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Descubra por que Tatu, um comunicador com 39 anos de carreira, decidiu entrar para a política em Umuarama. Após anos na rádio e televisão, ele sentiu a necessidade de uma representação mais forte na região, especialmente nas áreas de saúde e investimentos.

Com uma trajetória marcada pela busca por soluções e jornalismo de resultado, Tatu acredita que a união do poder da comunicação com o poder político pode transformar a vida das pessoas. Ele compartilha sua motivação, a conversa com a família e a abertura de portas que o levaram a aceitar o desafio.

Tatu se apresenta como uma novidade na política, pronto para ouvir e resolver os problemas da população, prometendo um trabalho focado no bem-estar e desenvolvimento de Umuarama e região.

#TatuNaPolitica #Umuarama #Eleicoes2022

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Transcrição
00:18Olá, boa noite para você que acompanha o O Bendito.
00:21Nós começamos agora a segunda entrevista desta quarta-feira com candidatos a deputado federal e estadual por Umoarama e também
00:33pela região noroeste.
00:35Eu recebo aqui no estúdio do O Bendito o Tatu, o mais conhecido como Tatu na TV.
00:42Tatu, é um prazer tê-lo aqui com a gente.
00:44E pra gente abrir este bate-papo, eu acredito que muita gente te conhece aqui na região noroeste, porque já
00:51são 39 anos de carreira, começou no rádio, hoje na televisão.
00:55Mas pra quem ainda não te conhece, está em casa nos acompanhando, quem é o Tatu na TV?
01:01Olha, primeiro, boa noite, Paula. Boa noite a todos que acompanham a gente a partir de agora aqui no Bendito.
01:06O Tatu é um comunicador de 39 anos, começou no rádio em 87 e em 99 começou a fazer televisão.
01:13Na TV acaba aqui em Umoarama, depois passou por algumas emissoras e desde 2005 nós temos um programa diário, das
01:2011h30 até 1h15 da tarde, hoje pela Rede TV+.
01:24Então o Tatu é pai de dois filhos, neto de três meninos, né?
01:29O Tatu é uma pessoa que sonha que esse mundo pode ser melhor, como todos os comunicadores, com certeza, você
01:37jornalista e demais comunicadores sonham também.
01:40A gente acredita que a gente pode melhorar a vida das pessoas.
01:43Então o Tatu é essa pessoa fazendo esse trabalho ao longo desses 39 anos de comunicação que eu completei agora
01:50nesse mês, no dia 4 de setembro.
01:52Tatu, você que tem essa bagagem na televisão, o que te motivou a deixar um pouco as telas pra vir
02:00pra essa corrida eleitoral?
02:03Eu saí de uma bolha, né? A gente quando tá no estúdio, agora nós estamos aqui hoje, a gente tá
02:07numa bolha.
02:07A gente acha que não tem ninguém vendo a gente, a gente não tem aquele contato físico com as pessoas,
02:12a gente comunica, a gente corresponde, as pessoas procuram a gente,
02:15as pessoas acreditam na gente e buscam a gente da comunicação como solução.
02:21Paulinha trabalhou, inclusive, na nossa equipe no passado, jornalista, inclusive, do Sistema Globo de Televisão, da RPC, que todo mundo
02:28conhece muito bem.
02:29Sempre uma jornalista que saiu de Mariluz também com um sonho e venceu na sua carreira profissional, sempre combativa, sempre
02:36lutadora e sempre levando a informação com responsabilidade e credibilidade.
02:42E é isso que eu fiz.
02:42Eu sempre falava que eu não tinha pretensão política.
02:45Algumas pessoas, ah, você falou que nunca ia ser candidato, por que você ia ser candidato agora?
02:48Porque eu senti na pele que o Maurama perdeu muito nos últimos quatro anos com a falta de um deputado
02:54estadual.
02:55O Maurama perdeu recursos, o Maurama perdeu investimentos na saúde, o Maurama perdeu, principalmente, o investimento nas pessoas, o atendimento
03:04básico do ser humano que tem direito.
03:06Então, eu senti isso na pele.
03:08Foram inúmeras reclamações, pessoas procurando, reportagem e a gente procurando os órgãos competentes para tentar resolver.
03:16Grande parte dos casos nós conseguimos resolver através da comunicação.
03:22Outros, infelizmente, não.
03:23Porque faltou algo mais, faltou aquela força política, faltou pessoas que realmente lutassem pelo bem-estar, principalmente, da população, que
03:34resolvessem os problemas e que não foram resolvidos.
03:37Então, eu comecei a sentir isso na pele.
03:39Até que uma pessoa me chamou no dia 15 de maio e falou, Tatu, você tem que entrar para a
03:45política, porque você tem que representar o Maurama em região que ficou sem representante nos quatro anos.
03:51E foi uma pessoa que, inclusive, eu não apoiei na política passada, que é o prefeito do Maurama, Fernando Escanavaca.
03:56Ele falou, independente das nossas escolhas políticas, mas o Maurama precisa de uma pessoa combativa, alguém que realmente vá em
04:05cima para tentar fazer alguma coisa.
04:07Então, essa foi a motivação.
04:09Conversei com a minha família, fiz as minhas orações e pedi a Deus que se fosse o caminho que as
04:14portas fossem abertas.
04:16As portas foram abertas.
04:18As portas estão abertas.
04:19Eu estou sentindo hoje que, realmente, eu tenho e posso fazer o que eu realmente pretendo fazer na política, porque
04:28eu já tenho o poder da comunicação, que é um poder forte, mas o poder político também é forte.
04:34Se eu conseguir unir os dois poderes, eu vou conseguir atender muito mais a região de o Maurama, a população
04:41de o Maurama e quem realmente precisa.
04:43Ah, Maltatu vai se eleger e vai embora.
04:46Ao contrário, eu estou em o Maurama há 39 anos, você conhece muito bem um pouco da minha história, você
04:52trabalhou com a gente, você sabe da luta que é manter uma empresa de comunicação,
04:56as dificuldades que a gente passa no dia a dia, principalmente uma cidade do tamanho de um Maurama, que muitas
05:02vezes não comporta um canal de televisão.
05:05Nós estamos aí na luta diária, na batalha, realizando os sonhos, formando os profissionais, abrindo portas para aqueles que vêm
05:12com o sonho da comunicação.
05:14Você foi um desses casos, né, que começou com a gente de forma brilhante, sempre fez um ótimo trabalho.
05:20Então é isso, eu acho que eu posso dar mais para as pessoas do que eu dei até agora na
05:25comunicação.
05:26Eu acho que eu quero ser cobrado.
05:28Olha, tá, tu precisa disso, disso, disso.
05:30E eu vou resolver, porque você sabe que nós da comunicação, tanto o Bendito quanto eu e outros veículos de
05:37comunicação de Maurama,
05:38nós fazemos jornalismo de resultado.
05:42A gente não se conforma só em levar notícia, a gente busca a solução do caso.
05:47E é isso que eu quero fazer.
05:49Eu tô muito empolgado, tô feliz, mas tô feliz mesmo.
05:53Eu já falei, inclusive hoje, para alguns amigos, mesmo que eu não consiga os votos suficientes para me eleger.
05:59Eu já ganhei essa eleição, de poder estar com as pessoas, de pegar na mão e conhecer os problemas.
06:05E eu sou praticamente o único candidato que sou a novidade.
06:09As pessoas não querem mudança?
06:11Eu nunca fui político.
06:12Eu nunca fui candidato a nada.
06:14Nunca na minha vida.
06:16Então, quer dizer, você quer o velho na idade, mais um novo de ideias e de propostas políticas?
06:22Sou eu.
06:23Não tem outro.
06:24Eu sou a novidade.
06:25Quero continuar sendo a voz da região e quero continuar trabalhando em prol de um Maurama e de toda a
06:31região.
06:31Tô muito feliz nessa caminhada, mas muito feliz.
06:34Tatu, que bom, né?
06:36E como você tem encarado essa campanha?
06:39Porque a gente sabe que é uma campanha curta, mas que exige também a criatividade do candidato.
06:48Como que você tem ido para as ruas?
06:50Como que você tem enfrentado tudo isso?
06:52Eu tenho o dom e a dádiva de Deus e me dá a comunicação, me comunicar com as pessoas.
06:59Eu acho que a gente já nasce com isso.
07:01Deus, ó, você vai ser jornalista, você vai ser comunicador, tá certo?
07:05A gente tem escolhas na vida, né?
07:08E o que eu tô sentindo no dia a dia com as pessoas?
07:12Que eu vim pra isso.
07:14Que eu realmente, a minha campanha como que é a tua campanha moderna, ela engloba um pouco de tudo.
07:20Ela engloba a campanha desde os primórdios, que é a campanha olho no olho, mão a mão, a pé, andando.
07:30Depois a evolução lenta da comunicação.
07:32Eu tenho um caminhãozinho de som que eu subo em cima dele, tava na serra hoje.
07:35Eu subo no caminhão com o microfone e peço voto pras pessoas.
07:40Ando com o caminhão, que é o espaço mais curto, mais rápido, em cima do caminhão.
07:44E as redes sociais, onde o pessoal tá postando material, onde o pessoal tá mostrando o dia a dia.
07:50Tenho ido em vários lugares e tenho conhecido muita coisa.
07:54Mas muita coisa.
07:54Então, isso é muito importante.
07:57Então, a minha campanha política, ela vem desde os primórdios, que era feita no corpo a corpo, pedindo o voto,
08:05pegando na mão das pessoas, cumprimentando as pessoas, parando, atendendo a todos, que você sabe que faz parte do meu
08:11perfil, né?
08:12Eu sou aquele jornalista que eu gosto de estar no meio do povo.
08:15Eu vou no mercado fazer compra, eu gosto de tomar cerveja, lanchonete, comer carne, cumprimentar as pessoas.
08:21Eu sou muito simples, porque eu sou uma pessoa simples.
08:24Fui criado na simplicidade, né?
08:27Então, ou eu sou um comunicador, graças a Deus.
08:30Deus deu muito mais do que eu acho que eu mereço.
08:33Não é o que eu pedi pra Deus tudo isso, mas Deus me deu, né?
08:36Pessoas maravilhosas que eu conheci ao longo da comunicação, que eu pude comunicar, trabalhar, né?
08:42Então, eu acho que isso ajudou bastante e tá ajudando muito na campanha.
08:46Essa simplicidade, minha campanha franciscana, não tenho recursos, né?
08:52Ah, o Tatu tem... não tenho.
08:53Ah, o Tatu, eu quero trabalhar com você, mas não preciso ganhar tanto.
08:57Falo, olha, infelizmente eu não tenho condições de pagar.
09:00Eu tenho condições de pagar você nessas condições, nessa campanha curta que vem um fundo partidário,
09:05que é o dinheiro que a gente utiliza pra isso, pra poder cumprir as despesas e pagar as despesas.
09:09Porque se eu tirar um dinheiro, um real da minha conta, eu sou empresário também.
09:13Eu vou querer o quê?
09:14Esse real de volta, mais que isso.
09:17Então, o empresário não entra na política apenas pra falar que entrou por amor, por paixão, uma coisa ou outra.
09:22Se ele colocar um milhão, ele vai tirar da política três, quatro, cinco, dez milhões.
09:26Não tem como.
09:27E não adianta vir mentir pro povo, que o povo não é mais idiota, não.
09:30Então, é assim que funciona.
09:32A minha campanha é com o fundo partidário, dobrado com o deputado, que é que o fundo partidário disponibiliza.
09:38É pouco dinheiro, mas você faz muito com pouco.
09:41Eu aprendi isso na minha vida.
09:43Aprendi com a minha mãe, que tinha seis filhos menores.
09:47Meu pai morreu.
09:48Ela teve que sustentar outros quatro que ficaram que eram menores.
09:52Meu caso era menor de idade ainda e tinha mais três irmãs menores.
09:56O que ela fazia?
09:57Ela multiplicava.
09:57Ela trabalhava, recebia a pensão do meu pai da aposentadoria, que na época era meio salário.
10:04E ela pegava, lavava a roupa pra fora.
10:06E ela cozinhava muito bem.
10:07Cozinha muito bem, porque minha mãe é viva ainda.
10:09Tem 92 anos.
10:10Ela cozinhava muito bem e ela fazia polenta recheada com carne moída e vendia pros vizinhos.
10:17Então, ela conseguia tirar o sustento de todos.
10:21E eu trabalho desde os sete anos de idade.
10:23Com dez anos, trabalhava na feira.
10:25O dinheirinho que eu ganhava ia pra minha mãe.
10:28Meu primeiro emprego registrado foi numa metalúrgica em São Bernardo do Campo, no Rui de Ramos.
10:33Porque eu nasci em um marama.
10:35Mas minha família foi pra São Paulo.
10:36Eu tinha nove meses ainda.
10:38Meu pai desanimou, que pegou fogo no nosso ranchinho, num sítio que era dos meus filhos.
10:42E foi pra São Paulo.
10:44Trabalhou numa metalúrgica.
10:45Depois descobriu um problema no coração.
10:46Foi aposentado.
10:47Mas mesmo assim, trabalhava.
10:48Então, é mais ou menos assim que eu tô fazendo.
10:50Com essa cultura que minha mãe ensinou a gente.
10:53Que você, fazendo um pouco mais, você consegue cumprir os seus compromissos.
10:58E é isso que eu quero fazer na política também.
11:01Entendeu?
11:02Simples.
11:02Uma campanha modesta.
11:04Você vai ver um caminhãozinho de som.
11:06Todo mundo tem 300, 400, 500, mil Windy Banner.
11:11Eu tenho 50.
11:12Sabe quanto custa o Windy Banner?
11:15140 reais.
11:16No começo da campanha, me pediram 240.
11:19Eu fui esperando, esperando, esperando, esperando, esperando.
11:22Os últimos Windy Banner que tem com a marama são os meus.
11:25Que cor te chama a atenção?
11:27Amarelo.
11:28A cor do meu partido, qual que é?
11:30Azul e amarelo.
11:31Nós estamos num momento de atenção.
11:33De chamar a atenção das pessoas.
11:34Então existe, claro, uma estratégia.
11:37Mas pensada por nós, equipe.
11:39Pensada por mim, que vivo nessa vida há 39 anos de comunicação.
11:43Eu sei o que vai chamar a atenção e não.
11:45Mas eu tenho que tomar cuidado também.
11:47Tudo que eu falo aqui, eu vou ser cobrado amanhã.
11:50Então tudo que eu falo aqui, eu vou tentar fazer.
11:54Você pode ter certeza disso.
11:55Eu não vou estragar minha biografia de comunicador de 39 anos
11:58por causa de uma campanha política.
12:01Não vou.
12:01Você pode ter certeza disso.
12:02Dia 5, independente, eleito ou não, vou estar de volta no programa.
12:06Estou morrendo de saudades.
12:08Mas estou morrendo de saudades.
12:09Mas com uma nova visão.
12:11Que eu posso fazer muito mais pelas pessoas.
12:13É uma campanha simples, humilde.
12:15Temos as redes sociais, mas tem o corpo a corpo também.
12:18Ela vem desde os primórdios até que existe de quase tudo no futuro.
12:24Menos o IA.
12:26Eu acho que em política você não tem que usar o IA, a inteligência artificial.
12:31Você subestima a inteligência do eleitor.
12:34Você tem que olhar no olho, falar com ele.
12:37Pode ver que minhas imagens não têm nenhum retoque.
12:39Vai aparecer ruga, pé de galinha, dos meus 62 anos.
12:43Tá certo?
12:44Então eu não estou usando esse artifício.
12:46Eu estou usando o que?
12:48O que realmente a tecnologia fornece.
12:50E os profissionais competentes que me acompanham, graças a Deus, tem um time muito bom.
12:55Tatu, você sempre foi a voz de muita gente, né?
12:59De Omoarama e também da região noroeste, que é a qual você representa.
13:03Você deu voz para a segurança pública, para a saúde, infraestrutura.
13:08Como que você pretende conciliar isso, né?
13:11Com a Assembleia Legislativa, caso você seja eleito.
13:15Olha, Paulinha, essa pergunta me deixa muito feliz de eu poder responder como que eu vou fazer isso.
13:21Hoje, você diz, eu dei voz.
13:23Eu quero dar a vez.
13:25O que é a voz e o que é a vez?
13:27A voz é você poder falar.
13:29A vez é você poder fazer e realizar.
13:32Tem tanta coisa simples, Paulo, que dá para resolver.
13:34Eu fui na Casa de Apoio da UPCAM.
13:37Lá tem uma casa de apoio pronta, montada, que não está em funcionamento.
13:41Porque ele poderia atender pessoas.
13:45Ouça só, como toca a gente no coração.
13:49Pessoas que muitas vezes não têm onde se alimentar.
13:52Eu estava na feira agora comendo um espetinho, vindo para cá.
13:55Nós estávamos vindo de Serra dos Dourados.
13:57Nós paramos na feira e eu estava conversando com o rapaz lá, que vende espetinhos lá.
14:02E ele, conheço ele, sou cliente dele.
14:05Ele pegou, ele estava ouvindo eu falar da Casa de Apoio.
14:08E a mulher dele tem uma irmã que passou pelo câncer e venceu a doença.
14:12E ele falou, Tatu, que dói ver pessoas, muitas vezes, na porta, esperando a família não ter o que comer.
14:17E você com uma obra pronta, equipada, com cozinha, com cama para a pessoa dormir.
14:25Com tudo, que pode abrigar de 60 a 80 pessoas por dia.
14:302.400 pessoas no mês.
14:32E que tem um custo operacional, segundo o Vanderlei do UPCAM, de 200 mil reais.
14:38Para a saúde pública, é um dinheiro insignificante.
14:41Insignificante.
14:42Porque você vai cuidar dessas pessoas.
14:44É cuidar. O Estado tem obrigação e dever para isso.
14:47É isso que eu vou bater no dia 1º de janeiro, lá em Curitiba, para eu sentar com o governador
14:51eleito.
14:52Falar, olha, eu preciso que você disponibilize 200 mil reais por mês para a Casa de Apoio do UPCAM e
14:59o Moarama.
15:00Eu preciso. Vou votar com você.
15:02Projetos importantes, vou votar com você.
15:04Vou estar junto com você.
15:05Eu preciso de um hospital regional, em um Moarama, com base no Pequeno Príncipe, que vinha para cá.
15:12Tinha terreno, você se lembra?
15:13Nós fizemos reportagem, doaram o terreno, o município doou o terreno.
15:17O Hospital Norospar ia ser um ponto do Hospital Pequeno Príncipe, em um Moarama regional, para atender a região.
15:24Aí veio o escândalo da Operação Metástase, do desvio de mais de 19 milhões à saúde.
15:31Esse dinheiro, ele comeu o hospital que era para estar funcionando.
15:35Por quê?
15:36Porque o Hospital Norospar perdeu a credibilidade na época e o Estado recuou com o investimento.
15:42Já começou por aí.
15:43Entendeu?
15:44Então, é isso que eu quero mudar e transformar.
15:46Eu não quero ser só a voz.
15:48Eu não quero só ir lá, meter o cacete, xingar, brigar, bater.
15:51Não.
15:52Eu quero fazer.
15:52E eu vou fazer.
15:54E você pode ter certeza.
15:55Se a população me der esse emprego, eu vou fazer.
16:00Eu vou trabalhar pelo povo.
16:01Nessa área, em todas as áreas.
16:03Vou criar aqui, em Moarama, um grupo de pessoas que vão gerenciar o que faz necessário na cidade.
16:11O que se faz necessário.
16:12De todos os segmentos.
16:13O que precisa?
16:14Vamos trabalhar.
16:16Mudar.
16:17Mudar.
16:17A gente tem que transformar.
16:19Isso aí.
16:20E dá para transformar.
16:21É uma região abandonada.
16:22Que já teve recursos.
16:24Que já teve mudança.
16:25Segurança pública, por exemplo.
16:27É um absurdo.
16:28A gente vê numa cidade onde a população não queria, não queria um centro de detenção
16:34provisório colado num bairro.
16:36Que é o caso de São Cristóvão.
16:37Aí, a prefeitura foi lá, tendo um terreno ali próximo de Lovat, na rodovia, na rodovia,
16:47para montar esse centro de detenção provisória.
16:50Por quê?
16:50Está mais próximo de Cruzeiro.
16:51Onde é a penitenciária?
16:53Não.
16:54Colocaram dentro do bairro.
16:55O que dá para mudar agora?
16:57Nada.
16:57A obra já começou, acabou.
16:59Entendeu?
17:00Acabou.
17:00Não dá para mudar nada.
17:02Delegacia cidadã.
17:03Cadê?
17:03Ah, vamos trazer delegacia cidadã para Amorama.
17:05Cadê?
17:06Terreno tem.
17:08Falta o quê?
17:08Falta deputado, gente.
17:10Falta o cara chegar lá na segunda, terça e quarta e brigar pelos interesses.
17:13É isso que falta.
17:15Falta deputado estadual para isso.
17:17Mas alguém que brigue.
17:18Não adianta falar, eu sou fulano daqui, eu sou ciclano.
17:21Não.
17:22Tem que ir lá brigar para isso.
17:23E eu sou briguento.
17:24Eu sou chato.
17:26Você sabe disso.
17:26Eu sou chato.
17:27Eu sou incisivo nas cobranças.
17:29Enquanto não resolve, eu não paro de cobrar.
17:31E eu quero ser esse deputado.
17:33Nós temos uma delegacia de polícia onde a imprensa, que é o olho da sociedade, não
17:38pode entrar.
17:39Por que que não pode entrar?
17:40O que estaria errado na delegacia de polícia?
17:42Eu vou mostrar no final da minha campanha as coisas que eu sei que estão erradas.
17:47Por que que eles escondem muita coisa da população?
17:50Eu vou mostrar.
17:51Eu vou mostrar.
17:52No final da minha campanha eu vou mostrar.
17:54Tem muita coisa errada em Amorama que eu estou vendo agora, fora do estúdio, que
17:59existe e que a polícia não combate.
18:01Então eu vou mostrar.
18:03Então é isso.
18:04A população tem que ter vez e voz.
18:06Uma delegacia de polícia é um lugar onde as pessoas têm que ir lá.
18:10A maioria são vítimas.
18:12Então elas têm que ser muito bem tratadas.
18:14Tem que ter um apoio psicológico a hora que chega.
18:16Primeira coisa, não tem que ter só um policial.
18:18Tem que ter psicólogo para atender a pessoa.
18:20Para saber qual que é o problema.
18:22Delegacia de polícia é isso.
18:23Cadê a delegacia cidadã?
18:25Está onde?
18:25No papel, na conversa, pedra fundamental, chegar.
18:30Eu, eleito deputado, você pode ter certeza, você pode me cobrar como jornalista.
18:35E eu sei que você vai cobrar.
18:36Eu vou fazer a diferença.
18:38Eu vou mudar.
18:39Tatu, você acha não, né?
18:42Porque a gente não acha nada.
18:43Mas você acredita que essa falta de representatividade trouxe prejuízos para o Amorama e para toda
18:50a região noroeste?
18:54Paulinha, eu estou sentindo isso na pele com as pessoas.
18:57O que que falta hoje?
18:59Todos os segmentos estão passando por dificuldades.
19:01Eu fui ontem no Curtume do Paulo.
19:04O Paulo é uma pessoa que ele emprega acho que 12 ou 15 presidiários que estão naquele
19:09regime de...
19:10Semi-aberto.
19:11Semi-aberto.
19:12Eles trabalham durante o dia.
19:14E eu conheci um rapaz lá que o Paulo deu essa oportunidade e hoje é um líder de
19:17setor do camarada.
19:18Porque muitas vezes a pessoa pratica um crime, mas não é aquele crime porque ela tem intenção
19:23de praticar.
19:23Muitas vezes o cara vai lá, furta alguma coisa ou rouba alguma coisa para sustentar
19:27a família.
19:29Quem nunca errou na vida?
19:31Como disse Jesus, atire a primeira pedra.
19:34A gente já cometeu erros, alguns mais graves.
19:36Não que eu estou defendendo o bandido.
19:37Não é isso.
19:38Eu combato o bandido.
19:40Mas as pessoas quando querem ter uma oportunidade tem que ser nada a elas.
19:44E eu encontrei no Paulo essa pessoa.
19:46E o Paulo preocupado com a atual situação do país e da nossa região, que não tem apoio
19:50político.
19:51O empresário precisa de apoio político.
19:53E não é só o grande empresário não, o pequeno também.
19:55Eu fui hoje cedo numa reunião numa confecção que emprega em média 40 mulheres.
20:00Tem alguns homens, acho que dois ou três homens nessa confecção.
20:03É uma indústria que fica lá no conjunto sonho meu.
20:05Eu não conhecia.
20:07As portas foram abertas para mim através de uma colaboradora que eu tenho na campanha,
20:11que tem amizade com o gestor dessa empresa.
20:14Eu fui lá, conversei com as pessoas.
20:16Olhei no olho e conversei a preocupação com ele também.
20:19Falei, Tatu, estão fazendo um absurdo com a gente que gera emprego.
20:22Tem 40 mulheres aqui.
20:24Essa retirada do imposto das blusinhas, que é puramente política.
20:30Acabou a eleição, volta.
20:32E o emprego desse povo?
20:33Nós temos que pensar na gente e no emprego da gente.
20:37Eu vou na leva amanhã.
20:39Eu fui numa construtora hoje, entendeu?
20:41Na construtora empresária também é preocupado com isso.
20:44Porque hoje todo mundo está sofrendo.
20:47Não adianta a gente tapar os olhos para a peneira.
20:49Tapar o sol com a peneira ou tapar os olhos para uma realidade que a gente está vendo?
20:52Porque hoje, o que a gente vê?
20:54A gente vê as empresas com dificuldades.
20:56Dificuldade de pagar em dia.
20:58Dificuldade de pagar os impostos.
21:00Dificuldade de gerar novos empregos.
21:02É isso que a gente vê.
21:03Então, é essa mudança que eu quero fazer também.
21:06Falta a representatividade?
21:07Falta.
21:08Faltou um representante.
21:10Eu vou mais além do que os quatro anos.
21:12Eu vou oito anos.
21:13Por quê?
21:14Nós elegemos o deputado, muito conhecido nosso, o delegado Fernando.
21:18Só que ele foi oposição do Celso Pozzobon.
21:21Deputado da oposição não vai fazer nada para trazer para o município.
21:24Ele não está prejudicando o prefeito.
21:26Ele está prejudicando a sociedade.
21:28O eleitor dele.
21:29Aquele que votou nele.
21:30Eu não vou fazer oposição a ninguém.
21:32A nenhum prefeito da região.
21:34Eu sei que os prefeitos têm compromisso com outros deputados.
21:36Entendo.
21:37O que eu quero?
21:38Eu quero que o eleitor entenda que a minha proposta é a melhor para ele.
21:42Que eu vou ser o melhor funcionário dele do que aquele que vem de fora aqui pegar votos.
21:46Porque existem compromissos.
21:48Nada contra as pessoas que trabalham para outros deputados.
21:51Eu acho que nós vivemos na democracia.
21:53A escolha tem que ser respeitada.
21:55E a decisão também.
21:57Uma pessoa comentou esses dias.
21:59Ah, o Tatu vai ter uma grande decepção na política.
22:02Não, não vou ter.
22:03Sabe por quê?
22:04Porque eu já estou muito feliz de poder estar com as pessoas e conversar com as pessoas.
22:09Eleito ou não, não vai ser decepção.
22:11Primeiro, que eu não vou gastar um real do meu bolso.
22:14Primeiro.
22:15Eu já estou há três meses sem receber salário.
22:17Porque eu não estou trabalhando.
22:19Então, eu não estou trabalhando, eu não recebo salário.
22:21Tá?
22:21E não posso entrar no seguro-desemprego também.
22:24Entendeu?
22:24E não vou pegar um dinheiro de campanha política.
22:27Não vou gastar.
22:28Primeiro que eu não tenho.
22:29Se tivesse, eu não ia gastar.
22:30Entendeu?
22:31Não ia porque se eu botar um real, eu vou querer tirar um real.
22:35Não faz parte do meu perfil.
22:37Não faz parte do que minha mãe, do que meu pai me ensinou.
22:41Eles me ensinaram a trabalhar.
22:42E como a maioria das pessoas também.
22:45E é isso que eu vou fazer.
22:46Você pode ter certeza de uma coisa.
22:48Eu eleito deputado.
22:49Você vai ter orgulho de falar.
22:51Eu entrevistei um dos melhores políticos que o Paraná já teve.
22:55Que sou eu.
22:56Porque eu vou fazer pela população.
22:58Tá?
22:58Não é, ah, está se achando.
23:00O último biscoito, o pacote.
23:02Nada disso.
23:02Eu vou trabalhar.
23:03Simples assim.
23:05Quando você trabalha com dedicação.
23:07Né?
23:08Olha você.
23:09Você trabalhou na Globo, pô.
23:11Entendeu?
23:12Quem falava, menina de Mariluz, trabalhar na Globo.
23:15Aproveitou as oportunidades.
23:16Mas não foi só isso.
23:18Pela sua competência.
23:20Porque as pessoas são competentes.
23:21Só falta a gente saber tirar o máximo delas.
23:25Entendeu?
23:25E eu quero que a população tire o máximo de mim como político.
23:29Pode cobrar.
23:30Pode reivindicar.
23:31O meu telefone vai ser o mesmo.
23:32E eu vou atender a população da mesma forma que eu atendo até hoje na televisão.
23:36Vou ter equipe para trabalhar na televisão e também na política.
23:40Tatu, ainda nessa linha da geração de emprego, renda, questões tributárias.
23:45O que dá para ser feito na Assembleia Legislativa que possa melhorar a vida do empresário,
23:52do próprio trabalhador.
23:53A gente acompanha diariamente que há inúmeras pessoas desempregadas também.
23:57Porque falta uma qualificação, uma mão de obra, até mesmo uma oportunidade.
24:02Na sua visão, hoje, como candidato a deputado estadual, o que daria para ser feito para melhorar tudo isso?
24:10Eu falei para você que eu estou ouvindo muitas coisas.
24:13E eu pedi para o pessoal me marcar uma reunião na Azaele.
24:16Um dos donos falou, sabe o quê?
24:18A Azaele não tem mais operação em Moarama.
24:21Uma empresa que era o exemplo e o nome de Moarama para todo o Brasil.
24:25Uma das principais indústrias de alimentos do Brasil era a base aqui.
24:29E sabe o que ele falou?
24:30Nós fomos embora por falta de apoio político.
24:34Isso é um absurdo.
24:35Isso é uma vergonha.
24:37Isso veio na gestão de quem?
24:38Do Celso e do Pimentel.
24:41O Celso, que era o prefeito responsável por desvio de 19 milhões da área de saúde,
24:48segundo o Ministério Público da Eco.
24:50Não sei o que eu estou falando.
24:51Eu não sou promotor.
24:52É a justiça que está falando isso.
24:54Celso, o Pozobon.
24:55E o Pimentel, que não teve a competência, quando foi prefeito, por quase dois anos, de manter isso.
25:01Entendeu?
25:01Não teve a competência.
25:03Aí a Azaele teve um convite e foi para Mundo Novo.
25:07Sabe como chama a empresa hoje lá?
25:09Novo Mundo Alimentos.
25:10Está gerando emprego em Mundo Novo.
25:13A 110 quilômetros daqui.
25:15Ah, mas é logística.
25:16Esquece, não é logística.
25:17A logística de lá é a mesma daqui.
25:19É a mesma.
25:20O que faltou?
25:21Incentivo Político.
25:23Se eu fosse deputado, eu ia ouvir a Azaele.
25:26Eu ia ajudar a Azaele.
25:27Nós temos uma carga tributária terrível.
25:29Um dos maiores semes do Brasil está aqui no Paraná.
25:32O que acontece?
25:33O Paraná está mais ou menos igual ao Brasil.
25:35Eles botam encargos nas empresas, aumentam os impostos, para poder fazer campanha para agradar algumas pessoas.
25:45Não é assim que funciona.
25:46Não é assim que funciona.
25:48O Estado tem que ser bem gerido.
25:51Gerença, administração, o governador foi bom governador?
25:53Claro que foi.
25:54Carlos Massa Ratinho Júlio foi um dos melhores governadores da história do Paraná que eu conheci, nesses 39 anos do
26:00Estado.
26:01Muito bom governador.
26:02Fez muito.
26:03Mas falhou em alguns detalhes.
26:05Mas quem tem que fazer é a política local.
26:07A Azaele dependia do município de Manama.
26:11Incentivos municipais que poderiam ter sido dado.
26:14Chama o diretor e conversa.
26:17O Fernando Scarnavaca recebeu recentemente o pessoal de uma empresa.
26:21Eu acho que você foi fazer material lá, inclusive.
26:23Lá na rodovia PR-333 em Lovat.
26:27Onde vai ser implantada uma empresa de biogás.
26:31Ela vai coletar todos os detritos dos frigoríficos, que nós temos vários aqui na região.
26:37E também o lixo orgânico.
26:39O lixo que vai na casa da gente e vai transformar ele em gás.
26:44Autossuficiente.
26:45Essa empresa veio, sabe por quê?
26:47Porque o Scarnavaca abraçou essa empresa.
26:49Ele foi lá, abriram uma licitação do terreno, 12 alqueires.
26:54Tinha que comprar mais dois na frente.
26:56Ele foi lá no município, desapropriou, pagou e trouxe a empresa.
27:00Essa empresa vai atender muitas empresas e também a coleta do lixo orgânico de Manama.
27:06Que não vai ser depositado mais lá no lixão.
27:09Então vai ser virar gás.
27:11Vai virar gás.
27:12E é uma empresa que está em mais de 30 cidades do Brasil.
27:14Então é isso que tem que ser feito por um administrador.
27:17Um deputado também.
27:19Nós perdemos. Por quê?
27:20Porque não tínhamos um deputado que representava o Manama.
27:22O Scarnavaca vai toda semana para Curitiba.
27:25Fazer o quê?
27:26A função de prefeito e deputado.
27:28Você acha que eu lá em Curitiba, apoiando a prefeitura, ele precisa ir para Curitiba?
27:32Os vereadores que gastam horrores com diária.
27:34Precisam ir em Curitiba?
27:35Não, não precisam ir.
27:37Meu gabinete vai estar aqui no Marama, quinta, sexta e sábado.
27:41Então ele vai ter que atender a população também.
27:44É assim que tem que funcionar.
27:46Então dá para a gente mudar tudo isso.
27:48Não precisa o vereador ir em Curitiba.
27:50O deputado vai resolver aqui em uma hora para o vereador de Curitiba.
27:54O prefeito tem que cuidar da cidade dele, tem que ficar na cidade dele.
27:57O vereador tem que ficar na cidade dele.
27:59Ah, eu vou em busca de recursos em Curitiba.
28:01Você tem um deputado aqui, você não precisa ir lá?
28:02Você vai fazer o quê lá com o deputado?
28:04Você tem ele aqui, pô?
28:05O cara está aqui, o cara está na televisão, o cara vai estar quinta, sexta e sábado,
28:09o cara falou que vai estar, vai dar.
28:10Entendeu?
28:11É assim que tem que funcionar.
28:13É isso que tem que mudar.
28:14Isso só depende da gente.
28:16Quem quer mudança na política, uma nova forma de fazer política, pode contar comigo.
28:22Eu quero ser seu empregado.
28:26Eu quero que você me dê a vaga de emprego.
28:28É isso que eu quero.
28:30Eu quero trabalhar para você e para a população.
28:33Você viu como que é simples?
28:34Ah, o Tatu fala demais.
28:35Não dá para fazer.
28:36Dá para fazer sim.
28:37Eu vou ter dois poderes, Paulinha.
28:40Da comunicação e o de deputado.
28:43Então não é um só.
28:44Eu não vou ser só deputado.
28:45Eu não vou ser só comunicador.
28:47Se você me der a oportunidade, eu vou ser deputado e comunicador.
28:52Aí é duas frentes de batalha.
28:54Aí você ganha força maior.
28:56Tatu, agora vamos falar um pouquinho de infraestrutura, logística e também do escoamento da produção.
29:02A gente carece de rodovias e isso acaba afetando o sistema produtivo.
29:09A gente acompanha diariamente as questões da PR-323, agora com alguns trechos duplicados, pedágio.
29:17Como que você pretende também dar a sua colaboração enquanto deputado em relação a isso?
29:23Pensando também aqui na 323, que é a nossa principal rodovia.
29:26Você falou de logística.
29:27Nós pensamos em termos em uma arama, uma ZP, uma zona de processamento industrial, onde você consegue trazer indústrias.
29:35A Klabin, por exemplo, que é uma produtora de papel e celulose, quer vir para cá, para a ZP, porque
29:40ela exporta.
29:41Então ela vai ter o quê?
29:42Ela vai ter taxas igual a Zona Franca para poder exportar o produto.
29:45Ela vai industrializar e vai exportar.
29:48Como que você tira de uma arama?
29:49Pela 323?
29:51Pela boiadeira que não terminaram até hoje?
29:54Você tira por onde?
29:56Ferrovia.
29:58A ferrovia está na parte de Cianorte.
30:00Aqui pertinho, 80 quilômetros.
30:02É muito mais barato você fazer a ferrovia para escoar a safra aqui do que você duplicar a 323.
30:09A população caiu no golpe da duplicação.
30:12O que é o golpe?
30:13O golpe é o seguinte.
30:14Criaram um pedágio agora, licitaram a rodovia, um pedágio estadual e federal, com taxa em torno de R$12,00.
30:23Com esse novo sistema, onde você não para, são câmeras de segurança, são câmeras que vão cobrar de você.
30:30Ou você cobra, vai para a tua, vai vir a multa.
30:33Mais ou menos igual funciona o estacionamento rotativo.
30:35Você coloca o crédito lá, vai vir multa depois.
30:38Então, logística é essa.
30:40Eu ouço falar da boiadeira desde quando cheguei a uma arama há 39 anos.
30:44Duplicou muita coisa?
30:45Duplicou.
30:47Vamos fazer jus aqui a quem fez.
30:50Duplicaram o trecho de Campo Mourão até Cruzeiro do Oeste no governo do PT.
30:56Duplicaram, não.
30:57Fizeram a boiadeira.
30:58Não está duplicada, mas é uma estrada que flui bem.
31:02Aí fizeram a boiadeira lá do Porto, que vem desde o Mato Grosso do Sul, que incluíram ela até a
31:09Serra dos Dourados.
31:09Ela para em um trecho horrível.
31:13Um monte de buraco, que eu não sei se é estadual, municipal, que raios que é.
31:18Que raios que é.
31:20Então, ela para ali.
31:21Aí, olha, nós vamos fazer ela quem fez.
31:24Itaipu Binacional na gestão Jair Messias Bolsonaro.
31:28Eu gosto muito disso.
31:30Independente de quem vota em Lula, quem vota em Bolsonaro, né?
31:34Eu estou falando o que foi feito.
31:35Com conhecimento de causa.
31:37Tá?
31:37Aí parou.
31:38Agora começaram a terminar a boiadeira no trecho de Serra dos Dourados até Cruzeiro do Oeste.
31:48Tá, agora.
31:49Agora.
31:51E se mudar o governo?
31:53Vai terminar ou abra, para?
31:55Eu passei por lá.
31:56Tem duas, três máquinas trabalhando.
31:58Um absurdo.
31:59Você não faz uma estrada com duas, três máquinas.
32:01Desculpa, mas não faz.
32:02Então, tá na hora de parar de mentir para o povo.
32:05Tá na hora de fazer pelo povo.
32:07Outra coisa.
32:08Esse pedágio que estão cobrando aqui.
32:09O trevo ali.
32:10Você conhece.
32:11O trevo.
32:11O trevo da exposição.
32:13Que era uma vergonha.
32:14Era uma vergonha.
32:16Hoje, é meia vergonha.
32:18O que que era uma vergonha?
32:19Ali, quantas pessoas morreram?
32:21Por quê?
32:22Porque o DR não teve a competência de fazer a mudança que eu cobrei há mais de três anos atrás.
32:27Eu cobrei.
32:28Não foi raio de comissão de 323, não.
32:31Falei, você ia colocar um redutor de velocidade, uma lombada, um radar eletrônico, lombada eletrônica, qualquer coisa.
32:39Mas tem que colocar.
32:40Tem que colocar.
32:41Morreram gente.
32:42Morreram muitas pessoas ali.
32:45Colocaram há dois meses, três meses atrás.
32:48Depois que pedagiaram.
32:50Por que que o DR não fez isso e a concessionária foi lá e fez?
32:55Por quê?
32:55O DR não tem dinheiro pra isso?
32:57Para.
32:58Vai mentir pra outro.
33:00Não fez porque faltou o quê?
33:02Cobrança política.
33:03Faltou quem?
33:04Faltou um deputado estadual pra ir lá no DR e falar.
33:07Meu, governador, tem esse projeto?
33:09Você quer que eu vote?
33:09Beleza.
33:10Então você manda o DR e botar uma lombada eletrônica lá.
33:12Acabou.
33:12É assim que funciona.
33:13Vou votar com você.
33:14Eu não quero cargo, Paulinha.
33:16Eu não quero cargo.
33:17Eu não quero botar João, Antônio, Joaquim, Pedro, os meus amigos, pra cuidar dos núcleos
33:21de uma arama.
33:22Não quero.
33:24Eu, deputado, se tiver um mando político que depende do deputado da região, vai ser
33:28diferente.
33:29Vai ser por competência.
33:30E pra quem tá lá dentro.
33:32Você não tem que gastar mais dinheiro.
33:34Você não tem que pegar esse prefeito daqui.
33:36Ah, vou botar o ex-prefeito pra cuidar de tal área.
33:38O cara não conhece, pô.
33:39Você tem que pegar quem conhece da área.
33:41Quem tá lá dentro.
33:42Quem trabalha lá dentro.
33:44Quem que vai ser o chefe do DETRAN?
33:45Quem tá no DETRAN concursado.
33:47Quem tem competência pra fazer isso.
33:49É assim que tem que funcionar.
33:51Não é cargo.
33:51Ah, hoje você vê um monte de carro plotado aí, com candidato de fora.
33:56Por quê?
33:56Porque tem um cargo.
33:57É uma troca, é uma barganha.
33:59Comigo não vai ter barganha, não.
34:01Você tem competência, você vai ficar.
34:04Você tem competência, você é concursado, você vai continuar exercendo teu cargo.
34:07Não existe barganha.
34:09Não tem.
34:10Tem que acabar isso aí.
34:11O deputado tem que negociar com o governador verbas e recursos pra região dele.
34:16Através do voto que ele precisa pra aprovar alguns projetos.
34:19Existem projetos polêmicos?
34:20Existem.
34:21É nesse que o deputado tem que chegar e conversar.
34:24Ó, é um deputado que vai prejudicar...
34:26É um projeto que vai prejudicar a população?
34:28Não, não voto.
34:29Independente, não voto.
34:30Mas se for pro bem da população, pode contar comigo.
34:33Então, logística é isso.
34:34Nossa, ó, o pior trecho da 3,8 para você viajar é de uma rama cruzeiro.
34:39É de uma rama, por quê?
34:40Porque cai a boiadeira aqui no trevo da exposição.
34:44O que acontece com o trânsito?
34:45É você derrumar...
34:47Você começa com uma água num tubo de 100 milímetros pra jogar pra um tubo de 40.
34:52Meu, vai sufocar.
34:53Então, é isso que acontece.
34:55Vem de toda a região.
34:56Então, isso não pode acontecer mais.
34:58Essa ponte...
35:00Ah, mas é uma obra federal.
35:01Beleza.
35:02Cobra do teu deputado federal.
35:04Você dobrou com alguém pra poder...
35:06Vai deixar a ponte desabar pra depois você consertar?
35:10Vai chegar o extremo pra depois arrumar?
35:12Para.
35:12Isso é falta de competência política.
35:14Isso é papel de deputado.
35:16Tatu, vamos falar então um pouco agora de segurança pública.
35:20A gente também conhece as...
35:23A gente conhece as necessidades da nossa região.
35:26A gente sabe o quanto a nossa região tem sofrido com a falta de segurança pública.
35:32Muita coisa melhorou, mas muita coisa também ficou parada.
35:35Principalmente pros pequenos municípios aqui da nossa região.
35:39Como você pretende trabalhar pra melhorar essa questão na área da segurança pública, pensando em polícia militar, corpo de bombeiros,
35:47polícia civil.
35:47O que dá pra melhorar na vida das pessoas que moram aqui na nossa região e que tem sido castigada
35:53com isso.
35:54Primeiro passo, você tem que reequipar em material humano.
35:57Não adianta você botar caminhonete de 600 mil reais pra polícia se você não tem um policial pra conduzir ela.
36:03Não existe.
36:04O que você tem que fazer?
36:05Remunerar melhor o policial militar.
36:08Eu acho um absurdo o policial civil ganhar 3 mil reais a mais que um PM.
36:12Quando começa na carreira.
36:14O PM na escola ele ganha pouco mais de 2 mil reais.
36:17Ele depois que vai pra rua ele ganha em torno de 6 mil reais.
36:20O civil ganha 9.
36:21O que o civil faz a mais que o PM?
36:25Ah, ele é investigador.
36:26Beleza.
36:26Quem vai pro front?
36:28Quem vai arriscar a vida?
36:29Quem sai de casa de manhã, beija a esposa, beija os filhos ou beija a mãe e não sabe se
36:35volta.
36:36Volta com a fala ou se volta dentro de um caixão?
36:38É o policial militar.
36:40O policial civil corre risco e também corre risco.
36:41Eu não quero baixar o salário da polícia civil, ao contrário.
36:44Eu quero equiparar.
36:45Então vai ter que ganhar a mesma coisa.
36:47É a polícia igual.
36:48É tudo polícia.
36:50É tudo polícia.
36:50Então tem que ganhar igual.
36:52Já começa por aí.
36:53Trazer gente.
36:54A última escola da polícia militar formou acho que 50 policiais militares novos.
36:58Não ficou ninguém em um marama.
37:00Foram pra onde?
37:01Pra região de Campo Morão.
37:03Quem que é de Campo Morão?
37:05Hein?
37:06Não é o deputado de um marama.
37:09Se sou eu, pelo menos metade fica aqui.
37:13Não vai pra lá.
37:14Então que formem no batalhão de Campo Morão.
37:17Os daqui tem que ficar aqui.
37:19Falta policial na rua.
37:20Só tem que colocar mais gente.
37:22Hoje o Paraná paga até razoavelmente pra polícia.
37:25Bem não.
37:26Mas paga de forma razoável.
37:28Mas tem que parar o salário.
37:29Se o civil ganha nove pau, o PM tem que ganhar nove pau também.
37:34Nove mil.
37:34Não tem porquê tudo polícia.
37:36Então não tem porquê ganhar menos.
37:38Então é isso que eu penso.
37:39Então o que nós precisamos?
37:40Você vê que tem só...
37:41Às vezes tem delegado.
37:43Às vezes não tem.
37:44Em sede de comarca.
37:45Você faz reportagem de policial.
37:47Você trabalhou comigo.
37:48Você sabe disso.
37:49Você bate na delegacia de polícia.
37:50Por exemplo.
37:50Não tem nenhum policial.
37:52O Cruzeiro do Oeste não vai dar conta.
37:55Não tem gente.
37:56Tem um batalhão lá.
37:57Mas não tem policial civil.
37:59Os crimes que acontecem à noite vêm pra Morama.
38:03Sobrecarrega uma subdivisão policial.
38:05Então é isso.
38:06Então é isso que tem que ser feito.
38:07Remunerar bem a polícia.
38:09Principalmente a polícia militar.
38:11Remunerar muito bem.
38:12Equiparar o salário do policial civil.
38:15E novos concursos pra polícia.
38:18Então tem que pensar nisso.
38:19Segurança é prioridade.
38:21Para as pessoas.
38:22Existem três alicerces fundamentais.
38:26Primeiro.
38:27Saúde.
38:28Segurança pública.
38:30É outro alicerce.
38:31E educação.
38:32Infelizmente esses três casos.
38:34É o que estão à deriva.
38:37São os piores que existem hoje.
38:39No Brasil.
38:40Não é em Morama só não.
38:41No Brasil.
38:4328% da população quer mudança na saúde.
38:46Depois vem segurança pública.
38:48E educação.
38:49Professores são muito mal remunerados.
38:52Aqueles que formam intelectualmente nossos filhos.
38:55São maltratados na escola.
38:57Muitas vezes os pais acham.
38:59Quem tem educação pro filho.
39:01É o professor não.
39:02Quem tem educação é você.
39:03Que é pai.
39:04Você que é mãe.
39:05Você tem que orientar o seu filho.
39:06Eu quando chegava com um bilhetinho em casa.
39:08No primário.
39:10Eu tinha que comer o bilhetinho.
39:11O bilhetinho.
39:12Minha mãe lia.
39:13Minha mãe não lia.
39:13Minha mãe foi estudar agora.
39:14Meu pai lia.
39:16Você vai comer o bilhetinho.
39:17Eu comi o bilhetinho.
39:18E que não venha mais nenhum.
39:20Era assim que funcionava.
39:21Entendeu?
39:22Então.
39:23Desse.
39:23Ah.
39:23Mas era violento.
39:24Não era violento.
39:25Era um mundo que formou pessoas.
39:26Que realmente fizeram diferença.
39:28Nas últimas décadas.
39:31Entendeu?
39:31Foi isso.
39:32Então nós não temos que.
39:33Ah.
39:33Mas meu filho foi maltratado na escola.
39:36Meu.
39:36Chega de mimimi gente.
39:37Para.
39:38Então.
39:38O professor tem que ser respeitado.
39:40Professor.
39:41A escola é o templo sagrado do saber.
39:43Não é só salário.
39:45É questão de respeito.
39:46É remunerar melhor.
39:48Educação.
39:48Primeiro você tem que educar aquele que vai te ensinar.
39:51Aquele que vai te formar pro futuro.
39:53Aquele.
39:54Você não se lembra da tua primeira professora?
39:56Com certeza.
39:57Eu também lembro da minha.
39:58Faz tempo.
39:59A minha já faz 55 anos.
40:02Eu lembro dela.
40:03Dona Emília.
40:04Minha primeira professora.
40:06Lá em Santo André.
40:07Dona Emília.
40:08Que virou nome de escola.
40:09Depois.
40:10Eu lembro dela.
40:11Entendeu?
40:11Só pra você ter noção de como que devem ser as coisas.
40:14Então.
40:15Eu vou ser o cara autêntico.
40:16Eu sou na televisão.
40:17Eu fui no rádio.
40:18Eu nunca desvirtuei na minha vida.
40:20Eu sempre fui isso.
40:21E pretendo continuar sendo.
40:23Tatu.
40:23Ainda nessa questão de segurança pública.
40:26Uma outra que merece cuidado.
40:30Que merece a atenção do poder legislativo.
40:34Da Assembleia Legislativa.
40:35É as políticas públicas voltadas às mulheres.
40:39A gente sabe o quanto as mulheres ainda continuam sendo vítimas.
40:43O quanto a gente acompanha de situação de violências domésticas.
40:47Feminicídios.
40:48O que você pretende, como deputado estadual, melhorar a vida dessas mulheres?
40:53Olha, eu vou começar por um projeto base meu que é a creche terceiro turno.
40:58O que é a creche terceiro turno?
41:00É uma creche que atende as mães das seis da manhã até as onze da noite.
41:03Mas Tatu, você vai sacrificar quem trabalha em creche?
41:05Claro que não.
41:06Trabalha em três turnos.
41:08Uma criança vai ficar presa numa creche o dia inteiro.
41:11Claro que não.
41:12Ela vai ter atividades e também vai poder ter lazer.
41:17As mães, muitas vezes, não têm como deixar o filho numa creche.
41:23Por quê?
41:24Porque a creche, infelizmente, ela não é feita.
41:27Ah, direitos iguais.
41:28Concordo.
41:29Todos têm tê-los iguais.
41:30Agora, a creche tem que ser priorizada para quem trabalha.
41:33Fora.
41:34Carteira assinada.
41:35Eu trabalho fora, trabalho nessa jornada de trabalho.
41:38Eu tenho que ter prioridade para deixar meu filho lá.
41:41Tem que ter prioridade.
41:42Começa por aí.
41:43Entendeu?
41:44Então, tem muitas pessoas.
41:45Você vai no mercado.
41:45Quem tem atendido no mercado até as dez da noite?
41:48É o caixa de mercado.
41:49Uma mulher que deixou o filho dela ontem.
41:51Aí, às vezes, ela não sorri para você.
41:53Você fica bravado.
41:54Você que mal educada.
41:55Você não sabe o que ela está passando.
41:56Às vezes, o filho está com a mãe e ela tem que pagar.
41:58Você tem que começar a entender.
41:59Eu sou uma pessoa que eu entendo de mulheres.
42:01Por quê?
42:02Eu fui criado no meio de seis mulheres.
42:04Entendeu?
42:04Minha mãe e minhas cinco irmãs.
42:06Então, você tem uma coisa que eu respeito à mulher.
42:07Você sabe que na minha equipe de frente,
42:09quem cuida na televisão?
42:11Mulheres.
42:12Produtora sempre foi mulher.
42:13Você sabe disso.
42:15A Línia cuida do meu departamento financeiro.
42:19A Débora custa do administrativo.
42:20Quem está à frente?
42:21Mulheres.
42:22Porque as mulheres, elas entregam mais.
42:24Entendeu?
42:25Começa por aí.
42:26Violência contra a mulher.
42:28Nós temos que ter um centro de referência para acolher essas mulheres.
42:32E com proteção policial.
42:34Com proteção policial.
42:35Adianta ficar falando, vou botar uma coleira no cara,
42:38se o cara chegar perto, ele vai desmaiar.
42:40Esquece ficção.
42:42Esquece.
42:42Não vai funcionar agora.
42:43Isso não existe.
42:45Cadeia para esse povo.
42:46Cadeia.
42:48Quantos casos, né, Paulinho?
42:49Nós relatamos de mulheres que pediram ajuda e não tiveram.
42:52E foram mortas, cara.
42:54Foram mortas.
42:56Aí o cara vai lá, puxa 10 anos de cadeia e está liberado de novo.
42:59Não.
43:00Isso é federal.
43:01Não sou eu que vou resolver.
43:02Isso é deputado federal.
43:03Mas tem que ter uma prisão perpétua para esse povo.
43:06E trabalho forçado.
43:08Trabalho forçado.
43:09Não adianta ficar comendo as minhas custas, as suas custas e de outras mulheres.
43:13Então nós temos que pensar nisso.
43:15Trazer para a morna.
43:16Ah, tem a casa não sei o quê.
43:18Meu, independente do nome da casa,
43:20nós temos que ter um centro de proteção vigiado 24 horas por dia
43:25por autoridade policial para as mulheres vítimas de violência.
43:28E tentar isolar o cara.
43:30Porque nós não podemos fazer a pessoa ser vítima duas, três vezes.
43:33Não é a mulher que tem que ir embora de um marama.
43:35Quem tem que ir embora de um marama ou da imediação é o covarde
43:39que agride, que espanca e que mata uma mulher.
43:42Então temos que criar política para isso.
43:44Isso se faz com política.
43:46Com política.
43:48Não é só falar.
43:49Ah, só fala, só fala.
43:50Eu vivo o dia a dia da violência contra a mulher,
43:53que muitas vezes se submete a ser vítima de violência física e psicológica.
44:00A novela está mostrando isso.
44:02É a história da vida real.
44:04Está alertando para isso.
44:07Você tem que combater, tem que dar amparo e proteção a essa mulher.
44:10Ela tem que pedir essa proteção e tem que ter.
44:12Não é para amanhã.
44:13Ah, depende de uma medida protetiva judicial.
44:17Negativo.
44:18Chegou na delegacia de polícia ou comunicou à polícia,
44:21já tem que ter proteção na hora da polícia do Estado.
44:26O Estado tem potencial para isso.
44:29Tem que ter uma polícia no Estado do Pará.
44:31Tem que contratar a gente, porque não tem, para proteger.
44:35Para proteger essas mulheres.
44:37Isso é fundamental.
44:39Então você combate a violência dessa forma.
44:41Porque o covarde que bate uma mulher, ele não vai mudar.
44:44Ele bateu uma vez, ele vai bater duas, ele vai chegar em casa e vai matar a mãe dos filhos
44:49dele.
44:50Então o cara que não respeita a mãe dos filhos dele, não vai ser respeitado.
44:55Tem que ser punido com rigor.
44:56Ah, depende de mudanças lá em Brasília.
44:58Bacana.
44:59Mas tem como fazer legislação estadual para isso.
45:02Tem como fazer proteção para as mulheres.
45:04Uma casa com proteção, com segurança e a mulher poder ter acompanhamento.
45:08E o cara encostou, vai lá, fica preso.
45:11É isso que tem que fazer.
45:11Não pode nem chegar perto da mulher.
45:13Você vai salvar vidas, porque a violência contra a mulher, infelizmente, é um problema sério.
45:18Mas que dá para ser resolvido com política séria e política de mudança.
45:22Tatu, nós estamos quase chegando ao fim do nosso bate-papo.
45:26E eu quero saber de você, quero saber não.
45:29As pessoas, elas estão muito desacreditadas da política.
45:35Você é candidato pela primeira vez.
45:38Mas tem muitos candidatos que já são deputados,
45:41que estão concorrendo novamente.
45:44Para as pessoas que estão em casa, que ainda não decidiram o voto.
45:48O que você traz para elas como um crédito, né?
45:54Para depositar essa confiança em você.
45:56O que você pode fazer de diferente pela região noroeste, né?
46:01Falando em Humoarama, nas 20 cidades que você também pretende trabalhar,
46:05que você tem buscado os votos, para que essas pessoas voltem a acreditar na política
46:10e depositar esse voto de confiança.
46:13Olha, começou por mim.
46:15Eu não acreditava mais na política.
46:18Aí, eu resolvi mudar essa história política.
46:22Eu abri mão do meu trabalho que eu tanto gosto, que eu tanto amo,
46:26para poder ingressar na carreira política.
46:28Porque muitas pessoas da rua falam e falavam,
46:31por que você não entra na política?
46:33Então, está aí.
46:34Eu estou aí.
46:35Eu estou na política.
46:36Você está contente, como está o Paraná, o Humoarama e o Brasil,
46:40na questão política?
46:41Se eu estiver contente, satisfeito, vote nesses políticos que aí estão,
46:46que são candidatos.
46:47Alguns já foram, alguns são, e outros que já foram, querem votar.
46:53E tem uns que são e querem mudar para outro cargo.
46:56Então, analisa candidato a candidato.
46:59Eu sou o salvador da pátria?
47:00Claro que não.
47:01Eu vou ser apenas diferente.
47:03Eu sempre que eu falei na comunicação em 39 anos,
47:06porque você manter credibilidade em 39 anos não é fácil.
47:10Não é fácil.
47:10Então, é um trabalho difícil.
47:12Passei por dificuldades.
47:13Já quebrei financeiramente.
47:15Já passei por dificuldades financeiras.
47:17Porque eu acredito.
47:19Eu tenho sonhos.
47:20Eu acredito.
47:21Eu fui o primeiro a fazer programa policial em Rádio FM.
47:24Na Bianca, que o Bellini, na época, abriu espaço para mim.
47:27Eu fui o primeiro de Humoarama a fazer programa de televisão.
47:30Comecei em 99 na TV Acabanete.
47:33E eu quero ser o primeiro comunicador de Humoarama a ser deputado.
47:39Nenhum foi deputado até hoje.
47:40Comunicador.
47:42Nenhum.
47:43Vereador, sim.
47:44Mas comunicador, não.
47:46Deputado estadual, não.
47:47Então, eu quero ser esse comunicador.
47:49E o que eu estou falando aqui é o que eu vou fazer.
47:52Você viu alguma coisa difícil de fazer?
47:55Simples, né?
47:56É simples assim.
47:57É conhecer os problemas.
47:58É simples.
47:59Para isso, você tem que enxugar os abusos que gastam com os famosos casos.
48:06Ah, eu tenho que...
48:08O que você vai me arrumar?
48:10Trabalha para mim que eu te dou um cargo depois.
48:12Tem que acabar isso aí.
48:13Vai acabar comigo, deputado?
48:15Ah, vai acabar.
48:17Analise o que os outros candidatos e que já foram políticos fizeram.
48:21Analise.
48:22Está contente como está a cidade de Marama?
48:25Você precisando de médico, não tem médico, especialista?
48:29Está contente?
48:30Vamos mais além, Paula.
48:31Olha, se você abrir o hospital regional aqui em Marama, você tem 120 médicos por mês.
48:36Por mês, não por ano, que se formam na Unipar.
48:39Que muitas vezes a maioria, eu acho que 100 deles vão para fora fazer especialidade.
48:45Pode ficar aqui em Marama no hospital regional.
48:47Você vai ter médico.
48:48Você vai ter professores.
48:50Outro absurdo, a causa animal.
48:52Nós temos em Marama, uma Saal, que passa por dificuldades.
48:55Nós temos em Marama, Paulinha, nós temos uma universidade estadual de veterinária.
49:01Que tem um hospital veterinário.
49:03Se você tem um gato, um cachorro em casa, você leva lá no hospital veterinário,
49:06eles cobram de você para consultar o teu cachorro,
49:09para poder aplicar um remédio e fazer cirurgia.
49:11Com o meu dinheiro, com o seu dinheiro, com o dinheiro público.
49:14Não tem que cobrar.
49:15Vai acabar.
49:16Vai acabar.
49:17Essa é a causa animal também.
49:19Então, quer dizer, eu conheço os problemas.
49:22Eu estou sentindo nas pessoas os problemas.
49:25Eu estou sentindo que está me deixando muito feliz, sabe o que é?
49:27As pessoas falam, Tatu, a gente precisa eleger um deputado de Marama e da região.
49:32Então, por favor, se vocês acharem que eu tenho competência para isso,
49:37que eu realmente, que eu falo nesses 39 anos, eu posso vir a fazer,
49:42eu peço para você, se eu voto, se você realmente puder me ajudar e puder colaborar,
49:48para eu poder ajudar você.
49:50Porque quando você contrata um funcionário,
49:52o bendito contratou você, Paulinha, contratou todos que estão aqui,
49:56por quê?
49:56Pela competência de vocês.
49:58Porque o Léo hoje está viajando, mas ele sabe que o podcast aqui está funcionando.
50:03Ele está lá assistindo.
50:04Negócio, que ele é um empresário, está expandindo.
50:07É um cara que acredita em o Marama.
50:08Então, é isso.
50:09Eu quero ser aquele seu funcionário,
50:12que quando você estiver dormindo,
50:15ou quando você estiver em outra atividade,
50:17eu vou estar trabalhando para você.
50:19Vou fazer o que você precisa acontecer,
50:22que é saúde, educação, segurança e cuidado da população.
50:27Simples assim.
50:29Por isso, se você puder votar em mim, eu peço para você.
50:32Eu coloquei meu nome para isso, para você avaliar,
50:35analisar e ver realmente se você pode me contratar ou não.
50:40Tatu, agora, depois desse bate-papo tão produtivo,
50:44com tantas propostas, faça suas considerações finais.
50:48Olha, primeiro eu quero agradecer a todos vocês que estão em casa,
50:51acompanhando através do smartphone, da televisão,
50:54ou vão acompanhar depois também,
50:55por ter a paciência de me ouvir por 50 minutos,
50:59eu e a Paulinha por aqui.
51:00Eu falo muito, faço programa de uma hora e 15,
51:03então eu falo bastante,
51:05mas eu expus aqui um pouco da minha vida
51:08e das minhas propostas.
51:09Você pode ter certeza de uma coisa,
51:11vocês vão poder cobrar,
51:12porque eu continuo em Umarama,
51:14não vou mudar de Umarama,
51:15eu gosto de Umarama.
51:16Eu não sei como eu vou fazer em Curitiba,
51:18com frio de Curitiba,
51:19porque eu não gosto muito de frio, não.
51:21Mas a gente dá um jeito, vai bem agasalhado,
51:24eu gosto de calor, gosto do calor de Umarama,
51:26e mais que isso, do calor do povo de Umarama.
51:28Se vocês acreditarem que eu realmente
51:32possa fazer a diferença,
51:33votem em mim.
51:34Tá, tu vai fazer quantos mil votos?
51:36Pra se eleger, tranquilo, Paula,
51:38a minha coligação, 35 mil votos.
51:40Entra com 29, pode entrar.
51:42Mas se eu chegar em Umarama,
51:43se eu chegar em Curitiba com 40, 45 mil votos,
51:46eu chego com mais força.
51:47Sabe por quê?
51:48Porque os caras vão falar,
51:49pô, cara lá de Umarama,
51:51o Tatu, que nunca foi candidato a nada,
51:53chegou aqui com 45, 50 mil votos, cara.
51:57Eu vou ter que atender ele.
51:58Você ganha força com isso.
52:00Então, minha consideração é essa,
52:01agradecer o Bendito,
52:02agradecer o Léo,
52:04e a todos vocês aí que me abriram essa oportunidade.
52:06Estão abrindo pra todos.
52:07Isso é muito importante.
52:08Parabéns.
52:09Jornalismo sério se faz assim.
52:11Com oportunidade das pessoas expressarem
52:14realmente o que elas pretendem fazer.
52:16Então, parabéns pelo trabalho,
52:17e agradeço a todos que tiveram a paciência de me ouvir,
52:20e tentar entender um pouco do que eu pretendo fazer.
52:23Tá certo?
52:24Muito obrigado a todos de coração,
52:26e principalmente a você, Paula,
52:28muito bem,
52:29muito feliz em te ver aqui,
52:31a gente poder conversar, né?
52:33Gente que trabalhou juntos,
52:35você trazia as matérias prontas,
52:37e hoje poder ser entrevistado por você,
52:39foi muito especial pra mim.
52:41Muito obrigado de coração,
52:42e obrigado a todos.
52:44E lembrem-se,
52:45se Deus é por nós,
52:46aqui na Terra,
52:48quem será contra nós?
52:49Sempre na luta.
52:50Muito obrigada, Tatu.
52:52E nós vamos ficando por aqui,
52:54mas eu quero te lembrar
52:55que ainda durante esta semana,
52:57nós continuamos com as entrevistas
52:59aqui no O Bendito,
53:00com candidatos a deputado estadual e federal
53:04por o Moarama,
53:05e também pela região noroeste.
53:07O nosso objetivo
53:08é que você de casa
53:10possa conhecer
53:11quem serão
53:12os próximos representantes
53:14da região noroeste,
53:16na Assembleia Legislativa,
53:18e também na Câmara Federal.
53:20Até lá.
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