00:00Corrinha, quando a gente olha pra questão das finanças do município, uma outra realidade é a decisão judicial que determinou o pagamento dos salários lá de 2012, ou seja, 13 anos depois.
00:12Como é que Corrinha tá lidando com essa realidade agora da determinação da justiça para que a prefeitura, e esse ano agora, realiza o pagamento desses salários atrasados?
00:23Bem, inclusive eu sou uma delas, né, que precisa receber, que eu sou servidora efetiva, que eu sou servidora efetiva também, né, a gente vem lutando por isso, a gente sabe que não é fácil, né, receber um momento desse precatório, mas com certeza é um direito do servidor, e o que depender da gestão, porque sou servidora e professora antes de ser prefeita, estou numa passagem como prefeita, irei lutar pra que a gente possa, né, negociar da melhor forma,
00:52que não cria um impacto, que não venha travar o andamento das obrigações da gestão, mas que também não venha prejudicar os nossos servidores.
01:01Então o diálogo, ele permanece, se já existir, agora que vai ser ainda...
01:05Com o sindicato.
01:06Com o sindicato, o diálogo, com os servidores, com a justiça, então nós somos a gestão do diálogo, da transparência, né, e nem queremos emperrar o andamento da gestão, como também não queremos emperrar os direitos dos nossos servidores,
01:19que eu me incluo nele, até porque também sou sindicalista, desde que passei no concurso.
01:24Então com certeza a gente vai alinhar isso e ver uma forma, né, de como realizar sem comprometer os serviços.
01:30Pra não inviabilizar a gestão, né?
01:31Não inviabilizar a gestão.
01:32O valor é realmente alto, né, 7 milhões de reais, né, no total.
01:36Muito alto, muito alto, impactante, até quando a gente vê assim, que diz assim, 7 milhões do nada, mas aí, né, a gente vai ver isso direitinho, negociar e ver como pode ser feito.
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