- há 14 horas
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NotíciasTranscrição
00:03Bem, você de volta. Obrigada para você que está nos acompanhando até agora.
00:08Siga a gente lá no arroba blog Trente Social e também no arroba Taicintra TV.
00:13E agora eu tenho um recadinho especial para você. Olha só.
00:16A Faculdade Senac é a sua melhor decisão.
00:19Ensino inovador voltado para o mercado nas áreas de gestão, tecnologia, gastronomia, moda e saúde.
00:26Cursos com nota máxima do MEC, professores, mestres e doutores.
00:31Tudo para levar você aonde você quer chegar.
00:34Faculdade Senac, sua realização, nosso propósito.
00:38Inscrições abertas para as unidades do Recife, Caruaru e Petrolina.
00:43Acesse pe.senac.br barra vestibular e saiba mais.
00:50E agora a gente vai para o giro de notícias com a nossa querida Luana Fernandes.
00:57Bom dia Thais e bom dia para todos que estão acompanhando o Bem Você.
01:02A Faculdade Uninasal Olindo está promovendo durante o mês de maio um mutirão de serviços de saúde voltado para as
01:10mulheres.
01:10A iniciativa envolve as clínicas escola de odontologia, psicologia e estética com serviços como avaliação e limpeza odontológica,
01:20acolhimento psicológico, limpeza de pele, drenagem e liberação miofacial.
01:26Os atendimentos odontológicos e psicológicos são gratuitos e acontecem em datas específicas de maio.
01:34Para agendar, as interessadas podem entrar em contato pelo telefone 819-8901-5104.
01:44A ação acontece nas clínicas e escolas localizadas no Shopping Pátio Olinda.
01:50O governo de Pernambuco anunciou a abertura de uma nova seleção pública simplificada para a contratação temporária de profissionais que
01:59irão atuar na Secretaria de Defesa Social.
02:03Ao todo, serão ofertadas 16 vagas, distribuídas em nove cargos técnicos e especializados.
02:10A autorização da seleção foi publicada no Diário Oficial do Estado.
02:16Segundo o governo, os critérios de avaliação ainda serão definidos em portaria conjunta das Secretarias de Administração e Defesa Social.
02:27A expectativa é que o edital completo com informações sobre inscrições, salários e etapas do processo seletivo seja divulgado em
02:36breve.
02:37Por hoje é isso. Tchau, gente.
02:39Obrigada pelo carinho da sua audiência. Amanhã a gente se encontra às 8h35 da manhã aqui na TV Tribuna, hein?
02:45Cheiro!
02:55Muito bom dia, bem você está no ar. Obrigada pela sua companhia.
02:59Uma descoberta que pode chegar tarde, mas que muda tudo.
03:03A atriz Letícia Sabatella revelou, aos 52 anos, ter recebido o diagnóstico de autismo leve e descreveu esse momento como
03:12libertador e esclarecedor.
03:15Ela falou sobre a hipersensibilidade e que sempre sentiu, né, e os rótulos errados, né, que ela carregou por tanto
03:23tempo sem entender o porquê.
03:25E a história dela não é a única, né?
03:27Muitos adultos chegam à fase madura da vida sem saber que são autistas.
03:32E quando o diagnóstico finalmente aparece, é como se as peças de um quebra-cabeça se encaixassem de uma vez
03:38só.
03:38Para nos ajudar a entender melhor esse processo e o que muda na vida de quem recebe esse diagnóstico na
03:44vida adulta,
03:45a gente recebe a psicóloga cognitiva e comportamental Marli Cordeiro e também a pastora Flávia Santos.
03:52Bom dia, tudo bem? Sejam bem-vindas.
03:54Bom dia, muito obrigada.
03:56Olha, deixa eu começar aqui com você, Marli.
03:59Eu queria que você falasse um pouco sobre o autismo na vida adulta, né?
04:03Como é que a pessoa pode desconfiar, né?
04:06Que ela, quais são, o que é que ela sente, como é que ela se relaciona com o mundo, né?
04:12Que pode, de repente, acender uma luzinha dizendo, não, peraí, será que eu faço parte, né, do espectro autista, né?
04:19Será que eu devo consultar um profissional para tentar identificar?
04:24Primeiro que quando a gente fala de autismo na vida adulta, a gente está falando, né, como você falou da
04:29Letícia Sabatella, ela tem 52 anos.
04:31Então, há 50, há 40 anos atrás, a gente não via se falar do TEA como se fala hoje.
04:38Então, assim, não tem como a gente falar nisso sem perpetuar a infância.
04:42Hoje, os profissionais, eles estão muito voltados para a infância.
04:45Então, quando a criança ainda está aprendendo a desenvolver essa capacidade cognitiva, ter esse controle,
04:50então, isso fica muito visível dentro do TEA.
04:53E aí, como essa visão, enquanto adultos, não se tinha isso, não se tinha esse olhar.
04:59E na vida adulta, a maioria dos adultos que são diagnosticados tardiamente, é o nível 1 de suporte,
05:05que é aquele que não tem, não precisa de tanto suporte assim.
05:09Ele tem mais uma autonomia e, geralmente, ele tem a sua capacidade cognitiva,
05:13que é como a gente processa e entende as informações, preservada.
05:16E aí, o que fica mais? É a dificuldade na interação social e na parte comportamental.
05:22Que a gente acaba entendendo sobre isso no decorrer da nossa infância,
05:26sobre as regras sociais, como a gente deve se comportar, como a gente deve agir.
05:32Então, a gente está sempre ouvindo, né?
05:34Se comporta de determinada forma, olha, fala com fulano, abraça.
05:39Então, você já se sente incomodado com aquilo,
05:42mas só chega, você só chega a fazer sentido, realmente, na fase adulta,
05:46quando isso afeta várias áreas da sua vida.
05:49Ah, então, uma pessoa adulta que tem o autismo suporte 1, né?
05:55Ele, a pessoa tem dificuldade de interação social, por exemplo.
05:59Não gosta muito de sair.
06:00Se sai, fica muito reservada.
06:03Isso.
06:03Fica mais quietinha.
06:05É uma pessoa que tem hipersensibilidade também.
06:07Isso.
06:08Tem essa dificuldade da interação social e da comunicação.
06:11Então, ele está sempre fazendo um esforço muito grande para estar nesses ambientes.
06:15E a comunicação também.
06:17Além disso, também tem a questão da expressão, né?
06:20De entender como é que funcionam as emoções.
06:22Então, uma pessoa dessa, a longo prazo, ela é bem afetada.
06:26Agora, ó, não vai se autodiagnosticando aí, não, tá?
06:28Porque tem que ter um profissional para fazer isso.
06:30Porque eu mesmo não gosto muito de sair.
06:32Quando sai, não interajo muito, mas porque é cansaço, tá?
06:35É uma vida cansada que eu tenho.
06:37Então, você não pode pegar o que ela está dizendo, aplicar para si e dizer que você
06:41tem, né?
06:42Que você é autista, né?
06:43Precisa de um acompanhamento profissional, né?
06:47Para identificar, né?
06:48Se de fato você pertence ao espectro autista aí.
06:52E a partir daí, fazer terapia, né?
06:54Tudo que for necessário.
06:56Isso.
06:56Na realidade, quando é um adulto com essa condição e ele ainda não sabe, isso gera um sofrimento
07:00emocional muito grande.
07:01E aí, uma das comorbidades que mais se tem é a ansiedade e a depressão.
07:07E não tem como a gente falar, deixar de falar nisso também, que há uma dificuldade
07:11também dos profissionais nessa área.
07:13Então, principalmente as mulheres, que como a gente estava falando, tem a questão do
07:17mascaramento social.
07:18A gente aprende como se comportar e como deve agir.
07:22Esse mascaramento acaba deixando as características muito sutis.
07:27E os profissionais também têm essas dificuldades.
07:30Então, existem testes e avaliações de rastreio, porém, a que mais dá o diagnóstico ainda
07:38é a escuta clínica.
07:39É a gente entender que vem desde a infância e vai acompanhar até a vida adulta.
07:44Agora, pastora Flávia, muitos espaços públicos ou espaços privados, ele ainda tem uma certa
07:52dificuldade e resistência no acolhimento e no recebimento da maneira correta de uma pessoa
07:58com autismo.
07:59É porque ainda falta muita informação, Thais.
08:01A gente estava falando, a Marli estava falando aqui e eu observando algumas coisas, porque
08:06o nível 1 de suporte, ele, na minha opinião, eu sempre falo isso com a minha neuro que me
08:11acompanha, eu falo assim, eu acho o nível 1 de suporte o mais difícil que tem.
08:15Por quê?
08:16Porque ele não tem tantas comorbidades como tem o nível 2.
08:19Ele não tem tantas estereotipias como tem o nível 2 e 3.
08:22Então, ele acaba passando mais desapercebido.
08:26Então, as pessoas vão absorvendo.
08:28Ah, é meu jeito.
08:29Não, ah, porque eu sou assim.
08:31Não, mas é porque quando as coisas começam a te incomodar de um nível hard, você vai
08:37tendo elementos que aí você pode confundir com o TDAH.
08:40Porque tem o TDAH, por exemplo, no meu caso eu tenho o TDAH.
08:43Então, eu tenho algumas sensibilidades que se você olhar direto, não, está dentro
08:47do espectro, mas não fecha o DSM-5.
08:50Então, ele tem um número de conjunto de informações que precisa fechar para você
08:56ter um diagnóstico fechado.
08:57Então, por isso que acaba demorando mais quando demora buscar a avaliação.
09:03Então, assim, por exemplo, sensibilidade auditiva.
09:05Você tem um nível hard.
09:07Eu estou, imagina, eu pastora, mas o volume do som, eu chego no altar, já peço para diminuir
09:14o retorno.
09:15Não, já diminui meu retorno, porque o barulho me incomoda.
09:18O excesso.
09:19Agora, quem está no espectro, sente isso num nível muito mais elevado.
09:24Nossa, essa pessoa é antissocial.
09:26Nossa, essa pessoa, ela sai de simpática à chata.
09:30Assim, num piscar de olhos.
09:32Vive muito bem sozinha.
09:34Você está no seu mundo ali.
09:35Então, você vai confundindo isso com características do TDAH, do TDAH e a sua personalidade.
09:46Por isso que eu sempre falo que o nível 1, na minha opinião, eu acho mais difícil,
09:49porque ele é totalmente funcional, mas o comportamental é onde acontece tudo,
09:55é onde vai para a depressão, é onde as pessoas não se encaixam,
09:59porque ela fala, nossa, eu sou diferente, é onde eu não estou ali.
10:02E aí, como você falou, os ambientes não estão preparados.
10:04Em 2020, quando nós começamos o projeto da Igreja da Criança, a gente começou...
10:09Explica, nós quem?
10:11É, eu sou pastora, né?
10:12Gente, eu sou pastora, sou pastora da Igreja Quadrangular.
10:15E a nossa igreja, ela tem três espaços.
10:19Ela tem a Igreja da Criança, a Igreja dos Adolescentes, dos teens e o Templo Maior para toda a família.
10:25Então, nós começamos um projeto no Departamento Infantil da Igreja,
10:29porque a gente tem a cultura de não ser salinha, a gente quer que as crianças entendam que ela vá
10:34para a igreja.
10:34Então, lá nas igrejas, igreja mesmo, é públicozinho, toda a estrutura para elas.
10:39E a gente começou a receber algumas famílias atípicas.
10:42E eu falei assim, nossa, a gente não está preparado.
10:45Só que falar que não está preparado e cruzar os braços, eu estou preparado, não estou preparado e pronto, não.
10:51Porque incluir, Thaís, é diferente de integrar.
10:54Integrar é quando quem está chegando precisa se adaptar ao que já existe.
10:59Incluir é quando o que já existe se transforma para receber quem está chegando.
11:03E foi isso que a gente fez.
11:05A gente transformou todo o ambiente da igreja para acolher a todos,
11:09tanto na igreja da criança, como na igreja dos adolescentes, como no Templo Maior.
11:13E o que, por exemplo, você fez?
11:15Diminuição do som, diminuição da luz, a gente tem uma área sensorial, uma área de regulação.
11:21Se a criança desregulou, se alguém desregulou, ela vai para aquele espaço e aí depois ela volta.
11:27Elas não ficam em espaços separados.
11:29Eu não tenho um canteolho.
11:30Esse é o espaço das crianças atípicas, esse é o espaço das crianças não atípicas.
11:34Não, eles estão juntos.
11:36Eles estão preparados, a nossa equipe dá suporte.
11:39Então eles cultuam juntos, eles participam, eles se apresentam juntos.
11:44Porque a inclusão, ela não pode ser um departamento isolado na igreja.
11:49Ela precisa fazer parte da cultura da igreja.
11:52Não só da igreja, de todos os ambientes.
11:54Preciso entender que não é eles que precisam se preparar,
11:59é os espaços que precisam estar preparados.
12:01Hoje na nossa igreja nós temos 53 crianças, adolescentes,
12:05famílias atípicas que congregam na igreja.
12:07E assim, não é chegar lá e ficar desenhando, não.
12:10Eles cultuam mesmo, eles participam do culto.
12:13Porque tudo que é feito, é feito de uma forma que alcança a todos.
12:17O que a Bíblia diz?
12:19Como ouvirão se não houver quem pregue?
12:21Como eu prego para um surdo se eu não aprendo libras?
12:24Então como eu vou alcançar o coração de alguém neurodivergente,
12:28se eu sequer me importo, como eu vou fazer isso?
12:31Então são características, são detalhes.
12:33E a gente realmente vai se envolvendo nisso.
12:36E desde 2020, a nossa igreja, a gente é apaixonado por inclusão.
12:40Tanto recepção, diaconato, é assim...
12:43Eu sou suspeita em falar, né?
12:45Ai, Camila, já está brilhando aqui, olha o olho brilhando.
12:47Eu vou lá.
12:47Para a gente encerrar, vou fazer uma pergunta aqui.
12:50Queria que as duas respondessem, né?
12:51Até se complementando uma outra.
12:53A gente falou agora de espaços, né?
12:56De acolhimento e como o espaço se prepara.
12:58Mas como a gente prepara as pessoas que vão conviver com crianças, né?
13:04Com adultos que são neurodivergentes.
13:06Marli, vamos começar com você.
13:08Primeiro, eu acredito muito na inclusão atitudinal.
13:11Sabe?
13:12É do ser humano mesmo.
13:13A gente tem que ter esse olhar sensível, essa sensibilidade.
13:17Para estar nesse espaço, numa igreja, numa clínica.
13:19Ou que você escolha trabalhar com esse público neurodivergente.
13:23Tem que ter essa sensibilidade.
13:25Então, muitas das vezes, a gente não chega em ambientes preparados como tem a igreja da pastora.
13:30Mas a gente, com esse olhar, eu consigo chegar numa igreja que talvez não tenha tanto esse suporte no espaço.
13:35E eu pegue lá na mãozinha da criança e leve ela para participar.
13:40E tente, encontre ali algum local ou algo que vá trazer essa regulação para ela.
13:46Então, eu acredito nisso.
13:48Eu acredito na atitude do ser humano mesmo.
13:50Do ato de servir.
13:51Do amor ao próximo.
13:53Tem uma frase que a gente usa que a inclusão, ela começa no coração.
13:57Sim.
13:58Então, assim, tem uma grande diferença que eu bato numa tecla quando a gente vai falar sobre inclusão em várias
14:03igrejas.
14:04Que precisa ser o ponto de partida.
14:05A igreja não é uma clínica.
14:07Então, a igreja, ela, antes de adaptar salas, antes de transformar salas, Deus quer transformar corações.
14:15Então, assim, com corações transformados, nós vamos mudando os ambientes.
14:20Então, nós temos um lema lá, é que quando amar for verdadeiro, o cuidar será natural.
14:25Então, quando eu amo vidas, eu me importo e eu vou aprendendo e eu vou sentindo a necessidade de se
14:31colocar no lugar do outro.
14:33Sabe, Thais, a gente fala muito de empatia.
14:35Mas a empatia, só de palavras, o mundo está cheio.
14:38A gente vê no nosso estado, Pernambuco é o oitavo estado, com o maior número de autistas no Brasil.
14:43Um dado do IBGE de 2022.
14:46Imagina quantos ainda não, são 150 e poucos mil com laudo.
14:51Imagina quantos ainda nesse período ainda não tem laudo e também foram laudados.
14:56Mas se a gente começar, começa em nós, para depois ser através de nós.
15:00Quanto mais informação, menos preconceito.
15:03Quando eu entendo que eu vou numa engrenagem ali, sabe?
15:06Começa por você, o que você está fazendo isso, alcança tantas pessoas.
15:10Porque o que eu escuto de relatos é, pastora, essa semana mesmo eu ouvi pastora.
15:14Minha vontade é botar um fim em tudo, tirar minha vida, a vida do meu filho.
15:19Isso é, por quê?
15:21Porque o emocional de uma mãe atípica é como os soldados, isso são dados.
15:26Como um soldado num campo de batalha em plena guerra.
15:30Então, você imagina isso o tempo todo, o tempo todo.
15:32Então, nós só vamos conseguir alcançar corações elevando informação, dizendo assim,
15:37você não está só, sabe?
15:38Olhar para a mãe atípica que está assistindo e falar assim, você não está só.
15:42Apesar da luta, apesar da dificuldade, a gente está tentando.
15:45Se importa de verdade, ou se importar.
15:47Como eu disse, a empatia na palavra, apenas em palavra ela não resolve.
15:53Agora, empatia é quando realmente a minha luta, a tua luta se torna a minha luta.
15:59E a primeira coisa que eu escuto é, pastora, sua filha é autista?
16:02Não, a minha filha não é.
16:03Eu não tenho na minha família biológica?
16:06Não, eu não tenho.
16:06Mas eu tenho mais de 50 na minha família espiritual.
16:09E eu vivo com as famílias todos os dias.
16:11Então, é uma luta real, é uma luta minha.
16:13É uma coisa que não é só de tempo, sabe?
16:16É o dia a dia.
16:17Então, guarda no seu coração, assim, ó.
16:19Quando amar for verdadeiro, o cuidar será natural.
16:21Ai, que lindo.
16:23Gente, muito obrigada por essa conversa tão inspiradora aqui, né?
16:27Eu acredito que quem está nos assistindo nesse momento, né?
16:31Vai se inspirar com essa conversa, vai refletir com essa conversa,
16:34porque é muito importante a gente fazer a inclusão das pessoas autistas,
16:40das pessoas com deficiência, né?
16:43Para que a gente viva numa sociedade mais justa para todos.
16:46Muito obrigada pela participação aqui.
16:48E olha, agora a gente faz um rápido intervalo e daqui a pouco a gente volta com o nosso giro
16:52de notícias
16:53e muito mais aqui no Bem Você.
16:55Já, já.