00:00E essa entrevista é a mais difícil, né?
00:02Eu acho que eu já fico em toda a minha carreira.
00:07O dia é triste, né?
00:08Pra gente aqui no Estado.
00:11A gente recebe essa notícia da morte da comandante da gente, né?
00:15Com muita indignação, tristeza, né?
00:22E a gente manifesta em nossos sentimentos aos familiares,
00:27aos amigos, aos colegas de trabalho.
00:30Eu tive a oportunidade de conviver um pouco com a comandante dele.
00:35A gente participou de algumas ações juntas
00:38voltadas ao enfrentamento da violência contra a mulher.
00:41Ela participou de um curso, né?
00:43Que foi realizado em conjunto com a CENAG,
00:46de um curso nacional de atendimento à violência contra a mulher.
00:51E acho que a perda da comandante da guarda da forma
00:57como foi, é uma perda, assim, irreparável,
01:04acho que pra instituição, pra família,
01:07mas acho que acende o alerta pra gente urgente
01:10da persistência da violência contra a mulher.
01:14que a gente não tem mais de que não tem mais de que a mulher.
01:14E aí
01:14a gente não tem mais de que a mulher.
01:15Obrigado.
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