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O governo federal comparou a situação do Brasil após a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) com a da Faixa de Gaza. No texto, o Planalto afirma que o antecessor "destruiu o país".
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NotíciasTranscrição
00:00Agora, muitos destaques também do Brasil.
00:03O governo afirmou que a gestão de Jair Bolsonaro deixou o Brasil como a faixa de Gaza,
00:09que é palco de uma guerra entre Israel e o grupo terrorista Hamas desde outubro de 2023.
00:15Segundo integrantes do Planalto, ao olhar para a destruição no Oriente Médio,
00:21eles se recordam de como encontraram o Executivo Federal sem Ministério do Trabalho,
00:26de igualdade racial, de direitos humanos e de cultura,
00:30chamando as ações de Bolsonaro de destruição proposital.
00:35Sobre a eleição, o presidente citou os governadores de São Paulo,
00:38Tarcísio de Freitas, de Minas, Romeu Zema e do Paraná, Ratinho Júnior,
00:43como possíveis adversários, mas minimizou a oposição,
00:47afirmando que podem procurar o candidato que quiserem,
00:50pois se ele for candidato, será para ganhar o pleito.
00:54Vou chamar os nossos comentaristas, começar essa rodada com o Cristiano Beraldo.
00:59Beraldo, há avaliação do atual governo dizendo que o Brasil pós-Bolsonaro
01:06seria algo como a faixa de Gaza.
01:09É realmente impressionante, Caniato, como se fala nesse governo
01:15as coisas sem nenhuma preocupação com a veracidade, com as consequências,
01:21se é razoável ou não, se faz sentido ou não.
01:23O propósito é só falar, é só atacar.
01:27Usam o argumento que vem à cabeça naquele momento
01:30e a boca profere essas palavras que não fazem absolutamente nenhum sentido.
01:36Em relação à estrutura dos ministérios, Caniato,
01:40primeiro a gente precisa considerar o seguinte.
01:42Determinados ministérios já estão incorporados à estrutura governamental
01:47e mesmo que nós queiramos acabar com o ministério, aceitando a proposta do Mota, inclusive,
01:53de deixar acho que oito ministérios, não é, Mota?
01:56Essas estruturas...
01:58Seis ministérios.
01:59Então, a estrutura de vários outros ministérios,
02:02elas acabam sendo incorporadas dentro desses ministérios que ficam,
02:07porque você tem pessoas concursadas, você tem uma estrutura burocrática
02:10que ela não desaparece de imediato, leva tempo para que isso aconteça.
02:14No governo Bolsonaro, o que é o Ministério da Cultura,
02:19ele se tornou uma secretaria de cultura,
02:22submetida ao Ministério do Turismo naquela ocasião,
02:26e funcionou ali dentro dos parâmetros estabelecidos pelo governo.
02:30Agora, Faixa de Gaza, que é esse lugar destruído,
02:35onde pessoas que apoiam o regime responsável pela destruição do local onde eles moram,
02:43me lembra, na verdade, o Brasil de 2016.
02:48O Brasil que foi recebido das mãos do Partido dos Trabalhadores
02:53depois do impeachment de Dilma Rousseff,
02:56que era um país absolutamente dominado pela corrupção,
03:00era um país que viveu diversas campanhas políticas
03:05financiadas com dinheiro roubado, sobretudo de estatais,
03:10e este dinheiro roubado fazia com que essas eleições
03:14fossem completamente deturpadas, jogando na lata do lixo,
03:20aniquilando a verdadeira democracia que deixou de existir no Brasil.
03:25Faixa de Gaza é justamente o que se conseguiu oferir com uma política de ensino baseada em Paulo Freire,
03:36que deixou a população brasileira, na sua grande maioria,
03:41absolutamente incapaz de ler e entender.
03:46São analfabetos funcionais, aqueles que se formam na faculdade,
03:51têm muita dificuldade em vários momentos de defender teses do curso que cursaram,
03:58porque simplesmente se tornou um negócio, a expedição de diplomas universitários.
04:02Esta faixa de Gaza de um país improdutivo, esta faixa de Gaza de um país em que as pessoas
04:09sonham em receber esmola do governo, passando o dia soltando pipa, fazendo nada,
04:15sem ler um livro, sem adquirir um conhecimento, sem buscarem melhorar na vida,
04:20sem contribuírem para a sociedade.
04:22Nascem, mamam e morrem sem deixar uma marca.
04:26Essa é a realidade da faixa de Gaza que foi construída tijolo a tijolo pelas gestões do Partido dos Trabalhadores.
04:38Mota, há muitos gestores que adotam a estratégia de sempre criticar a administração anterior
04:45quando a administração anterior não faz parte do seu grupo político.
04:50E não importa se a gestão foi boa ou ruim.
04:54Só que, nesse caso, a gente viu uma comparação diferente.
04:57Não é que as coisas não estavam caminhando bem.
05:00Comparou o Brasil à faixa de Gaza.
05:03Queria que você fizesse suas ponderações sobre esse diagnóstico feito pelo atual governo.
05:10Há muito tempo, quando eu ainda era jovem, a informação no Brasil era totalmente controlada.
05:17Havia um canal de TV bom, no máximo dois jornais.
05:22Naquele tempo, o que os políticos diziam era considerado a verdade absoluta.
05:28Foi a era da mentira.
05:30Naquele tempo, os políticos podiam prometer que iam transformar a água do mar em água doce.
05:38E era impossível desmentir.
05:40Hoje, o mundo mudou.
05:42Hoje, todos nós temos voz.
05:44Hoje, qualquer narrativa pode ser desmontada em poucos minutos.
05:50Como uma postagem, uma caricatura, uma piada, ou até um vídeo do próprio político
05:57falando exatamente o contrário do que ele está dizendo agora há alguns anos.
06:04Por isso, a obsessão dessa turma com a regulação da mídia.
06:09Eles não querem proibir as mentiras.
06:11O que eles querem é bloquear as verdades.
06:16Nós estamos repercutindo as manifestações de representantes do governo federal
06:20que criticaram a gestão anterior, a gestão de Jair Bolsonaro,
06:26dizendo que o Brasil estava parecido com a faixa de Gaza,
06:31que o ex-presidente teria destruído o país de forma proposital.
06:36Você, Dávila, as reflexões que a gente deve fazer a partir dessas manifestações?
06:40Calhato, a melhor forma de responder esta narrativa irresponsável é com os dados e fatos.
06:49Qual é o presidente com a pior avaliação na história, no momento em que está no poder hoje?
06:55Este governo.
06:56Qual é o presidente responsável pelo maior aumento da taxa de juros nos últimos 20 anos?
07:04Este governo que está no poder.
07:06Qual é o presidente e o governo responsável pelo maior número de inadimplência e de empresas quebradas no país?
07:17Este governo.
07:18Recorde histórico desde o início da série de empresas que pediram falência ou concordata.
07:25Metade da população brasileira está inadimplente.
07:29Qual é o governo que fez com que a economia crescesse com dinheiro público que caísse a produtividade, a competitividade?
07:42Qual é o governo que fez voltar os esquemas de corrupção que tanto envergonham a nação brasileira?
07:50Tudo isso é obra deste governo.
07:54Não adianta apontar o dedo para o passado, porque o presente está tão ruim que agora o governo, por último,
08:03Calhato, acabou de perder a sua base parlamentar porque todo mundo já pegou o aviso prévio
08:10e está desembarcando de um governo que afunda a cada dia, porque está sem direção, sem objetivo
08:18e consumido pela irresponsabilidade fiscal que destrói negócios, as finanças públicas e as finanças privadas,
08:29principalmente daqueles que investem, produzem e trabalham no país.
08:34Agora, Beirado, quando o atual presidente adota essa estratégia de comunicação, vou chamar assim,
08:41não lhe parece que ele já abraça o desafio de tentar reeleição e a partir dessa manifestação
08:51a gente entende que ele escolhe já o inimigo, quem serão os adversários e começa a disparar
08:57frases de efeito, frases contundentes, inclusive para criar aquela sensação de nós contra eles,
09:07ainda que Jair Bolsonaro esteja inelegível, mas já começa a desenhar um cenário de que
09:14eles estão do lado de lá, nós precisamos derrotá-los, entende?
09:19E aí a gente acaba caindo um pouco no que o Mota trouxe também.
09:23A população compra esse tipo de discurso?
09:27Sim, a informação está aí disponível para todos, mas essa estratégia ainda funciona?
09:32O problema, Caniato, é que o presidente, nessas eleições de 2026, ao que me parece,
09:40ele vai sofrer as consequências de um veneno que ele mesmo elaborou.
09:45Por quê?
09:46Durante toda a sua trajetória como a liderança da esquerda brasileira,
09:50ele não fez nenhum sucessor, ele não formou novas lideranças.
09:55Quando escolheu alguém para disputar a sua sucessão, escolheu Dilma Rousseff, em 2010,
10:02que era uma pessoa com pouca legitimidade dentro da esquerda brasileira para ocupar o espaço que ela ocupou.
10:10A esquerda não se uniu em torno de Dilma Rousseff, por exemplo,
10:14a esquerda se uniu em torno de Lula, que apoiava a Dilma.
10:17A gente viu isso acontecer quando, então, Lula, inelegível, indicou Fernando Haddad para disputar as eleições em 2018.
10:29Quando a esquerda brasileira se une para apoiar Haddad, Haddad não foi escolhido pela esquerda,
10:36os partidos não se reuniram para indicar uma liderança comum a eles.
10:41Foi simplesmente, de novo, Lula decidindo o que a esquerda brasileira iria fazer.
10:46E agora, olhando para as eleições do ano que vem, o partido dos trabalhadores e, de uma certa forma, a esquerda
10:52precisa de Lula candidato para que eles consigam formar bancadas.
10:58Porque o que vale na política brasileira é a quantidade de deputados que cada partido tem.
11:03Portanto, se for um outro candidato, a situação desses partidos para formarem grandes bancadas vai ser muito difícil.
11:09Então, esse é o primeiro ponto.
11:12Depois, qual é a possibilidade de Lula não fazer tão feio nas eleições?
11:18Por quê? O que ele vai entregar de resultado do governo?
11:22Essa conversa de que, olha, veja bem, eu não fiz nada porque o país estava destruído,
11:26era uma faixa de Gaza, depois dos ataques de Israel, isso não cola.
11:31Então, ele vai ter que buscar valorizar essa disputa que só faz sentido ser contra Jair Bolsonaro.
11:42Portanto, a estratégia dele é que, seja quem for o candidato,
11:47este candidato terá que ter a sua imagem colada a Jair Bolsonaro
11:51para que se torne um inimigo que cause medo às pessoas,
11:58sobretudo aquelas que não têm paixões políticas, enfim, que acabam decidindo,
12:02as pessoas que ficam ali no centro, às vezes vão para a esquerda, às vezes para a direita.
12:06Mas é uma estratégia que, na minha opinião, Caniato,
12:09ela não tem elementos necessários para ser bem-sucedida.
12:12Me parece, realmente, que chegaremos ao fim dessa epopeia do Partido dos Trabalhadores
12:19na presidência do Brasil.
12:20Pois é, porque ainda que a atual gestão tente se apegar a uma iniciativa aqui,
12:26outra colar, não dá para brigar com os números, né, Mota?
12:30O que o Dávila sempre fala, né?
12:32É preciso olhar para as evidências e essa administração tem pouco a publicizar, né?
12:38Agora, ficar olhando no retrovisor e apontando o dedo para a gestão anterior
12:43no terceiro ano desse mandato, aí é demais, né?
12:48Caniato, a gente não pode esperar que um tomateiro produza banana.
12:53É inútil, nós não vamos gastar a nossa esperança com isso.
12:57Eu não vejo nenhuma possibilidade de pessoas, de partidos, de grupos
13:05que passaram a sua vida inteira sobrevivendo, aumentando o seu poder
13:12e o seu patrimônio repetindo a mesma receita.
13:16Eu não vejo possibilidade nenhuma de eles resolverem mudar essa receita
13:20agora, nesse momento.
13:22Eu não vejo a situação atual do Brasil como uma rivalidade entre dois grupos,
13:30da forma que ela é muitas vezes colocada pelas pessoas, pelos analistas
13:34e até pelas pesquisas de opinião.
13:38Não acho que o que a gente está enxergando hoje no Brasil
13:40é o grupo A versus o grupo B.
13:44O que nós estamos vendo hoje no Brasil
13:47é um conflito entre um projeto de poder explorador das pessoas,
13:55explorador da maioria dos brasileiros,
13:58explora tanto o trabalhador quanto o pagador de impostos,
14:02quanto o empresário,
14:04para perpetuar uma vida privilegiada para poucos.
14:08A gente está vendo um conflito entre este modelo de Estado
14:13e um país, uma nação, um povo que está acordando,
14:18que aprendeu as coisas, usando a tecnologia,
14:20usando as redes sociais, usando a informação.
14:24As pessoas olham para isso e dizem
14:26a gente não quer mais essa casta vivendo as custas do nosso trabalho.
14:31As pessoas já entenderam que é tudo papo furado.
14:36Hoje é uma coisa, amanhã é outra.
14:38É ridículo a gente ver, por exemplo, as discussões sobre o aumento do IOF.
14:43E discutem isso como se fossem coisas profundamente científicas,
14:47com base em estudos, em cálculos refinados.
14:51Não é nada disso.
14:53É a política do Vê-se-cola.
14:55Vê-se-cola isso.
14:56Se não colar, tenta outra coisa.
14:58Inventa uma desculpa.
14:59Fala do pessoal da cobertura.
15:02Sinceramente, tem dia que o noticiário parece programa humorístico.
15:06A gente tem que se controlar aqui para não fazer um comentário
15:10que é só piada e ironia.
15:13O meu resumo dessa situação toda é esse.
15:17O que a gente está vendo hoje é uma nação, um povo, uma sociedade
15:21que acordou e não aceita mais esse velho script.
15:26E pessoas que continuam repetindo as mesmas artimanhas,
15:31os mesmos truques.
15:32Me lembra aquele personagem de novela, o Odorico Paraguaçu,
15:37que fazia aqueles discursos empolados para a geração mais nova que não conhece?
15:43Eu faço uma sugestão.
15:44Vai lá no YouTube, procura alguns vídeos do Odorico Paraguaçu,
15:50vê se ele se parece com alguém que vocês conhecem.
15:53Pois é.
15:55Agora, pegando o final do comentário do Mota, Davila,
16:00quando ele diz que a população, ou grande parte da população,
16:05não aceita mais esse tipo de coisa,
16:07a gente também observa as pesquisas de intenção de voto
16:11que geralmente colocam um terço dos votos
16:15ou das intenções de voto para o atual governo.
16:19E é preciso olhar também para a estratégia adotada pelo governo.
16:22Muitos programas sociais.
16:24E aí, aquela situação que vocês acabam debatendo aqui quase que semanalmente.
16:30Uma faixa da população acostumada ao modelo que foi implementado
16:36pela atual administração no início dos anos 2000.
16:39E aí parece que tem uma faixa do eleitorado que pode chover,
16:43pode ter terremoto, furacão, mas sempre votar nesse modelo.
16:47E aí, qual é o desafio para quebrar esse ciclo, hein, Davila?
16:53Caniato, não há dúvida que o governo vai dobrar a aposta
16:57em aumentar esses programas sociais barra eleitoreiros
17:02para tentar manter a fidelidade de uma parcela do eleitorado.
17:07Isso vai criar um problema fiscal ainda mais dramático.
17:11O próximo presidente da república vai ter a pior situação fiscal
17:15desde a redemocratização no país.
17:17Não há dúvida disso.
17:19Com uma dívida pública chegando aí a perto,
17:22nós podemos passar aí a 80% do PIB.
17:24Então, isso é altamente perigoso para um país
17:28que precisa retomar a confiança dos investidores,
17:32a economia precisa voltar a crescer.
17:33Então, primeiro ponto, não há dúvida que a irresponsabilidade fiscal
17:38vai ser a tona desse governo até 2026.
17:42E já que eu não consigo ganhar com argumentos, com realização, com feitos,
17:47vamos ganhar aumentando programas sociais.
17:49E aí vem, aí vai ligar, as pé de meia,
17:52aumento de isenção fiscal, energia barata.
17:56Vamos ficar inventando mil programas.
17:58Cada programa desse significa mais imposto para nós pagarmos
18:03e significa agravamento da situação financeira
18:07de um governo que precisa cortar a despesa pública
18:09e está aumentando a despesa pública.
18:11Então, esse é o primeiro ponto.
18:13O segundo ponto é que o descrédito do governo
18:17vai trazer uma segunda consequência.
18:20Um povo totalmente desacreditado da política.
18:24E isso me preocupa.
18:25Me preocupa ver como hoje as pessoas desacreditam na política.
18:30Então, nós vamos precisar de uma oposição bem estruturada,
18:34com bons exemplos de gestão pública,
18:36como é o caso dessa boa geração que nós temos de governadores no país,
18:40para mostrar que há sim boa gestão pública acontecendo,
18:44que tem pessoas que sabem dar o direcionamento que o Brasil precisa,
18:48que sabem colocar o Brasil de volta no caminho da retomada,
18:52do crescimento econômico, do progresso, da atração de investimento.
18:56Isso é fundamental.
18:58Porque se nós desacreditarmos a política, Caniato,
19:01nós desacreditamos a democracia.
19:03Então, esse é um enorme risco que nós corremos.
19:06Então, é muito importante uma oposição que faça a crítica dura a esse desgoverno,
19:13mas também que resgate a esperança na política.
19:18O brasileiro precisa voltar a ter esperança na política,
19:21para que essa política ajude o país a sair do buraco em que se encontra.
19:26Parte do momento que nós estamos nesse buraco é por causa do desgoverno
19:30e de um governo que, infelizmente, está colocando a gente no passado ao invés do futuro.
19:35Agora, quem pode parar essa irresponsabilidade fiscal, que foi a sua pergunta?
19:40O Congresso Nacional.
19:41Só que o Congresso Nacional mostra cada vez mais irresponsabilidade.
19:47Este Congresso Nacional, só essa semana,
19:49voltou a aumentar em mais de 164 milhões de reais o fundo partidário.
19:54Esse Congresso acabou de aprovar um projeto na Câmara e agora está no Senado,
19:59aumentando o número de parlamentares,
20:01quando deveria fazer o redesenho das cadeiras justamente para acabar com esse desequilíbrio,
20:07essa desproporção que hoje existe no Congresso Nacional.
20:11Então, um governo o quê?
20:12Um Congresso que está aumentando o número de parlamentares,
20:15um Congresso que está aumentando o gasto do fundo partidário,
20:20um Congresso que até hoje não conseguiu acabar com esses penduricalhos vergonhosos,
20:25mostra um Congresso descompromissado
20:28com o objetivo de trazer responsabilidade fiscal para o país.
20:32Por isso, são dias difíceis para um país,
20:37porque a irresponsabilidade paira,
20:40tanto no Legislativo como no Judiciário e como no Executivo.
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