Amir Saeid Iravani, embaixador iraniano, disse que os EUA escolheram de forma imprudente sacrificar sua segurança, apenas para proteger Netanyahu. Enquanto o embaixador israelense, Danny Danon, agradeceu Trump por “agir quando tantos hesitaram”. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Alexandre Pires, professor de relações internacionais, e Avi Gelberg, conselheiro do StandWithUs Brasil.
Apresentador: Nelson Kobayashi
Entrevistados: Alexandre Pires e Avi Gelberg
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NotíciasTranscrição
00:00Eu quero trazer já um outro assunto aqui com o professor Alexandre Pires, porque tivemos há pouco, vocês acompanharam aqui na nossa programação, nessa cobertura especial, reunião, na Organização das Nações Unidas, em que falaram mais uma vez os representantes, tanto de Israel quanto do Irã.
00:15E falas duras mais uma vez, já tivemos ali uma troca de farpas no encontro anterior e que novamente se repete agora há pouco na ONU. Eu vou trazer aqui algumas aspas, por exemplo, do representante embaixador do Irã na ONU, Amir Sayed Iravani, que falou o seguinte, professor Alexandre Pires, os Estados Unidos mais uma vez escolheram de forma imprudente sacrificar sua própria segurança apenas para proteger Netanyahu.
00:42Ou seja, indica que os Estados Unidos estão sacrificando a própria segurança, ou seja, mira também eventuais retaliações para o próprio Estado americano.
00:53Além disso, o representante do Irã na ONU também acusou o Washington de estar travando uma guerra contra o Irã, sob o que ele classificou, palavras dele, de pretexto fabricado e absurdo de impedir que o país adquira armas nucleares.
01:07Criticou o histórico americano, inclusive, afirmando que os Estados Unidos são a única nação a ter utilizado armas nucleares em combate.
01:16Que ironia amarga e trágica ele completa na sua crítica aos Estados Unidos.
01:22Mas não ficou por aí.
01:24O representante de Israel também se manifestou duramente e foi no sentido contrário em relação aos Estados Unidos em específico.
01:33O professor Alexandre, eu quero a sua análise.
01:35Ele falou o seguinte, Doni Danone, que é o embaixador de Israel nas Nações Unidas.
01:40Ele falou lá no Conselho de Segurança o seguinte.
01:44Obrigado, presidente Trump, por agir quando tantos hesitaram, agradecendo ali as ações americanas em defesa de Israel.
01:55Portanto, respondeu o líder israelense ali, o embaixador.
01:58Como é que você vê a participação desses atores, os representantes dos dois Estados, professor Alexandre?
02:05Lembrando que já há uma proposta de resolução no Conselho de Segurança.
02:10Uma proposta feita pela Rússia, pela China e pelo Paquistão para um cessar fogo.
02:15Já dá também aí a sua projeção do que pode vir a partir disso.
02:18Com relação à resolução proposta, provavelmente vai ser vetada pelos Estados Unidos.
02:26Os Estados Unidos já deixaram claro que não vem um momento como um momento de cessar fogo.
02:33E tanto a declaração do Irã quanto a declaração de Israel, elas posicionam os dois países dentro do Conselho, se é necessário.
02:41Mas lembrando que a efetividade não é tão grande.
02:48O grande ponto seria se o Irã conseguisse costurar com algumas potências a garantia ali de abastecimento,
02:59de apoio logístico, de fornecimento militar, para sustentar uma guerra de atrito, uma guerra de longa duração.
03:07Hoje, isso eu acredito que é o grande objetivo do Irã, saber se ele vai ter esse tipo de apoio.
03:14Nós já vimos ali na situação de Ucrânia e Rússia que isso é a grande questão estratégica.
03:21Ou seja, manter a economia de guerra funcionando.
03:27Ou seja, então os passos do Irã, nesse momento, são cautelosos.
03:31Porque provavelmente ele não acredita que a Rússia esteja em posição de se envolver no conflito.
03:38Não no sentido de participar de manobras e de ataques, mas como um país que vai abastecer,
03:47porque já está gastando muito do seu estoque, da sua capacidade de produção militar,
03:51no próprio conflito com a Ucrânia.
03:54E por outro lado, nós temos a China, que poderia ser uma alternativa.
03:58Mas nós temos que lembrar o seguinte, toda vez que um país fornece material militar,
04:05Kobayashi, ele revela a capacidade e a qualidade desse material.
04:10Então, para a China, num conflito que não é um conflito direto com ela,
04:15talvez não seja interessante ela revelar a capacidade ali do que ela construiu,
04:22como equipamentos, como armamentos e outros sistemas.
04:25Então, isso também faz com que, muitas vezes, a China fique recuada.
04:30Ainda que ela possa ganhar num contrato de fornecimento para o Irã,
04:35ela ia colocar em teste a capacidade do sistema dela militar contra o sistema americano,
04:42quase funcionando como uma prévia.
04:44E isso é extremamente perigoso.
04:46É o que aconteceu com a Rússia.
04:48A Rússia ataca a Ucrânia.
04:50Todos pensariam que seria um passeio em Kiev.
04:53E a guerra está até hoje, ou seja, sem a Rússia conseguir dobrar os joelhos dos ucranianos.
05:01E isso revelou que a capacidade militar da Rússia, em termos de tecnologia,
05:06não estava tão avançada quanto muitos imaginávamos.
05:11Alexandre, você bem falou sobre a possibilidade de veto dos Estados Unidos,
05:15que é um dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU.
05:19São cinco permanentes, outros dez rotativos.
05:22Esses cinco permanentes têm o poder de vetar qualquer resolução.
05:25Estados Unidos, França, a China, a Rússia e o Reino Unido.
05:31E em relação ao Reino Unido, tem mais uma notícia que chega há pouco,
05:35vinda da imprensa americana, inclusive.
05:38O The New York Times está trazendo, o professor Alexandre,
05:41uma conversa telefônica entre o presidente americano, Donald Trump,
05:46e o primeiro ministro do Reino Unido, o Keir Stammer,
05:50que teriam discutido justamente esse ataque e os próximos passos.
05:55Eles classificaram a ação americana como o grave risco
05:59representado pelo programa nuclear iraniano à segurança internacional.
06:03Então, o Reino Unido está se colocando ao lado dos Estados Unidos
06:06em relação à ação americana.
06:10Segundo o comunicado divulgado, ambos concordaram que o Irã
06:14jamais deve ser autorizado a desenvolver uma arma nuclear.
06:19Os dois líderes também discutiram a necessidade de que o Irã
06:22retorne à mesa de negociação o mais rápido possível.
06:26Portanto, o presidente americano já estaria costurando um aliado
06:30muito importante na aprovação de sua ação, que seria o Reino Unido.
06:36Professor Alexandre Pires.
06:39Inclusive, ontem na programação, eu comentei isso com vocês.
06:44É provável que os B2 que atacaram o Irã tenham saído da base
06:50Diego Garcia, que é uma base americana, numa ilha britânica.
06:54Obviamente, essa operação teria que ter sido autorizada.
06:56Esse comunicado que você deu, Nelson, praticamente confirma isso.
07:02Lembrando também que há algumas poucas semanas,
07:05Estados Unidos e o Reino Unido fecharam um grande acordo comercial.
07:12O Reino Unido não faz parte mais da União Europeia,
07:14está procurando uma aproximação, sobretudo com esses países
07:18que têm mais afinidade.
07:20E ele já fez isso ali, como os Estados Unidos estão agora,
07:23nesse momento, eles não vão se afastar.
07:26Lembrando que a doutrina desse governo Donald Trump
07:29já havia sido escrita no ano passado, em novembro,
07:36pelo atual secretário de Tesouro, o secretário Scott Pest,
07:43que dizia o seguinte,
07:45aliado militar tem que ser aliado econômico,
07:47aliado econômico tem que ser aliado militar.
07:49Então, provavelmente, o Reino Unido fechou esse acordo econômico
07:55já com uma cláusula de apoio para a segurança.
07:59Então, isso é que nós estamos assistindo,
08:01uma confirmação ali do que já vinha sendo desenhado.
08:04E, claro, o Reino Unido tem ilhas importantes,
08:08bases, inclusive com bases americanas,
08:10e isso tudo tem que ser costurado entre os dois chefes ali
08:13de governo e de Estado.
08:14Uma outra notícia que chega agora,
08:18que também nos coloca em atenção em relação ao que pode acontecer em Israel,
08:23militares e agentes de inteligência dos Estados Unidos
08:26detectaram indícios de que milícias apoiadas pelo Irã
08:30estão se preparando para atacar bases americanas no Iraque
08:34e, possivelmente, também na Síria,
08:36em retaliação aos bombardeios realizados pelos Estados Unidos
08:39em território iraniano.
08:41No entanto, até o momento, esses grupos ainda não agiram.
08:45Segundo um funcionário do governo norte-americano,
08:47autoridades iraquianas têm atuado intensamente
08:51para dissuadir qualquer movimento dessas milícias.
08:54A declaração foi feita neste domingo,
08:56segundo apurou o The New York Times,
08:58imprensa americana.
09:00Sobre isso, eu quero falar com o Avi Gelber,
09:01que está em Israel.
09:03E aí, Avi, quando a gente ouve falar sobre essas milícias
09:06apoiadas pelo Irã, a gente naturalmente se recorda
09:09de alguns grupos terroristas, não é isso?
09:12Que podem agir não só, nesse caso, no território iraquiano,
09:17contra as bases americanas,
09:19mas como pode continuar atacando o Estado de Israel também,
09:22onde você está aí nesse momento.
09:25Não há dúvida.
09:27O que mais tem o Irã nessa região,
09:30na verdade, em várias regiões pelo mundo,
09:33eles têm os proxys deles,
09:36aqui a gente conhece Hezbollah no Líbano,
09:39que já avisou que não condenou a guerra, etc.,
09:44mas avisou que não vai participar ativamente.
09:48Primeiro, pela falta de estrutura,
09:50porque a estrutura foi bastante aniquilada por Israel,
09:55vamos falar assim.
09:57Nós temos o Hamas,
09:59que também está debilitado lá em Gaza,
10:01a guerra continua lá,
10:04e tanto o comando do Hamas,
10:07que é quase inexistente,
10:09como até o lado político,
10:12também quase sumiu.
10:13Então, eles também não têm nenhuma força
10:17para ajudar o Irã.
10:19Tem os Houthis,
10:20que começaram agora a anunciar
10:22que vão voltar a atacar os Estados Unidos,
10:25porque tinha um acordo que o Trump fez com eles,
10:28e eles falaram que uma vez que Estados Unidos
10:31entrou na guerra com o Irã,
10:32eles vão voltar a tentar machucar os Estados Unidos.
10:39E você tem o Estado Islâmico,
10:44você tem outras proxys do Irã.
10:48Só que temos que lembrar de uma coisa,
10:50todos eles foram abastecidos,
10:53financiados, principalmente por Irã,
10:57e alguma coisa também para o Catar.
11:00Catar hoje está numa posição bem vigiada,
11:04então não vai se atrever
11:05a continuar ajudando financeiramente.
11:09O Irã, obviamente,
11:11tem que resolver os problemas dela em primeiro lugar.
11:14Então, alguma coisa de grupos
11:17que vão tentar fazer alguma coisa,
11:20até pode ser,
11:22e serão grupos iranianos, eu julgo,
11:26que vão receber,
11:28para não mostrar que é o governo dos ayatollahs,
11:33ou o exército,
11:36talvez vão tentar agir de uma forma mais,
11:39vamos falar de terrorismo,
11:42do que de militar.
11:43Porque militar por militar,
11:44se a gente vai pegar ao mesmo nível,
11:47guerra entre países,
11:49Irã hoje não tem condição nenhuma,
11:51nem com os Estados Unidos e nem com Israel.
11:54Então, eu creio que a gente tem que
11:57levar essas ameaças,
12:01considerar, mas não podemos contar
12:04que isso vai ser uma coisa
12:06que vai acontecer assim em larga escala.
12:11Pode ser uma tentativa aqui e ali,
12:13machucar bases americanas,
12:15mas, de novo,
12:17eu tenho as minhas dúvidas
12:19se o Irã
12:20vai querer chamar
12:22os Estados Unidos
12:24para essa valsa,
12:25porque sabe que vai se machucar
12:28cada vez mais
12:29e não tem a capacidade
12:31nem econômica,
12:33nem militar
12:33para aguentar esses momentos a mais.
12:36O Avi,
12:37deixa eu falar de uma questão
12:38mais pessoal contigo,
12:39a gente se conhece aqui do Brasil,
12:41você esteve conosco aqui,
12:42inclusive nos estúdios,
12:42repercutindo, naturalmente,
12:45alguns conflitos envolvendo Israel
12:47na ocasião daquele ataque
12:49feito pelo Hamas,
12:50triste ataque, né,
12:52deplorável ataque
12:52feito pelo Hamas
12:53ao povo israelense,
12:55mas está aí, agora,
12:56nesse momento, em Israel.
12:57Você já estava em Israel?
12:59Você está aí há quanto tempo?
13:01Eu cheguei aqui
13:03na quinta-feira passada
13:05e a noite de quinta
13:07para sexta
13:08que começou a guerra.
13:10Eu tenho
13:10uma sorte única,
13:13eu estava aqui
13:14no dia 7 de outubro
13:16também, infelizmente,
13:18e eu,
13:20eu, pessoalmente,
13:22eu não sei se é
13:23sorte ou azar,
13:24mas a gente está vivendo
13:26momentos tensos,
13:27mas importantes.
13:29Então,
13:30estamos bastante cansados,
13:33indo para abrigos, etc.,
13:34mas do outro lado
13:36a gente vê o movimento
13:38e eu falo uma coisa
13:40assim que impressiona.
13:43Quando teve a guerra
13:44na Síria,
13:46seis milhões de sírios
13:48fugiram do país.
13:51Na Rússia com a Ucrânia,
13:53um milhão de russos fugiram
13:55e seis milhões de ucranianos.
13:57Aqui em Israel,
13:59150 mil israelenses
14:01que estão fora do país
14:03fazendo de tudo
14:04para voltar para cá.
14:06E ninguém está saindo.
14:08Esse povo tem
14:09uma coisa especial,
14:11tem uma força especial,
14:13tem uma resistência,
14:15uma resiliência,
14:17que a gente tem que tirar o chapéu,
14:19entende os momentos,
14:21pessoas vêm,
14:22largam tudo lá,
14:24estavam de férias na Europa,
14:26em outros lugares,
14:26largam tudo,
14:27voltam para vestir a farda,
14:29para ir para o exército,
14:30para ajudar o país.
14:32Então,
14:33você vê que
14:34todo mundo se engaja
14:36e apesar das diferenças,
14:38às vezes,
14:39políticas que existem aqui,
14:41aqui é uma
14:41democracia
14:43pungente,
14:44uma democracia
14:45que tem
14:46discussões acaloradas
14:48no dia a dia,
14:49mas quando acontece
14:50uma situação dessa,
14:51você vê todo mundo
14:52se unindo,
14:53se esquece
14:54as diferenças
14:55e todo mundo
14:55a defesa
14:56do Estado de Israel.
14:58Então,
14:59eu pessoalmente
15:01me sinto privilegiado
15:03estar aqui
15:03nesse momento,
15:05passando,
15:06inclusive a gente
15:07recebeu hoje
15:08outras
15:09emissoras
15:11que vieram aqui
15:12para cobrir
15:13essa guerra,
15:15acompanhamos um pouco,
15:17então,
15:18eu acho que
15:19o mundo
15:21também está
15:22olhando
15:22essa guerra
15:23já de uma
15:24maneira um pouco
15:25diferente
15:26de que se
15:28olha Gaza,
15:29porque Gaza
15:30você é um exército
15:32contra um grupo
15:34terrorista,
15:35não é uma
15:36equivalência,
15:37aqui é um exército
15:38contra um exército,
15:39é um país
15:40contra um outro país,
15:42então,
15:43mostra,
15:45primeiro,
15:45a força
15:46e a capacidade
15:47que Israel,
15:48apesar de ser
15:50um décimo
15:50da população
15:51de Irã,
15:52a força
15:53que ela tem,
15:55força militar
15:56e força
15:56de resistência,
15:58e do outro lado,
16:02eu acho
16:02que o mundo
16:03está
16:04respeitando
16:06mais
16:07essa ação,
16:09porque
16:09essa ação,
16:10ela é uma ação
16:11que faz a diferença
16:13não só para Israel,
16:15essa é uma diferença
16:16hoje com os mísseis
16:18de longo alcance,
16:19se tiver arma nuclear,
16:22muda muita coisa,
16:23não só na região,
16:25não esquecemos que aqui
16:26nós temos de um lado
16:27a Arábia Saudita,
16:28que é
16:29sunita,
16:30e Irã,
16:31que é
16:32chiita,
16:32que são duas grandes potências,
16:34que entre si
16:35há uma briga
16:37de quem vai dominar o Islã,
16:39é uma briga antiga,
16:41eles entre si também,
16:43sunitas e chiitas,
16:44não morrem de amores
16:46um pelo outro,
16:47é desde
16:48da herança do Moamé,
16:50quem vai
16:51herdar esse trono,
16:53então são essas duas,
16:55vamos falar,
16:56seitas dentro do Islã,
16:57e essa briga
17:01influi também
17:02entre eles,
17:03porque
17:04o primeiro
17:05que tem medo
17:06de arma nuclear
17:07no Irã
17:08é a Arábia Saudita,
17:09não menos
17:10do que Israel
17:11e outros países,
17:13como Emirados
17:14e outros países
17:15que são sunitas,
17:17por isso
17:18que também
17:18se espera
17:19que com esse
17:21todo o movimento,
17:22até com uma Síria nova,
17:24um Líbano
17:25que o governo
17:26libanês
17:27está retomando
17:28o país
17:28da mão do Hezbollah
17:30e
17:31toda essa
17:32península
17:33sul-arábica
17:34que pode
17:36vir
17:36até acordos
17:38por interesses
17:40também econômicos
17:41com os Estados Unidos,
17:42com o Trump,
17:43obviamente,
17:43mas também
17:44por não ter interesse
17:47que esses
17:48próxies
17:49continuam
17:50porque
17:50desestabelece
17:52todos os governos,
17:53não só
17:54como aconteceu
17:55no Líbano
17:56e na faixa
17:57de Gaza
17:57como em outros
17:58países,
17:59então
17:59eu acho que
18:01o momento
18:02é importante
18:03e eu pessoalmente
18:04me sinto
18:05que estou dentro
18:07de um movimento
18:09histórico
18:10que eu estou acompanhando
18:11aqui de perto,
18:12aqui a ligação
18:13com Deus
18:14é uma ligação
18:15local.
18:17Rave,
18:17rapidinho,
18:1915 segundos,
18:20você não tem medo,
18:20não?
18:20sinceramente não,
18:25eu vou falar
18:26que eu estou aqui
18:27com a minha esposa,
18:28minha esposa ficou
18:29apreensiva
18:29nos primeiros dias,
18:32mas eu acho
18:34que
18:34tanto o sistema
18:36de alarme
18:37e de alerta
18:39que tem aqui
18:39e tanto o sistema
18:42de abrigos
18:43que tem
18:43em todos os locais,
18:45quem cumpre
18:48com todas
18:49as ordens
18:49do exército
18:51e faz
18:52tudo direitinho,
18:54eu acho
18:54que o risco
18:55que ele corre
18:56existe,
18:57mas é bem mínimo,
18:58então não
18:59tenho medo não.
19:00Perfeito,
19:03Ave Gelber,
19:04ele que está
19:04conosco aqui
19:05nessa cobertura
19:06especial da Jovem Pan
19:07falando diretamente
19:08de Israel.
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