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Roberto Galípolo, presidente do Banco Central, participou nesta segunda-feira (11) de evento em São Paulo e afirmou que o Brasil pode estar protegido do tarifaço anunciado pelos Estados Unidos.

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Transcrição
00:00O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, falou hoje sobre como o país pode estar protegido contra as tarifas impostas aos produtos brasileiros pelos Estados Unidos.
00:10Valéria Luizete, mais uma vez, aqui com a gente. Onde o presidente do BC esteve hoje, Valéria?
00:19Pois é, boa noite mais uma vez, Tiago, a todos que nos acompanham aqui no Jornal Jovem Pan.
00:23Essa afirmação do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, foi realizada durante o evento da Associação Comercial de São Paulo, que aconteceu aqui.
00:32E ele disse, então, que esse tarifácio de Donald Trump deverá ser sentido de maneira mais amena aqui no Brasil, segundo ele.
00:41Porque a pauta, a medida já estava sendo monitorada pela equipe econômica desde o início do ano.
00:47E também porque a diversificação da pauta comercial nos últimos anos é um fator que acaba protegendo a economia do país frente ao tarifácio, se comparado com outros países.
01:01E, com isso, o efeito deve ser um pouco mais ameno por aqui.
01:06E ele fez isso comparando, inclusive, com o futebol. Vamos ouvir o que ele disse.
01:11A partir do anúncio de um tarifácio, aquilo que era visto como uma desvantagem passou a ser visto como uma proteção.
01:18Como o Brasil provavelmente vai depender menos dos Estados Unidos, ou depende menos dos Estados Unidos,
01:23num processo tarifácio o Brasil vai se machucar menos do ponto de vista comercial,
01:27que foi visto com bons olhos ali pelo mercado para o Brasil.
01:32Bom, então, essa foi a fala do presidente do Banco Central, Gabriel Galipo, durante esse evento,
01:41que pareceu bastante otimista com relação aos efeitos do tarifácio à economia brasileira.
01:46Tiago?
01:50Agora, Valério, uma outra questão.
01:52Ele também disse, presidente do Banco Central, que a escalada da Selic, a taxa de juros aqui do país,
01:58deve provavelmente ser interrompida. É isso?
02:02Exatamente, Tiago. É um anúncio que muitos estão esperando, né?
02:08A gente tem acompanhado. Foram sete altas consecutivas da Selic, que atualmente está em 15%,
02:14maior patamar desde 2006, mas, segundo o presidente do Banco Central,
02:20ela está num patamar relativamente alto o suficiente para conter a inflação,
02:26ao menos nesse momento.
02:29Então, ao que tudo indica, ela deverá permanecer assim,
02:32mas ainda com um tempo bastante considerável nos próximos meses.
02:38Vamos ouvir o que ele disse.
02:39A brincadeira que eu faço sempre é que o Banco Central é o zagueiro, né?
02:44Então, assim, na dúvida, entre o estilo e afastar a bola da pequena área,
02:50o importante é sempre se afastar a bola da pequena área.
02:52Então, se a gente precisar comprometer o estilo na escrita
02:56para conseguir passar a mensagem de maneira bastante clara,
02:59a gente vai preferir comprometer o estilo na escrita e passar a mensagem de maneira bastante clara,
03:02porque a ideia de continuação da interrupção, ela expressa exatamente o que a gente pretende dizer.
03:08Se a gente fez uma interrupção, estamos olhando os sinais da economia e os indicadores,
03:14os diversos indicadores que nós acompanhamos,
03:16para corroborar que o patamar que nós colocamos a taxa de juros,
03:20ele é um patamar restritivo o suficiente para a gente poder produzir a convergência
03:26da inflação para a meta.
03:32Mas ainda assim, Tiago, o presidente do Banco Central não descartou novos reajustes
03:37na taxa básica de juros diante do tarifácio, das reações,
03:42do tarifácio de Donald Trump e das reações, principalmente no mercado interno.
03:46Ele explicou que os impactos podem vir de três frentes principais,
03:50aumento da oferta e queda temporária dos preços internos,
03:53desvalorização do real e também um possível impacto negativo no PIB,
03:58com redução dos investimentos e também desaceleração econômica
04:01e queda no nível de emprego.
04:04Ou seja, ele ainda assim deixou um pouco em aberto a possibilidade
04:08de novos reajustes da Selic aqui no Brasil, Tiago.
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