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O senador Carlos Viana entrou no estúdio para mostrar que o INSS parece coito no escuro, porque o buraco é muito mais embaixo, viu?! Sabe aquele dinheiro que sumiu da conta dos velhinhos? Pois é, parece que virou avião, fazenda e mordomia para o "Careca do INSS"... pelo menos . Viana explana como a CPMI foi barrada por quem deveria estar investigando e por que o "sistema" é mais difícil de derrubar do que o sinal do Wi-Fi em dia de chuva. Será que a justiça vai finalmente bater na porta dos figurões ou o Brasil vai continuar sendo o paraíso dos espertos?

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Diversão
Transcrição
00:00O que vai acontecer com isso aí? Porque o Lulinha, quando apareceu o Lulinha, já blindaram ali, deve ter aparecido
00:08mais coisa ali, aí acabou a CPMI.
00:12Olha, Emílio, e quem está nos assistindo, não se deve confundir o fim da CPMI da comissão com o fim
00:19das apurações.
00:21Porque tudo que nós fizemos foi juntamente com a Polícia Federal e com o Supremo Tribunal Federal na pessoa do
00:29ministro André Mendonça.
00:30Então, mas é isso que o Supremo falou, falou que aquilo é política, que a Polícia Federal que está...
00:35Mas isso aqui não vai aparecer, não vai chegar para a audiência.
00:39Vai, vai aparecer. Eu tenho muita tranquilidade de que essa apuração vai levar ainda muita gente para a cadeia e
00:46para a condenação.
00:46Porque nós expusemos ao Brasil o que aconteceu, Emílio.
00:51Porque o relatório, ele foi barrado, mas a verdade não.
00:54Nós chegamos a ter 800 mil pessoas assistindo a CPMI.
00:58Eu lembro.
00:59800 mil.
00:59Impressionante.
01:00Olha, para o descrédito que a política tem no Brasil, gente, olha, é um descrédito.
01:05Porque, olha, ninguém é santo na política, todo mundo tem suas dificuldades e a população reclama muito.
01:10Nós chegamos a ter quase um milhão de pessoas confiando no trabalho.
01:14Hoje é impossível você evitar que essa verdade não esteja na boca das pessoas.
01:19Mas quem traiu os velhinhos?
01:20Para a gente anotar, vou escrever no caderninho.
01:23Na boca do sapo.
01:24Nós vamos botar na boca do sapo aí para o inferno.
01:27Ficou muito claro.
01:28Quem traiu?
01:29Que quando nós chegamos próximos a nomes importantes, ligados à própria presidência da República,
01:35a parlamentares que estão comigo no Senado, na Câmara Federal, assessores que receberam dinheiro em conta,
01:42aí as dificuldades começaram a aparecer.
01:45Um habeas corpus atrás do outro, uma decisão do Supremo atrás da outra,
01:49As pessoas já recorriam para não comparecer, criou-se uma discussão sobre investigado e testemunha,
01:56que dividiu o próprio Supremo Tribunal Federal em relação a isso,
02:00e eles tentaram, de todas as maneiras, impedir que nós seguíssemos nessa organização,
02:06que eu vou lhe falar, foi um método muito cruel de roubar os aposentados.
02:11Muito cruel.
02:11Gente que tinha tecnologia, tinha capacidade, conhecimento, tinha influência política,
02:17roubaram pessoas, sabe, na cama, gente vulnerável no Brasil.
02:21Ele não pode aceitar isso, não.
02:23O Brasil não pode aceitar isso.
02:25Nós terminamos a parte política.
02:27Agora, é papel da justiça condenar as pessoas que nós entregamos lá as provas todas,
02:34porque o relatório pode não ter sido aprovado,
02:36mas ele serve como investigação para todas as autoridades, inclusive o próprio Supremo.
02:41E você acha que vai dar alguma coisa, vai ficar por isso mesmo, como sempre ficou,
02:45e a gente com cara de trouxa aqui?
02:46Olha, nós temos 14 presos, e gente milionária presa, gente que roubou muito dinheiro.
02:52Esses 14 foram presos dentro de 21 que nós pedimos logo no começo da CPMI.
02:58Foi a CPMI que mais prendeu pessoas.
03:00Eu dei voz de prisão para um líder de uma dessas associações que roubou milhões de aposentados,
03:07e esse homem saiu pela porta do fundo, numa decisão da justiça que deu a ele o pagamento de fiança,
03:13até hoje ele está foragido.
03:14Se naquele momento a gente tivesse mantido o sujeito na cadeia, seria o 15º.
03:20Olha, nós temos 3 bilhões e meio de reais apreendidos.
03:243 bilhões, gente.
03:25Nós não estamos falando...
03:26Mas quanto foi roubado?
03:277 bilhões foram hoje a nossa estimativa.
03:303 e meio voltou, metade.
03:31Olha, eu posso dizer com tranquilidade, o que nós pudemos fazer, nós fizemos.
03:36Tem avião apreendido, avião de 40, 50 milhões, tem fazenda, tem apartamento, tem casa.
03:42O careca, do careca?
03:43O careca era o chefe.
03:45De parlamentar.
03:46Quem era o chefe?
03:48Advogados.
03:48Pera lá, pera lá, vamos saber quem era o chefe.
03:50Olha, começou com um núcleo lá no governo Temer.
03:55É bom a gente dar essa característica histórica de...
03:58Lá no Temer, havia lá um ex-deputado que se tornou dono do INSS.
04:03E ali se começou a trabalhar com servidores corrompidos.
04:08Quatro deles de carreira, dois procuradores e outros dois, que inclusive um foi ministro,
04:13que está aí com tornozeleira eletrônica.
04:16Esse pessoal, eles montaram um esquema dentro do INSS de facilitação das associações.
04:22Então começaram a vir sindicatos, entidades, associações, fantasmas.
04:28Já no governo Bolsonaro, se criou a questão dos clubes de desconto.
04:32E no governo Lula, esse negócio explodiu em bilhões.
04:35É isso que aconteceu.
04:37E as quadrilhas.
04:39Esse que está aí, que é conhecido como careca do INSS, foi o mais sofisticado.
04:44O sujeito que criou um esquema impressionante de call center do crime.
04:48A pessoa reclamava, eles resolviam um caso ou outro no varejo, mas roubavam em massa da população.
04:56Nós temos um outro, que é o Maurício Camisote, que é muito rico, inclusive, que entrou nesse esquema, está preso.
05:02Deve fazer delação, que é a expectativa.
05:04E eles foram se desdobrando em dezenas de associações.
05:09No Ceará, em Sergipe, em Minas Gerais, no Amazonas, de pesca.
05:14E isso virou um problema no país todo, gente.
05:17Senador.
05:18Foi um trabalho bacana, né?
05:20Você ficou chateado que o Supremo falou que era só política, que você estava fazendo.
05:25Vocês devem ter ficado chateados, né, senador?
05:29Decisão judicial, Emílio, a gente cumpre.
05:31Não está aqui quem queira colocar fogo no país e dizer que nós temos que desrespeitar o Supremo.
05:36Nada disso.
05:37Agora, que nós precisamos, como parlamentares, isso aqui é um assunto...
05:41Nós precisamos rediscutir as prerrogativas do Parlamento, isso eu não tenho dúvida.
05:45O Parlamento tem que ter vergonha na cara de poder se levantar e rediscutir com o próprio Supremo o seguinte.
05:51Nós podemos investigar ou não?
05:53Por que não pode?
05:54É, pois é.
05:54Por que que não pode?
05:55A investigação é muito clara.
05:57Está lá na Constituição que nós temos um dever constitucional de investigar.
06:01Aí, de repente, nós não podemos trazer uma pessoa porque nós quebramos o sigilo dela e ela é investigada.
06:07Tem que mudar a lei.
06:08Aí, o Parlamento é que tem que mudar a lei.
06:11Então, hoje, eu falo para vocês com muita tranquilidade, os chefes, aqueles que são os donos mesmo dos líderes e
06:19grupos, mostraram muita má vontade com a CPMI porque envolvia gente importante da política, assessores que foram pegos com dinheiro
06:27em conta.
06:28E eles não queriam.
06:29Tanto que o Centrão e a esquerda se juntaram para derrubar o relatório.
06:34Isso que a gente chama, que a maioria das pessoas chama de sistema, esse que é o sistema, que é
06:41algo que é difícil ser derrubado, que é o que interessa para um outro Brasil.
06:47Tem o Brasil que a gente paga a conta e tem esse Brasa, é o Brasa, né?
06:51É o Brasa, vai Brasa.
06:52Mas você é senador, você está lá no sistema.
06:56Lá é Blue Label.
06:57O Senado é Blue Label.
07:00Macallan.
07:01É Macallan.
07:02Mas isso é uma coisa que tem que acabar, né, senador?
07:04Porra, isso é uma coisa que, porra, é uma vergonha, não é?
07:07O que está acontecendo, nós saindo dessa, a CPMI é um exemplo interessante.
07:12A gente precisa de uma reforma política.
07:14Perfeito.
07:14Porque hoje, as leis que nós fazemos no Brasil são só para beneficiar os que já estão na política.
07:20É.
07:20Os partidos, eles se organizam, e eu sou testemunho e tenho falado isso, os partidos se organizam para que quem
07:27já está na política se perpetue.
07:28Exatamente.
07:29Aí a pessoa fica lá, oito mandatos de senador.
07:32Fica lá dez mandatos de deputado.
07:34Com uma verba milionária.
07:35É difícil você renovar esse esquema.
07:38E esse sistema, o Emílio, ele envolve poder político, ele envolve advogados com escritórios milionários, ele envolve ressorts, ele envolve
07:49aviões, favores, pessoas que chegam a cargos indicadas e têm votações internas.
07:55Porque toda indicação, seja para a agência, para o Supremo, ela é uma indicação política.
08:00Sim.
08:00Então essa é uma outra mudança que a gente precisa fazer.
08:03A forma de indicar ministros do Supremo.
08:05Perfeito.
08:06A gente tem que mudar isso.
08:07Que é copiado do americano.
08:08Mas, por exemplo, que nem agora o Alexandre de Moraes, que nem apareceu aí, casas dele, dinheiro, que apareceu.
08:15Simóveis.
08:17266% de...
08:18Você acha que ele vai explicar isso?
08:21Ou você acha que vai deixar, vai ficar...
08:25Porque ele não explicou nada.
08:27Mas você acha que ele vai...
08:28Não, não sei.
08:29Perguntando para o senador.
08:30Pois não, excelência.
08:32Não é nada.
08:33Excelência.
08:34O país precisa de uma resposta.
08:38Eu não tenho medo nenhum de dizer para vocês, estou sendo assim, perseguido de uma maneira absurda,
08:44politicamente, pessoalmente, porque qualquer país sério do mundo, o ministro Alexandre de Moraes estaria afastado da Suprema Corte
08:52até uma investigação provar se ele tem ou não tem responsabilidade.
08:55Porque é uma dúvida, né?
08:56É uma dúvida que está aí na...
08:58É coerente.
08:59Qual foi uma decisão dele logo depois do fim da CPMI?
09:03Restringir as quebras de sigilo a investigações formais.
09:06Ou seja, ele limitou mais uma vez a possibilidade de mais uma blindagem em cima do parlamento.
09:11E o mais assustador que você colocou aqui é a relação dos escritórios de advocacias com os ministros.
09:18Isso tem que acabar no Brasil.
09:19Isso é vergonhoso.
09:20Isso é vergonhoso.
09:21É conflito de interesse ou não?
09:23Concordo.
09:23Se a sua esposa tem um escritório de advocacia e ela vai advogar no caso que está sendo investigado,
09:28alguma coisa vai ter lá naquele lugar.
09:31Todos os ministros, a maioria deles, a gente usa aqui supostamente, mas é verdade, foi feito aqui.
09:37Todos os ministros têm parentes relacionados a escritórios de advocacias.
09:41Ou é o filho, ou é a mulher, ou é a esposa.
09:43Isso é um absurdo.
09:44Olha, ontem, na Assembleia Legislativa aqui de São Paulo, o ministro André Mendonça fez um pronunciamento espetacular.
09:52Nós precisamos de uma justiça que não trate os casos como amigos ou como inimigos.
09:57Nós precisamos de uma justiça que não tenha relações particulares que comprometam as decisões.
10:03Senador, mas isso você acredita?
10:06Não, pera lá, pera lá.
10:07Senador, senador, você acha que a justiça vai tratar Emílio, Samidana, o Gordo, como trata?
10:23Mas nunca, mas nunca, isso é sonho.
10:26Isso é sonho, é delírio.
10:27Concordo plenamente.
10:28A não ser que você tenha algum lugar lá dentro.
10:29Não, não, não, é impossível, é impossível.
10:32Não, eu concordo, mas olha aqui, gente, existe o mundo que a gente quer viver e o mundo que a
10:37gente vive.
10:37A gente tem que ter o pé no chão.
10:39Agora, a gente não pode deixar de olhar o mundo que a gente quer, senão a gente desanima.
10:43Se a gente desanimar, olha, se fosse para desanimar, quando eu peguei essa CPMI, junto com o relator,
10:49que nós começamos a olhar o tamanho do escândalo que nós tínhamos nas mãos,
10:53quando a gente começou a perceber a importância dos advogados,
10:57os valores que chegavam lá para poder conversar com a gente.
11:01Quando nós começamos a perceber os nomes, se você, Alfredo, nós estamos numa guerra.
11:06Ou a gente leva isso aqui até o fim, acreditando que a gente vai fazer o nosso trabalho,
11:10então a gente tem que desistir agora.
11:12Perfeito.
11:12É o que eu penso.
11:13Não é nós tirarmos do Supremo Tribunal Federal o poder deles.
11:18Não, a gente precisa de uma justiça independente.
11:20Agora, nós precisamos rever como essas pessoas chegam lá.
11:24Outra coisa, mandato para eles.
11:27Eu defendi isso aqui na outra entrevista.
11:28A gente precisa colocá-los lá por 10 anos, depois trocar, arejar isso, as ideias novas.
11:34Mas a gente precisa discutir com responsabilidade, sabe, com pensamento no futuro do país.
11:40Mas é um papel do parlamento.
11:42Enquanto nós tivemos um parlamento subserviente, com pessoas que têm processo na justiça,
11:48cada operação da Polícia Federal aparece o nome de determinado.
11:51Aí, meu amigo...
11:52Nem todo mundo, né, está envolvido.
11:54A gente só falou da CPMDNSS, mas dentro da CPMDNSS tem uma...
11:58Eu fiquei triste, cara.
11:59Lógico.
11:59Eu fiquei triste, Senado.
12:00Porque todo dia a gente falava aqui, pô, e os velhinhos?
12:03Como é que está os velhinhos?
12:04A gente passava um trecho da CPMDNSS, a gente mostrava que estava...
12:09Quando veio aquele lá que falou, puta, foi oito a dois, eu fiquei triste.
12:13Eu falei, pô, a gente não vai ficar sabendo quem traiu os velhinhos.
12:18Vai ser mais uma coisa que vão jogar embaixo da...
12:20Vai, vai se a gente não...
12:22E aí apareceu o Banco...
12:25O Master.
12:25Que a gente achava que o pior já tinha vindo, veio o Banco Master.
12:28Mas, Senador C, eu lembro da sua voz de prisão, né?
12:32Acho que teve até um momento emblemático com aquele famoso advogado, Nelson Williams,
12:36que não foi preso, né?
12:38Não foi preso.
12:39Ele chegou com o habeas corpus, né?
12:41Sim, mas como que está essa situação?
12:44Porque eu entendo que conseguiram prender algumas pessoas, mas outras...
12:48Vocês tinham, pelo menos, indicado a prisão, ou o senhor tinha dado voz de prisão,
12:55acabaram não seguindo, né?
12:57Olha, dos 21 que nós pedimos a prisão, um está foragido e 14 estão presos.
13:02E os outros...
13:03Olha, vamos fazer um balanço aqui da CPMI, porque o que passa muitas vezes é que acabou
13:09a CPMI, o relatório foi votado.
13:11Olha, a verdade foi exposta, nós mostramos as quadrilhas, como elas agiam, quanto elas
13:17roubaram, onde foi parar o dinheiro, que é o que mais interessa.
13:20A gente tem que saber onde é que está o dinheiro de toda essa história.
13:23Parte desse dinheiro já foi apreendida.
13:25Então, hoje, o aposentado que nos assiste, em qualquer lugar do Brasil, sabe o que aconteceu
13:30no INSS.
13:32E o mais importante, Emílio, olha, nós temos hoje uma nova lei que foi assinada debaixo
13:39da CPMI, que proíbe os descontos dos aposentados.
13:43Então, hoje, a gente não vai ter mais a chance deles roubarem outra vez os aposentados.
13:47Isso já é um avanço.
13:48Que era aquele negócio do Bolsonaro.
13:49O Bolsonaro tentou fazer isso.
13:51Tentou logo.
13:51O Bolsonaro tentou, o Bolsonaro tentou na época...
13:55Pô, eu lembro aqui, a gente deu a notícia, o Bolsonaro queria fazer essa lei, aí falaram
13:58não, você quer mexer nos velhinhos, isso aí, quer tirar a vantagem dos velhinhos.
14:03É isso aí.
14:03O pessoal do Rio de Janeiro ganhou o termo.
14:06Modificaram.
14:06Foi no debate político.
14:08Nos sindicatos.
14:09Os sindicatos é que entraram pra poder fazer uma mudança e não perderem os descontos
14:13que eles tinham.
14:14Hoje acabou tudo.
14:15Hoje não se desconta mais de aposentado.
14:17Isso é uma vitória.
14:18Agora, relatório encerrado, a justiça é que tem que fazer o papel dela.
14:23Os nomes estão lá, as provas estão lá, o aposentado sabe quem roubou, como roubou
14:28e a gente tem que cobrar.
14:29Porque o que mais as pessoas querem, gente, é que esse assunto caia no silêncio.
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