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No encontro de notáveis da saúde digital, Mônica Salgado e Dr. Cristiano Nabuco explicam os efeitos do excesso de telas: crianças e adolescentes cada vez mais isolados, adultos ansiosos e menos interação entre as pessoas. A resenha é séria!

Assista ao Pânico na íntegra: https://youtube.com/live/KC8HiBqOUs0

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00:00Esse é um assunto que a gente adora debater e o nosso Nabuco aqui já veio, você também é uma pessoa muito presente na rede social, né Mônica?
00:09Então é legal a gente passar pra nossa audiência pra abrir a cabeça, principalmente porque a gente tá numa relação dopaminérdica com um vício terrível.
00:18Não sei vocês, mas ó, aqui o Guérez já tá mandando um WhatsApp, o Morgadão já tá fechando uma conta no Pix, o Alba comprando fralda e o Gani prestando atenção.
00:28Mas o tempo inteiro a gente tem a distração. Você sente isso, esse vício?
00:32Dizem que são as micro-ocupações, né? Você não fica mais brisando, como diz o meu filho.
00:37Você tá sempre, você não tem o que fazer, você abre o celular e fica ali no scroll infinito, né?
00:43Eu acho, Dani, assim, eu reflito muito sobre isso e eu falo muito sobre isso, tanto no meu livro quanto nas minhas palestras.
00:49Eu acho, doutor, me corrija se estiver errada, que a gente, essa necessidade de validação que a gente encontra nas redes sociais,
00:56essa mania de comparação que a gente encontra nas redes sociais, esse nosso desejo de ser apreciado, né?
01:02Que foi elevado a inésima potência com as redes sociais, ele sempre existiu.
01:06É humano, né? Lá, desde os tempos das cavernas...
01:08Comparação ao...
01:09Comparação.
01:10Era, inclusive...
01:10A aprovação.
01:11A aprovação do outro. O outro sempre foi o nosso espelho, o nosso eco.
01:15E eu acho que, inclusive, foi até uma questão de sobrevivência lá atrás.
01:18Porque você tinha que ser apreciado pelo seu grupo até pra ganhar a proteção dele.
01:22A grande questão hoje é a escala.
01:25É a escala disso.
01:27Então, antigamente, você tinha ali o seu grupo, a sua comunidade, a sua vizinhança, a sua família, seus amigos.
01:31E hoje você tem ali o céu é o limite, né?
01:34Você tem ali milhares e milhões de seguidores e de pessoas.
01:38E me parece que o cérebro, talvez, não tenha evoluído para absorver esse tanto de necessidade de dopamina
01:45e de validação que a gente tem.
01:47Talvez o tempo da tecnologia tenha sido mais veloz do que o tempo da evolução.
01:51Então, acho que hoje a gente lida com os malefícios da escala dessa necessidade de validação e de aprovação.
01:58E eu vivo isso na pele todos os dias.
02:02Imagina, cada conteúdo que eu subo.
02:03É, tem até um termo, né? Que é o cérebro apodrecendo, né?
02:06Tem isso, né, doutor?
02:07Tem.
02:08O que acontece, na verdade, é que nós temos, ao longo do dia a dia, uma série de atividades que fazemos
02:14e cada uma vai recrutar uma determinada área do cérebro.
02:17Na medida em que você começa a utilizar as telas de uma forma quase que ininterrupta,
02:23isso começa a criar uma sobrecarga tão grande que faz com que muitas funções comecem, então, a se deteriorar.
02:31Daí a expressão do cérebro empobrecido.
02:34Então, o que acontece?
02:36Hoje a gente não tem mais a perspectiva de parar para refletir.
02:40Por exemplo, você está em algum lugar, numa fila, foi engraçado, peguei hoje o elevador para o meu consultório,
02:47várias pessoas apertaram ali, segundo andar, terceiro, todo mundo pega o telefone, quer dizer,
02:52não vai dar ali dois ou três segundos.
02:54Então, isso virou, na verdade, um hábito muito negativo que roubou da população hoje
03:00a perspectiva de você pensar em você mesmo.
03:03É como se você estivesse, então, num Big Brother contínuo.
03:07E isso, obviamente, vai criar um desgaste cerebral muito grande.
03:10Tem o, Albeto, a Dilema das Redes, você já deve ter assistido alguma vez, né?
03:14A turma também, Dilema das Redes, que a turma mostra, né, os engenheiros do Google, Facebook,
03:19como eles usaram a notificação para deixar a gente viciadão, né?
03:23Você que também está viciadão no celular, você produz muito conteúdo, cara.
03:26Três vídeos por dia no YouTube, tem que postar e por aí vai.
03:30Agora vai para cinco vídeos, agora com filho.
03:32Com filho, sem clima em casa nenhum.
03:34Então, e quem trabalha? O Zuzu, ele puxou bem.
03:38Quem trabalha? Porque, por exemplo, vai, a gente está aqui, todos nós, né,
03:42que a gente fica fazendo conteúdo.
03:43Aí faz conteúdo para o YouTube, faz conteúdo para o Instagram.
03:46Aí você tem que mandar aquela notinha para o trabalho.
03:49Aí você já entra no aplicativo.
03:50Você tem meio que já uma rota, né?
03:52Quando você pega o seu celular, você entra no Mercado Libre para ver onde está a sua compra.
03:56Aí você entra no banco para ver se caiu aquele dinheiro.
03:58Não tem fim, não tem fim.
03:59E aí quando acaba, você entra no YouTube Studio para ver como estão as métricas do seu vídeo.
04:04Aí você vê qual vídeo vai lançar, vai para o Instagram.
04:07E aí depois você volta tudo de novo para ver.
04:11Quem trabalha com isso sofre mais do que o usuário que não trabalha com o celular?
04:17Isso é muito interessante porque existem alguns exames de ressonância magnética
04:21onde eles avaliam o cérebro em funcionamento no momento em que você está usando as telas.
04:28E é muito curioso porque certas regiões específicas, elas são mais chamadas,
04:32que é o pré-frontal e o núcleo acúmbis, que são regiões ligadas a esse reforçamento.
04:37Então, o que acontece?
04:38Na medida em que você vai engatando uma coisa na outra,
04:41isso pode, muitas vezes, evoluir no sentido de que as outras habilidades que você precisaria ter,
04:47por exemplo, como criatividade, como raciocínio indutivo, lógico,
04:51ela começa a decrescer.
04:53O nosso cérebro, na verdade, ele não tem muito a noção do que é bom ou ruim.
04:57Ele vai tentar fazer com que você se torne bom naquilo que você está fazendo,
05:03no caso, utilizando as telas.
05:05Então, especificamente, o que você me pergunta, você trabalha com telas.
05:08Legal.
05:08Então, até dá para entender que existe uma lógica por detrás
05:12e você até pode fazer algumas coisas para se proteger.
05:14Depois eu explico.
05:15Mas o que acontece é que, no fundo, no fundo, o que você está descrevendo
05:18não é só um privilégio seu.
05:20Todo mundo hoje faz isso o tempo todo.
05:23Dados de janeiro mostram que o Brasil é o segundo país no mundo
05:26que mais gasta tempo em frente às telas.
05:29São mais de 10 horas e 15 minutos.
05:31Isso dá mais de 5 meses ao longo do ano, deslizando o dedo sobre a tela.
05:3610 horas por dia?
05:3810 horas e 18 minutos por dia.
05:40Ah, setola.
05:4158% do tempo acordado você está usando uma tela.
05:44Então, obviamente, não é uma questão aqui de nós demonizarmos.
05:49Ah, isso é muito ruim, joga pela janela.
05:50Não, vamos absorver e vamos utilizar o que a tecnologia tem de melhor.
05:55Mas como a nossa convidada aqui já trouxe.
05:58O problema não é a forma como você está utilizando,
06:01mas sim a intensidade, a falta de interrupção.
06:05Isso começa a ficar muito negativo.
06:08Seria o mesmo que você começasse a beber água o dia todo.
06:11Você vai ter problemas também de desequilíbrio eletrolítico.
06:14E por aí vai.
06:14Perfeito.
06:15A Mônica tem um livro, que é A Vida Que Não Postamos.
06:18Eu acho que é legal você dividir porque é tão importante você é profissional nessa área.
06:22Você tem a maestria em saber produzir o conteúdo.
06:26Mas você tem uma equipe, você tem uma dinâmica, você tem uma pré-produção,
06:30você tem uma pauta a ser seguida.
06:31E quem está na rede social e não entende esse jogo, que é tão profissional que você faz,
06:35às vezes fica escravo do conteúdo, de receber.
06:39É o algoritmo que está mandando na rede social.
06:42Quando você descobriu isso?
06:44Como que as pessoas devem postar de uma melhor forma
06:46para ter o on e o off que você fala no seu livro?
06:48É, eu acho, Dani, que a gente hoje vive,
06:51tomando o gancho até pelo título do meu livro,
06:53para responder a sua pergunta, A Vida Que Não Postamos.
06:55A gente vive, e isso é indiscutível,
06:57num mundo que é totalmente atravessado por imagem,
07:00é totalmente mediado por imagem.
07:01A imagem hoje, seja qual for a sua profissão,
07:04porque, basicamente, todas as profissões,
07:07é quase uma questão de sobrevivência,
07:08usam as redes sociais para dar visibilidade, né,
07:12ao seu produto, ao seu serviço, ao seu negócio.
07:14Mas eu acho que esse mundo mediado por imagem,
07:17a imagem é interessante, né,
07:18porque a imagem, ela pode ser manipulada.
07:20E eu acho que é aí que a gente começa a ter os problemas.
07:23Porque a gente é manipulado, o Social Dilema falou isso, né,
07:26o documentário que você falou,
07:27mas a gente também manipula o tempo inteiro
07:29a maneira com que a gente quer ser visto.
07:31É fácil, a imagem nos dá essa licença poética.
07:33E a imagem, ela tem um impacto imediato.
07:36Você não precisa de grandes reflexões para ela ser entendida, né.
07:41Mas eu acho que tem muita coisa que escapa a imagem.
07:44E quando as coisas escapam a imagem,
07:46você precisa resgatar as palavras.
07:49Para ter uma profundidade que o nosso intelecto e a gente como ser humano precisa.
07:55Então eu acho que a ideia do livro é ela falar um pouco,
08:00e é uma coisa que a gente posta menos nas redes sociais,
08:02e justamente a gente posta menos porque é menos sexy,
08:05esse lado B, né, ele é menos sexy e ele não é tão viralizável,
08:09ele não é tão interessante,
08:10mas ao mesmo tempo eu acho que é o lado que mais importa,
08:13é o lado que dá mais significado para a vida.
08:14Que é o que a gente não fala, que é a sombra que a gente não mostra,
08:18que é a vulnerabilidade que a gente tem vergonha de colocar no mundo,
08:21que é muitas vezes até a humanidade que a gente normalizou não mostrar
08:25nesse mundo de ideais tão perfeitos das redes sociais.
08:29Então eu acho tão importante para a gente se proteger,
08:32para a gente filtrar um pouco,
08:34para a gente não ser tragado por esse universo,
08:37é a gente dar vazão a esse lado B.
08:39A gente abrir essa caixa de Pandora,
08:41e meu livro é um bom convite a fazer isso.
08:44Onde é que compra seu livro?
08:45Na Amazon.
08:46Amazon.
08:46Vou mostrar ele aqui, ó.
08:47A vida que não postamos.
08:48Tá aqui, deixa eu te mostrar para essa câmera aqui, ó.
08:50A vida que não postamos, da Mônica Salgado,
08:53que manja tudo desse assunto.
08:55É um lembrete para você assumir,
08:57só para variar, a sua pior versão.
08:59Porque a nossa melhor versão todo dia é exaustivo e é impossível.
09:03Então eu falo que é um antimanual de autoajuda.
09:06Pô, quero ler.
09:07Agora posso falar uma coisa?
09:08Eu tenho um amigo aqui, a Devogado,
09:09e ele falou o seguinte,
09:10ele procurou uma agência de marketing.
09:13Certo.
09:13Sabe, aquelas bem famosas, né?
09:15Opa.
09:15Falou assim, é o seguinte,
09:16na rede social, você para vender mais, né?
09:20Vender do seu lado, você precisa ser um personagem.
09:22Então existe dois estilos para se pensar.
09:26Um cara fala que você tem que ser,
09:27não ser você mesmo,
09:28na rede social,
09:29você tem que criar uma persona,
09:30e a gente vê pra caramba, Guaré.
09:32Os caras que vêm de arrasta para cima,
09:34e o caramba.
09:35Não só esse, não.
09:35Ele não cria nenhum personagem,
09:36ele vira um produto.
09:37Isso.
09:38O fake to make,
09:39finge a ser até ser, né?
09:41E a outra é você ser autêntico,
09:43como a Mônica Salgado,
09:44que posta as verdades dela,
09:46que viraliza.
09:47Qual é a melhor vertente, doutor,
09:49pra sua cabeça?
09:49Então, essa acho que é uma pergunta
09:50que transcende um pouco
09:51o que nós estamos falando,
09:52se isso impacta negativamente ou não.
09:54O grande ponto é que nós deixamos de ser,
09:59à medida do tempo,
10:01que é à medida em que o tempo passou,
10:02o que nós efetivamente somos.
10:05Então, é como se essa realidade paralela,
10:09ela criasse, no fundo,
10:10o que a gente vai chamar
10:10de uma personalidade eletrônica,
10:13de um lado B virtual,
10:15que todos nós sabemos
10:16que o que está sendo postado lá
10:18não é verdadeiro,
10:19mas, mesmo assim,
10:20isso tem o poder de nos impactar.
10:22Então, eu acho que o grande ponto,
10:24no fundo, no fundo,
10:25de novo, não é como
10:27eu estou fazendo essa utilização,
10:30mas o que eu quero evitar,
10:32o que eu quero deixar de mostrar,
10:34ou o que, pra mim, é importante.
10:36Muitas vezes, eu tenho material
10:38pra postar, que eu acho que é interessante,
10:40e eu acho que, de repente,
10:41eu não tô afim de fazer isso.
10:42Porque quem manda sou eu na minha vida,
10:44não é o outro.
10:46Então, a agência, muitas vezes, fala
10:48ah, mas vamos postar mais vezes.
10:49Eu não tô afim de postar.
10:50É isso aí.
10:50Você precisa produzir mais.
10:52Mas você acha, doutor,
10:53que a turma gosta de ser
10:54meio que enganada, assim?
10:55Porque, é...
10:57Fica a turma postando,
10:59rendendo bloco,
11:00fazendo o cara feliz,
11:01e...
11:02E, diferentemente de outras pessoas
11:04que só postam
11:05conteúdos já produzidos,
11:07essas pessoas que ficam
11:08mostrando o dia a dia,
11:09olha o meu café da manhã,
11:10que alegria.
11:10Nossa, vou tomar um café.
11:11Uma mão.
11:12Que delicioso.
11:14Obrigado, Deus.
11:15Café com Deus Pai.
11:16Que alegria.
11:17Gratiluz e tudo mais.
11:18Você acha que a turma gosta mais
11:20é de ver isso,
11:20essa falsidade,
11:21do que pessoas que,
11:23às vezes,
11:23têm mais talento,
11:24produzem um conteúdo bacana,
11:27só postam,
11:28mas não ficam fazendo
11:29essa rendeção de bloco
11:30o dia inteiro,
11:31fake pra caramba?
11:32Eu acho que, no fundo,
11:33é um efeito manada.
11:33As pessoas nem pensam mais.
11:35Ah, sim, sim.
11:35Elas sabem que é importante
11:36tirar uma foto
11:37do prato de macarrão e...
11:39Então, veja, né?
11:40Eu até posto,
11:41tenho algumas coisas,
11:41mas é tudo
11:42exclusivamente profissional.
11:44Você não vai achar nada
11:44da minha vida.
11:45Sabe por quê?
11:46Porque a minha vida
11:46não interessa para ninguém.
11:48Sim.
11:48Para mim mesmo, então...
11:49A sua profissão também
11:50pede isso, né, doutor?
11:51Essa descrição.
11:52Eu acho que...
11:53Nem sei, Mônica.
11:54Nem sei.
11:55Eu acho que algumas...
11:55Eu vejo colegas
11:56que muitas vezes misturam
11:58e começam a colocar
11:59a vida pessoal, então...
12:01Mas é estilo, doutor.
12:02Eu adoraria ver você
12:03de sunga,
12:03a sua intimidade.
12:04Ah, não.
12:04Eu adoro.
12:05Lógico, doutor.
12:06A gente quer humanizar o ídolo.
12:07Tancando no TikTok.
12:08Não é?
12:09Sabe o que é?
12:09É humanizar, né?
12:10Mas sabe o que eu queria
12:11colocar duas coisinhas
12:12que as redes sociais
12:12acho que trouxeram para a gente.
12:14Que são dois pilares importantes
12:15dessa nossa existência online.
12:16Primeiro, a espetacularização
12:18de todas as coisas.
12:19Boa.
12:19Tudo virou um espetáculo.
12:20O café da manhã
12:21virou um espetáculo.
12:21Se você faz uma caridade...
12:23Se você não mostrou,
12:25você fez ou você não fez, né?
12:26Fica a dúvida.
12:27Cobra, né?
12:27Você, por favor,
12:28não está na rede social,
12:29é quase como se não
12:30tivesse acontecido.
12:31E tudo virou branding.
12:32Tudo virou marca pessoal.
12:33Isso.
12:34Então, tudo hoje em dia
12:35você faz pensando
12:36na repercussão
12:37que isso vai ter
12:37na sua marca pessoal,
12:38na sua marca online.
12:39Então, isso acaba confundindo
12:41um pouco o nosso propósito
12:44real, oficial.
12:45E a polêmica engaja, né?
12:47Polêmica engaja,
12:48discurso extremo engaja,
12:49discurso emocional engaja,
12:50o algoritmo gosta.
12:52É, um abraço para o Felca.
12:53E aí, o senhor ia falar, doutor?
12:55Não, eu ia falar
12:55que esse processo, na verdade,
12:57ele passa a linha
12:58do que seria razoável.
13:00Quando a gente começa
13:00a observar essas postagens,
13:02inclusive de colegas
13:03que eu tenho,
13:04de profissionais,
13:05e eu penso assim,
13:06mas não tem vergonha alheia
13:07de postar isso?
13:08Ah, mesmo.
13:08Meu Deus, como é que você
13:09vai embora desaparece?
13:10Isso é antiprodutivo.
13:12Então, a sensação
13:13que eu tenho
13:13para essas pessoas
13:14é que a hora que eu abro
13:16a minha rede social
13:17e eu vejo aquela figura
13:18e falo, ai meu Deus,
13:18de novo ele não.
13:19E eu abro.
13:20Você tem o efeito contrário.
13:21Então, falta um pouquinho
13:22de sensibilidade
13:23para você analisar
13:24qual é a mão ideal,
13:26qual é a dosagem ideal.
13:28Senão, você se torna chato.
13:29Exatamente.
13:30E já está começando
13:31a atrapalhar a vida dos outros.
13:32No trânsito,
13:33a pessoa está no celular,
13:34direto.
13:35Na academia,
13:35você vai fazer exercício,
13:36tem alguém ali, né?
13:37Naquele intervalo
13:38entre um exercício e outro,
13:40fica lá três minutos.
13:41E como a gente pode
13:42dar um toque aí
13:43para você, Mônica,
13:44de uma maneira elegante
13:46de que a rede social,
13:49a sua rede social
13:50está atrapalhando
13:51o meu dia a dia.
13:52Eu passo muito por isso
13:53na academia do clube.
13:54Nossa.
13:54As pessoas vão ouvindo
13:55em som alto, é isso?
13:56Hã?
13:56Não, não, não.
13:57Fica lá.
13:58Está no celular,
13:59em vez de...
14:00ocupando o aparelho.
14:02Como é que você...
14:02Qual a etiqueta
14:03para você falar
14:04sai dessa porcaria?
14:05É insuportável.
14:06Como é que você dá
14:06um murro em alguém
14:07sem dar um murro?
14:08Não, eu tenho...
14:08Tem tantas coisas
14:09que me irritam na academia,
14:11a dimensão, o celular.
14:13Mas eu acho que não tem
14:13outra maneira
14:14do que você falar
14:14com licença,
14:15podemos dividir o aparelho?
14:16Aí a pessoa,
14:17não, não, não.
14:17Tá, ou não,
14:18falta uma aqui.
14:19Daí a pessoa meio que
14:19se sente impelida
14:21a tomar uma atitude.
14:22Ou você tenta dormir
14:23no avião
14:23com as pessoas
14:24à tua volta,
14:25ouvindo.
14:25Ouvindo.
14:27Insuportável.
14:30tão brava com ele.
14:31Porque é isso.
14:32As pessoas...
14:33A internet
14:34desensibilizou um pouco.
14:35A pessoa se falou
14:36da falta de sensibilidade.
14:37Desensibilizou.
14:37Você está muito
14:38no piloto automático.
14:39Então, quando você está ali
14:40imerso num conteúdo,
14:42você desliga, né,
14:43do mundo exterior.
14:44Só que está todo mundo
14:45ouvindo.
14:46Que desagradável.
14:47Não façam isso.
14:47As pessoas não conseguem
14:48mais socializar,
14:49de certa forma.
14:50Então, até a máxima
14:51que a gente tinha...
14:52Pô, a minha liberdade
14:53termina onde começa a sua
14:55e vice-versa.
14:56Hoje em dia,
14:57a galera não está
14:57nem mais aí.
14:58Está ali no celular,
14:58nem sabe quem está ao redor
15:00e vai.
15:00Mas eu acho que não é
15:01só a culpa da pessoa.
15:02Eu acho que o algoritmo,
15:03o vício do celular,
15:05ele te leva à distração.
15:06Para você...
15:06Se você entrar
15:07para ver uma mensagem
15:08no WhatsApp,
15:10cara, você vai para um mundo
15:11que você mergulha
15:11e é muito difícil de sair, né?
15:13Tem uma parte que eu acho
15:14que tem da psicologia humana,
15:16né, doutor?
15:16É.
15:16Um dos primeiros fundadores
15:19de uma rede social,
15:20se não me engano,
15:20acho que é o Facebook,
15:21não me recordo agora.
15:23Quando ele lança
15:23essa rede social,
15:24ele diz o seguinte,
15:25abre aspas, né?
15:27Nós exploramos uma
15:28vulnerabilidade humana
15:30para fazer com que as pessoas
15:31ficassem conectadas.
15:33Fecha aspas.
15:34Aí ele continua,
15:35somente Deus saberá
15:37o que este uso fará
15:38com o cérebro das pessoas.
15:40Cara...
15:41Então, eles têm noção clara.
15:42Sim, foi pensado.
15:44Esse trabalho foi pensado.
15:45Na dopamina, né?
15:47Na dopamina,
15:47mas isso são 20 anos
15:48que a gente está conversando
15:49e as situações como um todo,
15:52elas pioram.
15:53Agora,
15:54esse caso
15:54desse formador de opinião
15:57que revelou aí uma história.
15:59Então,
15:59o que a gente tem?
16:00Nós temos hoje
16:01a própria polícia
16:02cuidando desses estupros
16:04virtuais.
16:05Tem sido
16:06coisas horrorosas.
16:07Então,
16:08isso que a gente está falando aqui,
16:09ah, então tá bom,
16:10o indivíduo está lá utilizando,
16:11ele ficou demais,
16:12mas isso não é nada
16:13perto do horror.
16:15Eu diria que
16:16está havendo hoje
16:17o que a gente chama
16:17da morte da infância.
16:19Não existe mais
16:20aquela vida
16:21que nós vivíamos
16:22exatamente por conta
16:23dessa
16:24condição
16:26de você tornar tudo
16:26um espetáculo,
16:27uma coisa maravilhosa.
16:28E o grande ponto
16:29é que você vê
16:30crianças já entrando
16:32nesse mesmo caminho.
16:33E quem deu
16:34esses telefones às crianças?
16:35Os pais.
16:36Perfeito.
16:37Doutor,
16:38uma questão
16:39que me aflige um pouco.
16:40Essas inovações
16:41tecnológicas,
16:42essas revoluções,
16:43e tem várias
16:44ao longo da história,
16:45elas assustam
16:46porque a gente
16:47lida com o desconhecido.
16:48Isso causa
16:48insegurança e temor.
16:50Mas,
16:50ao longo da história,
16:51a humanidade sempre
16:52não enfrentou
16:53esse tipo de revolução
16:55e sobreviveu?
16:56Sempre.
16:57Foi assim com a prensa
16:58de Gutenberg,
16:59foi assim com a televisão,
17:01foi assim com o telefone.
17:02A diferença é que
17:03quando você pega
17:04o telefone,
17:05a prensa
17:05ou a televisão,
17:07ela é exatamente
17:07a mesma
17:08que você usou ontem.
17:10Hoje,
17:10a programação
17:11do seu telefone celular,
17:12ele é modificado
17:13a cada 24 horas,
17:14exatamente para te fazer
17:16ficar mais engajado.
17:18Então,
17:18como a gente costuma falar,
17:20isto não é justo,
17:21porque eles sabem
17:22exatamente qual é o dano
17:23que está criando
17:25e qual é o grande ponto
17:26que nós estamos fazendo aqui.
17:27Dá-se para a população civil
17:29pagar o preço
17:30dessa inconsequência
17:31e dessa irresponsabilidade.
17:33então,
17:34quando alguém
17:35vai fazer alguma coisa?
17:36É muito difícil,
17:37realmente,
17:37acho que é a maior discussão
17:39desse momento.
17:40Doutor,
17:40é o seguinte,
17:41a gente já é viciado,
17:42vamos partir desse lugar.
17:43Como que a gente faz,
17:44o que dá para ser feito
17:45em relação a esse vício
17:47com o celular?
17:48Por exemplo,
17:49antes de dormir,
17:50né?
17:50Muita gente fala que
17:51faz muito mal para a cabeça,
17:53pelo menos uma hora
17:54antes de desligar o celular.
17:55O que você acha
17:56dessas posições
17:58ou situações
17:58que precisa ser feito?
18:00Eu acho que o grande ponto,
18:01a gente não vai conseguir
18:03se livrar das tecnologias,
18:05não é?
18:05Então,
18:06talvez eu falando aqui,
18:07você pense,
18:07ah,
18:08então ele está falando
18:08de um jeito
18:09como se ele conseguisse lidar.
18:11Não,
18:11eu sofro o tempo todo.
18:12Eu também recebo
18:13puxões de orelha,
18:14olha,
18:14você está exagerando.
18:15Então,
18:15ok,
18:16o que a gente procura fazer?
18:17A gente pode usar o telefone,
18:19mas que a gente estabeleça
18:20dentro do possível
18:21momentos de intervalo.
18:23Por exemplo,
18:24ao sentar a mesa
18:25para você ter
18:26alguma determinada refeição,
18:27antes de dormir,
18:29pelo menos meia hora antes,
18:30você não vai mais usar o telefone.
18:33Não deixar esse telefone
18:34na mesa lateral,
18:35porque o que acontece?
18:36Quando você deixa esse telefone,
18:37ah,
18:37mas é meu despertador, né?
18:39Bom,
18:39é seu despertador,
18:40mas na medida em que ele vibra,
18:41que ele emite luz,
18:42faz com que seu sono
18:43fique entrecortado.
18:45Seu sono ficou entrecortado,
18:47primeira coisa,
18:47o hormônio do crescimento
18:48não vai ser liberado.
18:49Dois,
18:50suas memórias não vão ser
18:51guardadas de uma forma significativa.
18:54E mais,
18:54a faxina do seu cérebro
18:56não vai acontecer,
18:57então,
18:57o que a gente entende
18:59é que vamos tentar
19:00preservar momentos de intervalo.
19:03O famoso detox
19:04que a gente ouve falar.
19:05Então, por exemplo,
19:06vou caminhar,
19:07vou tentar deixar o telefone lá.
19:08Muitas vezes eu levo
19:09porque eu vou respondendo
19:10um monte de mensagem,
19:11mas às vezes também não levo.
19:12Então,
19:13é esse papel de você
19:14se desafiar
19:15para que você,
19:16antes de mais nada,
19:17e para concluir,
19:18você seja um bom modelo
19:20a ser copiado.
19:21Porque o que a gente vê
19:21são os pais controlando os filhos,
19:24só que eles são os primeiros
19:25a pegar o telefone.
19:26E a dosagem
19:27para as crianças,
19:28né?
19:28Que existe uma dosagem certa.
19:31Vai ser pai agora.
19:33Existe uma dosagem certa
19:34porque,
19:35às vezes,
19:36aquilo lá,
19:38eu entendo, né?
19:39Às vezes,
19:39a gente está no restaurante
19:40e aí coloca uma tela
19:42para a criança ficar mais tranquila.
19:43Não faça isso.
19:44E aí,
19:45não pode?
19:45Não faça isso.
19:47Viu, Zuzu?
19:47Não faça isso.
19:48Vamos lá.
19:49Não faça isso.
19:50Não faça isso.
19:51Até os dois anos de idade,
19:52zero tela.
19:54Ah,
19:54mas ele só vai...
19:55Zero tela.
19:56Mas TV pode?
19:58Uma hora no máximo.
19:58Uma galinha pintadinha,
19:59uma coisa...
20:00Então,
20:00uma galinha pintadinha.
20:01Posso contar um caso mais...
20:03Por favor,
20:04a gente adora.
20:05Uma paciente minha
20:05chegou para mim e falou
20:06Cristiano,
20:07dá uma olhada
20:07no telefone aqui da minha filha.
20:09Não,
20:09o que tem no telefone
20:10da sua filha?
20:10Ah,
20:10ela tem sete aninhos,
20:12a fulana.
20:13Ah,
20:13sete.
20:13E o que tem?
20:14Você está mostrando?
20:14Ah,
20:15tem um monte de imagem erótica
20:16aqui no telefone.
20:17Mas como assim?
20:19É.
20:19Mas você deu o telefone
20:21de alguém?
20:21Não,
20:21eu comprei para ela
20:22aí um telefone X
20:23e tá bom.
20:24Como é que aquelas imagens
20:24foram parar lá?
20:25Na hora do intervalo,
20:27a filha levava o telefone
20:28de sete anos para a escola
20:30e a tia lá escreveu
20:31no quadro negro
20:32o nome de uma música
20:33para que elas procurassem
20:34para cantar juntas.
20:35A música era
20:36A Dança do Pintinho.
20:38Putz!
20:39Aí o algoritmo
20:40foi para outro lugar.
20:40Foi para Dança do Pintinho.
20:42Então,
20:43deu cert.
20:43Então,
20:44vira um horror.
20:45Então,
20:45o que acontece?
20:46Então,
20:47voltando à pergunta.
20:48Antes dos dois anos,
20:49zero de telas.
20:50Tem um francês chamado
20:51Michel Demiugé
20:52que ele publica um livro
20:54chamado
20:54Fábrica de Cretinos Digitais.
20:56Vale a pena ser lido.
20:57Então,
20:57ele mostra lá
20:58numa pesquisa
20:58que uma criança
20:59entre zero e dois anos
21:01que fica
21:02apenas
21:02aspas
21:03cinquenta minutinhos
21:04por dia
21:05no telefone celular
21:07ao final
21:08dos dois anos
21:09ela terá
21:11deixado
21:11de escutar
21:12oitocentas e cinquenta
21:14mil palavras.
21:16Cacetola!
21:17Porque ela está o quê?
21:17Ela está olhando lá.
21:18Então,
21:19quanto mais tela
21:19aos dois anos de idade
21:21piora o desenvolvimento
21:22da linguagem
21:23aos três.
21:24Quanto mais telas
21:25aos três
21:26piora a capacidade
21:27de resolução
21:28de problemas
21:28aos quatro.
21:29Então,
21:30qual é a dica?
21:31se você puder
21:32retardar isso
21:33pelo menos
21:33até o finalzinho
21:34da primeira infância
21:35cinco,
21:36seis aninhos
21:36vamos tentar
21:38criar um espaço
21:39oito
21:39olha,
21:41oito
21:41tem a sociedade
21:42canadense
21:43por exemplo
21:43de pediatria
21:44vamos falar
21:44que antes dos oito anos
21:45você não deveria
21:46dar um telefone celular
21:47para uma criança
21:47ah,
21:48mas ela vai se tornar
21:49mais capacitada
21:51onde ela vai se tornar
21:52mais capacitada?
21:53Não existem
21:54comprovações científicas
21:55que aquele tipo
21:56de atividade
21:56vai desenvolver melhor
21:58seu cérebro.
21:59Mas ao mesmo tempo
21:59na escola
22:00hoje,
22:01no nosso tempo
22:01que era só
22:01quadro negro
22:02e escrita à mão
22:04hoje em dia
22:05é tudo feito
22:05digitalmente
22:06não existe quase
22:08mais caderno
22:08corretora
22:09ortográfica
22:10não existe mais caderno
22:10é só laptop
22:11é só tablet
22:12então também
22:13tem esses dois lados
22:14na própria escola
22:15de alguma forma
22:16também
22:16tudo bem
22:16que o meu filho
22:17já é adolescente
22:17é maior
22:18mas a própria escola
22:19também usa
22:20a tela
22:21como um meio
22:21de ferramenta
22:23ferramenta
22:24é uma ferramenta
22:24e o chat
22:25e a inteligência artificial
22:26é impressionante
22:27a gente pode utilizar
22:28de uma forma
22:29enfim
22:29eu tenho experiências
22:30muito interessantes
22:31pra contar
22:31mas
22:32eu tenho uma vida
22:34que eu já vivi
22:34é mais ou menos assim
22:35eu até posso ter
22:36uma máquina
22:36calculadora
22:37mas eu tenho que aprender
22:38a saber como é que eu faço
22:39a soma
22:40a divisão
22:40eles não
22:41eles estão pulando
22:42na etapa
22:43é
22:44olha posso fazer um convite
22:46da Mônica Salva
22:46ali um papo aqui
22:47muito elegante
22:48esclarecedor
22:49
22:49de vocês
22:50aliás
22:50o doutor
22:50tô louco
22:51o doutor
22:51não é cara
22:51do Roberto Justo
22:52ele tem a voz
22:53do Roberto Justo
22:53ele tem a elegância
22:55do Roberto Justo
22:55impressionante
22:56e a conta bancária
22:59a conta bancária
23:00e ele é educado
23:02porque ele não reclama
23:02da nossa água
23:03o Justus veio aqui
23:04ele falou que a água
23:05era podre
23:05ele não falou que era podre
23:08ele falou que era nojenta
23:09ah é nojenta
23:10ele só toma perreira
23:12e a hora que eu tô com ele
23:13nessa
23:13deixa eu fazer um convite
23:15com a Mônica aqui
23:16vai ter
23:17você que tá cansado
23:18Morgadão
23:19certo
23:19travado das crises
23:21os impostos aí
23:22dessas promessas vazias
23:23você sente que
23:25quem trabalha
23:26empreende
23:26tá agora contra a maré
23:28você não sabe
23:29que vai ter um fórum
23:30aqui
23:31temos um fórum
23:32da Jovem Pan
23:33pra você construir
23:35uma nova rota
23:36vai ser o dia
23:37onze de setembro
23:38em São Paulo
23:40vai ser de
23:40a décima segunda edição
23:42do fórum
23:42Caminhos da Liberdade
23:44que é organizado
23:45Mônica
23:45pelo IFL São Paulo
23:47o que que é esse encontro
23:49conta pra gente
23:50você vai participar
23:50também ou não
23:51eu vou participar
23:52inclusive eu já participei
23:53pelo Brasil inteiro
23:54de vários encontros do IFL
23:55que é o Instituto de Formação
23:56de Líderes
23:57é um grupo de
23:58de empresários
23:59de pensadores
24:00do Brasil
24:00que propõe soluções
24:01mais voltadas
24:03pra
24:03pra economia liberal
24:04e é sempre um prazer
24:06estar ao palco
24:07gente
24:07ao lado de notáveis
24:09tanto quanto
24:09você fala lá
24:11não sei desse especificamente
24:12tem o Mota né
24:13Roberto Mota
24:15o Marcília
24:16tá sempre lá
24:17o Marcelo Ratten
24:18tá sempre lá
24:18eu subo naquele palco
24:20tremendo
24:21falando o que eu tô
24:22fazendo aqui senhor
24:22mas é sempre um encontro
24:24muito produtivo
24:25muito rico
24:26tô feliz de estar
24:26acho que pela quinta vez
24:27com eles
24:28muito legal
24:29é o fórumsp.org
24:31tem um QR Code
24:31na tela
24:32e aí ó
24:33vou te dar a informação
24:34no dia onze de setembro
24:35no Vibra São Paulo
24:37vai começar essa nova rota
24:39pra você empreender
24:41
24:41tem ingresso agora
24:42acesse
24:43fórumsp.org
24:44e você vai ter a presença
24:46da nossa talentosíssima
24:48Mônica Salgado
24:50que é referência
24:51obviamente no conteúdo
24:52e no pensamento
24:54para a liberdade
24:55muito legal aí
24:56uma iniciativa também
24:57que a Jovem Pé
24:57vai estar junto
24:58então convida a nossa audiência
24:59e por falar nisso
25:01queria agradecer de novo
25:02a presença de vocês
25:03encontro de notáveis
25:04muito bom
25:05se você
25:06tem um filho
25:07se você é o Betão
25:08prestou atenção
25:09você prestou atenção
25:10até os oito hein
25:11que até ó
25:12dois anos você não coloca
25:13nada de Minecraft
25:14nada de joguinho
25:15pra criança ficar
25:17aparecendo depois
25:18o Samy
25:18ah só entretenimento
25:20é
25:20pra entreter
25:21é Mônica Salgado
25:22a gente vai dar um Instagram
25:23que ela usa
25:24com uma forma muito
25:25
25:25competente
25:26como eu disse aqui
25:27e o nosso
25:27arroba Cristiano Nabuco
25:29boa
25:29que é o nosso doutor
25:31que sabe tudo
25:32da capacidade
25:33do cérebro humano
25:35obrigado doutor
25:35obrigado Mônica
25:36e a gente vai fazer um break
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