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  • há 7 meses
Jair Bolsonaro voltou a atacar o presidente do TSE, Edson Fachin, e o ministro Alexandre de Moraes e ameaçou não cumprir mais decisões do Supremo Tribunal Federal.

O titular do Palácio do Planalto criticou a decisão da Segunda Turma do Supremo que reverteu a decisão do ministro Kassio Nunes Marques e manteve a cassação de mandato do deputado estadual Fernando Francischini (União-PR).

"Enquanto aqui a gente está num evento voltado para a fraternidade, amor, compaixão, do outro lado da Praça dos Três Poderes, o STF, por 3 a 2, condena um deputado por espalhar fake news. Ele não espalhou fake news. O que ele falou na live eu falei também. Isso [suspeitas de fraudes nas eleições de 2018] é uma verdade, e esse deputado cassado foi cassado", disse o presidente da República, durante evento no Palácio do Planalto de promoção da união civil.

"Nessa questão [do deputado Francischini], julgada por 3 a 2, o Alexandre de Moraes falou que tendo jurisprudência, podemos prender candidatos que duvidem do sistema eleitoral. Onde não há debate, há ditadura", acrescentou.

O presidente da República também chamou Fachin de "marxista-leninista" e afirmou que apenas “amigos do TSE” vencem as eleições.

Bolsonaro declarou também que pode não cumprir decisões do STF, caso seja derrotado na ação relacionada ao marco temporal das terras indígenas.

"O que eu faço se aprovar o marco temporal? Tenho duas opções: entrego a chave para o ministro do Supremo ou digo 'Não vou cumprir'. Eu fui do tempo em que decisão do Supremo não se discute, se cumpre. Eu fui desse tempo. Não sou mais”, afirmou.

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Transcrição
00:00Está o Supremo discutindo marco temporal. O que é isso?
00:06Já temos no Brasil uma área a tamanho da região sudeste, demarcada como terra indígena.
00:13Uma nova interpretação quer lhe dar um artigo da Constituição.
00:17E quem quer dar essa nova interpretação?
00:19Ministro Fachin, marxista leninista, advogado do MST.
00:26O MST votou depois o Cássio Nunes 1 a 1.
00:32Agora está com o ministro Alexandre de Moraes.
00:37E eu tenho falado, se um novo marco temporal for aprovado,
00:42além de uma área tamanho da região sudeste já demarcada como terra indígena,
00:46teremos outra área tamanho da região sul.
00:50Que pela locação geográfica dessas centenas de terras indígenas,
00:54teremos uma outra área também, tamanho do estado de São Paulo, como terra indígena.
00:59Acabou a economia brasileira do agronegócio.
01:02Acabou a nossa garantia alimentar.
01:07Acabou o Brasil.
01:09O que eu faço se aprovar o marco temporal?
01:10Tenho duas opções.
01:12Entrega a chave para o ministro supremo.
01:14Ou digo, não vou cumprir.
01:16Eu fui do tempo que decisão do supremo não se discute, se cumpre.
01:31Eu fui desse tempo.
01:33Não sou mais.
01:34Eu fui do tempo.
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