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Estudo da USP aponta alimentos que podem tirar tempo de vida saudável. Doutor Jean Gorinchteyn explica e dá dicas #Bandjornalismo

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Transcrição
00:00E agora a gente recebe aqui no nosso estúdio o doutor Jean Gorenstein, que sempre vem aqui trazer esclarecimentos sobre medicina, saúde, pra gente.
00:14Muito bem-vindo mais uma vez, doutor Gorenstein.
00:15Olha, é um prazer poder estar aqui conversando com vocês, tirando as dúvidas, trazendo informações pra que a gente possa viver cada vez melhor.
00:24Então, Gorenstein, tem uma pesquisa inédita que é da USP, da UERJ e também de uma instituição europeia, que analisa os alimentos mais consumidos no Brasil e mostra quanto tempo de vida saudável se ganha ou se perde ingerindo esses alimentos.
00:41O senhor teve a oportunidade de avaliar esse estudo?
00:43Olha, a grande questão, Rodrigo, que a gente passa a ter é que a gente sempre soube que uma dieta saudável prolongaria a vida.
00:54A partir do momento que a gente passa a ter uma definição de que uma bolacha pode diminuir em 34 minutos o nosso tempo de vida, é óbvio que só reforça o quanto isso a longo prazo vai reduzindo, danificando o nosso corpo.
01:20Eu acho que o resumo que a gente tem que entender é que todas as vezes que nós pensamos numa dieta saudável, ela deve contém o que? Frutas, legumes, verduras, o nosso arroz, o nosso...
01:35Então, o que acontece? Os exageros é que impactam, é o que a gente sempre fala, chocolate engorda, quer dizer, se eu comer aquela barra de chocolate, eu vou engordar, mas se eu pegar um quadradinho daquilo, seguramente isso não vai trazer problemas.
01:49Doutor, estamos aqui curiosos para saber quais são os alimentos que acabam sendo os piores e até os melhores.
01:57Vamos começar por qual? Com os piores?
01:58Com os piores.
02:00Vamos começar pelos piores.
02:01Vamos lá, os piores.
02:02Então, olha aí, cinco alimentos com a pior pontuação, as maiores perdas de vida saudável.
02:07Gente, o biscoito ou a bolacha recheada, né? Reduzindo em 39 minutos esse período de vida saudável, já já você vai explicar para a gente.
02:17Na sequência, a carne suína, 36 minutos. A margarina, 24 minutos. Carne bovina. Ué, mas a carne não é proteína, não é saudável?
02:26Eu acho que é muito interessante que toda vez que a gente fala nessas carnes mais gordurosas e por mais que a gente diga, não, eu tiro a gordura da picanha, a carne vermelha, ela é mais gordurosa.
02:40Por isso que se prefere o quê? A carne de frango ou de peixe? Lembrando, o frango sem a pele, claro.
02:45Eu acho importante, doutor, a gente fazer um esclarecimento sobre esse estudo. Eu li o estudo todo e, além de mostrar essa perda de vida, ele não está só falando disso.
02:56Por isso, eu acho que é importante destacar. O estudo está falando do mal que faz para a nossa saúde, mas também do mal que consumir, por exemplo, a carne bovina faz para o meio ambiente por causa da emissão de gases gástricos.
03:07Então, esse número que a gente está vendo aí é a soma de tudo isso.
03:12Então, é o que eu faço para mim e o que eu faço para o ambiente. Eu acho que...
03:15É sério, mas o que eu acho melhor, porque quando a gente lê um estudo como esse, você fala, peraí, peraí, então eu vou começar a calcular que eu comi duas bolachas e eu já perdi 68 minutos.
03:27Aí eu comi a carne, aquela linguiçinha e um toicinho, aí eu já perdi mais 36.
03:35E aí, quando você vai somar, você vai, peraí.
03:37Já morri.
03:38Já morri, já diminuí a minha quantidade de vida.
03:41Eu acho que a gente tem que reavaliar, entender o que são as coisas.
03:45Todas as vezes que a gente fala de diminuição e de impacto na nossa saúde, na nossa vida, a gente está falando especialmente de alimentos ultraprocessados ou gordurosos.
03:59Os alimentos ultraprocessados são esses, que são os salgadinhos, os biscoitinhos, as bolachinhas, os biscoitinhos, que eles têm corantes, conservantes, sabor de chocolate.
04:10E muitos vendem que são saudáveis.
04:12Exatamente.
04:13E aí, o que a gente tem?
04:14A gente tem as gorduras, que a gente chama gorduras insaturadas, que são as gorduras que grudam na parede do vaso.
04:22Esse é o problema.
04:23O nosso vaso sanguíneo, especialmente a coronária, os vasos do cérebro.
04:30À medida que eu vou, então, ingerindo esse tipo de alimento, absolutamente eu acabo grudando essas gorduras e diminuindo o calibre do meu vaso.
04:43Aí o risco de infarto, aí o risco do derrame.
04:47Então, é isso que a gente tem que se preocupar.
04:49Um outro aspecto desses alimentos, eles são ricos em sódio.
04:54E a gente lembra que o sódio, ele puxa o quê?
04:57Água.
04:57Aumenta a pressão.
04:58Então, imagine a somatória de alimentos que diminuam a luz do vaso, mais a pressão alta, que também diminui a luz do vaso.
05:09O impacto disso no futuro.
05:12Doutor, é importante a gente trazer um alerta desse estudo, que ele traz uma questão social importante, né?
05:17A gente fala, ah, não consuma ultraprocessado, não consuma biscoitinho, mas a gente vive em um país muito desigual, né?
05:23Que muitas pessoas passam fome e que um alfardo de alface é mais caro do que um pacote de biscoito.
05:28Então, como é que a gente consegue resolver esse problema para as pessoas que estão ouvindo e só têm acesso ao pacote de biscoito?
05:34Sim, Tia, o que você falou é fundamental.
05:36Eu acho que a gente tem que ter políticas públicas que se voltem exatamente para a segurança alimentar.
05:41E a segurança alimentar, ela começa na escola, na escola pública, fazendo com que eu tenha uma dieta balanceada, que essas crianças não...
05:49A importância da merenda, né?
05:50Muito, a merenda balanceada.
05:53Hoje, cada vez mais as escolas estão deixando em período integral para que as crianças tomem seu café da manhã lá, almocem lá, lanchem.
06:03E esse lanche acaba sendo três e meia, quatro horas da tarde, que elas praticamente saem jantadas.
06:09Ótimo, mas qual é o problema do final de semana em que elas estão na casa delas, que elas acabam, muitas vezes, se alimentando de forma daquilo que se pode?
06:20Porque, para ter uma ideia, qual é o grande problema que a gente está vendo hoje?
06:24A gente está vendo que essas crianças, elas não deixam, muitas vezes, de se alimentar.
06:27Mas elas alimentam-se, por exemplo, de carboidratos, das bolachinhas, de macarrão, tudo isso que vai aumentar a taxa e o teor de glicose.
06:39E vai impactar em dois aspectos, aumentando o peso com risco de diabetes futura.
06:46Doutor, é isso que eu ia falar. Vamos chamar os outros alimentos?
06:48É, eu queria ver os outros, é, para a gente mostrar.
06:50Os bons, né?
06:51Porque tem os bons também, e me chamou a atenção, doutor, que o feijão e o arroz são considerados bons,
06:57mas o campeão aí é o peixe de água doce, de água fresca, na verdade, né?
07:01O destaque é para a água fresca.
07:03O peixe, de forma geral, seja de água doce ou água salgada, eles são extremamente benéficos.
07:10E isso é muito bom, principalmente para as populações ribeirinhas, que têm a capacidade e a condição de se alimentarem a partir daí.
07:16Essas políticas públicas que a gente faz, têm que atuar diminuindo a taxação desses tipos de alimento
07:22para favorecer essas pessoas de baixa renda, e é isso mesmo, comer banana, legumes, hortaliças.
07:30Arroz com feijão continua sendo bom.
07:31E arroz com feijão.
07:32Você sabe que eu vou contar uma coisa para vocês, eu sempre achei que o feijão fosse carboidrato.
07:38Eu sempre achei isso.
07:39Mentira, ele é proteína.
07:41Proteína.
07:42Então, isso é bacana.
07:43Então, ter esse prato, que é o mix do carboidrato, do arroz, do feijão, que é a proteína,
07:51de uma saladinha, do tomate, do tomatezinho, do pepininho, de um alface, não precisa ter tudo nessa salada.
07:57Mas se eu tiver alguma coisa, e um ovinho.
08:00Hoje o ovo está realmente quase o preço da carne, se a gente for analisar.
08:05Mas de toda forma, para que a gente possa fazer com que maior parte dessas crianças sejam cuidadas.
08:13Hoje nós temos um problema social enorme.
08:16A gente está falando muito de longevidade.
08:17Mas a gente fala de longevidade pensando em pessoas adultas que estão envelhecendo e nas pessoas idosas.
08:24A gente está esquecendo das crianças.
08:25Começa agora, né?
08:26Agora.
08:27Agora.
08:27Porque, para ter uma ideia, existe um grande estudo que mostra que o Brasil, em 10 anos,
08:33terá 50% da sua população adulta, incluindo esses adolescentes de hoje que serão adultos obesos.
08:43Não é só um pouquinho acima do peso obesos.
08:46E quando a gente fala de obesidade, a gente fala de aumento de peso com doenças associadas.
08:52Então, as pessoas estão envelhecendo de forma jovem e, infelizmente, perdendo a sua saúde de forma muito precoce.
09:02Eu vim de uma geração de muito pacote de bolacha, biscoito, margarina.
09:11Meu pai comprava margarina pensando que era melhor que manteiga.
09:15Depois, houve essa mudança de se eleger a manteiga melhor que a margarina.
09:20O empanado de frango, aquele pequenininho que você frita ali, também.
09:24Minha mãe fazia achando que era um frango, que era saudável e tal.
09:27Para quem comeu muito disso, o que fazer agora?
09:30Essa saúde já está comprometida?
09:32Muito possivelmente, sim.
09:34Mas o que a gente pode fazer pensando nessas pessoas?
09:36Primeiro, sempre fazer uma avaliação médica.
09:39A gente tem um péssimo hábito de não procurar as unidades de saúde.
09:44Sejam as unidades básicas de saúde, para fazer um segmento clínico.
09:47A gente procura quando a gente está doente.
09:49Esse é o erro.
09:51A gente tem que entender que, hoje, existem dois grupos dentro de secretarias de saúde.
09:56O Ministério é a promoção e prevenção de saúde e o cuidado da doença.
10:01Então, nesse momento, procure realmente imunidade de saúde.
10:05Faça seus exames de colesterol, triglicérides.
10:08Avalie se tem diabetes.
10:10Por quê?
10:11Uma dieta saudável e exercícios mudam a possibilidade dessas pessoas evoluírem de uma forma mais tranquila.
10:19Só para você ter uma ideia, Rodrigo, o colesterol, as caminhadas podem ajudar a transformar o colesterol ruim,
10:27que é esse que gruda no vaso sanguíneo, do colesterol bom.
10:33Então, eu consigo fazer essa transformação.
10:36E isso é muito importante na prevenção da saúde, seja ela física e mental.
10:42A caminhada para ir para o trabalho conta?
10:45Você deixar de pegar um transporte, se você puder andar um pouquinho?
10:48Você sabe que a gente sempre acha que atividade física é ir para a ginástica.
10:53Eu fui para a academia.
10:54Cuxei ferro.
10:55Ah, e hoje...
10:56Não, subi escada.
10:57Subi escada.
10:57Então, se eu estou dentro do meu ambiente de trabalho e eu posso subir dois lances de escada,
11:05dois andares, descer um e assim vai, ou descer um, dois pontos de forma anterior,
11:13eu vou caminhar.
11:14Essa caminhada vai me fazer bem.
11:17Saia um pouquinho mais cedo.
11:19Faça essa caminhada.
11:20Isso ajuda a gente no dia a dia.
11:23E a gente realmente se acomodou.
11:26Eu acho que a gente trabalha tanto no nosso dia a dia que chega, por exemplo, final de semana,
11:29e fala, ah, eu vou ter que ir até a esquina.
11:32O cara vai de carro para a esquina.
11:34Quer dizer, vai passear, vai andar, vai caminhar.
11:38Essa caminhada vai ser um grande diferencial.
11:41Eu só acho que vai ficar mais cansada, né?
11:42De forma nenhuma.
11:43Você vai ganhar.
11:44É óbvio que no primeiro momento você já não tem fôlego.
11:48Mas você vai adquirindo.
11:49E sabe qual é a vantagem dessas caminhadas, além do colesterol e triglicérides?
11:54Elas aumentam os vasos sanguíneos que a gente chama.
11:58Elas ajudam na circulação que nós chamamos colateral.
12:02Então, por exemplo, o indivíduo, se ele tiver um infarto lá na frente,
12:06ele tem mais vasinhos que ajudam que essa área comprometida seja muito menor.
12:13E o risco menor de evoluir com desfecho fatal, por exemplo, morto.
12:18Tem uma linha de pensamento moderno que diz o seguinte, coma aquilo que sua avó achava que era comida.
12:24Ah, não.
12:24Não?
12:25Não.
12:25Por exemplo, a minha avó, você sabe o que ela fazia?
12:27Ela pegava a pelinha do frango e fritava com cebola e alho.
12:31Eu ainda pegava o miolo do pão e falava, come que você está fraquinho.
12:36Cheio de gordura.
12:36Eu lembro da minha avó sempre agora.
12:38Então, não.
12:39Agora, doutor, qual que é?
12:41Todo mundo fala assim, o bom é o equilíbrio, né?
12:43O bom é o equilíbrio.
12:44Qual que é o equilíbrio da alimentação mais saudável, mais natural com o consumo do pacotinho também?
12:50Você quer ver uma coisa?
12:51Pacotinho, abrir, pacotinho, não vá.
12:52Não, é bobagem.
12:53Eu falo assim, ah, eu quero comer duas bolachinhas.
12:56Sim, me bateu vontade.
12:57Eu vou comer duas, três, mas eu não preciso comer o pacote.
13:00A gente compra aqueles chocolatinhos e você vai comendo um, dois, na hora que você vê o...
13:05Diciante, né?
13:06Ah, eu sei do qual o chocolatinho que você está falando.
13:09Exatamente.
13:09E aí, nessa altura, a gente acaba o pacotinho inteiro.
13:14Então, se eu quero, depois do almoço, pegar um chocolatinho, isso não vai me fazer mal.
13:20E é importante as pessoas entenderem.
13:22Porque a gente lê uma pesquisa como essa e fala, meu Deus, eu acho que eu não chego no final do ano.
13:28Então, não é isso.
13:29Eu tenho como levar uma vida saudável, me cuidar e deixar realmente de fazer os exageros.
13:37Mas não deixar de ter esses prazeres.
13:40Sabe por quê, Rodrigo?
13:40Isso vai ser momentâneo.
13:42Sabe aquele cara que fala assim, hoje é segunda-feira, eu comecei regime, acabou, chocolate, coxinhas, empadinhas.
13:50Na quarta-feira, ele vai comer para compensar os dias que ele ficou sem comer.
13:56Então, não faça isso.
13:58Isso se chama educação alimentar.
14:01É para a gente comer de tudo um pouco, sempre, fazer atividade esportiva.
14:06E atividade esportiva não quer dizer ir para a academia, não quer dizer ir para clube, fazer...
14:11Mas é bom também, né?
14:12Não, se eu puder, ótimo.
14:13Mas tem gente que, por exemplo, trabalha o dia inteiro e ainda a noite vai trabalhar.
14:19Mulheres que trabalham o dia inteiro, chegam a noite e ainda tem que cuidar de casa.
14:22Você fala assim, meu Deus, que horas eu vou me dedicar a mim?
14:27Então, são esses pequenos horários ao longo do dia que eu vou poder fazer atividade física
14:33e, ao mesmo tempo, o cuidado com a alimentação.
14:36Eu só queria ter certeza que nessa sua lista aí de pode fazer tudo, também está incluído
14:40comer hambúrguer em lanchonete de fast food?
14:43Está.
14:44Com refrigerante, com batata frita...
14:46Quando você vai fazer isso?
14:47Uma vez por semana.
14:48Mas, por exemplo, já que é para comer um hambúrguer, dá para buscar uma hamburgueria que a
14:53carne tem melhor qualidade, talvez, né?
14:54Então, eu quero ver uma coisa, mas, por exemplo, quando a gente fala da melhor qualidade, a
14:57gente sabe que o melhor hambúrguer, ele acaba misturando uma carne mais gordurosa com
15:03uma carne menos gordurosa para dar aquele sabor.
15:06equilíbrio também.
15:06É aquela história, eu vou me privar disso?
15:08Pessoal, não vou.
15:10Vamos viver.
15:11Sem exageros, né?
15:12Então, é aquela história, ah, mas eu como isso todo dia porque eu não tenho tempo de
15:15almoçar, então o meu almoço é esse.
15:18Está errado.
15:18Aí, eu digo, não pode.
15:20Mas, uma vez por semana, comer aquela pizzinha ou fazer esse exagero gastronômico com gostoso
15:30É um prazer da vida, né?
15:31Cheeseburger e batata frita, tudo bem.
15:34Mas, é uma vez por semana.
15:36Agora, a privação numa vida louca que a gente leva, não dá certo.
15:41Também não faz bem para a cabeça, né?
15:41Vai ter problema psicológico depois, se não vier, né?
15:43Não, eu acho que assim, não vai dar certo.
15:45Eu acho que vai chegar um momento que você vai voltar à tua vida e falar, pô, não aguenta,
15:49eu quero.
15:50Então, para você ter essa educação alimentar de dizer, tem um pessoal mais jovem que
15:55usa assim, você não pode comer lixo durante a semana.
15:58Eu acho muito legal, né, essa frase, porque você vira e fala, não, isso é lixo,
16:02eu não vou comer, isso é lixo, eu não vou comer.
16:04No final de semana, eu me permito um lixinho.
16:07Mas tem o dia do lixo, dia do lixo.
16:08Só fala que tem o dia do lixo.
16:09É o dia do lixo, que é o final de semana.
16:11Geralmente a partir de sexta.
16:12Mas, peraí, também você não precisa compensar comendo hambúrguer e pizza desde manhã, né?
16:17Você acorda hoje, eu posso, porque é o dia do lixo.
16:20Então, tem que tomar esse cuidado.
16:22Doutor, o senhor volta daqui a pouquinho com a gente, para a gente falar de endometriose,
16:25né?
16:25A joia.
16:26Até já, então.
16:27Obrigada.
16:27Faz uma pausa, né?
16:29Ah, na verdade não é hoje que o senhor volta, é semana que vem, eu estou delirando.
16:33E aí, confica.
16:33Mas o senhor volta, gente.
16:34Esse é um tema importante que a gente vai tratar aqui.
16:35É isso aí, doutor, obrigada, viu?
16:39Pela sua participação com a gente.
16:41Semana que vem a gente te espera aqui com outros assuntos da fala.
16:44Obrigada, doutor.
16:45Olha, muito obrigado.
16:46É sempre um prazer estar com vocês.
16:48E aí, semana que vem a gente volta falando de endometriose, falando dos sintomas, que é
16:53um problema sério para essas mulheres e que muitas vezes elas sofrem sozinhas, porque
17:00ninguém acredita nelas.
17:02elas acabam tendo problema no seu trabalho, no seu relacionamento.
17:06Vai ser muito bom.
17:07Não tem noção nem do que se trata.
17:09Muito triste.
17:10Obrigada, doutor.
17:11Obrigada, doutor.
17:11Até.
17:11Obrigado, doutor.
17:12Até.
17:12Valeu.
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