UMA AMIZADE QUE VIROU FILME
Ingrid Guimarães e Mônica Martelli transformaram uma amizade real em cinema. A dupla revelou detalhes de Minha Melhor Amiga durante a pré-estreia em Belo Horizonte. O filme chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 3 de setembro.
A história começou durante viagens de Ingrid e Mônica com suas filhas. As meninas gravavam momentos das mães e publicavam nas redes sociais. Os vídeos viralizaram e passaram a ser acompanhados como uma série. Depois, o público começou a pedir uma adaptação para o cinema.
Susana Garcia entrou como a terceira peça do projeto. Diretora, ela ajudou a transformar aquela experiência em uma história cinematográfica. Na entrevista, Mônica chama Susana de “bússola” e “farol” do filme. Já Ingrid define a diretora como a “organizadora do caos”.
A produção aborda amizade feminina, solidão, relacionamentos e recomeços. Para as atrizes, a maturidade também permite encarar novos medos. Em BH, a recepção serviu como um primeiro termômetro antes da estreia nacional.
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#MinhaMelhorAmiga #IngridGuimaraes #MonicaMartelli #SusanaGarcia #CinemaBrasileiro
Ingrid Guimarães e Mônica Martelli transformaram uma amizade real em cinema. A dupla revelou detalhes de Minha Melhor Amiga durante a pré-estreia em Belo Horizonte. O filme chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 3 de setembro.
A história começou durante viagens de Ingrid e Mônica com suas filhas. As meninas gravavam momentos das mães e publicavam nas redes sociais. Os vídeos viralizaram e passaram a ser acompanhados como uma série. Depois, o público começou a pedir uma adaptação para o cinema.
Susana Garcia entrou como a terceira peça do projeto. Diretora, ela ajudou a transformar aquela experiência em uma história cinematográfica. Na entrevista, Mônica chama Susana de “bússola” e “farol” do filme. Já Ingrid define a diretora como a “organizadora do caos”.
A produção aborda amizade feminina, solidão, relacionamentos e recomeços. Para as atrizes, a maturidade também permite encarar novos medos. Em BH, a recepção serviu como um primeiro termômetro antes da estreia nacional.
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Categoria
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CriatividadeTranscrição
00:00O que vocês acharam da
00:01pré-estreia aqui em Belo Horizonte?
00:03A gente acabou de falar, a gente amou.
00:06Falou que você era de Minas,
00:07falando isso, a gente amou muito.
00:09Olha, nós somos filhas de mineiro, tá?
00:11E essa aqui de Goiânia, então a gente sentiu em casa.
00:16Eu cresci em Goiânia
00:17e Uberlândia.
00:19E é muito Uberlândia. Eu me sinto meio prima
00:21dos mineiros. E a gente recebeu muito presente, gente.
00:24A gente voltou cheia de doce, cheia de pão.
00:26Cheia de muito presente.
00:28Muito. E jornalistas muito amorosos.
00:30muito afeto. E a
00:32plateia muito calorosa. Foi
00:34maravilhoso. Foi assim, foi pra gente
00:36um start. Vocês acham que aquela
00:37pré-estreia serve como um termômetro
00:39pro que vai ser a partir
00:41do dia 3 de setembro? Sim, sim.
00:43A gente fez duas, em Recife
00:45e em BH. E riram
00:47em lugares diferentes.
00:49Eles se emocionaram, mas foi assim...
00:52Foi um alívio pra gente ver
00:53que a história é contada, que chega...
00:56As mulheres saíram muito mexidas.
00:58Os homens muito bolados.
00:59Mentira também.
01:00Gente, Minas, a gente não vai esquecer de vocês, tá?
01:03Mas Minas é um termômetro legal pro país todo,
01:05né? Pra gente sentir.
01:07Agora, vocês acham que essa história
01:09pega todo mundo porque ela é uma história
01:11universal?
01:13Completamente universal.
01:14Porque a história fala de
01:16medo de separar,
01:17medo da solidão,
01:19medo de se envolver.
01:20São histórias humanas.
01:21Medo de reciclificar a vida profissional.
01:23Medo de reciclificar a vida profissional.
01:24As mulheres, então,
01:25que nós somos,
01:26estão acostumadas
01:29a entrar dentro de um casamento
01:31e nem questionar o casamento.
01:33Aquilo é o que foi imposto
01:34pra gente como certo.
01:35A força da amizade feminina.
01:37Nós, mulheres, juntas.
01:39A vida inteira,
01:40a gente sempre ouviu
01:41que mulher pode ser rival de mulher.
01:43Incentivar uma rivalidade feminina.
01:45e a força do encontro feminino.
01:48Então, assim,
01:48todo mundo se identifica
01:50em algum momento.
01:52Agora, e esses medos,
01:53vocês acham que eles aparecem
01:54a partir de uma idade?
01:56A partir, por exemplo,
01:57dos 50 anos?
01:58Esses medos são mais evidentes
02:00em todos nós?
02:01Acho que os medos mudam, né?
02:03É, os medos só mudam.
02:05Mas, sem dúvida,
02:06a gente agora está conseguindo falar.
02:08E eu acho que a maturidade
02:10traz isso, né?
02:10De você conseguir falar,
02:12entender os seus medos.
02:13Acho que essa vulnerabilidade
02:14é importante pra humanizar
02:16as personagens
02:17e falar o seguinte,
02:18olha só,
02:18a gente tem muito medo,
02:19mas mesmo com medo a gente vai.
02:21Rompe, atravessa
02:22e ressignifica.
02:23Não, e a gente cresceu,
02:25na verdade,
02:25achando que quando chegou nos 50,
02:28o jogo ia estar perdido, né?
02:30A gente ia estar...
02:30Eu lembro de ver, assim,
02:32livros na minha adolescência
02:34onde dizia
02:35a senhora aos 50 anos,
02:37a senhora...
02:38Então, assim,
02:39na nossa cabeça,
02:40chegamos aos 50,
02:41viramos senhora.
02:42E a gente é zero.
02:43A gente é...
02:44Enfim.
02:45recomeçando muitas coisas, né?
02:47Agora, Ingrid,
02:48quando que surgiu a ideia
02:49de fazer esse filme?
02:51Eu sei que a história
02:52dos seguidores seus
02:54insistirem
02:55a partir dos vídeos, né?
02:57Mas quando mesmo
02:58que deu o start,
02:59falou assim,
02:59olha,
02:59agora eu vou sentar,
03:00nós vamos fazer um roteiro.
03:02Quando que foi essa...
03:03A gente fez uma primeira viagem
03:07para Ibiza,
03:08onde a gente começou a filmar.
03:10Eu, Ingrid e nossas filhas, né?
03:12Eu, Mônica e a Júlia e a Clara.
03:14Aí a gente postou nas nossas redes
03:16e começou a viralizar.
03:17Fizemos uma outra viagem,
03:18tudo muito natural.
03:19E as meninas
03:21gravando a gente
03:22para brincar,
03:23porque elas se divertiam
03:23com a gente,
03:24gravando a gente.
03:25Nossa, Samir.
03:25E a gente,
03:26com muita história engraçada,
03:27sempre a Mônica.
03:28Cada vez que a gente contava
03:29essa história,
03:30por exemplo,
03:30numa mesa ou...
03:31Gente, vocês têm que fazer
03:32isso no cinema.
03:33Gente, vocês têm que fazer
03:33isso no cinema.
03:33E a gente voltava de viagem,
03:35as pessoas já voltaram.
03:36Já voltaram.
03:36E acompanhavam a gente
03:38nas nossas redes
03:39como se fosse uma série.
03:40E começaram a pedir.
03:43E junto com esse movimento
03:45da mulher de 50
03:48estar virando um lugar de interesse.
03:51Fazendo capa de revista,
03:52publicidade.
03:53A gente foi vendo que a mulher...
03:55Era momento de falar dessa mulher.
03:57E uma hora a gente se olhou...
03:59Imagina,
04:00três mulheres que já fizeram
04:01grandes sucessos no cinema.
04:03Então, a gente uma hora
04:04olhou uma para a outra e falou
04:05Gente,
04:05é agora.
04:06É o nosso...
04:06Vamos ter uma demanda
04:08que veio do público.
04:08A gente tinha outros projetos antes
04:10e falou
04:10Vamos passar esse projeto
04:11para a gente agora.
04:13Agora, Suzana,
04:14não é só a questão
04:15de três mulheres de sucesso, não.
04:17Tem uma palavrinha mágica
04:19em todos os títulos
04:21dos filmes mais recentes.
04:22O Minha é um pé de coelho
04:25nas produções de vocês.
04:27É.
04:28Virou uma marca minha.
04:30Esse filme poderia ter se chamado
04:31Amiga, Amigas.
04:32Mas eu falei,
04:33gente, vai se chamar
04:34Minha Melhor Amiga.
04:35Por causa de todos os outros.
04:36Minha Vida e Marte,
04:36Minha Mãe é uma peça três.
04:38Minha Irmã e eu.
04:38Minha Irmã e eu.
04:39Vamos falar Minha Melhor Amiga.
04:41As duas na hora adoraram.
04:42E é de propósito,
04:44é pensado.
04:45E eu acho que traz afeto,
04:48traz essa relação familiar
04:51e de amizade.
04:52Traz uma comédia humana, sabe?
04:54O Minha Melhor Amiga.
04:55Então, é o Minha.
04:56E traz sorte, né?
04:59Você falou que o pai de vocês
05:02é de Minas Gerais.
05:03De onde ele é
05:04e por que a família
05:05não ficou aqui?
05:06Ah, porque a minha avó,
05:09a Rita,
05:10ela tinha dez filhos.
05:11Ela ficou viúva
05:13e tomava conta
05:13de uma pensão.
05:15Leopoldina.
05:15Na cidade leopoldina, né?
05:17E os filhos foram para a vida
05:18muito cedo.
05:20Então, são os filhos...
05:21Tanto que o meu pai
05:22chegou em Macaé,
05:23onde conheceu a minha mãe.
05:24A gente sempre teve
05:25muito mais ligação
05:26com a família da minha mãe,
05:28porque a gente nasceu
05:29em Macaé,
05:29estado do Rio de Janeiro, né?
05:31E a gente ia para a Leopoldina
05:33quando era novinha.
05:34A gente tinha esse contato,
05:36a gente ia muito para BH.
05:37Tinha uma tia em Leopoldina,
05:38tinha um tio e primos
05:40que moravam em BH.
05:41Só que é uma cultura mineira
05:44que sempre fez parte
05:45das nossas vidas.
05:45Na comida, né?
05:47Não tinha uma semana,
05:48não tinha como não ter um gu
05:49para o meu pai comer.
05:50Frango com quiabo.
05:51Então, tem umas coisas
05:52que são muito familiares
05:54para a gente.
05:55Frango com quiabo,
05:56eu como toda semana.
05:57É, brincada muito.
05:58Então, tem essa presença, né?
06:01Do afeto mineiro,
06:03que eu sempre falo
06:04que BH,
06:05quando eu vou para Minas,
06:08toda vez que eu vou para Minas,
06:09é uma sensação
06:10de uma capital,
06:11mas com uma coisinha do interior.
06:15Com cheirinho de pão de queijo.
06:16Com cheirinho de pão de queijo.
06:17As pessoas são amorosas
06:19como as pessoas do interior são.
06:20Então, as pessoas te acolhem
06:25como as pessoas do interior
06:26acolhem a gente.
06:27Então, eu sempre vou com peça
06:29para BH.
06:29Eu amo Belo Horizonte.
06:31Eu sempre vou.
06:32Eu já fiz várias vezes.
06:34Tem uma coisa que eu percebo
06:35em BH,
06:37que tem muito em Goiânia,
06:38que é da onde eu vim,
06:39que eu me sinto meio prima
06:40do povo mineiro.
06:41É que as pessoas adoram
06:42conversar em volta da mesa, né?
06:45Sempre em volta de pão de queijo,
06:47de um bolinho,
06:47de uma pamonha,
06:49de uma galinhada.
06:50E tem uma outra coisa também.
06:52Eu cresci chegando na minha casa
06:54com mesa posta.
06:55E eu vejo que quando eu vou
06:56à casa de um mineiro,
06:58é igualzinho.
06:59Tem sempre uma mesinha posta.
06:59E tem uma outra coisa
07:00no mineiro que também tem em Goiânia.
07:02Quando eu te conheci,
07:02eu vi muito na sua família também.
07:04Que é que lá em casa
07:05também é a mesma coisa.
07:05Você conhece,
07:06a pessoa já te convida para casa.
07:07Você vira muito tempo,
07:08com muita facilidade.
07:09Isso é maravilhoso.
07:11Isso é maravilhoso.
07:12Gente, eu e Rafa Chalube,
07:14a gente encontrou um goiano
07:16com o Rafa Chalube
07:17é de Teófilo Ottoni.
07:19A gente ficou amigo
07:19em cinco minutos.
07:21Gente, olha só.
07:21Eu estou morando
07:22num prédio novo agora
07:23que tem uma vizinha
07:24que a gente tem uma academia
07:25embaixo que a gente malha.
07:26Treina lá.
07:27Tem uma vizinha que passou para mim
07:28e falou assim,
07:28bem, vai lá em casa
07:29tomar um cafezinho.
07:30Na hora eu falei,
07:30você é mineira?
07:31Na hora.
07:32Porque acabou de me encontrar,
07:33chamou para tomar um café.
07:34Eu falei, é de Minas.
07:35É de Minas.
07:35É muito sacanagem.
07:37É que depois que você come
07:38o pão de queijo de Minas,
07:39até o do aeroporto
07:41é melhor.
07:42Você nunca mais
07:43com o pão de queijo de novo.
07:44É muito difícil.
07:45Agora, para vocês,
07:47depois do filme,
07:48a amizade ficou mais forte
07:50porque viagem com amigo
07:51pode dar perrengue também.
07:53Pode dar problema também.
07:54É que o perrengue para a gente,
07:56no nosso caso,
07:57o perrengue é o motivo da união.
08:00É.
08:00Não é o motivo da desunião.
08:02Qualquer viagem,
08:03quando está o perrengue,
08:04eles brigam.
08:05A gente se une.
08:06A gente tem pena da outra.
08:07Olha, deu tão certo.
08:09Deu tão certo
08:10que a gente já fala
08:10de outros projetos juntas.
08:12de tanto que a gente
08:13foi feliz no processo.
08:15Agora encontraram o caminho,
08:16agora não vão esperar
08:17mais tempo para...
08:18Sim,
08:20não podemos esperar.
08:21Nos juntamos
08:22na hora certa.
08:24Vocês acham que vai ter
08:25o Minha Melhor Amiga dos Dois?
08:27Ou é muito cedo
08:28eu falar sobre isso?
08:29Achamos.
08:30Achamos.
08:31Olha, história tem.
08:32História já tem anotada.
08:33Tem um caderninho
08:34que tudo cagando com tudo.
08:34Tem uma história que não deu
08:35para entrar nesse filme.
08:36E até chegar na hora
08:37de filmar,
08:38já vai ter sido mais coisa.
08:39Tanta coisa
08:39que vai ter material
08:40para o três.
08:41Nossa, total.
08:42Agora, o que tem de melhor
08:43em cada uma de vocês
08:45que fortalece essa amizade?
08:47O que a Ingrid vê
08:48na Mônica,
08:49na Mônica,
08:49na Suzana
08:50e assim por diante?
08:52Bom, vamos lá.
08:53Na Mônica,
08:54eu acho que a Mônica
08:54é uma pessoa
08:55muito otimista na vida
08:57e que bota a gente
08:58para cima o tempo todo.
08:59Ela não é uma pessoa
09:00baixastral.
09:00Ela sempre vê
09:01o lado bom de tudo.
09:02A Suzana
09:03é uma mãe para a gente.
09:06a Suzana tem uma coisa assim,
09:07ela ama cuidar da gente
09:09e ela é uma pessoa
09:09extremamente inteligente,
09:11deve ter um queizinho
09:13acima do normal.
09:14Então,
09:14ela organiza
09:15a nossa bagunça
09:16e é uma pessoa
09:18muito...
09:18que está sempre pronta
09:19a ajudar.
09:22Ela não tem tempo ruim
09:23para a Suzana.
09:24Se cai um prédio aqui,
09:25ela vai falar,
09:26gente,
09:27vamos reconstruir.
09:28Ela é uma pessoa
09:28que tem calma para tudo,
09:30então,
09:30ela traz muita tranquilidade
09:32para a gente.
09:33Ela é a organizadora
09:36do caos.
09:36E a Ingrid
09:38extremamente amorosa
09:39e muito engraçada
09:41e essa capacidade
09:42que ela tem
09:43de fazer a gente rir
09:44e uma rir com a outra
09:45e Mônica fazer a Ingrid rir
09:47e tem essa...
09:49Elas têm um lado
09:50assim as duas,
09:50muito para as duas crianças
09:51porque elas vão fundo
09:53no que elas estão vivendo ali
09:55e isso é muito raro
09:57de ver, sabe?
09:59E a Ingrid,
10:00para mim,
10:01é o mais forte dela
10:02para mim
10:02e tem milhões de coisas,
10:04mas é a generosidade,
10:06a escuta dela.
10:07A Ingrid,
10:08ela está ali para você.
10:09Entendeu?
10:10Isso no mundo
10:10onde todo mundo
10:11envolve no problema
10:13no mundo
10:13onde todo mundo
10:14só quer o protagonismo,
10:15ela está ali e te olha,
10:16ela te escuta,
10:17ela tem um tempo para você.
10:18Te escuta e age.
10:19Você pode contar com ela.
10:20Pode contar com ela.
10:21Isso é muito raro.
10:22E Suzana,
10:24Suzana é uma bússola
10:25na minha vida.
10:25Se não tivesse Suzana,
10:26o filme não saia.
10:28Suzana,
10:28ela organiza a gente,
10:30como a Ingrid falou,
10:31e a Suzana realmente
10:32é o nosso farol.
10:34A gente vai
10:35onde ela manda.
10:36E eu não falei da Mônica,
10:38porque Mônica é irmã,
10:40mas é muito amiga.
10:41Mônica é a pessoa
10:42que eu estou com qualquer questão,
10:44eu ligo,
10:44eu sei que vou contar com ela
10:46para tudo.
10:48É muito fofinha as duas.
10:50O que vocês acham
10:51que é a base da amizade?
10:54Especialmente agora,
10:55nessa época da vida
10:57que todos estamos vivendo,
10:58que está todo mundo dividido,
11:00o mundo está dividido.
11:01Então,
11:02o que vocês acham
11:03que é a base
11:04para manter
11:05as relações
11:06tão longevas assim?
11:10Eu acho que a confiança,
11:11a gente realmente confia
11:12uma na outra,
11:13a transparência
11:15de que tiver que falar,
11:17fala na cara,
11:18porque aí não tem
11:19abertura para ninguém
11:19falar nada.
11:20Exatamente.
11:21E a alegria de viver.
11:22É.
11:22Eu acho.
11:23Perfeito.
11:23Errei vocês agora.
11:24Amor,
11:25mas fechou.
11:26Realmente,
11:27essa alegria,
11:29essa confiança.
11:31E você conseguir ser
11:33quem você é com o outro,
11:34porque a gente não consegue
11:35ser quem a gente é,
11:36a gente está sempre performando.
11:37E isso poder ser
11:38quem a gente é,
11:39assim,
11:40na raiz,
11:41é muito.
11:42E aqui é isso,
11:43entre elas,
11:43a gente é.
11:45Vocês acham,
11:45se vocês estivessem
11:46com 15 anos hoje,
11:49começando uma amizade,
11:50você acha que nesse mundo digital
11:52dava para seguir
11:53ao longo dos anos
11:55e serem amigas
11:57também.
11:57Eu acho que a gente
11:58seria amigas
11:59uma com a outra
11:59ou acho que...
12:01A gente achou o vídeo
12:02da outra engraçada.
12:04É,
12:04a gente já ia escutir.
12:05Eu vou ser amiga
12:05para ser um vídeo junto,
12:06amiga.
12:06Com certeza.
12:08Admiração já...
12:09Então,
12:09o mundo digital
12:10é ser só um tempero
12:11a mais para essa amizade.
12:12A gente ia ser amiga
12:13mais rápido.
12:15Gente,
12:16a gente fez uma pré-estreia
12:17com vocês
12:17e foi a recepção
12:18muito especial,
12:20muito calorosa.
12:21Vocês amaram o filme,
12:21então a gente convida
12:22todo mundo
12:23para ir aos cinemas.
12:24Pessoal do Estado de Minas,
12:25a gente está aqui
12:26especialmente falando
12:27para vocês,
12:28para vocês irem assistir
12:29Minha Melhor Amiga.
12:30Dia 3 de setembro
12:31nos cinemas.
12:32Aproveita e leva uma turma.
12:34Vamos todo mundo junto
12:34que eu sei que vocês gostam
12:35de reunir.
12:39Obrigada,
12:40obrigada,
12:41querida.
12:41Obrigada.
12:42Obrigada.
12:42Tchau.
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