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Guido Palomba chega chegando, detonando os diagnósticos de saúde mental que tão mais errados que previsão de chuva em dia de sol! Entre autismo, bipolaridade e burnout, o psiquiatra forense mostra como a galera tá mais perdida que criança numa loja de doces.

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Transcrição
00:00Tudo bem, vamos falar do que hoje?
00:02Saúde mental.
00:03Qualquer assunto com o nosso doutor.
00:05Saúde mental?
00:07Como é que está?
00:08Cadê o microfone?
00:09Tá sem microfone?
00:09Tá sem microfone?
00:10Não, já tem.
00:11Ah, tá com microfone aqui.
00:12Olha que elegância.
00:14Tá microfonado.
00:15Saúde mental.
00:16Saúde mental.
00:19Dizem que o brasileiro é o povo mais ansioso do mundo.
00:24É isso mesmo?
00:25Não.
00:25Não é?
00:26Não.
00:26Tá bom.
00:27É diagnóstico mal dado.
00:30Entendi.
00:31Diagnóstico mal dado.
00:32Claro que não.
00:34Eu acho que o brasileiro até é bem tranquilo.
00:38O problema são os diagnósticos mal dados, Emílio.
00:42Esse é o grande problema da psiquiatria.
00:45Eu não diria nem da psiquiatria brasileira, mas da psiquiatria ocidental.
00:50Então hoje, por exemplo, é tudo...
00:52Se você briga com a namorada, se você está sem dinheiro para pagar conta,
00:57se morreu o cachorro na sua casa e você está triste, você está arriscado a levar um diagnóstico
01:04de bipolar, depressão e tome remédio, tome remédio.
01:08Então, mas existe...
01:09Então isso não existe.
01:10Isso não é...
01:11Desculpa falar sobre isso.
01:14Não tem.
01:15Porque ficou também...
01:16Existe o sintoma.
01:18Existe a doença.
01:19Sim.
01:20Existe também todo mundo.
01:21Quando começou a ter burnout, por exemplo.
01:23Não existe.
01:24Não existe.
01:25Não.
01:25Burnout não existe.
01:27Burnout não existe.
01:29Aí você fala, opa, peraí.
01:31Como burnout não existe?
01:32Primeiro que é um nome, é uma gíria do bafão dos Estados Unidos, que é queimado.
01:41Então, por exemplo, um palito queimado.
01:46Isso.
01:46É um bisil.
01:48Bisil.
01:48Exatamente.
01:50O cara está...
01:50Deu um bisil.
01:51Na época, chamada estafa.
01:53Ele está estafado, não é isso?
01:55E vem lá do bafão dos Estados Unidos, daqueles viciados em droga.
02:00Então, usou muito, tá?
02:03Burnout.
02:04Bom, o que aconteceu?
02:06Pegaram um famoso protocolo, ou seja, perguntas e respostas, perguntas e respostas que você
02:14mesmo faz e chega à conclusão, você soma os pontos, bate com o gabarito e vê se
02:21você tem burnout.
02:22Todos nós aqui, todos, sem exceção, se nós respondermos aquele diagnóstico, aquele
02:30protocolo de burnout, vai ter ou leve, ou moderado, ou grave.
02:35Certo.
02:36Agora eu pergunto, pelo menos um aqui não tem, que sou eu.
02:41Vocês também não.
02:42Eu também.
02:42Com absoluta certeza.
02:44Então, que negócio esse diagnóstico de burnout para todos?
02:46Generalizar, certo.
02:47E outra coisa, é um nome ridículo, não é?
02:50É o nome da gíria, levar para uma parte científica, isso não pode.
02:55E você pergunta, existe a canseira, o esgotamento nervoso, a estafa?
03:02Sim, existe.
03:03Mas já descrita desde 1777 e bem descrita.
03:09Então, não precisava dessa inovação.
03:10Então, mas isso aí qualifica o ser humano.
03:13Você fala, olha, eu tive um burnout, eu tive um burnout, estou...
03:16Eu trabalho, eu trabalho muito, eu tive um burnout.
03:20Qualifica a pessoa.
03:21Mesmo esse negócio de TDAH...
03:23Não, TDAH qualifica, Alzheimer qualifica, autismo qualifica.
03:28Autismo agora.
03:30As pessoas têm autismo e ficam contentes que estão com autismo.
03:34Mas será que não está...
03:35Então, mas por que isso, doutor?
03:37Por quê?
03:37É banalização dos diagnósticos.
03:41Então, mas doutor, o diagnóstico, ele não é exato.
03:45E aí, você tem um ser humano, para essas doenças, até onde eu sei, que faz avaliação.
03:51E o ser humano erra, o ser humano faz isso.
03:54Sam, posso já discordar de plano?
03:55Claro, por favor.
03:56O diagnóstico é exato.
03:59Se você souber fazer, ele é exato.
04:01E como eu vou fazer isso?
04:01Você vai num cardiologista, você vai num cardiologista, ele vai saber se seu coração está bom ou não.
04:07É exato.
04:09Sim, mas são...
04:10O cardiologista, você faz o exame no coração e na cabeça, você vai lá para o...
04:13Você vai para o neurologista.
04:14E verbalizar o que você está sentindo.
04:16Veja.
04:16Mas ele é profissional.
04:17Não, eu não estou falando do profissional.
04:19Tem vários profissionais que podem dar um diagnóstico errado.
04:23Claro, mas aí é erro.
04:25Aí não é...
04:26Aí é uma medicina mal feita.
04:29Sim, mas você como paciente, como sabe?
04:32Porque quando eu vou...
04:33Você como paciente, você não sabe.
04:35Quem tem que saber é o médico, claro.
04:36Então, mas como que você como paciente vai escolher um médico que você tem certeza
04:41que é um bom médico diagnóstico?
04:43Enquanto a medicina não tiver essa sinalização, você...
04:47Você está perdido.
04:49Você está perdido.
04:49É, essa é a verdade.
04:50Mas então, é o que nós vivemos.
04:53Diferente de outros exames.
04:54Você quebra a perna, você vê o racismo.
04:56Você quebra a perna, o racismo não vai ser quebrado.
04:58Quantas pessoas não tomam antidepressivo sem precisar?
05:02Anxiolítico, né?
05:03Anxiolítico, remédio para acordar, remédio para dormir.
05:06Aquele tal do TDAH.
05:08Às vezes é criança mal educada.
05:11Vai num psiquiatra da geração perdida, que eu chamo de geração perdida,
05:16e está arriscada a tomar ritalina e não sei o que.
05:20Agora, eu também preciso falar uma coisa importante.
05:23A nova geração dos estudantes que estão chegando, que estão se formando,
05:29está tudo de antena ligada.
05:32Está vendo que o negócio está errado.
05:33A geração nova.
05:35A nova.
05:36Eles estão vendo com excesso de remédios.
05:40Você vai num psiquiatra hoje, ele não olha no seu olho.
05:43Ele fica, quantas vezes você ficou, não quis pentear o cabelo.
05:48Quantas vezes você não quis tomar banho.
05:50Etc.
05:50Bate com protocolo.
05:53Remédio.
05:54E remédio.
05:55Aperta o botão no computador.
05:57É isso.
05:58Não existe.
06:00Tete a tente.
06:00Tete a tente.
06:00Acabou o olho no olho.
06:03Então, os psiquiatras, eles precisam voltar a ser psicólogos.
06:08Você quer ver uma coisa terrível?
06:10O suicídio.
06:11O suicídio de crianças e de adolescentes aumentou terrivelmente.
06:19Mas por quê?
06:21O jovem não quer se matar.
06:24Eu vou repetir porque isso é importante.
06:27O jovem não quer se matar.
06:29Então, você pergunta pra mim, o Emílio me pergunta.
06:32Mas como se ele não quer se matar, se aumentou o número de suicídios?
06:39O que ele quer, o que o jovem não suporta, é aquela situação.
06:45Por exemplo, o bullying, brigou com a namorada, ou tá usando um tóxico, ou foi cancelado.
06:51Como sair da situação.
06:53Ele quer matar aquela situação.
06:55Mas ele não consegue, ele não tem perspectivas.
06:59O horizonte dele tá fechado, então ele se mata.
07:02Mas se você conseguir passar por aqui, ele não se mata mais.
07:06Agora, o que precisa o psiquiatra?
07:08É dar remédio?
07:09É dar antidepressivo?
07:11Camisa de força química?
07:13Ou tem que abrir os horizontes dele pra...
07:15Opa, peraí, você brigou com a namorada?
07:17Arruma 10.
07:18Você foi cancelado?
07:20Calma.
07:21Mas isso não faz parte mais das amizades que a gente tem?
07:25E a amizade não tem mais paciência?
07:27E fala, ó, você tá mal, procura um médico.
07:29Concordo.
07:29Vai lá, procura um médico, ele vai dar um remedinho pra você, vai resolver o seu problema.
07:33Se você tiver um bom amigo, um bom amigo pra você trocar figurinha com ele...
07:37Tomar um negócio, tá na fossa.
07:40É, você não precisa de psiquiatra.
07:43Então, no fundo, no fundo, no fundo, seria um amigo pago, vai, entre aspas.
07:47Eu concordo com você.
07:48As pessoas estão mais solitárias, né?
07:50Eu acho que sim.
07:51Ninguém tá se dispondo mais a trocar uma ideia.
07:54Plenamente, plenamente de acordo.
07:55Mas é o fenômeno das telas, é o fenômeno que a gente vive, dopaminérgico, que a gente tá viciado num celular,
08:03e a gente não troca mais ideia com ninguém, a gente tá muito solo.
08:06É uma geração que tá mais solo, ou não?
08:08Absolutamente de acordo.
08:09É isso.
08:10Claro.
08:10Mas aí vem também, é um pacotão.
08:15A saúde mental, o celular, o mundo digital.
08:19O mundo digital, por exemplo, pra criança, eu sou radical.
08:23Radical.
08:24Criança e adolescente.
08:25Até os 15, 16 anos, rede social, jamais.
08:30O celular.
08:30Mas, veja, se você tem um celular sem rede digital, você não consegue.
08:36Então, claro, você vai conseguir?
08:38Não.
08:38Mas faz mal?
08:40Faz muito mal.
08:41Quem, de ser o contrário, não entende do que está falando.
08:45Com toda honestidade.
08:46Por que, por que, você tem o celular, é aquela telinha minúscula, você fica ali o tempo todo.
08:56O conteúdo, o conteúdo é um conteúdo rápido de, você não tem profundidade.
09:05Outra coisa, o ser humano, ele tem sentimento, ele tem senso-percepção, ele tem intuição, ele tem emoção.
09:15E aquela telinha, ela não deixa você desenvolver tudo aquilo.
09:20Você fica ligado naquilo e só naquilo.
09:23Enfim.
09:24Não é bom.
09:25Faz mal.
09:26É meio que uma pseudo-zona de conforto ali.
09:28Você cria uma bolha ou entra numa bolha e vive naquilo.
09:32E você substitui uma das maiores criações, ou talvez a maior criação da humanidade.
09:39Uma assombrosa criação da humanidade.
09:42Sabe qual?
09:42O livro.
09:44Sim, o livrinho é bom.
09:45O livro físico.
09:46É.
09:47O livrinho é bom.
09:48Enfim, o resto, as outras criações, elas no fundo são extensões do ser humano.
09:56Por exemplo, o arco e flecha é a extensão do braço.
10:00A espada é a extensão do braço.
10:04O próprio telefone, extensão da voz.
10:08Opa.
10:09Do cérebro agora.
10:12Está saindo.
10:12Pois é.
10:13O tempo inteiro a gente está ficando mais burro.
10:16Está ficando mais burro.
10:17Está.
10:17Está, claro.
10:19Porque você tem menos estímulos.
10:22E do que o cérebro vive, os neurônios vivem?
10:24Eles vivem de estímulos.
10:26Eles fazem as redes.
10:28E que rede que você está fazendo com aquela telinha desse tamanho?
10:31De outra coisa, você fala, não, mas estão lendo livro no...
10:37No Kindle.
10:37No Kindle.
10:39Ouvindo livro.
10:40Não é a mesma coisa.
10:43Absolutamente não.
10:44É a mesma coisa você tomar um...
10:46Guardando as devidas proporções.
10:49Você tomar um vinho saído de uma mesma garrafa, num copo de plástico e num cálice de cristão.
10:54Dá uma gola lendo um jornal.
10:56Não é?
10:57Tem coisa mais maravilhosa.
10:59Sentar, você senta ali, abre o jornal.
11:03Se você falar isso para esses jovens que só estão com o celular na mão, eles não vão te entender.
11:08Não vão.
11:09Agora, deixa eu perguntar uma coisa para o senhor.
11:11O grande problema é quando os nossos pensamentos estão zoados.
11:17Sim.
11:17É aí que está o problema de tudo, né?
11:20Quando a gente está com a cabeça desordenada.
11:22E eu vejo muito, hoje em dia, as pessoas meio desordenadas.
11:27Elas não sabem direito qual caminho tomar, o que fazer para conquistar as coisas.
11:33A gente é muito cruel consigo mesmo, né, doutor?
11:39O ser humano, o ser vivo, né?
11:42A gente sempre precisa ser poderoso, sempre precisa ganhar o jogo, né?
11:48Para sobreviver.
11:49Sim, e Emílio, eu tenho a certeza que o mundo digital, ele potencializou tudo isso.
12:00É, porque a gente fica vendo...
12:01Tem que estar sempre no máximo, sempre se comparando, sempre isso e sempre aquilo.
12:06Então, claro que a autocrítica e a cobrança, elas aumentam também.
12:11Porque aí, se você não conquista aquilo, você pensa que você é um bosta.
12:15Exatamente.
12:16E aí que a gente entra nesse...
12:18Em comparação.
12:19Não, porque na rede social você tem muita comparação.
12:22E sempre é melhor o que você está fazendo.
12:24É, o Neymar está no Iate, o teu amigo está numa viagem internacional.
12:27Mais a nossa cabeça, o nosso pensamento, ele não consegue identificar isso.
12:33Para a nossa cabeça, a gente tem que ser muito bom, senão a gente morre.
12:36Sim.
12:37O ser humano morre, se não for melhor.
12:38E como você só tem estímulos dessa natureza, você acaba entrando nessa neura, nesse círculo vicioso e acaba se auto-flagelando até.
12:51E como sair disso, doutor?
12:53Ai, Emílio, é uma excelente pergunta.
12:56Eu acho que a gente tem que viver mais naturalmente.
12:58Por um pé na grama, dar uma arrastada, né?
13:02Eu vejo também um grande problema na tal da inteligência artificial, que aliás você falou bem hoje, eu estava te escutando hoje.
13:10Ah, o tsunami, o tsunami está vindo.
13:13A inteligência... Primeiro que não é nem inteligência nem artificial.
13:16É o mais lindo golpe de marketing que existe na humanidade.
13:23Todo mundo fala, em todas as línguas, e não é nem inteligência e nem artificial.
13:29Isso também é um grande problema, porque existe aquele comportamento de achar que o que vem da inteligência artificial é lindo, maravilhoso.
13:38Mas na verdade não é coisa nenhuma.
13:41Seria diferente você chamar a inteligência artificial de papagaio, porque ela é um papagaio estocástico.
13:49Ou seja, é um papagaio que vai... Os algoritmos pegam aquilo que já existe e produzem alguma coisa.
13:56Mas está papagaiando a vida.
13:57Ela não cria autoral. Não é autoral.
14:00Não. É um Google sem citar a fonte.
14:03É.
14:03Boa.
14:03Mas é difícil também, porque se a inteligência artificial... Não é nem inteligência artificial e não vale.
14:10Os médicos, a maioria, diagnóstico ruim.
14:13Estamos lascados.
14:14Não, fora você, tem alguém que a gente possa contratar.
14:17Tem muito médico bom em todas as especialidades.
14:21Qual a porcentagem?
14:22Mas os médicos...
14:23A inteligência artificial, a dita inteligência artificial, que é um papagaio estocástico, é um papagaio.
14:31Ela serve para algumas especialidades médicas.
14:34Por exemplo, radiologia...
14:38Um diagnóstico.
14:40Exame.
14:40Exames.
14:41Uma imagem.
14:42Você tem duas inteligências.
14:43O ser humano tem duas inteligências.
14:45A inteligência prática, 2 mais 2 igual a 4, que a inteligência artificial é ótima para fazer isso.
14:52E a inteligência abstrativa, que jamais a inteligência, a dita inteligência artificial vai ter.
15:01Porque ela sempre parte de alguma coisa.
15:03Ela é igual você tem massa, você tem farinha, ovo e água.
15:11Farinha, ovo e água.
15:12Aí você tem o algoritmo que faz o pão.
15:16Mas ela parte de farinha, ovo e água.
15:18Não parte do nada.
15:19Ela não parte da noite do nada.
15:22Onde tem tudo para aquele que abstrai.
15:25Então, para a inteligência prática, a inteligência artificial é ótima.
15:29Para a inteligência abstrativa é zero.
15:31Zero.
15:32Não existe.
15:33Professor Lido.
15:34Não, o que você falou assim, a maior parte...
15:37Posso ter entendido errado, me corrija.
15:38A maior parte dos diagnósticos de autismo, de burnout, estão errados, pelo que eu entendi.
15:47Então, ainda que tenhamos médicos bons, é a minoria.
15:51Senão não estava todo mundo diagnosticado errado.
15:54Aí tudo bem.
15:55Eu não consigo selecionar o médico, porque eu como paciente não sei se o cara é bom de diagnóstico.
16:02O diploma, pelo visto, não garante.
16:05Porque ele é formado, não garante esse processo.
16:08A inteligência artificial, que é um recurso que poderia usar também, não serve.
16:13Você usaria inteligência artificial para fazer uma análise?
16:16Tem gente que usa...
16:17Faz terapia.
16:17Faz terapia, bicho.
16:19O cara faz terapia num telefone.
16:21Esse cara tem que internar no Juqueri.
16:23Mas muita gente faz.
16:24Mas você prefere...
16:24O Juqueri, para quem não conhece o Juqueri, os velhos sabem o que é o Juqueri.
16:30Você levava o cara com o endereço pendurado e o cara ia para o Juqueri.
16:36Porque o cara vai lá e fala, olha, tudo bem?
16:38Como é que você está?
16:38Você não...
16:39Você está louco.
16:40O cara é maluco.
16:41O cara é maluco.
16:42Para a psiquiatria, quem usa inteligência artificial, fuja.
16:45Porque deve ser aquilo que a gente costuma chamar, com todo respeito, de imbecil.
16:53Com todo respeito, por quê?
16:54Vem de in, que é negação, e bacilum, que é bastão.
16:59E em bacilum é o que não tem o bastão, que não tem o apoio do bom senso.
17:04Então é um psiquiatra imbecil.
17:05Os bolsos...
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