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Assistir Os Mutantes Capitulo 11 Completo, Os mutantes Primeira Temporada Caminhos Do Coração, Caminhos do Coração Capitulo 11 Completo, Caminhos do Coração Primeira Temporada, Os mutantes Primeira Temporada, os mutantes capitulo 11, os mutantes capitulo 11 completo, os mutantes cap 11, os mutantes cap 11 completo, os mutantes episodio 11, os mutantes episodio 11 completo, os mutantes ep 11, os mutantes ep 11 completo, Caminhos Do Coração capitulo 11, Caminhos Do Coração capitulo 11 completo, Caminhos Do Coração episódio 11, Caminhos Do Coração episódio 11 completo, Caminhos Do Coração cap 11, Caminhos Do Coração cap 11 completo, Caminhos Do Coração ep 11, Caminhos Do Coração ep 11 completo
Categoria
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TVTranscrição
00:06Música
00:47Yeah, hi
00:50Oh yeah, I just met with her
00:53I'll have proof
01:02Yeah, I'm on my way
01:03I'm on my way
01:05Oh
01:08Shit
01:57Yeah, I'm on my way
02:28A CIDADE NO BRASIL
02:58A CIDADE NO BRASIL
02:59A CIDADE NO BRASIL
03:08A CIDADE NO BRASIL
03:17A CIDADE NO BRASIL
03:45A CIDADE NO BRASIL
03:48A CIDADE NO BRASIL
04:19A CIDADE NO BRASIL
04:22A CIDADE NO BRASIL
04:23A CIDADE NO BRASIL
04:40A CIDADE NO BRASIL
04:49A CIDADE NO BRASIL
05:14A CIDADE NO BRASIL
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06:02A CIDADE NO BRASIL
06:03A CIDADE NO BRASIL
06:30A CIDADE NO BRASIL
06:49A CIDADE NO BRASIL
06:50A CIDADE NO BRASIL
07:00A CIDADE NO BRASIL
07:03A CIDADE NO BRASIL
07:13A CIDADE NO BRASIL
07:27A CIDADE NO BRASIL
07:46A CIDADE NO BRASIL
07:49A CIDADE NO BRASIL
07:50A CIDADE NO BRASIL
07:53NÃO DE הת boş
07:54Quem sabe
07:54E de repente eu posso mesmo ouvir seus pensamentos
07:57DUVIDO
07:59Tu não consegue
08:02Já, Ele se eu soubesse o que eu estou pensando
08:05Então pense qualquer coisa
08:06Que não acredita que eu consigo escutar os seus pensamentos
08:10Eu não sei se quero ou se não quero
08:13Esseние é tão lindo
08:14Mas é tão mais novo que eu
08:16Eu preciso de um homem maduro, independente
08:18De preferência rica
08:19Queira casar
08:20Pra ter fam Hémile e filhos comigo
08:23Fala pra mim.
08:25Pode falar.
08:26Falar o quê?
08:27Porque você quer a vida.
08:29Eu quero ser feliz.
08:31E você? O que é que tu quer?
08:33Eu sou feliz.
08:34É?
08:35Pra ser feliz, Glória, basta dar a mão.
08:37Tô linda.
08:41Mas me diz uma coisa.
08:43Tu ainda tá estudando?
08:45Tô.
08:46Eu tô fazendo faculdade de psicologia.
08:49Interessante.
08:49Ah, deve ser por isso que tu acha que pode ler pensamento.
08:55Pai, que susto.
08:57Achei que fosse um cachorro.
08:59Vim agradecer.
09:01Comprei um cachorro canto com o dinheiro que vocês sabiam que não me deram.
09:05Ele é uma gracinha.
09:07Olha os caninos.
09:08Mostra os caninos pra ele.
09:10Nossa.
09:12São de verdade?
09:13São.
09:15Qual que é o seu nome?
09:17Alfredo.
09:18Mas pode me chamar de Vavá.
09:20Vavá.
09:23Prazer, Vavá.
09:24Eu sou o Lucas.
09:26Ah, Farron.
09:28O que?
09:29Satisfações.
09:30Satisfações.
09:32Me diz uma coisa.
09:33Cadê a sua mãe?
09:36A minha mãe morreu.
09:37Meu padrasto me expulsou de casa.
09:47Peraí, eu não tô entendendo.
09:50Eu tô sendo interrogado, é isso mesmo?
09:52É isso mesmo, senhor Gustavo Gama.
09:54O senhor é amigo da Maria Luz, não é?
09:56Amigo eu não sou muito mais que isso.
09:58Eu amo a Maria.
10:00Amo?
10:01Como assim?
10:02Você é casado com ela?
10:03Não.
10:04O senhor é companheiro dela?
10:06Não.
10:06Então você é namorado dela?
10:08Também não.
10:09Então você é o quê?
10:10Amante dela?
10:11Não.
10:12Mas o senhor mesmo disse que ama a Maria, não disse?
10:16E amo.
10:17Muito.
10:18Nós crescemos juntos no circo, né?
10:20Sim.
10:21Maria foi o primeiro grande amor da minha vida.
10:23Depois nós crescemos, viramos amigos, irmãos.
10:27Mas eu daria a minha vida pela Maria, tá?
10:29Ah, entendi.
10:32Então, se você conhece muito bem a acusada pelo homicídio do doutor Sócrates Maier,
10:37seu depoimento vai ser muito importante pra gente.
10:40Eu vim aqui pra fazer uma visita, certo?
10:42Se eu soubesse que eu ia ser interrogado, aí eu tinha que ter trazido meu advogado, concorda?
10:46Sim.
10:47Concordo.
10:47Pode ficar tranquilo, senhor Gustavo.
10:49O senhor tem total direito de dar o seu depoimento na presença do seu advogado.
10:52Se você tiver um advogado, a gente pega o seu depoimento.
10:56Até porque tem muita coisa nessa historinha que eu ainda não entendi.
10:59Sinceramente, Dino.
11:01Nem eu.
11:03Tem muita coisa que não faz sentido.
11:05Tem muita coisa que não se encaixa.
11:07É como, por exemplo, por que ela matou o doutor Sócrates Maier?
11:11Eu tô vendo que eu vou ser interrogado, né?
11:13Então, acho que é melhor eu pegar o telefone e ligar pro meu advogado, né?
11:16Pra ele vir aqui.
11:17Será que enquanto ele não chega, eu posso ver a Maria?
11:19Onde é que ela tá?
11:20Ela tá na sala ao lado.
11:21Ela também está sendo interrogada.
11:28Senta.
11:33Senta, porra.
11:57Eu quero saber o que é isso aqui.
12:02Eu não sei.
12:04Tá lá na tua roupa.
12:06Que roupa?
12:08A roupa de estátua que você tava usando na noite da festa.
12:11A mesma noite em que o doutor Sócrates Maier foi assassinado.
12:17Isso daí tava na minha roupa?
12:19Tava.
12:19Sabe quem escreveu isso aqui?
12:22Não.
12:23O doutor Sócrates Maier.
12:27Ele escreveu isso aí e colocou na minha roupa.
12:29É isso que eu quero saber, Maria.
12:31A letra dele, com certeza.
12:33Mas eu quero saber o que é que tá escrito aí.
12:35Se é que tem alguma coisa escrita, isso aí é um monte de letra.
12:41É um monte de letra.
12:46Provavelmente deve ser uma mensagem em código.
12:48É uma mensagem cifrada, com certeza.
12:50E o código é bem difícil.
12:53A hora que eu gosto de decifrar códigos.
12:54Fazia muito isso na academia de polícia.
12:57Mas esse aí eu não consegui decifrar.
13:00Eu imprimi uma cópia.
13:03Pra você ver...
13:05E responder o que é que tá escrito aí.
13:10Eu disse que ele tenha escrito o nome do assassino aqui.
13:13Ela se faz de inocente, né?
13:16Impressionante a tua hipocrisia.
13:18O senhor não acredita em mim, né?
13:22O senhor não consegue olhar.
13:24Olhar, olha nos meus olhos, hein?
13:26E vê, vê que eu tô falando a verdade.
13:27Eu já olhei nos olhos de muitos assassinos que me disseram insistentemente
13:30não fui eu, não fui eu.
13:31Eu não acredito no olhar de ninguém, Maria.
13:34Eu acredito em provas.
13:36E todas elas estão contra você.
13:38Quem sabe, quem sabe nesse papel aqui não tá chave,
13:41não tá solução pra esse mistério.
13:55Filho, será que é tão importante assim pra você saber o que aconteceu no passado?
13:59É, pai.
14:01Porque eu vejo que existe um mistério.
14:04Você não fala nada pra mim, pai.
14:05O que você acha que eu penso?
14:07Isso é a pior coisa do mundo, pai.
14:09Tipo o quê?
14:10Que você matou alguém.
14:12Que você matou a minha mãe.
14:14Filha, você não me conhece.
14:16Não, pai.
14:17Não.
14:18Pra conhecer o que é de verdade,
14:20a gente precisa conhecer a família da pessoa.
14:22A história.
14:23Eu não conheço a sua história, pai.
14:25Eu não conheço a sua família.
14:25Eu não conheço nenhum parente nosso, pai.
14:27Você foi minha família a vida inteira.
14:29Eu já falei que eu não tenho mais família.
14:32Seus avós morreram.
14:33Eu não tenho irmãos, não tenho primos.
14:35Tudo bem, pai.
14:36É o que você sempre fala.
14:37Isso não é esquisito.
14:38Você não tem um primo, um tio, uma prima.
14:41Não, até os meus tios avós morreram.
14:43Filha, eu criei você sozinho aqui no circo.
14:46E a única coisa que eu lembro, pai.
14:50O circo.
14:52Da minha mãe, eu só sei que ela morreu.
14:57Eu não tenho uma foto.
14:58Uma imagem dela, pai.
15:01Da minha, não sou eu o nome do Messias de Teu Nascimento.
15:04O que você quer saber?
15:06Eu quero saber, pai.
15:07O que você esconde?
15:08Por que essa agonia de usar essa máscara o tempo todo?
15:11Você já foi condenado pela justiça, pai?
15:14Já.
15:15Já fui preso e condenado.
15:18Eu sabia.
15:19Você quer saber a verdade?
15:23Eu vou te contar tudo.
15:36Você arrependeu de ter ficado comigo?
15:39Não.
15:40Não é isso.
15:41Você arrependeu sim.
15:43Por causa da Maria.
15:46Esmeralda, eu só disse que foi uma coincidência enorme.
15:49Se a Maria não tivesse brigado comigo naquele dia, eu não ia deixar que ela ficasse sozinha naquela festa.
15:54Entendeu?
15:54E nada disso teria acontecido.
15:56Você ainda ama a Maria?
15:59Estou preocupado com ela.
16:01Então é porque você ama?
16:03Esmeralda, eu namorei um tempo com a Maria.
16:06A Maria é uma pessoa super do bem.
16:08Você sabe.
16:09Eu não merecia estar passando por essa injustiça.
16:13E o que você sente por mim?
16:16Esmeralda, o que eu sinto por você é um desejo muito forte.
16:23A vontade de pegar você.
16:26E já, de fazer tudo por você.
16:46Ah, desculpa.
16:46Estou atrapalhando, né?
16:48Não, capaz.
16:50Fala, mana.
16:50Não, tu não acredita o que aconteceu agora.
16:52A Grazi quase caiu do arame.
16:54Como é que é?
16:54Não, é sério.
16:55Ela estava ensaiando.
16:56Sem o colchão de proteção.
16:58E desequilibrou lá do alto.
16:59Ficou pendurada pelas mãos, acredita?
17:01História.
17:01Não, é sério.
17:12Eu ainda tenho aquele bilhete.
17:17Está aqui, olha.
17:21Não procurem saber a verdade sobre esta criança, porque ela e vocês podem morrer.
17:29Exatamente como você falou.
17:30Eu lembro de cada palavra, Pepe.
17:33Eu nunca esqueci.
17:35É.
17:37Nós não fomos na polícia porque decidimos não ir, porque ficamos com muito medo.
17:43Eles iam tomar o bebê da gente.
17:45E a gente queria tanto.
17:47Lembra?
17:48Sim.
17:48A gente tinha acabado de perder o nosso bebê.
17:52E quando a Maria surgiu, era como se o sol entrasse pela casa.
17:56Ah.
17:57Um presente de Deus.
18:00Eu queria tanto ser mãe.
18:03Não foi de um jeito, foi de outro.
18:05É.
18:06Hoje eu fico pensando.
18:08Escolheram a gente.
18:10Como?
18:10A pessoa que deixou a Maria aqui no circo, devia saber que você tinha perdido uma criança.
18:17Depois a gente não falou nada com ninguém, ficou quieto.
18:20Por quê?
18:21Porque ficou com medo.
18:22E também porque queria muito aquela criança.
18:25Claro.
18:27Mas eu fico pensando.
18:28Será que não está na hora da gente contar algo isso tudo para a polícia?
18:31Você está maluco?
18:33E esse bilhete?
18:34E a ameaça?
18:35Eu ainda morro de medo, Pepe.
18:37Isso pode complicar mais a vida da Maria ainda.
18:41Você acha?
18:41Acho.
18:42Acho sim.
18:44Eu acho que essa gente que armou esse trampo contra a Maria, que botou ela na cadeia por um crime
18:49que ela não cometeu,
18:51pode ser o mesmo povo que escreveu esse bilhete.
18:55Será?
18:56Pensa bem, Renan.
18:58Se isso que está acontecendo com a Maria, tiver mesmo a ver com o mistério do passado dela,
19:03pode ser que a gente tenha uma chance aí de descobrir a verdade e liberta a Maria.
19:08Você acha?
19:11Com certeza, Pepe.
19:13Pode ser uma chance.
19:16Mas cuidado.
19:17Esse povo é muito perigoso.
19:20Ó, nós temos que encarar.
19:22Nós temos que contar tudo para a Maria.
19:25Dizer para ela a verdade.
19:26Qual é a verdade?
19:27A verdade é que nós não somos os pais biológicos dela.
19:31Depois de tanto tempo, Pepe,
19:35nunca pensei em contar isso para a Maria.
19:43Por que será que ele escreveu uma mensagem em código?
19:55Será que é para enganar o assassino?
19:58Impossível.
19:59Você é muito bonita, Maria.
20:12Tão bonita que pode fazer um homem perder a cabeça, sabia?
20:23Por que o senhor está me falando isso?
20:24Porque o doutor Sócrates Maier deve ter perdido a cabeça por você.
20:29Isso é uma loucura.
20:30Isso não aconteceu.
20:31Olha, isso não é verdade.
20:32Se não tivesse acontecido,
20:34eu acho que ele não teria morrido.
20:39Com licença, doutor.
20:40Valeu, Ernesto.
20:41É que está lá fora o seu Gustavo Gama.
20:43Ele veio visitar a Maria 2.
20:47É o Gude.
20:48Gude?
20:50É lá do circo.
20:52Posso deixar entrar, doutor?
20:55Interrogaram o cara?
20:55Pegaram o depoimento dele?
20:56Só quer falar na presença de advogado.
20:59Está esperando ele chegar para poder responder o inquérito.
21:04Bandei entrar.
21:05Ok.
21:06Por favor, quer entrar?
21:08Por favor.
21:13Eu vou pedir.
21:15Vamos lá ver aqui.
21:21Fica calmo.
21:23Fica calmo.
21:28Como é que você está?
21:40Eles me colocaram numa cela com umas assassinas violentas.
21:46Que absurdo.
21:51Eu fui atacada.
21:52Tive que me defender.
21:54Acabei passando a noite num cubículo que eles chamam aqui de seguro.
22:00Isso está errado.
22:01Ô, doutor.
22:02A Maria é uma pessoa do bem, da paz.
22:05Ela não pode ficar na mesma cela que presas perigosas, né?
22:08Não pode?
22:09Você agora manda aqui na minha delegacia, rapaz?
22:11Meu senhor, foi presa em flagrante por homicídio.
22:15Então vai ter que ficar com as outras que também foram presas em flagrante por homicídio.
22:18Exatamente.
22:23Sabe você o que é o amor?
22:26Não sabe.
22:28Eu sei.
22:30Sabe o que é o provador?
22:33Não sabe.
22:34Eu sei.
22:37Sabe andar de madrugada
22:39Tendo a amada pela mão
22:42Sabe gostar, não sabe nada
22:47Sabe não
22:50Você
22:52Não sabe não
22:54Não sabe não
23:04Não, peraí.
23:06Explica isso de novo.
23:07Como é que é esse mito da caverna de Platão?
23:09Preste atenção.
23:10Imagina uma caverna onde existem seres humanos que moram lá,
23:14Que nasceram e cresceram lá, mas são presos, acorrentados.
23:18Que horror!
23:19Eles ficam no escuro?
23:20Mais ou menos, porque é uma pequena fresta de luz que entra pelas costas dos seres humanos.
23:26Mas eles continuam ali, sempre presos, acorrentados e forçados a ficar olhando pro fundo da parede da caverna.
23:33Mas se os seres humanos estão no fundo da caverna acorrentados, de costas pra luz, eles só veem as sombras.
23:37É isso! Exatamente!
23:39Exatamente! Os prisioneiros não conhecem a realidade, eles só conhecem as sombras, entendeu?
23:44E acham que elas são a realidade.
23:45Porque nunca viram a verdadeira luz.
23:47Já entendi tudo.
23:48Ah, entendeu tudo, né?
23:49Então me responde uma coisa, Danilinho.
23:51E se um dos prisioneiros consegue se soltar das correntes, o que acontece?
23:54Ele se vira e vê a luz.
23:57Exatamente!
23:57Daí vai até a entrada da caverna, sai e...
24:01E deixa o mundo das sombras!
24:03E vê o mundo como ele realmente é.
24:06Exatamente!
24:07Só que no começo ele tem um pouco de dificuldade, né?
24:09Porque a luz do sol é muito forte e ofusca seus olhos.
24:12Mas depois, ele percebe a verdadeira natureza das coisas.
24:16E este homem é o filósofo.
24:19Ele é aquele que se liberta das sombras e das aparências pra descobrir a luz da verdade, é isso?
24:24Peraí!
24:25Ele volta pra contar a verdade pros outros homens?
24:27Ele tenta libertar os homens?
24:29Bom, ele tenta, né?
24:31Só que para os que só conhecem as sombras, não conhecem a realidade, fica difícil acreditar, né?
24:35É praticamente impossível.
24:36Olha que loucura!
24:39Deve ser muito triste viver no mundo das sombras.
24:41Ah, gente, cientistas também são assim.
24:43Eles buscam as verdades ocultas, as verdades invisíveis, as leis que governam o mundo.
24:48E é interessante perceber que essas leis existem.
24:51Nossa, gente!
24:52Agora que eu tô vendo, eu tenho que ir.
24:53Já estou atrasado pra uma reunião importantíssima na presidência da Progênese.
24:58Se eu não for, papai me mata.
24:59Eu vou me armar e já volto, tá?
25:11E o Rodrigo?
25:13Ele veio morar aqui na mansão também?
25:15Veio!
25:15Veio todo mundo da família Maia, praticamente.
25:19O Rodrigo foi malhar, mas eu acho que ele vai pra reunião direto da academia, não é?
25:23Olá, boa tarde!
25:24Oi, amiga, que bom que você chegou!
25:29Danilinho vai numa reunião, mas acho que vou ficar aqui mais um pouquinho com vocês.
25:33Pegando sol, tá tão bom aqui!
25:37Oi, Paola, que bom que você veio!
25:47Batista, você nunca me falou que teve um filho?
25:50É, tô sabendo, né, meu?
25:52Mas eu tenho um filho, sim.
25:54Tá, e onde é que tá esse menino?
25:56Por onde ele anda?
25:57Ué, mora com a mãe.
25:58Sim, mora com a mãe.
26:00E quem é a mãe?
26:01Por que você não se casou com essa mulher?
26:03É porque ela me trocou por outro, não é, meu?
26:06Ô, Batista, desculpa, eu não tinha como saber.
26:09Ainda de brinde me registrou o moleque no nome do Panaca.
26:12Dá pra acreditar numa coisa dessa?
26:14Não.
26:15Nossa, você deve ter sofrido muito.
26:19É, pode crer.
26:20O garoto hoje tá com 16 anos, mas nem sonha, nem imagina que eu sou o pai dele.
26:36Mas por que o senhor não quer que eu converse com a menina?
26:38Mas eu já lhe disse, ela tá doente.
26:40Sim, mas se ela tava correndo aqui fora ainda há pouco, será que ela não pode receber uma visita rápida?
26:44Olha, ela tava correndo porque ela é desobediente, mas eu já pedi que ela fosse lá pra dentro, ok?
26:49Olha, eu vim lá do outro lado da cidade pra fazer essa visita.
26:52Eu sei, professora, mas você vai me desculpar, mas hoje não.
26:55O senhor não vai fazer essa desfeita comigo.
26:58Você pode voltar outro dia, não tem nenhum problema.
27:00A Angela não vai, aula amanhã.
27:02Não, não vai.
27:04Ela já viu um médico?
27:06Ela tem que ver um médico.
27:08Olha aqui, a minha filha ficou doente, ela tá com febre.
27:11E se por acaso ela precisar de um médico, você pode ter certeza que eu levo.
27:15Ok?
27:25Um dia em segredo, com você sempre estou a fim.
27:34No seu amor, eu me perdi, sinto o meu coração querer, sinto fluir.
27:47Quando se encontra uma paixão, melhor assumir.
27:56Fácil entrar na solidão, difícil sair.
28:01Eu me perdi, sinto fluir.
28:31reunião. Não vai aparecer ninguém aqui agora. Você sumiu depois daquela noite da festa.
28:38Tô muito ocupado. A gente acabou de se mudar pra mansão. Sei. E por que você não me
28:46chamou pra ir lá? Muita gente. Muita confusão. O clima tá muito ruim desde que meu tio morreu.
28:56Sabe que ele foi assassinado. Que horror. Envenenado. Seu tio não merecia isso. Verdade.
29:03Agora eu tô morrendo. Tô com saudade de você, sabia?
29:17Meu pai, com licença. Cheguei.
29:23Tô atrasado? A reunião já começou?
29:26Não. Não, tá começando agora. E tá na hora da gente ir.
29:45Boa tarde, boa tarde. Boa tarde, Envenenado. Boa tarde.
29:49Agora que chegou todo mundo, vamos começar?
29:51Calma, calma. Calma. Nós estamos esperando alguém. Por favor.
29:53Ah, não morre mais. Acho que todos vocês conhecem o doutor César Rubicão.
30:00Boas tardes.
30:02Boa tarde.
30:03Boa tarde.
30:04Bom dia.
30:06Bom dia.
30:06Bom dia.
30:07Eu adoro falar muitas línguas. Ajuda a desanuviar no ambiente.
30:12Doutor César, por favor, pegue uma cadeira e sente-se aqui do meu lado.
30:17Ah, sim. Claro.
30:20Um momento, a gente já inicia a nossa assembleia.
30:24Com licença.
30:25Excuse me.
30:26Excuse moi.
30:30César, ele era o advogado do doutor Sócrates e ele está aqui conosco.
30:36Ele veio tirar algumas dúvidas jurídicas que, por acaso, nós tenhamos com relação às questões da sucessão da progênese.
30:44Bom, agora que chegou todo mundo, a gente pode começar a assembleia.
30:47Está com pressa aí?
30:49Estou, claro. A gente tem muita coisa para resolver.
30:52Podemos começar sobre a questão da presidência da empresa.
30:56Os estatutos, meus amigos, são muito claros. Leia para mim, por favor, doutor César.
31:00Claro.
31:00Na ausência...
31:01Na ausência do presidente, ou a vice-presidente, assumirá todas as suas funções.
31:08A vice-presidente era eu. Na falta de Sócrates, a presidente sou eu.
31:13Sim, mas nos estatutos também há uma outra cláusula em que fala sobre novas eleições para a presidência.
31:22E esta assembleia pode convocar novas eleições?
31:26Com certeza.
31:28Não está correto, doutor César?
31:30Corretíssimo.
31:31Você está certo.
31:32Perfeito, mamis.
31:33Sim, mas, meus queridos, vejam bem.
31:36O Sócrates, ele tinha a maioria das ações.
31:39Sim, mas com a morte dele, os irmãos são os herdeiros.
31:43Eles, então, herdam metade da fortuna.
31:46Calma, irmã. Calma.
31:49Você não pode esquecer que o Sócrates também tinha uma filha e uma mulher.
31:53Desaparecidas.
31:55Isso é um complicador.
32:00Como um mutante, no fundo, sempre sozinho, seguindo o meu caminho.
32:11Ai, de mim que sou romântica.
32:16Quis-me, baby, quis-me.
32:19Pena que você não me quis.
32:23Não me suicidei por um gris.
32:26Lindo!
32:27Adoro ver você prendendo a Kung Fu.
32:29Kung Fu, na antiga China, era passado de pai pra filho.
32:34Ah, é?
32:35Tim e Fá, as lendas, a movimentação, tudo era passado de pessoa pra pessoa.
32:43As lendas, as histórias são maravilhosas.
32:47Sempre tem um ensinamento.
32:48Maravilhoso.
32:50Fala mais.
32:52Eu quero ouvir.
32:53Fala mais.
32:54Fala.
32:57Paola, vou te contar, hein?
33:00O Tony é um gato?
33:02Ainda você não é campeã de Kung Fu?
33:04É, mas pode tirar o olho porque ele vai ser meu, hein?
33:06Perdeu o tempo, a minha.
33:08Ah, eu sei.
33:08É por isso que eu tô nervosa.
33:10Ele ganha todos os campeonatos que participa.
33:12E ainda tem aquela filosofia oriental de que é bom em tudo que faz.
33:16Bom pai, bom marido, bom cozinheiro.
33:20E é lindo e rico.
33:22Mas como é que você vai fazer pra acabar com o namoro dele da Janete?
33:25Então, eu tô estudando ainda o assunto.
33:28Primeiro eu vou conhecer a Janete.
33:30Pra descobrir os bons fracos dela.
33:32E depois, eu ataco.
33:37Ai, caramba.
33:46Doutora Júlia, eu gostaria que a senhora não complicasse as coisas.
33:51Não.
33:52Vocês nem sabem ainda quem vai ser o inventariante da partilha dos bens do Sócrates.
33:58Nem o que vai acontecer com a herança.
34:02Bem, talvez eu possa esclarecer um pouco a situação.
34:05O doutor Sócrates será casado em comunhão universal de bens com a senhora Mariana Maia.
34:11Mãe de Maria Maia.
34:13Eu não tô acreditando.
34:14A mulher e a filha do Sócrates desapareceram há quase 30 anos.
34:20Como é que duas pessoas que sumiram podem ter direito a uma herança, doutor César?
34:25Eu acho que eu posso explicar.
34:26Além de irmão e herdeiro do Sócrates, eu sou também contador das empresas e eu verifiquei esse detalhe.
34:32O Sócrates, pra gerir os bens comuns, ele teve que conseguir uma declaração de ausência momentânea da mulher e da
34:41filha desaparecidas.
34:42É verdade.
34:44C'est vrai.
34:45É de verdade.
34:47É verdade.
34:48Muito bem.
34:49Então, com essa ausência da mulher e da filha do Sócrates, o mais provável é que seja aberta uma sucessão
34:57provisória.
34:58Até que saia uma declaração de ausência definitiva da mulher e da filha.
35:05Que, afinal de contas, já sumiram há tanto tempo, né?
35:07Mas, apesar deste longo tempo, longo, longo time, o doutor Sócrates nunca aceitou a ideia de uma ausência definitiva.
35:14Mas, peraí, deixa eu entender. A ausência definitiva não foi decretada?
35:18Não, não foi decretada, irmã.
35:20Será que você está na mesma reunião que a gente?
35:22Meu Deus do céu, eu tô procurando entender.
35:24Eu quero saber com quem vai ficar o raio dessa herança e quem vai ficar na presidência dessa empresa.
35:30É isso que eu quero saber.
35:31Não precisa gritar.
35:33Eu não estou gritando. Você que tá gritando comigo.
35:35Desculpa, gente. Desculpa.
35:37É que fica difícil entender uma reunião com a Irma presente.
35:41Ai, meu Deus. Então, por que você não se retira?
35:43Os incomodados que se retirem.
35:45Deixa a gente acabar essa assembleia sem a sua nefasta presença.
35:49Irma, por favor, calma.
35:52Sim?
35:53Ari. Ari, não, Platão.
35:55Eu já te pedi mil vezes.
35:56Eu gosto de ser chamado pelo meu nome por inteiro.
36:00O meu nome é Aristóteles, não é Ari.
36:03Por que vocês continuam com essa história?
36:05Por favor, desculpa interromper. Por favor.
36:08Mas será que os ânimos não podem se acalmar?
36:11Afinal de contas, nós estamos numa assembleia deliberativa.
36:14De uma das maiores empresas privadas no ramo da saúde.
36:19Com dezenas de hospitais, clínicas e laboratórios espalhados por todo o país.
36:23Pois é, e temos muitos assuntos importantes para resolver aqui hoje.
36:27Eu não sei se vocês sabem, mas o doutor Walker, ele morreu na Flórida.
36:33Morreu?
36:34O doutor Walker morreu?
36:36Sim.
36:37E envenenado.
36:39Assim como o Sócrates.
36:50Mostra os dentinhos, vovó.
36:54Não é fofo esse menino?
36:57Não é fofo mesmo com esses dentinhos?
36:59Dá vontade de levar ele pra casa e cuidar dele.
37:02Se tem uma coisa que eu não gosto é ver criança abandonada no meio da rua.
37:06Então, mulher, vai pra sua casa.
37:08Eu não moro sozinho, vovó.
37:10Mas eu posso conversar com a minha família sobre isso, tá?
37:13E um guri novo mora com a família.
37:16A cara que não é pra eu me envolver.
37:18Tenho que deixar de ser burra.
37:20Não é porque esse guri é lindo que eu vou me apaixonar.
37:22É na idade de achar o cara certo pra casar.
37:25Ai, ela me atrai.
37:27Ao mesmo tempo que ela me quer, me seduz.
37:29Pensa que eu sou jovem demais pra ela.
37:31Eu não vou contar pra ela que minha família tem muito dinheiro.
37:33Minha doutor, vai.
37:36Quem sabe?
37:37Eu vou conversar com a minha mãe.
37:39A tua mãe é legal.
37:41Ela vai querer ficar comigo?
37:44Ah, minha mãe?
37:46É...
37:46Ela vai gostar de mim?
37:48Olha, vabá.
37:50Vou te falar a verdade.
37:52É...
37:53Te adotando nesse momento vai ser um pouquinho difícil pra mim.
37:56E pra minha mãe também.
37:57Eu sabia.
37:58Ninguém quer me levar pra casa.
38:00Mas eu posso arranjar um abrigo pra você.
38:03Através do conselho tutelar.
38:04Ou de repente a gente pode ir num juizado de menores pra saber o que fazer com você.
38:10Quer fazer isso comigo, Glória?
38:13Ah, eu adoraria.
38:14Mas eu tenho uma entrevista de emprego que eu arrumei.
38:18Ele tá na minha hora.
38:19Eu preciso ir.
38:21Mas já?
38:22Já.
38:23Então eu te ligo mais tarde.
38:25Posso?
38:27Eu não resisto.
38:29Esse guri é lindinho.
38:32Pode.
38:36Mas eu tenho uma entrevista de emprego que eu arrumei.
39:32Eu vou te dar uma entrevista de emprego que eu arrumei.
39:32Eu vou te dar uma entrevista de emprego que eu arrumei.
40:03Eu vou te dar uma entrevista de emprego que eu arrumei.
40:06Eu vou te dar uma entrevista de emprego que eu arrumei.
40:06Eu vou te dar uma entrevista de emprego que eu arrumei.
40:07Eu vou te dar uma entrevista de emprego que eu arrumei.
40:09Alô?
40:10Simone?
40:11Sim?
40:13É o Mauro.
40:15Mauro!
40:16Que bom!
40:18Até que enfim, hein?
40:19Que você me ligou.
40:20Eu precisava falar com alguém.
40:23Ah, pois então.
40:24Então fale comigo.
40:27Quantos momentos bonitos que o dia a dia nos traz.
40:39Eu vou investigar essa clínica.
40:43Pessoalmente.
40:44Tudo bem, Beto.
40:45Mas espera o seu irmão chegar.
40:47É claro que eu vou esperar ele chegar, mãe.
40:50Eu não vou deixar a senhora sozinha nem para emalhar.
40:52Filho, você acha mesmo que todos nós podemos estar em perigo?
40:57Mãe, se essa linha de investigação estiver correta,
41:00a senhora sabe o que isso significa?
41:03Que a minha neta é uma mutante,
41:05fruto de uma experiência biológica feita na clínica onde ela nasceu.
41:08A Tati é uma mutante.
41:10Filha de um policial federal que está investigando o caso.
41:13A Tati é uma prova viva de que alguém realmente fez essas mutações genéticas
41:17com os seres humanos na clínica no Guarujá.
41:19Mas então é a Tati que corre perigo e não nós.
41:22A Tati e o Marcelo também.
41:25Porque ele é um policial federal.
41:27Pai de uma mutante que já teve a esposa assassinada por essa patria.
41:36A Tati e o Marcelo também.
42:11A Tati e o Marcelo também.
42:32A Tati e o Marcelo também.
42:52A Tati e o Marcelo também.
43:00A Tati e o Marcelo também.
43:16A Tati e o Marcelo também.
43:31A Tati e o Marcelo também.
43:46A Tati e o Marcelo também.
43:52A Tati e o Marcelo também.
43:59A Tati e o Marcelo também.
44:18A Tati e o Marcelo também.
44:19A Tati e o Marcelo também.
44:20A Tati e o Marcelo também.
44:24A Tati e o Marcelo também.
44:31A Tati e o Marcelo também.
44:32A Tati e o Marcelo também.
44:35A Tati e o Marcelo também.
44:35A Tati e o Marcelo também.
44:37A Tati e o Marcelo também.
44:39A Tati e o Marcelo também.
44:41A Tati e o Marcelo também.
44:46Amém
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