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Tassos Lycurgo, pastor, advogado e professor, fala sobre construir pontes num mundo polarizado, a “desconversão” dos jovens e como fé e ciência podem andar lado a lado, tudo temperado com pitadas sobre liberdade de expressão, cultura do cancelamento e a busca por um mundo menos doido.

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Transcrição
00:00Solte a vinheta, Reginaldo!
00:02O programa de hoje, um grande homem de fé, professor, escritor, é pesquisador.
00:08Eu estava há pouco tempo ensinando lá na Califórnia, estava passando lá uma passeata pro Hamas,
00:13e eu quando fui ver a passeata pro Hamas, um bocado de gente com bandeiras LGBTs.
00:18Como é que você entende isso?
00:20Eu não sei.
00:21Bomba nas redes sociais espalhando seu conhecimento religioso.
00:26Deus se revela não unicamente pelas escrituras, ele se revela pela natureza.
00:33Não foi avisado, não estou entendendo realmente o que está acontecendo.
00:37O grande Tassos Licurgo!
00:41Ó o Tassos aí, ó!
00:44E aí, Tassos, como é que é?
00:46Firmeza?
00:47Tranquilo?
00:47Tudo primeira, tudo certo.
00:50Tranquilíssimo?
00:50Tranquilo demais.
00:51Ou semi-tranquilo?
00:53Tranquilíssimo, pode...
00:54Isso é bom.
00:54Cabe o superlativo aí, nesse caso.
00:56Eu sempre semi-tranquilo.
00:59Semi-tranquilo, por quê?
01:00Sim, porque algo pode acontecer a qualquer momento.
01:03É.
01:03Não é?
01:04Mas a tranquilidade não quer dizer ausência de problema, quer dizer presença de Deus em
01:08meio aos problemas.
01:10Sim, Deus sempre, sempre...
01:13Nos garante que passaremos com a paz que excede todo entendimento.
01:17Sim.
01:17Isso é um tema interessante, porque a Bíblia de uma página a outra não garante que nós
01:22não teremos problemas.
01:23O que ela garante é que nós passaremos por eles com a paz, a certeza de que o fim que
01:29nos espera é muito maior.
01:30Exatamente.
01:31É.
01:32Porque a vida sempre nos traz dificuldade.
01:35Traz.
01:36O que nós temos que fazer é como passar por elas.
01:39Isso mesmo.
01:40Não é?
01:40Isso é que é o segredo.
01:41Porque tem gente que acha que tem que ter uma vida tranquila, que nada vai acontecer
01:45na vida dela.
01:47Aliás, um dos ensinamentos importantes para as crianças hoje é dizer que a vida é dura.
01:55E o melhor que elas podem fazer é se prepararem para isso.
02:00Hoje em dia as crianças são criadas como se a vida não as impusesse obstáculos, dificuldades
02:05e sofrimentos.
02:06E o que nós temos hoje são pessoas absolutamente fragilizadas, incapazes de enfrentar as dificuldades
02:11da vida.
02:12Então o fortalecimento da pessoa, em especial do homem na família, é essencial para que
02:18a missão seja entregue, seja cumprida.
02:20Você acha que essa frouxidão com as crianças é o que afasta mais elas de Deus?
02:25Essa frouxidão com as crianças é fruto, na realidade, de um projeto de descristianização.
02:31No caso nosso aqui, muito influenciado pelo comunismo, pelo marxismo ideológico, que
02:36tem por obstáculo o cristianismo e as suas duas principais instituições, que são
02:41a família e a igreja.
02:43Então o ataque à família, em uma de suas vertentes, passa pela criação de homens
02:49frágeis, homens incapazes de enfrentar dificuldades.
02:54Isso nós vemos a todo momento, né?
02:55A educação faz isso.
02:56Mas a igreja que inventou a teoria da libertação, que é os puta de uns comunas, foi a que tomaram
03:03o espaço.
03:03Tomaram o espaço, a que dormia lá na igreja, se escondeu lá.
03:07Você está corretíssimo.
03:08A teologia da libertação na igreja católica, a teologia da missão integral na igreja protestante
03:13são cânceres.
03:16São instrumentos de destruição de dentro para fora.
03:20E devem ser combatidas fortemente.
03:22Isso não tem nada a ver com o cristianismo.
03:25É a ideia de que a igreja deve ser uma ONG.
03:28Isso.
03:29A igreja, ela faz a caridade, mas a caridade para a igreja é um meio, para o fim maior,
03:35que é a entrega da vida ao nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
03:38Porque foi o que fizeram na escola.
03:40A escola também virou isso.
03:42A escola virou...
03:44Se você pegar antigamente, não era assim.
03:46Hoje em dia é...
03:48O pai é contra você.
03:49Você tem que desobedecer o pai.
03:52A escola é isso.
03:53Ensina a desobediência ao pai.
03:56A família é o opressor.
03:57E a opressora, porque é a nossa regra, né?
04:01O nosso patrônio é a filosofia dele.
04:04Sim.
04:04É a pedagogia do oprimido.
04:06Pedagogia do oprimido.
04:08O oprimido é o aluno e o opressor é o pai.
04:12É a família.
04:13Você tem que ir contra.
04:14É revolucionário isso.
04:16O cara senta na escola.
04:18Por isso que os caras de escola são tudo revolucionários.
04:20Porque ele aprende no banco e criancinha, né?
04:23Isso.
04:23Paulo Freire e John Dewey.
04:25Paulo Freire.
04:26Influenciaram fortemente a Unesco e o MEC.
04:29O MEC é, sim, uma instituição comunista.
04:32E é um monstro.
04:33Sim.
04:34Se você pegar os servidores públicos civis da União,
04:38tirando os militares,
04:40deve ter em torno de 650 mil,
04:42mais da metade é do MEC.
04:44O MEC talvez tenha mais hospitais
04:46do que o Ministério da Saúde,
04:49levando em consideração os hospitais universitários.
04:51E nós investimos muita educação.
04:54Talvez investamos 6% do PIB.
04:56Isso é 30% a mais do que a média dos países da OCDE.
04:59Então, há um projeto, sim,
05:02de descristianização e de enfraquecimento.
05:05Nós inventamos a impressionante instituição da escola
05:07que não serve para ensinar a ler.
05:09É, a escola é ruim, né?
05:10A escola é ruim.
05:11As crianças hoje, com 6, 7, 8, 9, 10 anos,
05:15não estão lendo.
05:16Você sabe que uma criança com 5, 6 anos
05:17tem que ser capaz de ler.
05:1960 palavras por minuto, fazer contas.
05:22Hoje o povo não sabe nem o que é tabuada.
05:24É alfabeto funcional, né?
05:25E sabe o que é pior?
05:27Quando essa criança vai fazendo 7, 8, 9, 10 anos,
05:30os pais desesperados encontram, sabe o que,
05:33como solução para essa equação fechar?
05:35Um diagnóstico para a criança.
05:37De isso.
05:38De...
05:38Como é que chama?
05:39TDA.
05:40TDAH.
05:40TDAH e autista.
05:43Dislexia, disortografia, discalculia.
05:46Isso.
05:46O espectro, inventaram um espectro
05:49para explicar o...
05:51Isso.
05:51Que coisa, hein?
05:52Não é que isso não exista.
05:53O Rata Sos, estamos ferrados, hein?
05:55É.
05:56Já veio com o apocalipse.
05:57Você já veio com o apocalipse e nada.
05:59É, não...
06:00Não seria a minha escolha, né?
06:03Mas é a realidade.
06:04É.
06:05A realidade é essa mesmo.
06:06Mas há uma saída.
06:07Saída é volta aos valores tradicionais,
06:09ao que funciona.
06:11O conservadorismo é a saída.
06:14O conservadorismo é uma metodologia,
06:16na realidade.
06:17No Brasil, os ideólogos têm sequestrado
06:19o conservadorismo,
06:20a ideia de conservadorismo.
06:21Mas o conservadorismo é a ideologia.
06:23É você manter o que funciona.
06:26Não é que você não possa alterar.
06:28Mas que, para alterar,
06:29você tem que aplicar a alteração
06:30à virtude concreta da prudência.
06:33Perfeito.
06:33Então, o que os seus bisavós, avós,
06:37seus pais fizeram,
06:38tem que ser mantido, se deu certo.
06:40Hoje em dia, o que é que a proposta
06:41apresenta,
06:44esqueça tudo o que funcionou.
06:46E aqui está um novo modelo.
06:48É um modelo de enfraquecimento,
06:49colocando tudo sob essa ótica
06:51que vocês falaram de opressor e oprimido.
06:53O branco é opressor, o negro é oprimido,
06:55o heterossexual é opressor,
06:56o homossexual é oprimido,
06:58o homem é opressor, a mulher é oprimida.
06:59É o Karl Marx.
07:00É a marxificação da educação,
07:03que tem, por fim, resultados pífios.
07:05Nós estamos aí nos últimos lugares.
07:08Então, mas, por exemplo, o que volta é a reação.
07:12Porque a pessoa, quando ela descobre
07:14que isso está tudo errado,
07:16por si só ela muda.
07:17A estrutura não muda,
07:19mas tanto é que você vê
07:21uma juventude hoje, grande,
07:23indo para a religião,
07:25porque ele não aceita isso.
07:26Ele sacou que isso aí é uma imposição social,
07:30esse negócio de família e tal.
07:32Aí ele vai buscar alguma coisa.
07:34Mas não é porque a sociedade está fazendo.
07:36ele está fazendo porque é uma reação.
07:38Por conta própria.
07:39Por conta própria.
07:40Porque você não aceita.
07:41Tem um significado, um pertencimento.
07:42É, você não aceita.
07:42Você tem um vazio existente.
07:44Isso.
07:44Quando você sente o vazio,
07:45você fala, pô, mas pintei o cabelo de azul,
07:48estou aqui, já virei isso.
07:49Não resolveu o meu problema.
07:50Não resolveu o meu problema.
07:51Eu continuo com o meu vazio,
07:53aí ele vai buscar uma alternativa,
07:54virou uma alternativa para a molecada.
07:57Não sei se eu estou falando bobagem também.
07:59Eu acho que na vertente dele,
08:01ele acha que a turma está saindo também da religião.
08:03Tem dois lugares aí.
08:04É, o que há é uma proposta de descolamento da realidade.
08:08Veja bem como é a coisa.
08:10Quando você propõe, por exemplo,
08:11que um homem pode ser uma mulher,
08:13você está propondo um tipo de pensamento
08:16que é descolado da realidade.
08:19A realidade não mais importa.
08:21O que importa é a defesa irracional da narrativa.
08:24Quando isso é feito para a criança,
08:26ela elabora isso não no campo da cognição mental,
08:30porque não tem razão,
08:32mas no campo da religiosidade.
08:34Essa proposta de que o discurso deve ser mantido
08:39independentemente da realidade,
08:42é uma proposta tão grave, tão grave,
08:44que afasta as pessoas,
08:46desde a mais tenra idade,
08:48do exercício verdadeiro da religiosidade,
08:50que busca a verdade.
08:52O cristianismo, por exemplo,
08:54ela é uma expressão de religiosidade,
08:56que busca a verdade.
08:57A primeira epístola de Pedro,
08:59no capítulo 3, no verso 15, diz,
09:01santifica o Senhor e o seu coração,
09:03esteja sempre preparado para apresentar
09:04a todo aquele que vos pedir.
09:06A razão da esperança que há em vós.
09:09Jesus Cristo, ele se confunde com a verdade.
09:11João, capítulo 14, verso 6,
09:13Jesus diz,
09:14eu sou o caminho, a verdade e a vida,
09:15de quem vem ao Pai, se não por mim.
09:17Ele diz, eu sou a verdade.
09:18Utilizando o mesmo termo,
09:19que era utilizado pela civilização grega,
09:21que é alétea.
09:22Um termo sobre o qual a civilização grega
09:24se debruçou sobre séculos.
09:26Jesus diz, eu sou esse termo.
09:28A verdade não é um conceito,
09:29é uma ideia, é uma pessoa.
09:31Então, no momento em que vem,
09:32uma estrutura de descristianização,
09:34no caso do comunismo ideológico,
09:35há outras também.
09:37O Islã é uma delas,
09:39você tem o globalismo,
09:40é outra delas.
09:41O Islã, não Brasil,
09:42não se expandiu, sabe por quê?
09:44Graças às igrejas pentecostais
09:47e neopentecostais das periferias.
09:49Se você for para qualquer periferia do Brasil,
09:51qualquer lugar de norte a sul,
09:52de leste a oeste,
09:53você vai ver inúmeras igrejas pentecostais
09:56e neopentecostais ocupando aqueles lugares.
09:58Senão, o Islã já teria tomado conta.
09:59Mas quando ele foi lá para o Oriente,
10:01porque ele era navegador, né?
10:02Ele foi para o Oriente lá,
10:04hoje você vê lá,
10:04o Oriente tem muito muçulmano.
10:06Sim.
10:07Porque o muçulmano é fácil
10:08você virar muçulmano, né?
10:10A conversão, ela é muito simples.
10:12Você muda o teu nome,
10:13você lê o primeiro ao Corão ali,
10:15você já, não é?
10:16É uma...
10:17É, e é preciso que nós entendamos bem
10:20qual é a religião.
10:21Você é cristão, né?
10:22Você é pastor?
10:23Sou pastor no Rio Grande do Norte.
10:26Pastor presbiteriano?
10:27Não, sou pastor de uma igreja
10:29chamada Defesa da Fé,
10:30é uma igreja cuja teologia é pentecostal.
10:35No Rio Grande do Norte.
10:36Já estive lá?
10:37Já estive em Natal.
10:38É, Natal é uma cidade muito bonita, né?
10:40Puta, abraçar coqueiro em Natal.
10:41Você já abraçou, não?
10:42Nossa.
10:43Eu já vi coqueiro,
10:44mas eu nunca tive esse abraço.
10:45Você tem que abraçar o coqueiro.
10:46Você vai na Via Costeira,
10:49sabe a Via Costeira,
10:50que tem aquele hotel de pirâmide?
10:51Você já foi lá.
10:52Não tem que agarrar.
10:52Mas tem o vento.
10:53Quem abraça a planta é geralmente...
10:55Não, não, não, não, não, não, não, não.
10:57Não, não, não, não.
10:57Você vai fazer isso...
10:59Você dá bom dia ao nascer do...
11:00Você vai fazer isso,
11:01quando você for pra Natal,
11:03na Via Costeira...
11:04Tem que ser aquele mais curvadinho.
11:06Ele é curvadinho, ele é assim.
11:07É o do vento, é?
11:08Você abraça...
11:09Puta, é maravilhoso.
11:09Ele encaixa.
11:11Aquele vento queima.
11:12Quando eu fui pra Natal...
11:12Natal é uma cidade fantástica, né?
11:14Quando eu fui pra Natal,
11:14eu abracei também,
11:15mas foi lá na Rua da Lama.
11:17O Natal é um lugar muito legal.
11:18Otácio, eu queria te perguntar,
11:20antes do Karl Marx,
11:22eu converso, né?
11:23Eu queria perguntar antes do Karl Marx,
11:24do socialismo,
11:25tem a mentalidade revolucionária.
11:27Eu queria que você faça um pouco
11:28dessa mentalidade revolucionária,
11:31que é tudo aquela aversão,
11:32a tradição,
11:33a aversão a tudo aquilo,
11:34e reformar tudo através da força, né?
11:36Nada é do passado, me interessa.
11:38E tem alguma...
11:39Algo da Bíblia que a gente pode
11:40linkar com essa mentalidade revolucionária?
11:42Tem.
11:42O que houve aí foi o seguinte,
11:43quando Marx e Engels criam a teoria dele,
11:45é uma teoria que tem por base a economia.
11:48Dizia que todas as sociedades passariam
11:50do feudalismo,
11:51haveria umas tensões eternas,
11:53uma revolução burguês ao capitalismo,
11:55tensões eternas,
11:56uma revolução operária ou do proletariado,
11:59e passaria-se ao comunismo.
12:00Índole econômica.
12:02A parte ideológica era apenas
12:03a superestrutura ideológica
12:05decorrente dessa infraestrutura
12:06econômica.
12:07Ocorre que essa previsão
12:09feita por eles não funcionou.
12:11O primeiro contra-exemplo
12:13foi a Revolução Russa, em 1917,
12:15que você tem a passagem
12:16de uma sociedade feudal
12:17para uma comunista
12:18com a burguesia irrelevante.
12:20Então, os pensadores pós-marxistas
12:22passaram a agir mais
12:23na índole ideológica.
12:25O próprio Lênin tem uma ação
12:27muito mais política
12:28do que é prevista pela teoria.
12:29Até que vem Antônio Gramsci,
12:32que estava preso
12:33sob o regime de Mussolini
12:34quando escreve
12:35Cadernos do Cássere,
12:36que ele diz que a ação
12:37é totalmente na ideologia.
12:39Então, a partir daí
12:40que você tem uma sutileza
12:43de ação
12:44no âmbito ideológico,
12:46apresentando algo,
12:47um rótulo
12:48com conteúdo diferente.
12:50A ação
12:50pós-gramitista
12:52é uma ação
12:53de índole
12:54ideológica.
12:55O comunismo passa a ser
12:56marxismo ideológico
12:56e passa a ser
12:57na ideologia.
12:59quais são as referências
13:00contra essa ação
13:01na Bíblia?
13:02Existem vários tipos
13:03de ação
13:04que tem um modelo
13:05ou outro.
13:05Ou o modelo da brutalidade,
13:07você faz uma relação
13:08com o faraó do Egito,
13:09o meu último livro
13:10trata disso.
13:11Ou você tem uma ação
13:12da brutalidade,
13:13que é o faraó do Egito,
13:15ou tem uma ação
13:15da sedução
13:16no âmbito ideológico.
13:18Isso é feito
13:19pelo rei da Babilônia.
13:21O rei da Babilônia,
13:22quando conquista Jerusalém,
13:23traz as melhores cabeças
13:25e tenta seduzi-las.
13:26Daniel e seus amigos
13:27foi oferecido a eles
13:28da comida do rei
13:30e da bebida do rei
13:31para seduzi-los.
13:32Então, é isso que acontece.
13:34Tem muita gente hoje
13:35que é comunista
13:36sem saber.
13:37Por exemplo,
13:38no campo da educação,
13:40isso é claro.
13:41Muitas pessoas exercem
13:42ações fortemente comunistas
13:43sem saber.
13:43Muitos pais exercem
13:45e são cooptados
13:46por essa ação.
13:48É porque o capitalismo,
13:49quando eles sacaram
13:49que o capitalismo venceu,
13:51porque todo mundo
13:52que trabalhou
13:53melhorou de vida.
13:54Sim, lógico.
13:54Aí o cara falou,
13:55opa, vamos pegar
13:56uma outra coisa.
13:57Vamos pegar oprimido
13:58e opressor,
13:59que é o princípio
14:00do patrão empregado,
14:01da coisa lá de trás,
14:04e vamos trabalhar.
14:06Então, é homem contra mulher,
14:08gay contra hétero,
14:10preto contra branco,
14:11é tudo isso.
14:12E o cara fica trabalhando.
14:13Mas,
14:14como o negócio expandiu tanto,
14:18que hoje em dia
14:19as pessoas passaram
14:20a desacreditar nisso também.
14:23Por quê?
14:24Nisso em quê?
14:26Nessa divisão?
14:27Isso.
14:28Porque a divisão,
14:29ela foi muito,
14:30que é aquilo que você falou,
14:31o cara nasce homem
14:32e vira mulher,
14:33aí ele fala,
14:34opa, começou a mexer
14:35em semântica,
14:36nas palavras,
14:37começou a mexer em tudo,
14:38e o cara falou,
14:39opa, peraí,
14:40está confuso isso.
14:40Mas deixa eu lhe explicar,
14:41isso daí é o seguinte,
14:43porque a maneira de domínio
14:45sobre esses grupos,
14:47graças ao avanço intelectual
14:49que se deu no século XX,
14:50viu-se que eu posso dominar
14:52o comportamento de um grupo
14:54se eu dominar a forma
14:55como eles falam.
14:57Eu até falei
14:58num debate recente,
14:59você tem uma obra importantíssima,
15:01que é o Tractatus Lógico-Filosófico,
15:03que nem da Escola de Frankfurt
15:05o autor é,
15:05é Dudwig Wittgenstein,
15:07que na proposição 7 diz,
15:09sobre o que não se pode falar,
15:10deve-se calar.
15:11O que é que isso quer dizer?
15:15Isso quer dizer que você dominar
15:17a palavra,
15:18você domina o pensamento
15:20e dominação.
15:21Não é que nós pensamos
15:22e após o pensamento
15:24nós tentamos estruturar
15:25o pensamento linguisticamente.
15:27É que nós só podemos
15:28pensar linguisticamente.
15:30Se eu tenho domínio
15:31sobre a sua linguagem,
15:32eu tenho domínio
15:33sobre o seu pensamento.
15:34É por isso que hoje
15:35você tem palavras
15:36que você não sabe
15:37se pode usar ou não pode usar.
15:38O movimento político LGBTista,
15:40por exemplo,
15:41que é o movimento político
15:42mais poderoso do Brasil,
15:43pouco tem a ver
15:44com defesa de homossexual,
15:45até porque o IBGE diz
15:46que 2% da população brasileira
15:48é de homossexuais e bissexuais
15:50e esse movimento
15:50consegue projetar a bandeira dele
15:52no Supremo Tribunal Federal
15:53no Palácio Planalto
15:54no Congresso Nacional.
15:55Esse movimento LGBTista
15:57propõe na sua sigla
15:58uma palavra que é o quê?
16:00Que é o queer?
16:01Que ninguém sabe a definição.
16:04E você tem
16:04a Universidade Federal do Rio de Janeiro
16:06no seu programa
16:06de doutorado em matemática
16:07tem uma área chamada
16:08matemática e queer.
16:10O que é isso?
16:11O que é isso?
16:13Matemática e queer.
16:13O que é isso?
16:14Então, uma palavra
16:15que você fala
16:16e eu defino.
16:162 mais 2 de 4.
16:17Você perdeu
16:18a autonomia linguística
16:20e se você perde
16:21a sua autonomia linguística,
16:22você perde
16:23a sua autonomia de pensamento.
16:24E você tem medo de falar.
16:26Tem medo de falar.
16:27É o que está acontecendo.
16:28E, portanto, você não pode pensar.
16:29Como é que você pode pensar
16:31se você tem medo de falar?
16:33E as palavras hoje
16:34foram absolutamente
16:35esvaídas de semântica.
16:37o que é normal?
16:39O que é verdade?
16:40Não se sabe nem
16:41o que é mulher.
16:44Eu sou o que eu quero ser.
16:45Pois é.
16:46Aqueles caras
16:47com visto de cachorro.
16:48Se sente um cachorro.
16:50É, mas aí também
16:52é que o cara
16:53meio que se perde, né?
16:55Se perde.
16:56O cara ficou
16:57meio perdido aí.
16:58Não tem
16:58para onde ir.
17:00Não tem um amigo,
17:01um pai,
17:01um cara,
17:02um acolhimento.
17:03O cara está sozinho.
17:03Não tem um brother.
17:04Não tem um brother.
17:05Não tem um brother.
17:06Tem isso também, né, pastor?
17:07Só muito sozinha, né?
17:08Mas encontra o braço,
17:10o acolhedor
17:11que vai esmagá-lo
17:12até a morte
17:13que é o braço
17:14do vitimismo.
17:15Ah.
17:15O vitimismo
17:16é um horror.
17:18Vitimismo
17:19faz com que a pessoa
17:20mergulhe
17:21na autocomiseração
17:22até o ponto
17:23de ficar...
17:24Seu do conforto, né?
17:25Um conforto
17:25que vai levar à morte.
17:28A proposta
17:28que é dada
17:29é essa.
17:29Afasta-se a realidade
17:30e a pessoa
17:31entra no devaneio.
17:32Nós vivemos
17:32na psiquiatrização
17:33do mundo.
17:34Você sabe
17:34aquele...
17:35Aquele conto
17:37de Machado de Assis,
17:38o alienista,
17:39que tem
17:40o psiquiatra lá?
17:41É Simão...
17:42Simão Bacamarte,
17:43se eu não me engano.
17:44Não é isso?
17:45Professor...
17:46Bacamarte,
17:47ele...
17:47Bacamarte.
17:48Ele coloca
17:48todo mundo no hospício
17:49e só fica aí.
17:50Tá desse jeito.
17:51O mundo tá psiquiatrizado.
17:52Tá todo mundo lá.
17:53Tá psiquiatrizado.
17:55É um horror.
17:55Ô, pastor,
17:56você faz algum paralelo
17:57com o livro sagrado,
17:58com a Bíblia,
17:59pros tempos atuais?
18:00Que eu vejo
18:00que você tem muita referência.
18:01É.
18:01A gente tá num tempo
18:02de guerra, né?
18:03De distrações.
18:05Tem alguma coisa
18:06que pode nos guiar
18:07que está escrito
18:08no livro da...
18:09Tem.
18:09Ezequiel 37,
18:10por exemplo,
18:10fala de uma aliança
18:12que pode ser entendida
18:13como uma aliança
18:14que jamais seria prevista
18:17aquela aliança
18:18que há entre Irã,
18:21fala sobre tudo
18:22aquilo,
18:22a Rússia.
18:24Ezequiel 38
18:25fala da...
18:26Tá no livro?
18:27Tá no livro.
18:28Tá na Bíblia.
18:28A reconstituição
18:30do Estado de Israel.
18:31A reconstituição
18:32do Estado de Israel
18:33é algo inimaginável
18:34que se deu em 1948
18:36sob a presidência,
18:37inclusive,
18:37de um brasileiro,
18:38Oswaldo Aranha.
18:39Sim.
18:39Ele que assinou.
18:41Algo inimaginável
18:42tá lá.
18:42Então, a Bíblia...
18:43Não é que a Bíblia
18:44seja um livro atual.
18:46É um livro atemporal.
18:48Legal.
18:48A Bíblia é uma revelação
18:50profunda da verdade.
18:52E por isso que
18:53todos os elementos
18:54estão ali.
18:56Ninguém é obrigado
18:56a crer.
18:57Mas, ô, ô,
18:58pastor,
18:59e você acha que
19:00na internet, né?
19:01Com os debates,
19:02porque a partir
19:04daquele momento
19:04que na literatura
19:06foram colocados
19:07muitos ateus ali,
19:08os professores,
19:09também por conta
19:10do Karl Marx ali,
19:11mas o objetivo materialista,
19:13a internet ajudou
19:14mais a conversão?
19:16Eu acho que a internet
19:17tem também
19:18esse poder de converter.
19:19É uma ferramenta.
19:20De fato,
19:21o campo da cultura,
19:22da educação
19:23e do entretenimento
19:23foram ocupados
19:24no Brasil pelo comunismo.
19:25Isso se deu
19:26no regime militar.
19:27Os militares
19:28não conseguiram ver isso
19:29e houve um impacto
19:31muito grande
19:32de controle,
19:33infiltração,
19:34influência
19:34nessas áreas.
19:35A internet
19:36é uma ferramenta
19:37e serviu muito
19:38para que mensagens
19:39minoritárias
19:40pudessem ser,
19:42de fato,
19:42ditas,
19:43colocadas.
19:44Então, a internet
19:44é muito poderosa
19:45nesse sentido.
19:47Não é por acaso
19:48que apenas
19:48os países comunistas
19:49querem,
19:50de forma muito brutal,
19:51controlar,
19:52regulamentar a internet
19:54e o Brasil está passando
19:55atualmente por esse momento.
19:56Então, mas é que a internet
19:57começou, por exemplo,
19:59terra plana.
19:59Terra plana é um negócio
20:00que foi nos anos 50.
20:03Foi uma moda
20:03que teve terra plana,
20:04anos 50,
20:05caramba,
20:05antes do homem
20:06ir para a lua e tal.
20:08Quando veio a internet,
20:10se você colocar na internet,
20:11homem foi à lua,
20:12aparece terra plana,
20:13terra plana,
20:13terra plana,
20:14aí você fala,
20:14porra,
20:15terra plana,
20:15faz sentido,
20:16faz sentido,
20:17não acabei de uma lua.
20:17Óbvio,
20:18se você repetir várias vezes.
20:19Sim,
20:19então,
20:20mas é esse que é o negócio.
20:22Isso aqui é pega.
20:23Não é?
20:24Eu li uma mancheta
20:24uma vez e dizia assim,
20:25o terra planismo
20:26se tornou um movimento global.
20:29Global, né?
20:31Maravilhoso.
20:32É isso aí.
20:33Bem bolado.
20:33É isso aí.
20:35Tem coisas interessantes, né?
20:37É como o feminismo.
20:38A pior coisa do feminismo
20:39é o que?
20:39É o substantivo masculino, né?
20:41O feminismo.
20:44Mas nessa questão aí
20:46que você estava falando
20:47da conversão,
20:49eu sempre me pergunto,
20:50isso eu queria saber
20:50a tua opinião,
20:52em algum momento,
20:53aquele cara que é muito woke,
20:55aquele cara que é muito marxista,
20:56ele vai aparecer
20:58a realidade para ele.
21:00Vai aparecer,
21:00vai chegar o boleto
21:01com a taxa,
21:02com a taxação,
21:03e fala assim,
21:03olha, é isso aqui.
21:04Por que você acha
21:05que ele se recusa
21:06e ainda continua
21:07vivendo naquele sonho?
21:09Porque ele busca
21:09o Estado para mantê-lo.
21:12Ele busca que alguém
21:13o mantenha.
21:15É esta possibilidade
21:16que faz com que
21:17ele se mantenha
21:18durante algum tempo
21:19afastado da realidade.
21:20Tem um amigo meu
21:20que diz assim,
21:21olha,
21:21à frente de todas
21:23as ideologias dos filhos,
21:25a mais importante
21:26é os filhos
21:27conseguirem pagar
21:28os seus boletos.
21:29sim,
21:30ele ter autonomia
21:32de voo,
21:32o filho voar.
21:34Isso.
21:34Então,
21:35mas o pai
21:35tem medo
21:37de discutir
21:38com o filho,
21:39porque ele tem medo
21:40de perder o amor
21:41do filho.
21:41Então,
21:42ele aceita o filho
21:43de cabelo azul,
21:44o filho de qualquer jeito,
21:46que ele fala,
21:46vou respeitar,
21:47eu vou respeitar
21:48meu filho,
21:49que é diferente
21:49dos pais
21:50da outra geração,
21:52que meio que
21:53forçavam a gente
21:54a ir na igreja,
21:55fazer valores,
21:56que você está falando.
21:56Não, não,
21:57era diferente,
21:58hoje em dia
21:59o cara aceita,
22:01é,
22:01o cara aceita,
22:02não sei se é a gente
22:03que é fraco,
22:04o pai é fraco,
22:05o que você acha?
22:05Eu acho que o pai
22:06não é amigo do filho,
22:08o pai é mais do que isso,
22:09ele é pai.
22:11O pai tem que chegar
22:12para o filho e dizer,
22:12meu filho,
22:13eu sou seu pai,
22:14eu dou a minha vida
22:15por você.
22:17A relação de paternidade
22:18é muito maior
22:19do que a relação
22:19de amizade,
22:21e isso tem que ficar
22:22bastante claro,
22:23o filho tem que entender
22:24isso,
22:25que Deus colocou uma pessoa
22:26para exercer autoridade
22:27sobre ele,
22:28para endireitá-lo
22:29e levá-lo para o caminho
22:30certo.
22:31No momento em que
22:32a proposta é de que
22:34o pai é apenas
22:35mais um amigo,
22:36o filho vai.
22:37Não,
22:37mas não é amigo,
22:38é mais frouxo,
22:39é mais perdular,
22:40é um cara perdular,
22:41é o cara que deixa...
22:43Não, não,
22:44você não quer,
22:45você não quer perder,
22:47você não quer perder
22:47o vínculo com o seu filho,
22:49então você faz tudo
22:50para agradar o seu filho.
22:52Você conhece alguém
22:54que teve um pai
22:54muito rígido e bom,
22:57deve conhecer,
22:58você pergunta a esse filho...
23:00Eu tinha a professora
23:01que batia.
23:03Falou com tristeza.
23:03Você pergunta
23:04a um filho
23:05que teve um pai
23:07que foi rígido,
23:09pelo que é certo,
23:10fez o papel de pai,
23:11você pergunta
23:12o que é que esse filho
23:13acha do pai.
23:14100% dos casos,
23:16o filho agradece
23:16ao pai por tudo.
23:18Né?
23:18A verdade é essa.
23:21A verdade é essa.
23:23Os homens hoje
23:24são frágeis.
23:25Esse é um fato.
23:27Não é só com o filho,
23:28é no casamento.
23:29Às vezes botar a mulher
23:30para resolver um problema
23:30e o homem não vai.
23:32Há uma fragilidade
23:36que precisa ser combatida
23:39e a masculinidade
23:40tem que ser retomada.
23:42Você acha que
23:42a virilidade do homem
23:44está em jogo?
23:45A masculinidade
23:46está em jogo
23:47e no jogo da linguagem
23:49falam até masculinidade
23:50tóxica.
23:51Isso.
23:51Como se excesso
23:52de masculinidade
23:53fosse algo ruim.
23:54Não existe masculinidade
23:56tóxica.
23:57Não existe.
23:58Masculinidade é proteção,
23:59liderança,
24:00provisão.
24:01Isso é masculinidade.
24:03Um homem que tem
24:03muita masculinidade
24:04vai proteger demais.
24:05Não vai atacar,
24:06agredir uma mulher.
24:08Crime.
24:08É outra categoria.
24:10Mas manipula-se o conceito
24:12e a consequência disso
24:13é o fato de que
24:14a sociedade passa a achar
24:15que masculinidade
24:16é um problema
24:17e temos homens
24:17absolutamente efeminados.
24:20Esse é um problema.
24:21E aí você constatou
24:23uma realidade,
24:24viu professor?
24:24Mas é verdade,
24:25é uma geração, né?
24:26É.
24:26É.
24:27Mas você sabe que
24:28as crianças...
24:28Mas não seria mais...
24:29O Sânio vai fazer o legendário.
24:30Pera lá.
24:30Pera lá.
24:31Não seria mais sensível
24:33do que efeminado?
24:34Não seria mais correto
24:36a gente falar sensível
24:37do que efeminado?
24:39Efeminado,
24:40não estou falando de homossexual.
24:41Sim, sim.
24:42Estou falando de homens
24:42com características e mulheres.
24:43Com características.
24:44Quais?
24:44falta de liderança,
24:46falta de provisão,
24:48falta de segurança.
24:49Mas tem mulher com liderança.
24:49Mas não tem mulher com liderança?
24:51São características masculinas.
24:53Margaret Thatcher,
24:54Dilma.
24:56Porra, só canhão aí também.
24:58Aí tem os exemplos.
24:59Porra aí também.
25:00Calma aí.
25:01As mulheres podem exercer liderança.
25:04As mulheres podem exercer liderança.
25:06Não estou dizendo isso.
25:07Mas eu estou dizendo que...
25:08Que é exceção.
25:09É exceção.
25:09Não, mas elas...
25:10Que elas exercem isso.
25:13Muitas delas têm características masculinas.
25:16Não é que...
25:18Pessoas podem ter características masculinas.
25:20Não estou dizendo nenhum problema.
25:23Mas eu estou dizendo que a liderança,
25:24provisão, segurança,
25:26são características essencialmente masculinas.
25:28E o homem tem que entender isso na sua família.
25:32Tem que estar aflito.
25:33O homem é líder.
25:34Olha, Efésios capítulo 5
25:36diz que o homem tem que ser capaz
25:37de morrer por sua esposa.
25:40A relação do homem com a mulher,
25:41de acordo com a Bíblia,
25:42é a mesma relação de Cristo com a igreja,
25:44que foi capaz de morrer por sua esposa.
25:47Esse é o homem.
25:48Esse é o homem bíblico.
25:49O casamento bíblico é isso.
25:51O homem é o provedor.
25:52É o provedor.
25:53E a mulher tem que respeitar o homem.
25:54É.
25:55Mas hoje em dia...
25:56Está na tábua.
25:56Está na Bíblia.
25:57Está na Bíblia.
25:58Está na Bíblia, né?
25:59Está na Bíblia.
26:00Não está na Bíblia.
26:01O Sami não acredita em nada.
26:02O Sami não acredita em nada.
26:03Da inteligência artificial.
26:05Ele pôs 10 mandamentos na IA.
26:06Não acredita em Deus.
26:07Ele põe lá,
26:08aquele Papa com aquela roupa.
26:09Deixa eu só dizer um negócio
26:10que importa aqui
26:11para ficar bastante claro.
26:12Deixa o pastor falar
26:14que está bom o Papa.
26:15A primeira de Pedro,
26:16no capítulo 3,
26:17fala da submissão.
26:20A palavra em grego é
26:21o potasso.
26:22O potasso.
26:23É, o antigo testamento
26:23é escrito em hebraico,
26:24algumas partes eram maico,
26:25o novo testamento
26:25é escrito em grego.
26:26É o potasso.
26:27Essa palavra submissão
26:29é a mesma que a Bíblia usa
26:31quando fala da relação
26:33de Jesus em relação ao Pai.
26:35Então, não tem nada
26:37de inferioridade da mulher.
26:39Não tem nada da mulher
26:40ser menos que o homem.
26:41Não é disso que se trata.
26:43Se tratam de papéis diferentes
26:45e igualmente importantes.
26:47É isso que a Bíblia diz.
26:49Agora, se uma mulher
26:51tem que exercer o papel do homem,
26:52eu estou cansado de ver isso,
26:54ela vai ter sobre ela
26:56peso maior do que ela
26:58deveria carregar.
26:59Isso não é bom.
27:00O bom é que o homem
27:01exerça o seu papel
27:02e a mulher exerça o seu papel
27:04em igualdade de importância.
27:06Mas são papéis diferentes.
27:08Mas aí o feminismo
27:09usa também
27:10para dizer que a Bíblia
27:11é machista.
27:11que é o que a gente está falando.
27:16Você subverte,
27:17você vai na semântica,
27:18você muda a estrutura.
27:20É a interpretação.
27:22Genocida
27:22é uma puta palavra horrorosa.
27:24Virou nada.
27:25É uma palavra
27:25atribuída a Adolf Hitler.
27:27Virou qualquer um.
27:28Qualquer um.
27:29Qualquer coisa.
27:30Isso é genocida.
27:31Isso é genocida.
27:32E outra coisa,
27:32a mulher não gosta do feminismo, não.
27:34Quem gosta do feminismo
27:35é feminista.
27:36Como o negro,
27:37não gosta do negrismo, não.
27:38Quem gosta do negrismo
27:39é o negrista.
27:40O índio não gosta do indigenismo, não.
27:42Quem gosta do indigenismo
27:43é o indigenista.
27:44E assim sucessivamente.
27:46É quem se apodera do...
27:47O feminismo não defende a mulher.
27:49Cadê o feminismo
27:50contra a possibilidade
27:52de participação
27:52em esportes femininos
27:53de homens?
27:55A única razão
27:57de haver modalidade feminina
27:58no esporte
27:59é impedir que homens
28:00compitam com mulheres.
28:01Sim.
28:02Porque o homem
28:03é diferente da mulher.
28:04Futebol feminino,
28:05você já viu como é?
28:05Sim, é outra coisa.
28:06É outra esporte.
28:07A angulação da bacia da mulher
28:09é de 120 graus.
28:11A angulação da bacia do homem
28:12é de 90 graus.
28:14Cadê o feminismo
28:15para proteger as mulheres?
28:17Então, o feminismo
28:18não gosta de mulher.
28:19Quem gosta de feminismo
28:19é a feminista.
28:21A mulher é atacada
28:23pelo feminismo.
28:25A mulher é colocada
28:25em situação
28:26de
28:27não ter como se
28:29desenvolver
28:31porque o feminismo
28:32abafa a mulher,
28:33ataca a mulher.
28:33Mas esse eu acho
28:34que é o feminismo
28:35atual, né?
28:37Porque o primeiro feminismo
28:38era para ter
28:39ganhar direitos,
28:41trabalhar igual,
28:42votar igual.
28:43O primeiro feminismo
28:44fez sentido.
28:46Eu não sei se
28:46foi feminismo
28:48que fez isso,
28:49mas o movimento
28:49foi importante
28:50e os homens
28:50foram essenciais.
28:51A primeira mulher a votar
28:52foi lá do meu estado,
28:53do Rio Grande do Norte.
28:53Sim, e foi a primeira prefeita.
28:55Foi a primeira...
28:56E ela
28:57disse que
28:59votou graças
29:01à insistência do esposo.
29:03Eu sou a favor
29:03que as mulheres votem,
29:04claro,
29:04mas a história
29:05deve ser registrada
29:06de forma correta.
29:07Um ano depois
29:08que as mulheres puderam votar,
29:10havia 10%
29:12de mulheres inscritas
29:12para votar.
29:15A história tem que ser dita
29:15de maneira correta.
29:17Tem muitas coisas
29:18que são transformadas, né?
29:21Meu querido Taços,
29:23que papo bom, hein?
29:24Gostoso, hein?
29:25Falamos de tudo.
29:25Pô, volte mais vezes aí
29:27quando estiver por aqui.
29:28Vamos bater um papo aí,
29:29trocar uma ideia
29:30que é sempre bom
29:31para a nossa audiência aqui.
29:32uma turma maravilhosa também.
29:34Vou passar o YouTube
29:35L-Y-
29:37é L-Y-
29:39Curgo.
29:40L-Y-
29:42Curgo.
29:43Para você
29:43no YouTube aí
29:45do nosso querido Taço
29:46que conversou aqui com a gente,
29:47batemos um papo bacana.
29:49Lá você tem todo
29:50o trabalho
29:51do nosso pastor.
29:53Obrigado pela sua participação.
29:55Pela conversa,
29:56sempre é muito bom.
29:56Eu tenho só uma pergunta.
29:57Aquele bicho ali é pré-á?
29:58É um pré-á não?
29:59Não.
30:00É pré-á?
30:00Não, esse aí é o Gueré.
30:02É o Gueré, esse aí é o Gueré.
30:04Do lado é o urso.
30:06É o urso caramelo.
30:07Vamos fazer o break. Vai lá, Reginaldinho.
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