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  • há 3 horas
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, na manhã desta quinta-feira (24/9), por cinco votos a dois, barrar o registro da candidatura de José Roberto Arruda (PSD) ao Governo do Distrito Federal (GDF). A corte eleitoral julgou o recurso da defesa do candidato após o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) seguir o entendimento do Ministério Público Eleitoral (MPE) e indeferiu o registro da candidatura dele em razão de sete condenações por improbidade administrativa relacionada à operação Caixa de Pandora. Em entrevista coletiva, o advogado José Eduardo Cardoso, que representou Arruda, comenta a decisão.

🎥 Cassia André/CB/DA Press

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Transcrição
00:00Os efeitos decisórios são na linha de declarar o nosso candidato inelegível
00:04e que, portanto, segundo o determinado, deveria ser tirado o nome da urna,
00:09não pode mais fazer campanha, etc.
00:11Resta saber como é que fica a questão da urna do ponto de vista operacional.
00:14Aí eu não vou entrar nesse detalhe porque foge a minha alçada.
00:18Mas essa é a decisão.
00:20Nós dois, que já estamos juntos, nós vamos conversar com o nosso cliente
00:23para verificar se, eventualmente, ele tem a intenção, o desejo de alguma medida recursal.
00:28Mas essa é a decisão que foi tomada hoje.
00:31O recurso cabe.
00:32Agora, resta saber o que quer fazer o nosso cliente analisar as perspectivas práticas de sucesso,
00:40de êxito ou não êxito.
00:40Isso nós vamos ter que sentar com ele e conversar.
00:42O leque de situações recursais que, eventualmente, possam existir, ele vai decidir o que vai fazer.
00:47O que eu posso dizer é que eu acredito que, ou agora, ou no futuro,
00:53essa interpretação que foi dada aqui, que pede o que eu arrestei,
00:57ela não deve prevalecer.
00:59Porque a lei é muito clara no arrepender.
01:02E, nessa perspectiva, eu acho que eu, pessoalmente, tenho a convicção de que José Roberto Arruda
01:07era elegível.
01:08Ele não pode fazer campanha.
01:10Mas vamos sentar com ele e vamos analisar todas as alternativas que, eventualmente,
01:13nós possamos ter daqui para frente.
01:15O que eu posso dizer é que essa interpretação que foi a majoritária hoje
01:20não é aquela que é a nossa compreensão daquilo que será a lei.
01:23E acho que, até no futuro, talvez isso possa ser resistido.
01:26Agora, em quando, como, de que forma é uma questão que fica em aberto.

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