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O Partido dos Trabalhadores (PT) pediu a suspensão do mandato do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). A solicitação ocorreu após o término da licença de 120 dias, solicitada pelo parlamentar, neste domingo (20). Eduardo segue com falas polêmicas nos Estados Unidos, onde ele permanece e faz críticas a autoridades brasileiras. Dora Kramer e Deysi Cioccari analisam a situação do deputado em Brasília e o impacto de suas ações na crise política entre os Poderes.

Assista à íntegra: https://youtube.com/live/JuXykJ752ZA

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Transcrição
00:00Em meio à crise, o PT pediu a suspensão de mandato de Eduardo Bolsonaro.
00:05O repórter Matheus Dias traz agora as informações, chegando aqui com a gente ao Jornal Jovem Pan.
00:10Bem-vindo, Matheus. Boa noite pra você.
00:15Oi, Tiago. Boa noite pra você. Boa noite a quem nos acompanha aqui também.
00:18Esse que foi um pedido do líder do PT da Câmara, Lindbergh Farias,
00:22pedido esse direcionado ao presidente da casa, Hugo Mota, para a suspensão do mandato,
00:27mas também o corte do salário de Eduardo Bolsonaro, deputado licenciado que até então continua morando nos Estados Unidos.
00:35Ele que em março pediu uma licença do mandato, licença essa de 122 dias, mais especificamente,
00:42dois dias por questões de saúde e 120 dias por questões pessoais.
00:46Só que essa licença, ela terminou ontem, né?
00:50Então hoje já estaria contando o período pós-licença e ele ainda não se reapresentou ao cargo.
00:57O PT na Câmara, Lindbergh Farias, ele pediu a suspensão do mandato e também o corte do salário.
01:03Segundo ele, não é cabível que cofres públicos sejam mantidos ali pra pagar o salário de um deputado
01:11que, segundo ele, continua nos Estados Unidos, auxiliando o outro lado do governo federal, né?
01:18Ele continua apoiando o presidente Donald Trump, continua nas redes sociais aplaudindo
01:24muitas das decisões que vão contra o que o governo federal aqui no país acredita.
01:28Então, pro Lindbergh, essa é uma ação antinacional.
01:33Segundo ele, ele teria se aproveitado das funções, se aproveitado da posição que tem
01:38e isso já seria o suficiente pra que ele conseguisse perder o mandato.
01:42Então, com essa falta ainda não justificada, depois de ter expelido toda a licença dele,
01:51ele teria que, então, além de perder o mandato, perder também o salário,
01:54que mesmo afastado, mesmo nos Estados Unidos, em 2025, segundo Lindbergh Farias,
02:00Eduardo Bolsonaro já recebeu cerca de 700 mil reais.
02:04Além disso, então, por outro lado, Eduardo disse que não vai entregar o mandato
02:10e os aliados do PL disseram que vão fazer o jogo duro
02:14pra tentar manter Eduardo no cargo, pelo menos até o fim do mandato.
02:18Há algumas alternativas pro outro lado, pro lado da direita,
02:21pra que ele seja mantido, mesmo sem essa decisão da casa,
02:26a casa tendo que aceitar que ele continue.
02:29É se ele mudasse de cargo, ele poderia assumir o cargo de secretário estadual
02:33dos governos de aliados, seja em Santa Catarina, seja em São Paulo,
02:39com o Tarcísio de Freitas, tudo isso ainda será justificado,
02:42ainda será pensado pela direita como alternativa,
02:45porque se ele assumisse o cargo de secretário do Estado em São Paulo
02:48ou em Santa Catarina, ele poderia também continuar com o cargo
02:51de deputado federal, mesmo sem a aprovação da casa nesse cenário, viu, Tiago?
02:58É isso. Matheus Dias trazendo as informações sobre Eduardo Bolsonaro.
03:03Você volta na nossa programação.
03:04Deixa eu perguntar aqui pra Dora Kramer.
03:06Ô Dora, o Congresso tá quase no recesso parlamentar.
03:10De que maneira essa discussão pode se dar?
03:12O próprio PL dizendo que não vai sair de recesso pra ficar pressionando.
03:16É uma guerra política no Congresso Nacional,
03:19mas será que o recesso esfria esse debate ou pelo contrário?
03:22Muito pelo contrário, Dora.
03:23Olha, eu acho que esfria porque, primeiro, vamos combinar o seguinte,
03:29não há um recesso formal, tá?
03:31O recesso formal, aquele de lei, ele só poderia começar
03:35depois da votação da LDO.
03:37A LDO não foi votada.
03:40Então, ficou uma combinação entre as mesas diretoras da Câmara e do Senado
03:45e os deputados de que haveria o chamado recesso branco, tá certo?
03:49Aquele recesso na prática, né?
03:52O recesso de fato.
03:54E aí, não dá pra caminhar nada, não ser coisas simbólicas, reunião.
03:59Amanhã o PL tá dizendo que, se não puder fazer nas dependências do Congresso,
04:04vai fazer reunião no gramado.
04:06Quer dizer, é uma coisa...
04:07É uma...
04:08É uma espécie, assim, de circo, não tem outra palavra.
04:13E só que votação não dá, porque isso, os presidentes da Câmara e do Senado
04:18decidiram, isso foi pedido, que fosse suspenso esse recesso combinado,
04:25mas os presidentes da casa, das casas, não aceitaram, tá certo?
04:30Então, não pode haver, pode quem quiser para a comissão, pode se reunir e tal,
04:35mas não pode ter votação, não vai valer.
04:38Então, assim, na prática, as coisas não podem andar, né?
04:42Então, não tem o menor sentido.
04:45E depois, esse pedido também do deputado Lindbergh, tem que ver que suspender mandato,
04:55punir, isso não é uma questão de vontade, isso tem que seguir um rito,
04:59isso tem que seguir um protocolo, um regimento, uma norma.
05:04Não é assim.
05:06Então, também, quando o deputado Lindbergh pede a suspensão dos salários, não sei o quê,
05:13é mais para fazer uma movimentação política sem efeito prático.
05:17É para fazer barulho, Deise?
05:19Exatamente.
05:20O que acontece agora, né?
05:22Mantém o bolsonarismo sob pressão, né?
05:25Então, acaba tensionando as relações no legislativo e aí obriga também os aliados
05:32a se posicionarem, a se manifestar.
05:34Exatamente o que a Dora falou, né?
05:35Então, mantém ali o jogo político funcionando, mas principalmente coloca ali o bolsonarismo
05:41no centro de toda a questão política e mantém ele pressionado.
05:44E aí
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