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Advogado que matou policial civil responderá em liberdade! 🤯 A instrução do processo sobre a morte do policial João Ezequiel Batista Pereira foi encerrada em Cascavel, e o advogado Jean Oliver José Garcia, réu no caso, foi liberado para responder em liberdade.

Testemunhas de acusação e defesa já foram ouvidas, e o réu foi interrogado pela primeira vara criminal e tribunal do júri. A família da vítima aguarda a pronúncia para que o advogado seja levado a julgamento por homicídio qualificado.

O crime aconteceu em junho deste ano, e o advogado alega legítima defesa. A denúncia do Ministério Público inclui homicídio qualificado, disparo de arma de fogo e posse irregular de arma.

#PolicialCivil #HomicídioQualificado #Cascavel #LegítimaDefesa

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Transcrição
00:00O advogado que matou o policial civil vai responder em liberdade.
00:04Nesta segunda-feira, outras testemunhas foram ouvidas. A Patrícia tem os detalhes.
00:08Essa foi a continuação, Jorge, da primeira audiência de instrução que havia sido realizada no dia 31 de agosto.
00:15O processo apura a morte do policial civil João Ezequiel Batista Pereira, de 52 anos.
00:21Nesta segunda-feira, duas testemunhas da defesa foram ouvidas.
00:25O réu, o advogado Jean Oliver José Garcia, foi o último a ser interrogado.
00:31O juiz determinou que ele responda em liberdade.
00:34A pedido da família da vítima, a manifestação da acusação sobre a decisão foi por meio de nota.
00:40O texto, assinado por Luciano Catarinucchi, que é assistente de acusação em favor da família da vítima,
00:47informa que a instrução processual da ação penal que apura a morte do policial civil
00:52foi encerrada nesta segunda-feira perante a primeira vara criminal e tribunal do júri da comarca de Cascavel.
01:00Concluída essa fase, a família da vítima confia na justiça e aguarda a pronúncia do réu Jean Oliver José Garcia
01:08para que seja submetido a julgamento perante o tribunal do júri pelo crime de homicídio qualificado praticado contra a vítima.
01:18O crime foi em junho deste ano. O réu alega que agiu em legítima defesa.
01:23Na primeira parte da audiência, realizada no dia 31 de agosto, oito testemunhas foram ouvidas, seis delas de acusação.
01:31Como uma das testemunhas da defesa não compareceu, uma nova data foi marcada para dar continuidade da audiência.
01:38A denúncia do Ministério Público é por homicídio qualificado, disparo de arma de fogo e posse irregular de arma de
01:46fogo.
01:49A denúncia do Ministério Público é por homicídio qualificado, disparo de arma de fogo e posse irregular de arma de
01:50fogo e posse irregular de arma de fogo.
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