00:00O Ministério Público negou o pedido de prisão domiciliar para Jorge Beltrão, me dá a imagem dele aí, o canibal
00:07de Garanhuns.
00:08A justificativa para o pedido foi a cegueira dele e outras situações também de saúde dele, viu?
00:16Informações vocês vão acompanhar agora com Rafaela Pimentel. Boa tarde, Rafa.
00:21Olá, Marvin, boa tarde pra você.
00:23A defesa de Jorge Beltrão Negromonte, de 64 anos, condenado pelo homicídio de três mulheres, do caso que ficou conhecido
00:31como Canibais de Garanhuns,
00:33pediu a prisão domiciliar do detento por causa de uma cegueira irreversível nos dois olhos.
00:38Jorge cumpre pena no presídio policial penal Leonardo Lago, no Complexo do Curado.
00:43Ele está preso desde 2012, quando os assassinatos e atos de canibalismo foram descobertos.
00:49O Ministério Público de Pernambuco analisou os laudos e as condições da prisão, se havia estrutura para garantir atendimento ao
00:56custodiado.
00:57Depois dessa análise, negou a solicitação.
01:00Por nota, o órgão afirmou que o preso recebe atendimento periódico, acompanhamento em saúde mental com suporte psiquiátrico e psicológico,
01:08administração regular de medicações, encaminhamento para serviços especializados do SUS e acompanhamento multiprofissional contínuo.
01:16O Ministério Público ressaltou que a cegueira, embora seja uma condição grave de saúde, não impede o acesso ao tratamento
01:23médico
01:23e não justifica a concessão para a prisão domiciliar.
01:27Portanto, ele permanece na unidade prisional.
01:30Eu volto contigo no estúdio.
01:32Obrigado, Rafael. E deixa eu trazer só um detalhe para vocês.
01:35Esse foi um pedido da defesa, viu?
01:38Porque o Jorge Beltrão, ele não quer sair, não.
01:40Ele quer, não.
01:41Ele quer ficar lá dentro.
01:43Onde agora, hein?
01:45Segredo? Não sei se é segredo.
01:47Ele é pastor.
01:48Agora ele é pastor.
01:50Está fazendo a obra.
01:50É, está fazendo a obra lá dentro do presídio.
01:52Ele não quer sair, não.
01:53Aí a defesa foi lá pedir para ele cumprir pena domiciliar, né?
01:57Prisão domiciliar.
01:58Mas ele falou que era não.
01:59Aí o Ministério Público falou também, não vou mandar, não.
02:02Para quê?
02:02E aí
02:02E aí
02:02E aí