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  • há 5 semanas
Uma hipótese anteriormente levantada, de que criminosos teriam usado metanol para lavar garrafas, não foi totalmente descartada, mas não segue mais como principal linha de investigação

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Transcrição
00:00Uma das linhas de investigação é realmente essa contaminação na hora da lavagem desses vasilhames,
00:06que o governador apontou que deveriam ser descartados, mas eles são adquiridos e reutilizados de forma clandestina.
00:14Agora, o que tem que ficar, o que está bem claro para a gente, por enquanto,
00:17e claro que a gente não tem problema nenhum de mudar o nosso ponto de vista,
00:21mas trabalhando com as evidências até aqui, não há participação nenhuma do crime organizado nesse processo.
00:29Por que a gente pode pontuar?
00:30São locais distintos, nenhum dos 41 presos são faccionados, pertencem ou pertenceram a qualquer organização criminosa.
00:43A gente poderia classificar, sim, como uma associação criminosa, cada um desses pontos,
00:48que é diferente no tipo penal, associar-se três pessoas para praticar um determinado crime,
00:54para obter alguma vantagem disso, mas muito diferente de uma organização criminosa
00:59que possui uma estrutura hierarquizada com funções pré-definidas.
01:04Então, até agora, não há nenhum indício em nenhuma das prisões,
01:07nenhuma das fiscalizações da participação do crime organizado.
01:10Até porque o crime organizado no Brasil, em São Paulo, tem por objetivo principal o lucro.
01:16E esse lucro é exponencial no tráfico de drogas.
01:20E, na questão da bebida, é infinitamente inferior à questão do lucro.
01:25Porque uma organização criminosa que lucra exponencialmente com o tráfico de pasta à base de cocaína,
01:30inclusive com o tráfico internacional, iria migrar para um negócio muito menos rentável.
01:34Então, até aqui, não tem nenhum indício de participação do PCC, falando claramente.
01:40Claramente, nesse...
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