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  • há 14 horas
Poeta e membro da APL fala sobre o fazer poético em seu novo livro ‘O Rito do Sobrevivente’ com lançamento no dia 26 em Belém

Reportagem: Eduardo Rocha
Imagens: Carmen Helena

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Transcrição
00:00O rito do sobrevivente é um título metafórico, porque na verdade o rito seria a disposição
00:08das palavras que a gente usa, e o sobrevivente são as palavras, seriam as palavras que o
00:18papel peneirou, de modo diferente, as que restaram, as que foram crivadas, as que sobreviveram,
00:30e que eu considero dentro de uma dimensão poética.
00:35Em torno de uns 214, 15 poemas, eles são poemas voltados para, sobretudo para a filosofia,
00:47que eu trago todo o histórico do Gigao Mestre, das tabuletas de escrita com deforme e tudo,
00:57e mostro que a poesia é um fator sempre presente na existência humana.
01:03E agora, com a disposição do rito, eu considero que o sobrevivente seriam as palavras que
01:12se tornam do dia a dia, que são usuais, poéticas.
01:17Dia 26 de junho, na sala multiuso da Unama, na Unama da Alcino Racela, vai ser às 18 horas.
01:31Escrever poemas talvez seja uma forma de interpretar a existência, a existência, a vida.
01:38A gente tem várias formas de lidar com a percepção da existência, né?
01:44E talvez uma das melhores formas é a forma poética no mundo que a gente vive,
01:49tão contorrupado, cheio de guerras e conflitos e dificuldades, né?
01:56Que passa o Brasil, que passa as outras nações do mundo.
02:01Então, eu acredito muito que a poesia seja ainda uma grande solução.
02:11Legenda Adriana Zanotto
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