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  • há 2 meses
Professora de Língua Portuguesa da escola Primo Bitti, em Coqueiral de Aracruz, Leilane Moreira conta que o ataque do atirador começou dentro da sala dos professores e fala que espera atitude das autoridades ações efetivas para acolher a comunidade e as famílias

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Transcrição
00:00Bem, eu conheço os professores e as professoras que trabalham aí na escola, porque eu também trabalho aqui.
00:06Mas, assim, para falar a verdade, eu não consigo nem elencar o nome de todo mundo, porque são de outro
00:13turno, né?
00:15São colegas assim, e eu não consigo nem lembrar dos colegas que estavam lá dentro, porque a gente está numa
00:21situação muito de estresse.
00:22Eu ainda não consegui processar muito bem, não, isso, porque para a gente está sendo um cenário de muita tristeza,
00:32né?
00:32E saber o que está acontecendo no lugar que eu trabalho é algo desesperador.
00:39Insegurança, tristeza, sabe? Uma coisa muito complexa, não só pela minha escola, mas pela sociedade que a gente está vivendo,
00:49né?
00:49No momento que a gente está vivendo, o estrago vai ser grande, né? Já está sendo grande.
00:55E como vai afetar, eu não sei de dizer, mas a gente espera que as autoridades tenham alguma atitude, sabe?
01:05Para acolher essa comunidade, para acolher essas famílias, sabe?
01:10Os alunos, nós, professoras e professores, a gente espera que tenha alguma ação efetiva,
01:17porque na comunidade...
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