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00:08Muito bom dia, bem você está no ar, obrigada pela sua companhia nesta manhã.
00:13Setembro é o mês lilás dedicado à conscientização sobre o Alzheimer e outras formas de demência.
00:19A doença ainda não tem cura, mas quando descoberta cedo, permite tratamentos que ajudam a controlar os sintomas
00:27e retardar a evolução do quadro. Especialistas apontam que quase metade dos casos de demência no mundo
00:34poderia ser prevenida ou retardada com controle de fatores como hipertensão, diabetes, obesidade e sedentarismo.
00:42Para conversar sobre este assunto, recebemos o geriatra Lucas Lucena. Bom dia, doutor Lucas, tudo bem?
00:48Bom dia, Thais. É um prazer estar aqui e falar nesse setembro rosto sobre setembro lilás,
00:54sobre o mês de conscientização das demências, uma delas o Alzheimer, né?
00:59Olha, muita gente tem o esquecimento, né? Pela vida corrida, pelo excesso de tela,
01:05dizem que pós-Covid a memória ficou afetada. Primeiro de tudo, como é que a gente diferencia
01:11os primeiros sinais de Alzheimer de um esquecimento normal da idade?
01:16Tá. Primeiro é importante a gente definir que esquecer não é normal do envelhecimento.
01:21Esquecimento. A gente, muitas vezes a gente considera que a pessoa vai ficando senil, né?
01:26Aquela história, é uma demência senil, é uma demência porque a pessoa tem 80, 90 anos e na verdade
01:31todo esquecimento patológico precisa ter o nome de demência.
01:35Toda, a gente precisa nomear isso como uma doença e não como, não normalizar como algo da idade.
01:41Aquele esquecimento que a gente tá no quarto, vai na sala e faz, eita, eu ia fazer o que aqui
01:45mesmo que eu não lembro?
01:46Esse é completamente normal. Onde é que eu deixei a chave?
01:49Normal.
01:49Completamente normal.
01:50Não tô com sintoma de nada, porque eu esqueço o tempo inteiro.
01:53Onde eu deixei a chave? Onde é que eu, é, será, onde é que tá a minha agenda?
01:58Onde é que, onde é que eu deixei? São coisas que cheguei na geladeira, abri a porta e não sei
02:03o que é que eu fui pegar.
02:04Isso.
02:04Então, esses são esquecimentos que são muito relacionados à deficiência de atenção, à deficiência atencional.
02:10Então, eu tô pensando em outras coisas e acabo que o meu foco é dividido naquele momento.
02:15O que é mais importante, Thais, é a gente definir que o esquecimento, ele deve ser valorizado quando a gente
02:21percebe o impacto funcional.
02:24O que é isso?
02:24São pessoas que antes faziam coisas que ela conseguia fazer com muita facilidade e que hoje você vai vendo que
02:34ela tá tendo mais dificuldade.
02:35Por exemplo, e aí eu digo que uma coisa que a gente tem que levar em consideração é quando a
02:41família percebe o esquecimento daquela pessoa.
02:45Geralmente, não é que é geralmente, mas o esquecimento autorreferido nem sempre tá relacionado com patologia neurológica, com alguma doença,
02:54com alguma demência inicial.
02:56Mas quando alguém percebe que você está muito repetitivo, que você perdeu, você sempre lembrava do aniversário de alguém e
03:04passa a esquecer, você passa a esquecer coisas que antes eram muito naturais de você lembrar.
03:10Então, esses são alguns sinais de alarme que a gente leva em consideração pra tratar aquele esquecimento como um esquecimento
03:18patológico, um esquecimento que precisa de investigação.
03:21Então, não necessariamente esses sinais de alarme significam doença, mas ela precisa passar por uma avaliação especializada, exatamente.
03:29E quanto mais cedo a pessoa for diagnosticada com Alzheimer, quanto mais cedo começar a tratar, porque existem remédios, não
03:35existe cura, mas existe um remédio pra retardar a evolução da doença.
03:41Quanto mais cedo, melhor.
03:42Isso. É como eu falei, é muito importante a gente definir a causa da demência e definir se é ou
03:52não demência.
03:53Então, isso precisa, como eu falei, uma avaliação especializada, seja por geriatra, seja por neurologista, seja por clínicos, seja por
04:03médico de saúde da família,
04:04não é uma realidade do SUS também, que sejam bem treinados pra fazer essa avaliação mais estruturada daquela queixa do
04:11esquecimento.
04:12E aí, a partir desse momento, hoje a gente tem evoluído, a ciência tem demonstrado uma evolução tanto no diagnóstico
04:20precoce, ou seja, a gente hoje tem biomarcadores,
04:23são marcadores que a gente consegue fazer hoje ressonância, pet scan cerebral, uma coleta do líquor da medula,
04:30que é pra gente estudar o tipo de proteína que está afetando o cérebro, e a gente hoje consegue ter
04:36esse diagnóstico cada vez mais precoce.
04:39E isso faz com que a gente consiga ter intervenções também cada vez mais precoce.
04:45Hoje em dia, como eu falei da ciência, a gente tem dois novos, que é o lecanemab e o donanemab,
04:51que são dois remédios novos,
04:53que estão sendo introduzidos na fase precoce das demências, e que tem tido boas respostas no retardar da progressão dessa
05:01doença.
05:02Então, além das terapias já estabelecidas que a gente tem, que são os anticolonesterásicos, os antidemenciais que a gente usa,
05:09que também tem um efeito protetor mais leve, não tão promissor quanto essas novas drogas,
05:16mas que é um público muito específico, a gente precisa estar muito assertivo em relação ao diagnóstico.
05:22Então, não é uma terapia pra todo mundo, porque tem riscos relacionados à própria infusão da medicação.
05:27O Alzheimer tem um fator hereditário? Meu pai tem, possivelmente eu possa ter?
05:32Sim, o Alzheimer tem uma característica hereditária, porém, a gente precisa entender que o que é mais importante no Alzheimer
05:41são o controle do estilo de vida da pessoa. Uma coisa que a gente nunca leva em consideração é a
05:49capacidade social do ser humano.
05:51E vários estudos mostram que quanto mais sociável for a pessoa, mais a gente consegue prevenir que aquela pessoa também
05:59progrida
06:00pra um nível de Alzheimer. Então, assim, respondendo a sua pergunta, o Alzheimer tem sim um componente genético,
06:06mas o que a gente faz ao longo da vida em relação ao exercício físico, em relação à alimentação, consumo
06:13de álcool, tabagismo,
06:14controle de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes, obesidade.
06:20Então, e a forma como a gente envelhece com o meio também, ou seja, pessoas que têm ciclo de amizade,
06:26pessoas que têm um ciclo social, que participam de projetos de igreja, que se mantêm com um propósito, também previne
06:31o Alzheimer.
06:32Então, quer dizer que aquele marido que sai toda semana, vai pro futebol, vai pro poker, o Alzheimer dele vai
06:38ser retardado.
06:40Ele não vai ter, brincadeira.
06:44Brincadeiras à parte, mas assim, isso é algo que é importantíssimo, você se colocar como prioridade,
06:50e aí eu não tô entrando no mérito de como é que você vai fazer essa...
06:54Socialização, né?
06:55Essa sua socialização, até porque tem que ser moderada em uso de álcool, tem que ser sem vícios,
07:01mas assim, é algo que faz muito sentido pra que você consiga envelhecer com o propósito e envelhecer bem.
07:08E aquele negócio de fazer palavra cruzada, leitura, aprender o novo idioma, isso ajuda a exercício pro cérebro?
07:16Veja, a gente...
07:17Uma coisa que é importante, assim, a gente hoje, a gente tem várias formas de prevenir o Alzheimer,
07:22mas em nenhuma delas eu consigo ser 100% efetivo.
07:25Nem cuidando da parte genética, nem cuidando somente do estilo de vida.
07:29Tem pessoas com altíssima escolaridade, a gente...
07:31Todo mundo tem alguma história de alguma pessoa que foi escritor, que foi, enfim, um grande político,
07:37uma pessoa que sempre foi muito ativa e que desenvolve uma doença, uma demência, né?
07:43As palavras cruzadas, os estímulos cognitivos são importantíssimos, mas eles não são únicos.
07:50E eu diria que você ficar só fazendo palavra cruzada não é a grande...
07:56Ah, eu faço muita palavra cruzada, eu não vou ter Alzheimer.
07:58Não é uma equação que vai bater essa conta, mas assim, é importante sim fazer palavra cruzada, sudoku,
08:06mas é tão importante quanto fazer isso...
08:08E no celular? Funciona?
08:10Então...
08:10Duolingo, duolingo, funciona?
08:11Então, funciona porque é um estímulo cognitivo, você está ali aprendendo novas línguas,
08:17está se empenhando em aprender algo novo, mas é como eu falei, a gente precisa de alternância de estímulo.
08:24Então, eu preciso de um estímulo de palavra cruzada, de leitura, a tela tem seu tempo,
08:29mas que seja um tempo efetivo, não passar seis horas de tela rolando tela no Instagram.
08:35Eu não estou produtiva aqui, é meu cérebro, não.
08:37Não é, não é.
08:38É um estímulo que você só recebe, que você não entrega nada.
08:41Atividade física, qual que é a ideal, assim, para essa manutenção da saúde do cérebro?
08:47Então, o que eu costumo dizer é que a atividade física é o ideal que você faça, a que você
08:50pode.
08:51O importante é se movimentar.
08:53A melhor atividade física é aquela que você consegue fazer.
08:56Porém, o que a gente vê que o que a gente tem de maior benefício nos estudos são os exercícios
09:01resistidos,
09:02que são academias, pilates, mas o aeróbico tem o seu lugar.
09:07Muito importante até para socializar também, dança, você vai fazer também a caminhada, a corrida.
09:13Então, assim, toda natação, tudo isso tem a hidroginástica, que tem uma função social importante.
09:19Então, tudo isso a gente consegue ter benefício, mas de literatura o que tem mais benefício são os exercícios de
09:26força,
09:26academia e pilates, principalmente.
09:29E é importante também sempre ter um acompanhamento de um geriatra, de um neurologista, no idoso da família, né?
09:36Então, assim, às vezes, muita gente, no início da nossa conversa, a gente falou sobre o esquecimento,
09:40as pessoas acharem que é normal da idade, né?
09:42Sim.
09:43Então, você, às vezes, pode estar adiando um tratamento para o Alzheimer, por achar que é normal o esquecimento da
09:49idade,
09:50a pessoa esqueceu, né?
09:51Fica bem atento, bem atenta aos sinais, esses que o Dr. Lucas está falando aqui,
09:58para você conseguir tratar o quanto antes, né?
10:02Esse seu parente que está com esse problema, né?
10:05Iniciando aí essa vida com Alzheimer, que, quando não tratado, né?
10:10Ou, pelo menos, retardado o efeito, é muito triste, né?
10:14Muitas famílias relatam do esquecimento total, né?
10:17Passa a ser uma outra pessoa ali dentro de casa, né?
10:20Existem muitos relatos na internet de filhos, de filhas, né?
10:23De pessoas com Alzheimer que choram muito, né?
10:26Porque o pai e a mãe ali esqueceram completamente da vida que teve.
10:29Sim, é uma doença que muda completamente a família, né?
10:35Primeiro, vai ter que ter uma estrutura diferente de quem vai cuidar, de como vai ser cuidado.
10:40Então, assim, e às vezes, o que é mais difícil, sabe, Thaís?
10:44É quando a pessoa não consegue, e aí quando a gente fala em diagnóstico precoce,
10:48é porque a gente consegue, com diagnóstico precoce, manifestar as nossas próprias vontades,
10:53os nossos próprios desejos, como ser humano.
10:56Só que quando a gente tem os diagnósticos de forma muito tardia,
11:00e a gente não tem consciência de que a gente está com aquela doença,
11:04acaba que as pessoas vão ter que decidir por você.
11:07E isso é um lugar muito difícil e muito ingrato com os filhos, com os familiares,
11:13ter que decidir por quem você ama decisões que são difíceis,
11:16que às vezes chegam na terminalidade da gente também ter essas decisões difíceis.
11:21Então, a gente ter esse diagnóstico precoce é tão importante para a gente tratar e retardar,
11:27quanto também para a gente estimular que as pessoas tomem as próprias decisões
11:32e entendam o que é importante para você quando chegar aos momentos mais avançados,
11:37o que é mais importante para você, você quer ser cuidado de qual forma.
11:41Então, isso é importante a gente falar sobre como vai ser também a terminalidade da própria doença.
11:47Até porque, como a gente bem falou, a doença não tem cura.
11:50Apesar da gente estar avançando muito hoje nas terapias,
11:53a gente consegue, no máximo, retardar essa evolução.
11:57Mas a gente ainda não fala de cura.
11:59Então, a gente precisa ter essas definições e falar sobre, digamos assim,
12:05a gravidade dessa doença que evolui paulatinamente, sabe?
12:08Mas que muito em breve a gente vai ter uma notícia positiva, né?
12:11Assim esperamos.
12:12Da cura ou da prevenção.
12:13Já tem a história de uma vacina aí, né?
12:15Que está em estudo, né?
12:17Para a prevenção do Alzheimer.
12:18E a gente espera receber essa boa notícia muito em breve, né?
12:22Assim esperamos.
12:22Para isso, para que encontre a cura, encontre a prevenção e cada vez mais o tratamento seja avançado, né?
12:30Mas é, eu acho que a fala, não vamos terminar de forma negativa,
12:35mas a fala positiva que eu falo é que hoje em dia a gente sabe que o Alzheimer,
12:40a gente tem prevenção no sentido de que a gente tem um estilo de vida saudável
12:44e a gente tem mudado muito como cultura.
12:48A gente vê cada vez mais as pessoas cuidando da alimentação, cuidando de exercício físico,
12:52cuidando também do ciclo social.
12:54Então, a ingestão menor de bebida alcoólica.
12:57Então, a gente tem visto uma mudança que tende, assim, a reduzir a incidência e a prevalência também das demências.
13:05Então, eu vejo um cenário também promissor do ponto de vista da ciência,
13:09de novas terapias estão sendo estudadas, de cura,
13:12e até também de uma evolução muito mais, de uma cauda muito mais longa
13:17em que a pessoa consiga sempre falar e interagir de forma autônoma, né?
13:23Então, eu acho que é mais, é o cenário também que a gente precisa enxergar de forma positiva lá pra
13:27frente.
13:28Maravilha, doutor Lucas.
13:29Obrigada pela sua participação aqui no programa e volte sempre, né?
13:32Obrigada.
13:33Principalmente falando de assuntos da melhoridade que são tão importantes.
13:36Claro, estou à disposição.
13:37Agradeço o convite e pode contar comigo pra quando a gente tiver outros temas e outras pautas,
13:43estou à disposição de vocês, viu?
13:45Presta atenção nessa dica imperdível.
13:47Se tem uma coisa que a gente sabe é que o futuro começa com uma boa escolha.
13:51E quando o assunto é carreira, o Senac é aquele caminho que vale a pena seguir e indicar.
13:57Há 80 anos, o Senac forma profissionais com qualidade, inovação e conexão com o mercado,
14:04transformando a vida de milhares de pessoas todos os anos.
14:08Porque aprender, se preparar e buscar novas oportunidades também é um jeito de construir o amanhã.
14:15Senac 80 anos. A gente se vê amanhã.
14:22Agora a gente faz um rápido intervalo e já já a gente volta falando sobre empreendedorismo no nosso quadro Vitrine.
14:28Já já.
14:38Bem, e você de volta? Eu estou aqui agora com a Cris Medeiros no nosso quadro Vitrine.
14:43Tudo bem, Cris?
14:43Prazer, tudo bem.
14:44Cris, me conta um pouquinho do teu trabalho.
14:47Minha gente, lindíssimo. Mostra o detalhe aqui. Parece cenográfico, mas não é.
14:52É tudo verdadeiro.
14:53É tudo verdadeiro. Porque são lindos os doces fintes. Você trabalha já há quanto tempo?
14:57Eu trabalho desde os 16 anos, né? Comecei aí vendendo no intervalo da escola, né?
15:01E vendedora.
15:02Exatamente.
15:03Aí depois passei pra porta a porta, né? Nas ruas lá de onde eu moro.
15:07Você mora onde?
15:08E Itamaracá.
15:09E Itamaracá?
15:09É, na ilha de Itamaracá.
15:10Olha que maravilha.
15:11E a partir disso, né? Depois, assim, no ano 2021, foi que eu dei um pontapé, né?
15:17Parei um tempo pra estudar, depois voltei em 2021.
15:20Mas em 2024 foi a virada de chave, né? Com o meu casamento, que eu que produzi os doces do
15:26casamento.
15:26Foi 1.500 doces.
15:28Menina!
15:29A própria noiva.
15:30Mas tu tem um aqui que tá ajudando?
15:31Eu sozinha.
15:32Tu sozinha?
15:32É, eu sozinha.
15:33Eu tô ajudando, Cris.
15:33É verdade.
15:34Eu e minha mãe, na verdade, e meu esposo, né? Eles me ajudam muito. Mas, de fato, a mão na
15:38massa mesmo, quem faz é... Tudo sou eu.
15:41E a criação dos docinhos, né? Tudo você, tudo criação sua.
15:45É, florzinha, flor por flor, tudo sou eu que faço.
15:48Aham.
15:49Literalmente.
15:50E já há quantos anos aí, na estrada?
15:52Acho que tô com 29, então, mais de 10.
15:55Muito tempo, mais de 10 anos, né?
15:56É, comecei com 16.
15:57Sendo empreendedora.
15:58E hoje você mora em Itamaracá?
15:59É, moro em Itamaracá.
16:01Mas entrega pra toda a região metropolitana?
16:02Pra toda a região metropolitana, exatamente.
16:04Aí a gente também tem, trabalha com bem casado e brownies.
16:07Sim.
16:07Pra casamento, né? Lembrancinhas de casamento.
16:09E também tem, assim, tá bem alta a mesa de sobremesa, né?
16:13Mas aí a gente tá lançando, na verdade, em primeira mão aqui pra vocês.
16:17Sim.
16:18É a mesa de caseirinhos gourmet.
16:20Ah, que legal, que são desses bolos aqui, né?
16:22Exatamente. É, que também pode ficar na mesa de digestivo, né?
16:25Entendi.
16:26Depois aí do buffet.
16:27Entendi.
16:28E aí é uma receita exclusiva nossa, né?
16:30Que começou com minha avó, e da minha avó passou pra minha mãe, e a minha mãe passou pra mim.
16:33Ah, que legal.
16:34Aí é...
16:35E aí eventos em geral.
16:37Isso, eventos em geral.
16:38Vocês atendem casamento, 15 anos.
16:41E quem quiser contratar, encomendar, né?
16:44Com antecedência de quanto tempo, assim, mais ou menos?
16:46A gente recomenda de 3 a 4 meses antes da data do evento.
16:50É um tempo aí bem legal que dá pra se organizar, né?
16:54Porque, assim, como o evento é grande, né?
16:56Tem outros fornecedores pra fechar, né?
17:00O doce, de fato, é mais lá pro final.
17:02O mais importante é o cerimonial, o buffet, o fotógrafo, né?
17:05E aí você faz prova, tudo que a doce pede.
17:08A gente também trabalha com caixa de degustação.
17:11Sim.
17:11E aí, se vocês quiserem conhecer mais, é só ir no link lá no Instagram que vai aparecer aqui pra
17:16vocês.
17:16Diz o Instagram, diz o Instagram.
17:17É, Cris Medeiros Doces Finos.
17:19Entendi.
17:19Aí tem um link lá.
17:20Tem um link lá que vai direto pro WhatsApp.
17:21E aí vocês podem encomendar, né?
17:23Que é a nossa caixa, que ela vai com 24 doces.
17:25Tanto gourmet quanto fino, né?
17:27Você só tá em casa no sábado à tarde, quer comer doce de casamento.
17:31Aí você vai lá no link e encomenda.
17:33Encomenda.
17:34Chega em casa.
17:35Chega em casa.
17:35Ah, gente, que maravilha.
17:37E aí tem o quê?
17:38Brigadeiro.
17:38É, a gente trabalha do mais tradicional, mais sofisticado.
17:42São lindos os doces.
17:43Deixa eu pegar, eu tô até com medo aqui, que eu sou meio desastrada.
17:45Deixa eu pegar aqui essa caixa gourmet pra mostrar aqui.
17:49Detalhe dela, gente.
17:50Que coisa mais linda, delicada, perfeita.
17:53Maravilha.
17:54E aí a gente tem ferreiro rocher, romê julieta, brigadeiro, ninho com nutella.
17:59Vou botar aqui, vou botar ali de novo.
18:01Tem esses, os finos, né?
18:02Que é essa pirâmide doce de leite, que é um dos que mais é assim.
18:05As nuvens batem o olho e ficam encantadas.
18:08Sim.
18:08Tem um bombom alpino também, um de limão que sai muito.
18:11Esse aqui da gente também é um modelo repaginado, que é o olho de sogra.
18:15Sim.
18:16Que ele também sai bastante.
18:18Maracujá, bem casado.
18:19E olha, chegando no fim de ano, né?
18:22Natal, confraternização, festas de fim de ano.
18:25Você vai lá no arroba Cris Medeiros Doces Finos e contrata a Cris pra sua festa,
18:31pra deixar a festa mais elegante, né, Cris?
18:33Com certeza.
18:33E você vai o quê que eu sempre falo aqui?
18:35Incentivar uma empreendedora.
18:38Fazer o nosso dinheiro circular aqui no nosso estado, né?
18:40Com os empreendedores que ralam tanto, né?
18:42Exatamente.
18:43O povo só vê o glamour aqui, né, Cris?
18:44Pois é.
18:44Mas não vê a ralação nos bastidores, né?
18:47Pois é, exatamente.
18:47Que aí é como chupé.
18:48É, é.
18:50Obrigada, viu, pela sua participação aqui.
18:52Sucesso pra você.
18:53Muito obrigada, Tess.
18:54E obrigada pelo carinho da sua audiência.
18:56A gente se encontra amanhã, às 8h35 da manhã, aqui na TV Tribuna, tá?
19:00Cero.

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