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  • há 6 meses
O clima seco exige mais atenção com a saúde, principalmente com crianças e idosos.

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Transcrição
00:00Mudar de assunto, falar do tempo, Joana Trepto com a gente, calor e clima de deserto.
00:07Essa combinação tá tomando uma parte do Brasil, né Joana?
00:10Tá sim, gente. Boa noite pra vocês, boa noite pra todo mundo, principalmente na região centro-oeste,
00:15mas no sudeste também, hein? A umidade tá muito baixa e isso demanda atenção com a saúde,
00:21principalmente crianças e idosos.
00:24Friozinho de manhã, calor à tarde, frio de novo à noite.
00:29Quem aguenta?
00:30Isso é terrível, né? Eu acho péssimo pra saúde.
00:33Brusa na mão e quando é frio a gente veste.
00:37Tira, coloca.
00:38Tira, coloca. O tempo todo.
00:40Não bastasse essa amplitude térmica que a gente tem que ficar tirando e colocando a gasalho,
00:45a umidade relativa do ar em Belo Horizonte tem despencado para níveis críticos,
00:50que se assemelham ao clima de deserto.
00:53Durante a tarde, os índices estão variando entre 20% e 30%,
00:57bem abaixo do nível considerado ideal pela Organização Mundial da Saúde, que é de 60%.
01:04Além de Minas Gerais, esse cenário tem se repetido em boa parte do estado de São Paulo e em todo o centro-oeste.
01:11Nós estamos entrando no terceiro mês do trimestre mais seco do ano.
01:15Só com o estabelecimento da estação chuvosa ali para meados, fim de outubro,
01:19é que a gente tem a regularização nos índices de umidade o dia todo.
01:23E esse clima aumenta o risco de doenças respiratórias, principalmente em crianças e em idosos.
01:29Tosse, falta de ar e o nariz com sangramento.
01:34Importante a gente lembrar não só de hidratar tomando água,
01:38mas de passar ali no nariz um soro fisiológico, sopas, frutas que são ricas em água,
01:44como melancia, abacaxi e umidificar também o ambiente.
01:49Tchau, tchau.
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