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  • há 5 meses
O INSS enfrenta uma grave crise de credibilidade após denúncias de fraudes que desviaram mais de R$ 6 bilhões entre 2019 e 2024. Milhões de aposentados e pensionistas sofreram descontos não autorizados em seus benefícios.

Em entrevista, o presidente do INSS, Gilberto Waller, afirmou que o ressarcimento das vítimas é prioridade e que o órgão já devolveu mais de R$ 1 bilhão a 1,6 milhão de pessoas. Ainda assim, mais de 5,3 milhões de brasileiros contestaram cobranças indevidas.

O caso levou à abertura de uma CPMI no Congresso para investigar responsabilidades e propor medidas contra novas fraudes.

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Transcrição
00:00O INSS está com a imagem manchada.
00:03O presidente do Instituto, Gilberto Waller,
00:05reconheceu que os casos de fraudes contra aposentados e pensionistas
00:09abalaram a confiança na instituição.
00:11Em entrevista à CNN, ele defendeu que o ressarcimento das vítimas
00:15é fundamental para recuperar a credibilidade
00:17e também afirmou que o órgão vem trabalhando para agilizar o reembolso
00:21e responsabilizar os culpados.
00:23Essa declaração dele se refere a uma operação da Polícia Federal
00:26e também da CGU, que revelou um esquema nacional de descontos
00:30não autorizados em benefícios.
00:32Tudo isso aconteceu entre 2019 e 2024
00:35e mais de 6 bilhões de reais foram desviados.
00:39De acordo com o Waller, mais de 5,3 milhões de brasileiros
00:42já contestaram descontos indevidos
00:45e pouco mais de 1,5 milhão recebeu de volta cerca de 1 bilhão de reais.
00:50O presidente garantiu que a ideia é não deixar ninguém para trás.
00:54E vale lembrar também que em meio a essas denúncias
00:57o Congresso já instalou, nesse ano, uma CPMI
01:01para investigar as fraudes do INSS
01:03com o objetivo de apurar e também de responsabilizar
01:06e propor medidas que evitem novos prejuízos aos aposentados.
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