e Venezuela,
04:52por quê?
04:52Porque o governo americano enviou e voltou com esses navios.
04:56Teve esse vai e vem, né?
04:57Isso deu tempo para que Nicolás Maduro
04:59se organizasse, organizasse o regime dele
05:04em termos de defesa.
05:05Ele fez uma convocação nesse final de semana
05:06que a gente acompanhou aqui no plantão do jornalismo da Jovem Pan,
05:10convocando mais de 4 milhões de camponeses,
05:15homens, adolescentes e até mulheres.
05:19Quem quisesse ir lá e se colocar à disposição
05:22para servir na milícia venezuelana,
05:25pode fazer durante esse final de semana.
05:27Não temos ainda o número exato
05:29de quantas pessoas se alistaram nessa milícia.
05:31Ele disse, ele, Nicolás Maduro,
05:334 milhões, 4 milhões e meio era a expectativa dele
05:36e do regime dele ali de angariar apoio popular,
05:40distribuindo ali rifles e tudo mais para a defesa, né?
05:43Segundo ele, a defesa da soberania venezuelana.
05:47Só que isso também irritou a Casa Branca
05:50e por isso esse reforço que a gente estava falando.
05:53Mais três navios, mais submarinos,
05:55inclusive um submarino nuclear.
05:57E aí, por causa disso, o Ivan foi lá...
06:02O Ivan é um chanceler da Venezuela
06:04e ele fica baseado aqui nos Estados Unidos
06:07e ele foi até a ONU ontem
06:10conversar sobre essa questão da tensão diplomática
06:13entre os dois países.
06:14O nome dele é Ivan Gil
06:15e ele apresentou à ONU um pedido formal de apoio
06:19diante dessa movimentação militar norte-americana
06:22lá no mar do Caribe.
06:23E aí ele está dizendo o seguinte,
06:26é sim um medo da Venezuela
06:27de uma intervenção militar americana,
06:30mas ele também disse que isso viola
06:32o tratado de Tlatelouco,
06:35que foi assinado, Marinho, em 1967
06:37e que estabelece a América Latina e o Caribe
06:40como zona livre de armas nucleares.
06:44E ele disse que a Venezuela está diante
06:46de um desrespeito inaceitável
06:48ao direito internacional.
06:50Ele teve uma conversa, inclusive,
06:52com o Antônio Guterres,
06:53que o secretário-geral da ONU foi pedir ajuda.
06:56Resta saber se a Casa Branca ouve a ONU, né?
06:58Porque as relações ali, Estados Unidos e ONU,
07:01também andam bem turbulentas
07:03nesses últimos meses.
07:05Marinho.
07:06Uma coisa é o povo venezuelano,
07:08o bravo povo venezuelano,
07:09passando todo o sufoco e o drama humanitário
07:12que eles passam há tanto, tanto tempo.
07:14Outros são os capangas e o líder do narcoterrorismo
07:18ali instalado por Nicolás Maduro
07:20e tudo o que ele representa, né?
07:22Então, sinceramente, a Venezuela de Maduro
07:24pedir arrego na ONU
07:26é quase o maníaco do parque
07:28pedir benefícios da Lei Maria da Penha.
07:30Então, sinceramente, não se sustenta
07:32e realmente parece que os dias deles estão contados.
07:35Obrigado, Eliseu, pela participação.
07:39Impressionante, né?
07:40Agora, enfim, ninguém vai dar um ponto sem nó,
07:44ainda mais porque já há estimativas
07:45que essa operação, Fernando Fonseca,
07:47já está quase na casa de um bilhão de dólares.
07:50Ou seja, operações militares de larga escala
07:52não são videogame, não são coisas do dia para a noite.
07:55Então, também não são jogos de tabuleiro, né?
07:57O pessoal precisa entender isso.
07:58É verdade.
07:59Tudo na política tem o que está sendo dito como discurso
08:02e tem o que tem as intenções por trás, né?
08:05Nesse caso, o discurso que é muito digno,
08:08que é combate às drogas,
08:09que assola tanto o país de segundo mundo,
08:12de terceiro mundo,
08:13como o país de primeiro mundo, como os Estados Unidos,
08:15é uma causa nobre.
08:17Mas a gente sabe que, por trás disso também,
08:19o Trump está fazendo,
08:20ele está empreendendo uma guerra
08:22contra ameaças externas aos Estados Unidos.
08:24Ele tem uma política do America First
08:26e tudo que ele vê como uma ameaça aos Estados Unidos,
08:30ele parte para cima.
08:32É algo que insufla a base dele,
08:34que agrada aos eleitores dele
08:35e ao americano como um todo,
08:37que é um povo muito patriota.
08:38Então, eu vejo esse movimento dele
08:40como uma posição firme dele contra as drogas,
08:43mas também como uma posição firme dele
08:45contra ameaças externas,
08:48o que acaba também por aumentar a popularidade dele
08:50dentro do país.
08:51Mas é difícil sustentar que a Venezuela
08:53represente uma ameaça aos Estados Unidos,
08:55no sentido de que, bom,
08:57ninguém em sã consciência imagina
08:59que o exército venezuelano
09:01vá fazer alguma coisa contra os Estados Unidos.
09:04E aí, quando o critério é...
09:06A Venezuela só ganha dos Estados Unidos
09:07no Miss Universo.
09:09Pois é.
09:10No Miss Universo, eles são imatíveis.
09:12Acho que nem no beisebol, né?
09:13Não.
09:15E quando a gente pensa no critério
09:17do descontrole da situação das drogas,
09:20vale lembrar a Colômbia, por exemplo,
09:21semana passada,
09:23teve 18 mortos
09:25numa operação atribuída a dissidentes das Farc.
09:28Então, é aquela história.
09:30Se for para ser polícia do mundo todo,
09:33o critério vai ficar sempre difícil.
09:35Então, eu não sei até que ponto
09:37vai ter algo concreto
09:39a partir dessa viagem
09:41dos navios americanos.
09:43Vale lembrar, eles já vieram, voltaram,
09:45agora estão vindo de novo.
09:46E talvez voltem.
09:47Não sei se vão fazer uma operação
09:51invasão da Venezuela.
09:52Mas muitas dessas drogas vão para os Estados Unidos, né?
09:54Isso daí é fato.
09:55Mas da Colômbia também e de todo...
09:57Eu acho que não é uma guerra do Trump
09:59contra a Venezuela em si,
10:01mas sim por ser uma rota ali
10:03muito importante do narcotráfico,
10:04que é uma questão da campanha,
10:06como o Fernando aqui colocou,
10:07como o Trump colocou na sua campanha
10:09que ele ia rechaçar e extirpar
10:12toda a forma ali de traficância
10:14e é uma rota que atrapalha a entrada.
10:17Na verdade, atrapalha não, né?
10:18É facilitada com a entrada nos Estados Unidos
10:21e, inclusive, é uma informação importante
10:23que o Eliseu trouxe
10:24que estava em águas internacionais.
10:25O que isso representa?
10:26Águas internacionais
10:28não é de nenhum território nem de outro.
10:30Vale a bandeira do navio.
10:32Então, eu não vejo ali uma problemática
10:34com relação a ele ir e vir
10:36porque ele teria essa liberdade de fazê-lo
10:38e se for para poder garantir ali
10:40de alguma forma os Estados Unidos,
10:42a segurança dos Estados Unidos
10:43com relação ao enfrentamento, né?
10:45Que, na verdade, nós temos várias convenções
10:47de enfrentamento ao tráfico de drogas.
10:49Então, se isso é feito neste cenário,
10:51que eu acho que é,
10:52eu não vejo também problemática.
10:53Acho até que é válida, né?
10:55Essa inserção aí dos navios
10:58indo e voltando nessas águas internacionais.
11:00Eu só não sei se é efetiva, né?
11:02No sentido de que o mercado ilegal,
11:04ele se adapta.
11:05Então, se você está com uma frota de navios
11:09numa determinada rota,
11:11ele vai para outra, né?
11:13O que acaba acontecendo é isso.
11:15Então, acaba, na minha visão,
11:17sendo, muitas vezes,
11:19um exercício de enxugar gelo.
11:21Sim, eu acho que ele coloca isso
11:22para poder falar para o narcotráfico,
11:24ó, eu estou aqui.
11:25Mas, se você for ver efetividade,
11:27mano, realmente ele vai migrando.
11:29Então, se está o navio daqui,
11:31ele manda para o outro lado.
11:32Mas eu acho que o método preventivo,
11:35ele é válido em todo e qualquer crime.
11:37Não seria diferente,
11:38se a gente for falar da narcotraficância,
11:40que é um dos crimes mais rentáveis ali do mundo, né?
11:42Enfim.
11:43Lembrando que o cartel dos sóis,
11:45o cartel da Los Salles,
11:46é o braço ali logístico
11:48para infectar o território americano
11:50com todo esse fluxo bizarro de entorpecentes
11:53e quase que destruindo ali
11:54várias comunidades americanas por dentro.
11:56O próprio Trenderágua também tem células em Nova Iorque,
12:00em Los Angeles, em Dallas, em Houston.
12:02Então, vem causando vários problemas ali
12:04a nível social para os americanos
12:06há muito, muito tempo.
12:07Então, acho que nesse sentido,
12:09acho que tem uma justificativa ali
12:11e o senso de urgência
12:12que é causado pela forma cúmplice, né?
12:16Que o próprio Nicolás Maduro
12:18vem arquitetando isso por trás.
12:19Só um breve...
12:21Eu vou com o teu cumprimento, Fernando Fonseca,
12:23mas também engajando a nossa audiência,
12:25o Pancho Villa disse que é isso mesmo,
12:27tem que partir para cima do narcotráfico
12:28e resolver essa parada.
12:29Vamos lá.
12:30Há um ponto até maior geopolítico
12:32para se fazer nesse cenário.
12:33Não vamos esquecer que a Venezuela
12:36é um regime fechado, ditatorial,
12:38que tem uma enorme afinidade
12:40com países semelhantes,
12:41como Rússia, China, Irã.
12:44A Venezuela vende muito petróleo para a China.
12:48É um grande parceiro comercial da China.
12:50A Rússia tem empresas
12:51que exploram petróleo na Venezuela.
12:54Então, isso talvez não esteja tão claro
12:56ainda nesse momento,
12:57mas vai se tornar mais claro
12:58ao longo dos próximos anos,
12:59é que está existindo uma divisão
13:00entre dois eixos no globo.
13:03É quase como se fosse uma nova Guerra Fria.
13:05Você vai ver países de regimes
13:06abertos, democráticos,
13:08como Estados Unidos, Europa e outros países,
13:10de um lado,
13:10e outros países de regimes mais fechados,
13:13autocráticos, como China, Rússia, Irã,
13:15a própria Venezuela.
13:17E o Trump já se colocou
13:18como uma liderança forte, enfática,
13:22desse grupo mais do Ocidente,
13:24vamos assim dizer,
13:25contra esse outro grupo.
13:26Então, todo mundo que estiver
13:28se aproximando a esse outro grupo
13:29vai sofrer sanções ou até ações,
13:33sejam elas mais figurativas
13:35ou mais ostensivas,
13:36como essa da Venezuela,
13:37dos Estados Unidos.
13:39Os Estados Unidos, sob o Trump,
13:40estão tentando retomar
13:42aquela hegemonia
13:43e aquele papel realmente
13:45de polícia e delegado do mundo.
13:47É isso aí, pessoal.
13:47Quando um regime,
13:48quando um governo vira um cartel,
13:50aí realmente o narcotráfico
13:51começa a desconhecer fronteiras
13:52e atravessar e atropelar
13:54tudo que veio pela frente,
13:55infectando milhões e milhões de pessoas.
13:57E agora o Trump dando
13:58a única forma de conter isso,
14:00talvez seja realmente
14:01com lei, com força,
14:02realmente de forma resoluta
14:04e, por que não,
14:06com o porrente.
14:07Não é muito
14:24ou não,
14:26claro que só
14:27é muito importante
14:27e tudo
14:30é muito importante
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