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A pesquisa eleitoral Atlas/Bloomberg, mostrou que o presidente Lula (PT) lidera o ranking dos mais rejeitados, com 52%. Na sequência aparece o ex-presidente Jair Bolsonaro, com 48% e Flávio Bolsonaro com 46%. Lucas Mehero comenta a pesquisa.


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Transcrição
00:00Agora da Atlas Bloomberg, que mostra o atual presidente Lula liderando o ranking dos mais rejeitados.
00:06Vamos dar uma olhada então aqui no nosso telão para mostrar qual é a rejeição.
00:10A rejeição de líderes políticos, segundo a Atlas Bloomberg, mostra Lula com 52%.
00:16Jair Bolsonaro vem na sequência com 48%, embora não vá concorrer nesse pleito,
00:21porque está inelegível e também com condições de saúde precárias.
00:25Flávio Bolsonaro com 46%, Michele Bolsonaro também aparece nessa pesquisa com 43%,
00:31Renan Santos do Missão com 42%, Nicolas Ferreira com o mesmo número, um pouco abaixo inclusive,
00:37e Eduardo Leite com 40,6%.
00:41Vamos para mais uma tela aqui, para vocês que nos acompanham, Bia, vamos entrar.
00:45É isso, nós temos aqui a rejeição dos líderes políticos simulando outros nomes.
00:49E aqui aparece então o Ronaldo Caiado do PSD, com 40,5% de rejeição para os entrevistados.
00:56Ratinho Júnior do mesmo partido tem 39,6% de rejeição.
01:00O Zema do Novo, 38,9%.
01:03Tarcísio de Freitas do Republicanos, 37,5%.
01:06Fernando Haddad é rejeitado por 36,5% dos entrevistados, ele do PT.
01:12Ciro Gomes do PDT por 34,5%.
01:15E quem não quis escolher nenhum dos nomes colocados no levantamento, menos de 1%.
01:21Vamos avaliar esse cenário aqui de rejeição, colocar já o Lucas Merreiro para vir para essa conversa, Merreiro.
01:29Porque a gente está observando aqui que, apesar de todos terem um percentual até elevado,
01:34mesmo os que eram possíveis candidatos ou são ainda do PSD, lidera realmente a rejeição entre Lula e o sobrenome
01:44Bolsonaro,
01:44sendo simulado ali com três pessoas diferentes.
01:49Sim, Bia, essa pesquisa mostra para a gente que rejeição não é tudo.
01:54Não é porque um candidato é mais rejeitado que ele necessariamente terá menos votos.
01:59Aliás, pelo contrário, a gente pode ver aí que os governadores têm uma rejeição muito menor que a de Flávio
02:05Bolsonaro, por exemplo.
02:06Só que quem é que está liderando aí em muitas pesquisas, ou em segundo lugar, é o Flávio Bolsonaro.
02:13Paralelamente, ou melhor, paradoxalmente, por incrível que pareça,
02:17um candidato que tem mais votação, ele também tem mais rejeição.
02:20Isso porque essa rejeição, na verdade, muitas vezes ela demonstra o índice de conhecimento.
02:26Então, o Flávio Bolsonaro, ele é muito conhecido.
02:28Por isso, ele também será muito rejeitado e terá também muito mais votos.
02:33A mesma coisa acontece com o Lula, que também é muito conhecido e muito rejeitado.
02:38Então, muitas vezes, a gente não pode se apegar a essa questão da rejeição
02:41e olhar para determinado candidato e dizer assim,
02:44ah, esse é pouco rejeitado, quer dizer que ele tem mais chances de ganhar.
02:47Não necessariamente.
02:48Nesses casos, a pouca rejeição pode significar pouco conhecimento.
02:52E aí significa que também será pouco voto.
02:54Exatamente. Agora eu quero falar da rejeição, o Fernando Capês,
02:58relacionada à competitividade que Flávio Bolsonaro tem alcançado nas últimas pesquisas.
03:04Ou seja, o presidente Lula tem uma rejeição maior do que ele
03:08e Flávio Bolsonaro tem conquistado uma aceitação que, em algumas pesquisas,
03:13inclusive nesta aí, o coloca à frente ou tecnicamente empatado com o presidente Lula.
03:18Pode ser um trunfo na mão da família Bolsonaro nesse momento?
03:21Olha, Sino, eu acho que esse crescimento do Flávio Bolsonaro tem a ver com o aumento da rejeição do atual
03:30presidente Lula.
03:31Ou seja, a maioria dos eleitores, nesse momento, quer qualquer um menos o presidente Lula.
03:38Desculpe.
03:39Menos o presidente Lula.
03:40Então, o que acontece é o seguinte, a margem de crescimento que um candidato bem votado tem para a próxima
03:47eleição
03:48é muito pequena, porque a população está muito polarizada e ela já tem aquele que ela não quer e não
03:55vota de jeito nenhum.
03:56Ou seja, o candidato, ele tem para crescer 5, 6, 7%.
04:01Vai ser uma eleição plebiscitária.
04:04Quem apoia o atual governo e quem é contra o atual governo.
04:08Por isso, eu acho que os que têm mais voto e mais rejeição são os favoritos,
04:13mas vão trabalhar dentro de uma margem muito pequena de eleitores indecisos.
04:17A gente está aqui no Jornal da Manhã repercutindo o levantamento do Atlas Bloomberg,
04:21que mostra o índice de rejeição e de aprovação dos brasileiros sobre os nomes de possíveis líderes políticos.
04:30E agora nós temos também sobre a avaliação, como que a população se posiciona sobre o governo Lula.
04:37Quem considera ruim ou péssimo lidera quase metade da população nesse extrato aqui de pesquisa, com 49,8%.
04:47Bom ou ótimo, 40,6%.
04:50Irregular, 9,6%.
04:53Ou seja, se a gente fosse aqui levar em consideração os que consideram o governo ruim ou péssimo,
04:58junto com o regular, ainda ficaria muito mais à frente daqueles que avaliam de forma positiva a atuação do governo
05:05federal.
05:06Merreiro, você comentou antes com a gente que a rejeição não necessariamente significa que aquele candidato não vai ser votado
05:14ou que ele vai ter mais ou menos votos do que o adversário.
05:17Agora, sobre rejeitar ou achar ruim, ter uma avaliação negativa a respeito do governo federal,
05:24isso sim tem um impacto diferente para o Lula.
05:28Com certeza.
05:29Aí sim a gente está falando de um problema para aquele candidato.
05:32Porque no caso do Lula, ele é presidente, ele foi presidente agora ao longo dos últimos quatro anos.
05:37Então essa é uma avaliação específica que as pessoas têm, uma percepção que elas têm em relação ao governo que
05:44vem ocorrendo.
05:45Como o Capês colocou, se há uma eleição, quando a gente está falando de eleição que envolve reeleição de presidente,
05:51que define se o governo foi positivo ou negativo, isso é muito problemático para o Lula.
05:57Porque as pessoas vão para o supermercado, elas notam a subida nos preços, elas vão abastecer o carro,
06:03elas notam o aumento na gasolina, elas percebem que o tempo todo é o PT inventando uma nova taxação.
06:12Claro que eles sempre com aquele pretexto de que eles estão taxando os super ricos.
06:15Mas na prática a gente sabe, quem mais paga proporcionalmente os impostos são a classe média, a classe média baixa.
06:22As pessoas sentem o impacto dessas coisas e acabam avaliando negativamente o governo.
06:26É claro que também temos aqueles vários esquemas de corrupção, escândalo do NSS, do Banco Master,
06:34que também prejudicam duramente a imagem do governo.
06:37Então tudo isso são fatores que, no final das contas, pode levar a pessoa a acabar escolhendo não votar no
06:43presidente Lula nessa eleição.
06:45E aí sim a gente está falando de um dado que é muito prejudicial.
06:48O Lula nunca enfrentou, numa constante assim, uma rejeição tão grande.
06:52Ô Capês, o quanto esse dado é preocupante para um governo que quer tentar uma reeleição?
06:58Porque a avaliação negativa e irregular, elas somam quase 10, se a gente colocar as duas, são 59% contra
07:0840% de avaliação positiva.
07:09Sem dúvida. A esperança, a pouca esperança que o governo deve se apegar é que essa avaliação negativa, ela pode
07:16variar.
07:16Agora, a questão dos escândalos, principalmente do Banco Master, esse desgaste do Poder Judiciário,
07:22que o eleitor enxerga como colado no presidente Lula, e sobretudo a questão econômica, tende a influenciar.
07:30Se a situação econômica não melhorar, nós estamos com uma guerra aí que afeta a economia mundial,
07:36uma guerra que não parece ser de curta duração.
07:38Temos um escândalo que tende a se perpetuar, no mínimo, até o final do ano.
07:43E temos a questão econômica.
07:46Quando o presidente Bill Clinton disputou as eleições de 1992 contra o George Bush, o pai,
07:52que vinha da Guerra do Golfo, da Primeira Guerra do Golfo, com uma popularidade em alta,
07:57o seu assessor James Carvalho disse,
07:59That's the economy, stupid. Vamos bater na economia.
08:02E a economia vai influenciar decisivamente.
08:05É um governo que não tem um projeto econômico, vai que nem uma biruta de aeroporto,
08:10não sei pra onde vai, cada hora tem um improviso.
08:12E o que acontece é isso.
08:13Quando chega uma situação, não tem planejamento, e começa a enfrentar as coisas de maneira casuística.
08:18Isso tudo está afetando a avaliação do governo, e se continuar assim até o final,
08:23vai ser difícil o governo se reeleger.
08:25Lembrando que nós estamos aqui repercutindo já, desde o início desse ano,
08:29as principais pesquisas em processos eleitorais a nível nacional e estaduais também,
08:34para deixar você bem informado sobre o processo que está se aproximando.
08:38O conteúdo na íntegra você encontra também acessando jovempan.com.br.
08:43Agora 8 horas e 46 minutos.
08:44Repita.
08:458h46 da manhã.
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