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VIDEOCAST PRODUZIDO PELO ESTÚDIO GAZETA EM PARCERIA COM TODAS ELAS E APRESENTADO PELA PREFEITURA DA SERRA
Categoria
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AprendizadoTranscrição
00:09Olá pessoal, eu sou Elaine Silva, jornalista e gerente executiva aqui na Rede Gazeta.
00:15Sou uma das idealizadoras do projeto Todas Elas, um projeto que existe há seis anos aqui dentro da Gazeta.
00:21Foi criado dentro da redação, pelas jornalistas, para a gente poder conscientizar mulheres,
00:26para a gente poder denunciar abusos e violências e a gente acabar com a violência contra a mulher e, principalmente,
00:33contra o feminicídio.
00:35Hoje eu também sou apresentadora desse videocast que vai falar sobre um assunto muito importante, o Agosto Lilás.
00:42Para quem não sabe, é o mês de aniversário da Lei Maria da Penha, que está completando esse ano 20
00:48anos.
00:48É um tempo de reflexão muito importante sobre o que a sociedade está fazendo para combater a violência contra a
00:55mulher.
00:56Por isso a gente está aqui hoje, para contar um pouco de iniciativas com uma iniciativa da Prefeitura da Serra,
01:03que está com várias ações por meio da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres,
01:11uma secretaria exclusiva para as mulheres.
01:13Está promovendo várias ações de conscientização, de prevenção, de fortalecimento dessa rede de enfrentamento
01:20da violência contra a mulher na cidade da Serra.
01:23E para falar sobre esse momento tão importante dentro do Agosto Lilás,
01:27eu estou recebendo aqui hoje a Rosana Fagundes,
01:30que é secretária municipal de Políticas Públicas para as Mulheres da Serra.
01:35Seja muito bem-vinda, Rosana.
01:37Que bom estar aqui para a gente poder contar um pouco dessas ações
01:40e um pouco desse trabalho dessa secretaria dentro da cidade.
01:45Obrigada, Elayne, pelo convite.
01:47É uma satisfação para a gente estar aqui representando a gestão do Everson Meirelles, nosso prefeito,
01:54e falando um pouco sobre esse Agosto Lilás, que não é o início nem o fim,
01:59é só o momento em que a gente intensifica as ações para que as mulheres tenham acesso à rede de
02:05proteção.
02:06O enfrentamento à violência também começa com a informação.
02:10Muitas vezes é nesse momento, nessas oportunidades,
02:13que a gente consegue alcançar aquelas mulheres que ainda não conhecem a nossa rede.
02:17É muito importante.
02:18No Todas Elas a gente sempre fala isso, que informação salva vidas.
02:21Exatamente.
02:22Conhecimento salva vidas.
02:24E aí a gente queria começar, Rosana, falando um pouco, né?
02:27Eu fico muito feliz desse momento que o nosso estado está vivendo,
02:31mas a Serra foi pioneira.
02:33A Serra foi a primeira cidade a ter uma secretaria exclusiva para as políticas públicas para as mulheres, né?
02:40Não estava separada, estava exclusiva só para isso.
02:44E esse pioneirismo, eu tenho certeza, está se refletindo no planejamento que vocês estão fazendo dessas ações todas.
02:50Então, eu queria que você falasse um pouquinho de ter uma secretaria, o quanto isso é importante
02:54e quais resultados você já vem colhendo desse trabalho que começou, eu não sei quanto tempo atrás, pode me falar.
02:59Então, a Serra realmente é pioneira nesse trabalho.
03:03Nós tivemos o primeiro conselho da mulher serrana, que é o Conselho de Direitos da Mulher Serrana,
03:09chamado de Comus, que surgiu em 2001.
03:13Ele já se reunia antes dessa data, mas 2001 tomou posse.
03:17Ou seja, 25 anos atrás, gente.
03:1925 anos atrás.
03:20Elas comemoram 26 anos já, porque elas já se reuniam antes, um ano antes, né?
03:26Olha, e antes da Lei Maria da Penha existir.
03:27Antes da Lei Maria da Penha existir.
03:30E a Serra realmente é pioneira, porque em 2002, teve o primeiro departamento de política para as mulheres.
03:37Antes também da Lei Maria da Penha.
03:39Muito bom.
03:40Ela começou dentro da Secretaria de Direitos Humanos, né?
03:43E com o passar do tempo, em 2012, ela se tornou uma secretaria.
03:48Então, se tornou a primeira secretaria da mulher do Estado do Espírito Santo.
03:54Muito bom ter essa informação, porque a gente sabe que ainda precisa, né?
03:59De realmente se espalhar por outras cidades.
04:01Então, eu queria que você falasse assim, quais são os resultados de ter...
04:05Ou seja, desde 2012, né?
04:07A gente já tem um tempo aí de trabalho de vocês.
04:11Eu sei que o grande desafio que a gente percebe, né?
04:14Porque a gente lida com isso também, né?
04:16Eu estou aqui na Gazeta, tem 26 anos.
04:1827 anos!
04:19E a gente sabe o quanto é difícil para as estruturas, tanto de cidades, municípios, como o próprio Estado.
04:25Quando não se tem verba, né?
04:27Quando não se tem recursos.
04:28Então, eu imagino o desafio de criar uma estrutura como a de vocês.
04:32E a experiência que vocês já têm hoje.
04:34Então, quais são os resultados que vocês estão colhendo hoje de ter plantado isso lá atrás?
04:38Então, Elayne, isso passa muito por vontade política, né?
04:42Quando a gente tem gestores que realmente acreditam nessa pauta.
04:47Aí, isso vai estar no plano de governo, no orçamento previsto para secretarias.
04:52E a gente, nesses anos, né?
04:54Em 2021, 2012, 2023, quando nós tivemos a efetivação do nosso centro de referência ali na Serra Sede.
05:03Ele já existia desde 2021.
05:05Mas nós conseguimos transformá-lo em um equipamento institucional, né?
05:11Em 2023, ele funcionou ao lado do fórum.
05:14Então, a gente percebe que, quando existe essa vontade, né?
05:19Realmente, os direitos se transformam em políticas públicas.
05:24Então, isso a população precisa perceber, né?
05:27Essa necessidade de que existem agentes realmente interessados pela pauta.
05:32A gente percebe, né?
05:34Muitas vezes, muitas promessas, né?
05:36Mas a gente...
05:37A política para a mulher, ela precisa de ações efetivas.
05:41E eu acho que são ações também que tem que ter a constância, né?
05:46Você não pode fazer um dia, depois não fazer mais.
05:49Exatamente.
05:49Fazer um evento num ano, depois não fazer mais.
05:51Então, eu acredito que esse tempo todo, né?
05:54Que o município já vem trabalhando com essas políticas,
05:57dão ao cidadão, a cidadã, principalmente, né?
06:00A mulher, esse conhecimento de que eu posso procurar ajuda.
06:05Eu acho que isso acontece.
06:06Isso.
06:07Então, nossa equipe é uma equipe qualificada.
06:10Nossas técnicas, né?
06:11Que são servidoras efetivas, né?
06:14As que vieram desde essa época de 2021.
06:17Então, tem uma bagagem muito grande.
06:19Elas compreendem esses detalhes, né?
06:23Do acolhimento.
06:24A sensibilidade, né?
06:24A sensibilidade para aquilo que a mulher realmente precisa.
06:28Nós conseguimos ampliar essa equipe,
06:30mas a essência tem sido passada, né?
06:33De, vamos dizer assim, de geração para geração,
06:36dentro da instituição.
06:38E é isso que faz com que as mulheres realmente se sintam acolhidas.
06:42A gente colocou um lema, né?
06:44Da secretaria, que é você não estar sozinha.
06:47Conta comigo.
06:48Porque é o que elas falam, né?
06:50Quando chegam no serviço e percebem que
06:53deu a mão e não largou.
06:55Então, a gente busca fazer dessa forma.
06:58Muito bom.
06:59Para que ela realmente vença esse ciclo,
07:02saia do ciclo da violência,
07:04que não é fácil, mas é possível, né?
07:08Ela confie na nossa equipe.
07:10Ela consiga encontrar ali realmente aquela rede que ela precisa.
07:15Porque ninguém trabalha sozinho, né?
07:17A nossa rede também conta com a participação de outros atores,
07:22para que ela realmente se torne uma rede potente.
07:26Então, nós contamos com as secretarias parceiras,
07:29contamos com o Ministério Público,
07:31Tribunal de Justiça, Polícia Civil,
07:33toda uma rede que está diariamente engajada nessa causa.
07:38Então, dentro do nosso serviço, nós buscamos identificar, né?
07:43Ao longo dessa trajetória, é possível sempre revisar aquilo que é ainda necessário ser feito.
07:50E é isso que a gente tem trabalhado no dia a dia.
07:53Eu cheguei nessa secretaria em 2022, apesar de ser efetiva, né?
07:58Do município, da Serra.
08:00Mas a gente passou a realizar reuniões semanais,
08:04para perceber no que a gente ainda poderia melhorar.
08:07E o resultado disso foi um centro de referência ainda mais potente.
08:13Hoje a gente tem o atendimento psicossocial,
08:15psicossocial, atendimento jurídico.
08:18Por quê?
08:18Muitos agressores, naquele momento, né?
08:21Ainda que a mulher, às vezes, nem percebeu a violência.
08:24Mas fala, se você sair, como que você vai cuidar dessas crianças?
08:29Aí diz que vai pegar a guarda dos filhos.
08:32Se ela não tem renda, como que ela vai cuidar?
08:35Então, o atendimento jurídico ajuda muito nessa parte.
08:38Muitas dúvidas, né?
08:39Muitas dúvidas.
08:40Que quando elas tomam consciência do que é real, né?
08:45E do que não é.
08:46Do que era também violência.
08:48Ela percebe que realmente é possível.
08:51Legal.
08:52Então, a gente buscou aluguel social, né?
08:54A nossa prefeitura conseguiu implementar na lei do aluguel
08:58as mulheres vítimas de violência.
09:01Então, há alguns anos, a gente já consegue fornecer o aluguel social para elas.
09:07Muitas delas moram, muitas vezes, na casa da sogra.
09:09Exatamente.
09:09Ou a família não mora na serra, mora em outro estado.
09:14Em outro estado.
09:15E, às vezes, não conseguem pagar um aluguel naquele primeiro momento.
09:19Tem que sair carregando a roupa do corpo, né?
09:22E a passagem para outro estado também.
09:25Foi uma necessidade que a nossa equipe foi levantando ao longo do tempo.
09:29E hoje a gente consegue fornecer.
09:31Isso tudo nesse centro de referência.
09:33Nesse centro de referência.
09:34Além do abrigamento sigiloso,
09:37porque tem mulheres que a gente precisa levar, né?
09:40E esconder, praticamente.
09:42Então, nesses abrigos, elas ficam com os filhos,
09:45até que a nossa equipe consiga viabilizar um outro espaço
09:49para que ela retome a sua vida.
09:52Enquanto o agressor está sendo identificado também,
09:56a justiça está tomando suas providências.
09:59Então, a gente precisa ter todo um aparato
10:02para que ela se sinta realmente protegida.
10:05Por isso o nome da rede de proteção.
10:07Porque é exatamente isso que a gente busca fazer.
10:09É.
10:10O Todas Elas aqui, a gente...
10:11O símbolo do Todas Elas são mãos também.
10:14Sim.
10:14Quando você falou das mãos, ninguém larga a mão, né?
10:16É.
10:17Isso é uma coisa muito importante,
10:18porque a gente quer realmente, como imprensa, no caso, né?
10:22Rede de comunicação, estar também nesse elo dessa cadeia.
10:25Porque, como você falou, são muitos atores importantes
10:29na hora de ajudar essa mulher.
10:31Não é só o município, não é só a secretaria, né?
10:35A gente tem justiça, a gente tem polícia,
10:37a gente tem defensoria, a gente tem a parte toda de
10:40como eu vou recuperar para essa mulher ter um emprego,
10:43ter um conhecimento, aprender uma profissão.
10:45Então, também já me coloco sempre à disposição,
10:48porque é o que a gente quer fazer parte, né?
10:50Dessa rede de apoio, que é uma rede super importante.
10:53E dentro dessa rede de apoio, esse ano,
10:55a gente está vendo que vocês estão com muitas ações
10:58neste Agosto Lilás, né?
11:00Que é uma época, como a gente falou, lógico,
11:01não é só um mês que a gente para para fazer essas coisas,
11:04mas é um mês para a gente se conscientizar,
11:07para a gente falar mais da Lei Maria da Penha,
11:10que, como a gente estava falando há pouco,
11:12é uma lei que, volta e meia, ela é muito atacada,
11:15ela é muito criticada,
11:16mas ela é uma lei que está salvando mulheres nesse país.
11:20Muitas mulheres não estão morrendo
11:21por causa da Lei Maria da Penha.
11:23Então, o Agosto Lilás é um momento que a gente para,
11:25se conscientiza, oferece mais informação,
11:28mais serviços, e eu queria ouvir um pouquinho
11:30do que a Serra está fazendo nesse Agosto Lilás.
11:33A Lei Maria da Penha veio como um divisor de águas, né?
11:36Embora a Serra já tivesse o serviço de atendimento à mulher,
11:40mas a mudança na legislação,
11:41tornando essa violência um crime, né?
11:44Uma violação de direitos humanos,
11:46traz uma outra percepção para a sociedade também,
11:49que também é um ator que deve estar envolvido, né?
11:53Muito importante.
11:53Muito importante que a sociedade também entenda o papel dela.
11:58Porque antes a gente falava que em briga de marido e mulher
12:00não se mete a colher.
12:02Na minha infância, juventude, foi assim.
12:04Ouvimos muito isso.
12:06Hoje não.
12:07Hoje a gente mete a colher e deve meter a colher.
12:10Porque o crime, a violência pode estar acontecendo do lado da sua casa, né?
12:15Então, a gente, esse mês, a gente intensifica as ações,
12:19inclusive, não só no centro de referência,
12:22mas principalmente fora dos muros da secretaria.
12:26A gente tem levado essa informação para as ruas,
12:28para as vias públicas,
12:30para os ambientes onde as mulheres realmente frequentam, né?
12:34E conseguem ter acesso à informação.
12:36E vocês fizeram uma ação em Laranjeiras, né?
12:38Fizemos uma blitz no dia da Lei Maria da Penha.
12:42Nós abordamos 5 mil pessoas nesse dia.
12:46Homens e mulheres.
12:46Homens e mulheres.
12:48Os carros, motos,
12:50pessoas que estavam passando naquela região ali de Laranjeiras, né?
12:55Na Praça da Luz, que é bem...
12:56Bem movimentada.
12:57Um movimento bem intenso ali.
12:59Fizemos também na Avenida Central de Laranjeiras.
13:02Fizemos nos nossos espaços, né?
13:04Da Prefeitura,
13:06dos nossos equipamentos públicos.
13:09Fizemos em várias escolas.
13:11Isso é muito importante.
13:12Empresas.
13:13Esse mês, assim,
13:15intensificam também as solicitações.
13:17Isso é muito importante, né?
13:18Que as empresas busquem realmente essa informação.
13:23Então, nós buscamos, assim,
13:24o mês inteiro continua, tá?
13:26É manhã, tarde e noite.
13:27A gente levando pra todos os ambientes possíveis a informação.
13:31Por quê?
13:32Muitas vezes a pessoa pensa, assim,
13:35ouve, né?
13:36Nos noticiários.
13:37Ah, aumentaram as medidas protetivas.
13:40Não necessariamente quer dizer que a violência aumentou.
13:44Mas, sim, que muitas mulheres tiveram coragem de denunciar.
13:48Então, quando elas conhecem a rede,
13:50é um sinal de que elas se sentem mais seguras
13:54pra falar sobre isso.
13:56Isso é muito importante.
13:56Esse ponto acho que é um ponto que, hoje,
13:58o quanto mais a gente conseguir divulgar
14:01que conhecer e identificar essas violências
14:06desde o início,
14:07desde um simples chacoalhão
14:09ou uma coisa que é jogada no chão pra quebrar,
14:12pra te assustar, né?
14:13Pra assustar essa mulher.
14:15O início, se a mulher consegue ou sair
14:19ou se já teve uma agressão,
14:22pedir uma medida protetiva,
14:23a gente realmente consegue salvar essa vida.
14:27Sim.
14:27Porque, normalmente, cresce o número de medidas,
14:30aí, lógico,
14:31pode até ter o indicador de que cresceu a violência,
14:35mas diminui o feminicídio.
14:37Diminui o feminicídio.
14:38Então, a Lei Maria da Penha, né?
14:40Ela realmente...
14:42Às vezes, as pessoas ainda acham que,
14:44nossa, ainda precisa melhorar, né?
14:46Mas, pense que, antes,
14:48nós não tínhamos a rede de proteção.
14:50E é muito novo.
14:51Antes da Lei Maria, tudo muito novo.
14:53Então, essa mudança de comportamento da sociedade,
14:56ela não acompanha...
14:57A configuração de feminicídio tem 15 anos.
15:00Exatamente.
15:01Então, uma lei que está completando 20 anos,
15:03pra gente, realmente,
15:04encontrar uma mudança de comportamento da sociedade,
15:08o machismo, né?
15:10Isso ainda vai demorar um tempo.
15:12Porque depende de cada um de nós, né?
15:15Agora, hoje, a mulher consegue passar por essa violência
15:19sendo acompanhada.
15:21Antes, ela sofria sozinha.
15:23Hoje, nós temos aí as defensorias,
15:27as promotorias, os juizados, né?
15:29A guarda municipal.
15:30A guarda municipal.
15:32Nós temos na prefeitura da Serra,
15:33a patrulha Maria da Penha.
15:35E isso tem trazido, realmente,
15:37uma sensação de segurança maior pras mulheres.
15:40Prozeleira, né?
15:40Exatamente.
15:42Então, as leis vêm trazendo os avanços que a gente precisa,
15:46mas nem tudo vai acontecer naquele tempo que a gente gostaria.
15:51Até por causa dessa mentalidade mesmo das pessoas ainda.
15:56É uma questão de evolução da sociedade, né?
15:59Pra gente conseguir alcançar...
16:01A gente fala muito até do envolvimento...
16:03Esses resultados.
16:03Do trabalho com o próprio homem, né?
16:05Exato.
16:05Hoje, a gente faz muito evento, muitas vezes,
16:07para as mulheres,
16:09pra essa conscientização,
16:10porque a gente sabe que precisa desse olhar, né?
16:12Dessa rede de proteção.
16:14Mas também precisa de um olhar pra esse homem, né?
16:16Então, agora, no mês de novembro,
16:18nós temos os 16 dias de ativismo.
16:20E na Serra, nós temos um projeto chamado
16:23Eles por Elas.
16:24E a gente trabalha a campanha do Laço Branco,
16:27que são os homens pelo fim da violência contra as mulheres.
16:31Muito importante.
16:31Nós já integramos o projeto Homem que é Homem,
16:34da Polícia Civil, né?
16:35Que os homens que já cometeram algum tipo de violência doméstica...
16:39Doutora Cláudia Demetria, né?
16:40É, exatamente.
16:41São encaminhados pela Justiça, né?
16:43Sim.
16:44Pra comparecerem a essas reuniões.
16:46A nossa equipe realiza essas reuniões.
16:48E também, durante o ano, nós fazemos reuniões com os homens
16:53informando da necessidade deles se envolverem nessa rede de proteção.
16:58E novembro, especificamente, temos uma campanha específica pra isso.
17:02Ótimo.
17:03Que são os homens pelo...
17:04A campanha do Laço Branco, né?
17:06Que ela acontece mundialmente.
17:08E são os homens pelo fim da violência.
17:10Porque eles precisam se conscientizar, né?
17:13E trazerem pra outros homens.
17:15É meio um papo de homem, né?
17:17A gente fala muito do conceito hoje de masculinidade positiva, né?
17:22Dessa masculinidade...
17:23Desconstrução da masculinidade tóxica, né?
17:26Exatamente.
17:26Entendendo realmente o papel do homem, né?
17:28A gente consegue que essas duas coisas sejam realmente...
17:32Envolvam as mulheres de um lado, pra que digam não,
17:35e os homens, pra que aprendam a não fazer, né?
17:38A violência em si.
17:39Porque a gente sabe que isso vem, muitas vezes, desse machismo todo, de criação.
17:43A gente sabe a importância, por isso, das escolas, né?
17:46Dessas crianças também já receberem essas informações do que são as violências.
17:52A gente consegue ir avançando.
17:54A gente hoje, Elayne, tem na nossa grade, né?
17:56Na rede municipal, a igualdade de gênero, né?
18:00Então, esse tema já faz parte da grade.
18:02Não sabia.
18:03E nós temos...
18:03Interessante.
18:04Então, na Secretaria de Direitos Humanos, nós temos um programa chamado Cidadania nas Escolas.
18:11Então, a comunidade escolar solicita os temas.
18:15E, em algumas escolas, onde esse tema, né?
18:18Da violência, o machismo, misoginia, tem feito parte ali do ambiente escolar,
18:25os professores solicitam que a nossa equipe vá e faça uma roda de conversa com os alunos.
18:30E é muito produtivo, porque o aluno é a criança, o adolescente, eles trazem aquelas situações
18:36que estão vivendo, né?
18:37E, muitas vezes, dão aula, né?
18:39Até para os adultos.
18:40Porque, depois que eles passam pela informação, eles divulgam muito sobre o tema.
18:45Levam para casa, né?
18:46Levam para casa, para a família, exatamente.
18:49Agora, um outro lado, né?
18:51Dessa questão toda da rede de proteção, desse trabalho todo conjunto que é importante,
18:57não só que é feito pela secretaria, é essa questão da gente levar a independência
19:02financeira para as mulheres.
19:04E uma das ações que vocês fizeram, né?
19:07Dessa programação foi o mutirão de emprego, né?
19:11Que tiveram 100 atendimentos, né?
19:13Com empresas de comércio, serviço, logística, indústria.
19:17E a gente sabe, Rosana, que a independência financeira, ela é fundamental para ela acabar
19:21com as mortes.
19:22Se a mulher depende, lógico que a dependência emocional, ela é uma independência que existe.
19:27Mas a financeira, como você falou, ela impede dela quebrar o ciclo, porque ela tem medo
19:32de sair para não ter como sustentar o seu filho ou como se sustentar.
19:36Então, eu queria saber como foi esse mutirão, né?
19:38O resultado desse mutirão.
19:41E o que você pensa, né?
19:42Dessa questão de investimentos que vocês estão fazendo para que isso também a gente
19:48possa empregar mais mulheres para que elas não sofram violências.
19:52Então, nós tivemos esse mutirão.
19:55Foi uma das ações, né?
19:57Esse mutirão acontece em outros meses também.
20:00Nesse específico, nós tivemos 100 mulheres que foram atendidas.
20:0487 dessas mulheres passaram pelos exames, né?
20:09Pelas avaliações.
20:11E 49 já estão encaminhadas para o mercado de trabalho.
20:15Um resultado muito positivo.
20:17Nós trabalhamos hoje, Elayne, dentro da Secretaria, com duas ações específicas.
20:22É o enfrentamento à violência e a autonomia feminina.
20:26Quando a gente trata da autonomia, nós falamos das Casas da Rosa, que são espaços, né?
20:32A Casa da Mulher Empreendedora.
20:34Nós temos uma em Fior Rosa, outra na Grande Jacaraípe.
20:37E temos núcleos produtivos dessas casas.
20:41Essas casas, elas funcionam como acolhimento também para essas mulheres.
20:45Nós temos cursos de qualificação, encaminhamento para o mercado de trabalho.
20:50Muitas delas empreendem nesse espaço.
20:53Num primeiro momento, às vezes, elas precisam ser abraçadas.
20:57Precisam também passar por um atendimento psicossocial.
21:00Uma acaba ajudando a outra.
21:03Inspirando, né?
21:04A gente fala que a inspiração é bom.
21:06Exatamente.
21:07E elas gostam muito desse espaço.
21:09É um espaço de fortalecimento.
21:11Nós iniciamos, em 2022, com alguns espaços nesse formato.
21:18E nós tínhamos duas que já frequentavam as nossas feiras.
21:22Hoje, nós temos mais de 300.
21:25Então, assim, o crescimento é exponencial.
21:28Gerando renda para essas mulheres.
21:29Gerando renda para essas mulheres.
21:31Muitas delas que são, muitas vezes, mães solo.
21:33Exato.
21:34Eu imagino.
21:35É, muitas.
21:36Muitas são.
21:36E se não, em algum momento, passarão a ser.
21:40Se essa for a decisão delas, né?
21:43Porque a gente também não interfere nessa decisão.
21:45É importante que a mulher saiba que, quando ela é atendida,
21:49ela nem sempre precisa fazer um boletim de ocorrência.
21:52Não é obrigada.
21:53Ela pode tomar suas decisões.
21:56O atendimento vai acontecer de qualquer forma.
21:59Tendo medida protetiva ou não.
22:01Fazendo boletim de ocorrência ou não.
22:04Porque essa é uma dúvida frequente das mulheres.
22:06Ah, eu quero sair do ciclo, mas não quero denunciar.
22:09Então, pode.
22:10Porque o momento de cada uma é diferente.
22:14Então, a gente respeita muito isso.
22:16É um ambiente seguro, né?
22:17É um ambiente seguro.
22:18Eu concordo.
22:19Nem sempre é fácil, né?
22:21Para essas mulheres.
22:21Nós temos agora o início da gestão do prefeito Eberson.
22:26A primeira inauguração que ele fez foi a Ouvidoria da Mulher.
22:30É a única também no Estado.
22:32Ouvidoria municipal.
22:34É a Ouvidoria da Mulher Serrana.
22:36Funciona na Serra Sede.
22:38Para que, justamente, esse canal de comunicação seja ampliado, né?
22:42Então, as mulheres hoje conseguem fazer suas denúncias via site, ou telefone, ou pessoalmente.
22:49Da forma que elas se sentirem mais à vontade.
22:51Não só sobre violência doméstica, né?
22:53Não só sobre violência doméstica, mas violência contra a mulher.
22:56Quando se trata de violência doméstica ou assédio, né?
23:00Que são os casos que mais chegam para a gente.
23:02Nós já temos uma equipe especializada que já faz um primeiro atendimento e dá continuidade às outras demandas, né?
23:10Que ela leva.
23:11Então, é muito importante que a gente abra esses canais, né?
23:15Tanto aqui, né?
23:16A gente falando para muitas mulheres.
23:18Quanto ela tendo a oportunidade de fazer essa denúncia pelo canal da Ouvidoria.
23:23E, pessoalmente, também.
23:25O Cranvis hoje atende porta aberta.
23:27Ele funciona de 8 às 18 horas.
23:31Ali na Serra Sede, né?
23:32Ao lado do fórum.
23:34E nós vamos deixar um telefone de contato aqui.
23:37Para aquelas mulheres que tiverem interesse.
23:39Entenderem que tem necessidade desse atendimento.
23:42Aquelas que têm dúvida também.
23:44Porque nem sempre a mulher identifica a violência, né?
23:48Que está passando por esse ciclo de violência.
23:50Então, a gente tem o Cranvis, a Casa da Rosa.
23:53Isso.
23:54A Ouvidoria da Mulher.
23:56Exatamente.
23:56Tem mais algum outro serviço que acompanha a rede?
23:59Não, o Cranvis, Casa da Rosa, Ouvidoria da Mulher e os núcleos da Casa da Rosa.
24:03Que hoje funcionam.
24:04Dois núcleos na Serra Sede.
24:07Temos um núcleo Jardim Carapina.
24:09Um núcleo Eurico Sales.
24:11E outro em Balneário de Carapê Bus.
24:15Porque a serra é grande, né, gente?
24:16A serra é bastante grande.
24:17É bastante grande.
24:19Então, realmente.
24:20E esse trabalho, eu fico pensando assim.
24:22Porque, imagina, a sua própria rede é uma rede grande.
24:25Você já tem vários equipamentos, como você fala ali.
24:29Só que, ainda assim, precisa daqueles apoios que a gente falou.
24:32Então, eu queria saber em relação...
24:33Porque a Lei Maria da Penha está intimamente ligada a gente fazer a medida protetiva funcionar.
24:39A gente...
24:40Primeiro, ela tem que ser concedida.
24:42Depois, ela tem que funcionar.
24:44Então, tem outros atores ali.
24:46Principalmente ligados à justiça, que a gente falou um pouquinho.
24:49Mas eu queria saber como é essa parceria, né?
24:51Entre a serra e essas promotorias.
24:54A serra e a própria polícia, né?
24:57No caso, a polícia civil.
24:58A polícia que atende as mulheres via patrulha.
25:01Como é que está esse trabalho em relação a...
25:03Realmente, a gente fazer a Lei Maria da Penha ser executada da melhor forma?
25:08Então, como eu falei, hoje de manhã, nós saímos de uma reunião dessa rede de proteção.
25:13É uma rede muito próxima, muito parceira.
25:16Que nós conseguimos contato de forma muito fácil, tá?
25:20Tanto com o nosso juizado, quanto a promotoria, a polícia civil.
25:25Para você ter uma ideia, diariamente a polícia civil encaminha para a gente
25:28aquelas mulheres que foram atendidas e que precisam ser encaminhadas para o atendimento psicossocial.
25:34Nós fazemos o caminho inverso também.
25:37Quando essa mulher procura primeiro o Cranves, mas ela decide por fazer o boletim de ocorrência,
25:42a gente encaminha até a delegacia.
25:45Então, funciona de uma forma muito harmoniosa, com diálogo frequente, tá?
25:50E a patrulha, né?
25:52Que é a nossa parceira, vou dizer assim.
25:53Está fazendo um aninho a patrulha Maria da Penha.
25:56Mas com grandes feitos, hoje a gente consegue trazer uma sensação de segurança muito maior
26:01para essa mulher, principalmente a que tem medida protetiva.
26:05Por quê?
26:06A partir dos atendimentos realizados pela psicologia ou pelo serviço social,
26:11elas falam sobre o medo, de repente estão saindo do trabalho e ele continua perseguindo.
26:18Então, essas mulheres que aceitam a atuação da patrulha, elas recebem esse monitoramento.
26:26Então, elas recebem visitas tranquilizadoras, a patrulha chega próximo do local de trabalho
26:32para que elas se sintam seguras quando estiverem entrando ou saindo do trabalho.
26:37Elas que dizem quais são aqueles momentos que elas mais precisam.
26:41Uma última ocorrência que nós tivemos, o agressor estava ligando para ela,
26:49mandando mensagem, mesmo com medida protetiva.
26:51Ela já havia denunciado, mas ele continuou insistindo.
26:56Ela ligou para a nossa patrulha e ele foi pego na porta da casa dela.
27:01Então, essa proximidade é importantíssima, porque a nossa rede se torna mais potente.
27:07Ela conversa.
27:09E é necessário, é uma rede, né?
27:11O nome já diz.
27:12E eu queria até que você falasse um pouco.
27:15A gente, infelizmente, daqui a pouco vai chegar ao final, porque essa conversa está ótima.
27:19Mas que você desse um recado para essas mulheres, né?
27:22Que você acaba convivendo no dia a dia, né?
27:26Quando você está no seu trabalho.
27:29Eu sei que vocês acabam rodando por muitos equipamentos, né?
27:33Realidades diferentes.
27:35Pode ser até em periferia ou não periferia.
27:37Mas a gente sabe que a violência contra a mulher está presente, independente da questão de renda.
27:44Então, qual é o recado?
27:46E um pouquinho como você olha esse futuro do trabalho, que é um trabalho que a gente...
27:51Eu encaro muito como propósito e eu acredito que você também.
27:55Então, o recado que você dá para as mulheres hoje, meninas e mulheres,
28:02e o que você espera daqui para frente?
28:04Então, o recado que eu passo é de que realmente não banalize os sinais da violência.
28:11Muitas vezes um xingamento, empurrão, algo que você, naquele momento, percebe que não está legal,
28:17mas que pode deixar passar, não deixe passar.
28:21Então, busque ajuda.
28:22Muitas mulheres começam dessa forma, né?
28:25Algumas, infelizmente, terminam em feminicídio.
28:29Então, a gente não pode banalizar os sinais da violência.
28:32A gente precisa atuar o quanto antes.
28:35Por isso, a nossa equipe vem trabalhando com a divulgação, com rodas de conversa,
28:40buscando levar ao máximo essa informação para que as mulheres busquem os serviços,
28:45busquem ajuda o quanto antes.
28:47A gente não pode desacreditar daquelas mensagens de que eu vou te matar,
28:52ou você não presta para nada.
28:54A gente não pode desacreditar de que ele faça, porque faz.
28:59Então, busquem ajuda.
29:00Você não está sozinha mesmo.
29:03A Lei Maria da Penha, por mais que a gente precise evoluir enquanto sociedade,
29:08mas é importantíssima para garantir essa rede de proteção atuante.
29:13Então, nossos canais, nossos serviços estão de portas abertas.
29:17É tudo sigiloso.
29:19Você não vai tomar nenhuma atitude que não queira.
29:23A nossa equipe deixa a mulher muito à vontade para tomar suas decisões,
29:28mas busque ajuda.
29:29Porque, muitas vezes, aquela desconfiança que você tem de que está passando por violência,
29:34pode estar mesmo.
29:36E nem sempre começa na agressão física.
29:39Normalmente não começa.
29:41Os nossos casos, levantamentos, as pesquisas que mostram hoje que o primeiro é o psicológico.
29:47A violência psicológica vem em primeiro lugar, porque ela desqualifica a mulher.
29:51Então, ela se sentindo desqualificada, ela fica mais fragilizada.
29:56Então, acaba sofrendo outros tipos de violência.
29:59E se culpa, né?
29:59Muitas vezes, ela acha, não, a culpa é minha porque eu fiz tal coisa.
30:04Isso.
30:04Ou ele chegou cansado.
30:06A intenção dele é sempre culpar a mulher, né?
30:09E para que ela não perceba, muitas vezes, tudo que ela está sofrendo, né?
30:14Então, busque ajuda.
30:15Esse é o recado que eu deixo.
30:17Porque informe as suas vizinhas, informe as parentes, as mulheres que você tem por perto,
30:23porque ela precisa se atentar para aquela situação que ela está vivendo.
30:28Nossos serviços são muito completos, é uma rede muito robusta, mas ela só vive quando as mulheres acessam.
30:37A gente espera que daqui a um tempo a gente não precise de tudo isso, né?
30:41Que a gente tenha uma sociedade mais igualitária, mais pacífica para as mulheres, né?
30:47E que a gente possa ter um viver mais saudável, né?
30:52Para as mulheres.
30:53Mas, enquanto isso, conte com a rede de proteção.
30:56Nós estamos prontas para atender todas vocês.
31:00Inclusive, nesse momento das vagas de emprego, duas mulheres foram identificadas que estavam sofrendo violência.
31:06Porque a gente nunca chega só com a vaga do emprego, né?
31:10Muitas vezes, esse é o pano de fundo.
31:11Essa é a sensibilidade, né?
31:13Para que a gente possa acessar todas essas mulheres, informar sobre os serviços.
31:17E, naquele momento, nós tivemos duas mulheres com situação de violência bem complexos.
31:22E que já estão sendo atendidas.
31:25Então, a gente ainda tem a oportunidade de eventos que vão acontecer até o final do mês.
31:30Então.
31:30Se você quiser falar um pouquinho aqui quais são esses eventos para a gente poder, né?
31:34Já que é tão importante, se você tiver uma pessoa que você conhece que está vivendo violência na Serra.
31:39Ou, se você estiver vivendo, pode ser encaminhada para esses eventos.
31:43Porque lá vai ter muita informação.
31:44Então, no próximo sábado, dia 22, nós temos o Serra Mais Cidadã.
31:48É a 32ª edição que traz o tema Enfrentamento à Violência contra a Mulher.
31:53É o Agosto Lilás.
31:55Que nós vamos ter vários serviços, né?
31:57Todas as secretarias do município estão envolvidas nessa ação.
32:01Temos um estande muito grande da Secretaria da Mulher, levando o Circuito da Mulher.
32:09Onde essa mulher passa pelo circuito e ali ela consegue perceber algumas emoções e algumas violências que ela pode estar
32:16sofrendo.
32:17É um primeiro sinalizador, né?
32:19É um termômetro para a gente esse circuito.
32:22Vamos levar atividades também para as mulheres, workshops, e temos cortes de cabelo, tranças, várias atrações para as crianças também.
32:33Além de serviço de saúde, da assistência social, direitos humanos, né?
32:38O PROCON, direito de família e muitos outros.
32:41Muito bom.
32:42E esse é do dia 22?
32:43Esse é do dia 22.
32:44No dia 30, nós esperamos reunir muitas, muitas mulheres num grande aulão, aulão Onda Lilás, que vai acontecer no Parque
32:53da Cidade.
32:54De sete ao meio-dia.
32:57Esperamos vocês todas lá.
32:59Vamos ter aeróbica, um café compartilhado.
33:03Legal.
33:04Várias aulas bacanas, inclusive defesa pessoal, tá?
33:07Temos mulheres empreendedoras que vão participar também, massagem, vai ser uma manhã toda nossa.
33:15Isso, para a gente encerrar o agosto milagres, né?
33:16Para a gente encerrar o agosto com chave de ouro e trazendo muita informação também para as mulheres.
33:21Fortalecendo a Lei Maria da Penha.
33:23Rosana, muito obrigada pela sua participação, por ter compartilhado todo esse trabalho.
33:29Eu não conhecia todo esse trabalho que a Serra faz em relação às mulheres.
33:33Fiquei encantada.
33:34Quero conhecer de perto alguns equipamentos desses que eu nunca fui.
33:38E aí eu agradeço também, né, gente, a todos vocês que estão aqui acompanhando esse episódio com a gente.
33:44Se você estiver sofrendo algum tipo de violência, mulher, ou se você conhece alguém que está sofrendo,
33:49denuncie no 180, não tenha medo.
33:52E para acompanhar mais sobre todas essas ações aqui que a Rosana contou para a gente do agosto,
33:57o Lilás e todos os equipamentos, toda a rede de proteção que a Serra tem,
34:01a gente tem muitas informações no Instagram da Prefeitura, o arroba Prefeitura da Serra.
34:06Compareça aos eventos e vamos fortalecer a Lei Maria da Penha para ela continuar salvando muitas vidas.
34:12Obrigada, gente.
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