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O Documento JP investiga o crescente exército de protetores que resgatam animais de situações extremas no Brasil. A reportagem mostra como a humanização dos pets, que os transformou em membros da família, impulsionou um mercado bilionário.

Assista à íntegra em:
https://youtu.be/NOpULMFpZgQ

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Transcrição
00:00E há quem tenha feito do cuidado com os animais o propósito de vida, como o protetor Paulo Rodrigues, que acolhe cães resgatados de situações extremas.
00:12Para Paulo e tantos outros protetores, o amor pelos animais é compromisso diário, e o resgate é apenas o primeiro passo para devolver a dignidade e encontrar um novo lar.
00:23O primeiro problema é que essa notícia chega bem tardia para nós, chega já quando o pet já está bem, assim, delibitado, já passou de algum tempo, ele já está bem ruim, ele pode estar doente, pode estar com muita fome.
00:42E quando chega essa notícia para nós, que nós vamos até o pet, é difícil, porque o pet ele reage com um sentimento de defesa.
00:54Então ele vai estar arredio, ele pode te morder, você não sabe se ele tem alguma doença pré-existente, uma delas é a própria raiva, ou outras doenças que o animal maltratado ele adquire durante esse período.
01:07Então quando chega essa notícia, a gente vai até o local, busca contato, e por vezes o próprio tutor, o péssimo tutor, ele não quer ceder a tutela daquele pet,
01:23para que nós possamos resgatá-lo, levar até uma clínica veterinária, para que ele possa passar por exames, que ele possa resgatar a saúde que ainda existe nele.
01:33Esse é o primeiro ponto. O segundo ponto, assim que o pet, ele passa por todos os exames, e ele se rebelita da saúde,
01:48a gente arrumar um tutor para ele, uma pessoa responsável, que queira adotar aquele pet.
01:54Por vezes isso não ocorre, e quem fica com esse pet, somos nós, sou eu, eu e minha esposa.
02:00Para a pessoa criar o hábito de andar com um pouco de ração, de gato, de cachorro, independente do tamanho,
02:10e não precisa ser uma alimentação com marcas famosas, tenha no seu veículo.
02:17Crie esse hábito com potinhos, pode ser potinhos simples, nada de...
02:22Aquele pote que você tem a noção que ele pode ser reutilizado, um exemplo, um pote de margarina, uma garrafinha de água.
02:33E, Andy, de repente você pode deparar com uma situação de um pet abandonado.
02:39Crie esse hábito, deixe lá.
02:41A gente sempre está andando e é comum o morador de rua, ele ter o seu amigo, que sempre é um pet, normalmente é um cachorrinho,
02:54e a gente sabe que por vezes ele não tem nem um valor para a sua própria alimentação.
02:59E você tendo um pouco de ração, um pouco de água, ofereça para o pet, ofereça para o tutor dele que ali está.
03:10E no caso de você observar, assim, uma situação de maus tratos, não tenha dúvida.
03:16Denuncie.
03:17Casos de maus tratos a animais podem ser denunciados pelos canais da Polícia Militar, no 190,
03:25diz que denúncia no 181 ou pelo site do Ibama.
03:29Música
03:30A marca, na verdade, Trinity Moda Pet, ela surgiu na pandemia,
03:53por conta de como tudo parou, como tudo virou um caos, né?
04:02E nós ganhamos um petzinho de presente, na verdade minha irmã ganhou.
04:08E ele que foi a referência também, que nos ajudou a criar a marca, que nos fez surgir essa ideia.
04:15A parte de criação, como eu sou estilista, eu faço, eu crio com todo carinho e todo cuidado para eles.
04:26Eu acho que eu me sinto realizada, na verdade, criando peças para os animais.
04:31É como se fosse, eles são parte da nossa família.
04:34E a gente precisa ter esse cuidado com eles, né?
04:37E cada dia a mais, não só com as roupas e pensar no conforto em si deles.
04:43Música
04:44Duas irmãs que encontraram no Mercado Pet a união de seus talentos.
04:51Juntas, Elisandra e Juliana da Riva criaram uma marca que une o amor que elas sempre tiveram pelos animais
04:59com uma demanda crescente de mercado.
05:03Música
05:03O talento é todo da minha irmã, que ela é estilista.
05:09E ela tem um cuidado especial com cada detalhe.
05:13Até mesmo o tecido usado nessas peças é o mesmo tecido que é usado nas roupas de humanos.
05:23Então ela escolhe, ela vai nas lojas, ela escolhe um a um, pensando, sabe, no conforto, na qualidade de cada peça.
05:33Nós somos apaixonados pelos animais.
05:37Eu, por exemplo, eu não como carne vermelha.
05:39Porque nós nascemos em fazenda no Rio Grande do Sul e eu já tive vaca de estimação, já tive porco de estimação.
05:49Então o normal de uma criança é crescer com outras crianças, brincar.
05:54O nosso foi crescer com os animais.
05:57Então a gente tem essa conexão muito, muito grande com os bichos.
06:01E parte da renda é revertida justamente para a causa animal.
06:06Música
06:07A humanização dos pets foi traduzida em um crescimento acelerado do setor
06:16e abriu espaço para empreendedores que aliam criatividade e propósito.
06:22Segundo o Sebrae, o segmento continua promissor,
06:25mesmo com projeções de crescimento mais modestas para 2025.
06:29Quem explica é Vanessa Lima, gestora estadual do segmento pet do Sebrae São Paulo.
06:36Desde 2019, pré-pandemia, o mercado vem crescendo no ritmo acelerado.
06:42Isso se deve à humanização que as pessoas estão tendo com seus pets.
06:46Então muitas pessoas também estão morando sozinhas ou em apartamentos menores,
06:52não optam por ter filhos.
06:54E cada vez mais o cuidado, a higiene, a prevenção de doenças vem crescendo.
06:58As pessoas cuidando mesmo do animal de uma maneira mais humanizada.
07:03Apesar de estarmos crescendo desde 2019, com um ritmo acelerado,
07:09em 2025 a projeção é um faturamento de 3,5% maior.
07:15Ou seja, é uma expectativa menor do que a gente tem tido nos últimos anos.
07:21Então se a gente faturou 75 bilhões em 2024,
07:26a expectativa em 2025 é de 78 bilhões.
07:29Mais do que tudo, o nosso pequeno empreendedor tem que se antenar às atualidades,
07:34às tendências,
07:36criar estratégias para fidelizar mais ainda esse cliente,
07:39e se manter ativo no mercado para continuar crescendo.
07:43Então...
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