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Em entrevista exclusiva para a Jovem Pan, o deputado Guilherme Derrite (PP) afirmou que os “candidatos apoiados pela direita serão eleitos” nas eleições de 2026. O parlamentar aproveitou para minimizar os números das atuais pesquisas para o Senado, demonstrando confiança na força do seu grupo político. Reportagem: Julia Fermino.

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Transcrição
00:00Bom, vamos seguir falando de eleições porque o deputado federal e ex-secretário de segurança aqui de São Paulo, Guilherme
00:05Derriti,
00:06minimizou os resultados das últimas pesquisas para o Senado e garantiu que os candidatos de direita serão eleitos.
00:13A Júlia Firmino está ao vivo conosco, vai trazer todas as atualizações dessa manifestação por parte do deputado federal,
00:19que inclusive deu entrevista exclusiva aqui para a Jovem Pan. Júlia, seja bem-vindo, uma boa tarde.
00:26Oi, Cássio, boa tarde para você, para quem está com a gente aqui no 3 em 1, na programação da
00:31Jovem Pan.
00:32Hoje, então, o deputado federal e também ex-secretário de segurança pública aqui do estado de São Paulo, Guilherme Derriti,
00:39deu entrevista ao Pânico aqui na programação, mas também conversou com a nossa equipe ao final do programa.
00:45E aí, eu perguntei para eles qual que era, então, a avaliação que ele fazia em relação às últimas pesquisas
00:52eleitorais
00:53que mostram Guilherme Derriti empatado, não só com o Simone Tebet, mas também com a ministra do Meio Ambiente, Marina
01:00Silva.
01:01E aí, além de minimizar, ele diz que é bom que esse cenário esteja desse jeito, já que, por enquanto,
01:07ele ainda não lançou a sua pré-candidatura, isso está muito inicial, apesar de já ter falado muito sobre isso,
01:13ele ainda não lançou a candidatura, então, para Guilherme Derriti, esse cenário ainda é muito positivo.
01:18A gente separou um trecho da fala dele sobre esse assunto. Vamos acompanhar?
01:21Para mim, muito positivo. A gente nem começou a nossa pré-campanha ainda, a nossa campanha,
01:27estou focado no trabalho na Câmara. Eu tenho certeza que os candidatos apoiados pelo governador
01:32Tarcísio de Freitas e pelo Flávio Bolsonaro, pela direita, aqui em São Paulo, serão eleitos.
01:37Então, se a gente já está empatando, sem ainda que a população saiba, de forma maciça,
01:43que eu sou o candidato indicado pela família Bolsonaro, indicado pelo governador Tarcísio de Freitas,
01:47isso nos dá uma perspectiva muito positiva de, no futuro, caminhar ao lado do governador Tarcísio,
01:53pela sua reeleição, caminhar ao lado, principalmente, do senador Flávio Bolsonaro,
01:56que é o nosso principal projeto desse ano, para que ele possa ser eleito presidente da República.
02:03Ainda aproveitei a oportunidade, Cássio, para perguntar ao Guilherme Derriti,
02:08em relação à PEC da Segurança Pública, que, nessa semana ainda, deve passar pelo Senado.
02:14O que Guilherme Derriti disse foi, criticou o texto anterior,
02:18mas elogiou demais o texto que foi colocado aí pelo deputado federal Mendonça Filho,
02:24disse que foram feitas mudanças e que, agora sim, o texto tem como chances aí para ser aprovado no Senado.
02:31Mendonça Filho, que, inclusive, é o relator agora dessa PEC, né?
02:34A gente fica aí na esperança, segue acompanhando tudo isso,
02:36porque fato é que o país deve falar muito sobre esse assunto agora, em 2026.
02:42Muito possivelmente, a gente vai ver esse tema repetido, às vezes, nas campanhas eleitorais,
02:46até porque o cenário no país de segurança ainda é muito complicado.
02:51Eu, na situação de mulher, e você também aqui, vivendo em São Paulo, né, Cássio?
02:55A gente sabe que não tem sido fácil.
02:58A gente fica aí de olho para ver quais serão as soluções ou as propostas apresentadas aí pelos políticos,
03:04agora, nessas eleições de 2026, em relação a esse tema.
03:08Volto com você.
03:08Valeu, Júlia. Obrigado pelas informações.
03:11Olha, meus amigos, a gente tem dois cenários completamente diferentes para a direita aqui no Estado de São Paulo.
03:16Em relação ao governo de Estado, praticamente, Tarcísio de Freitas está nadando de costas.
03:20Tem um cenário um pouco mais confortável, é claro,
03:23que após a confirmação do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para concorrer com o PT,
03:27esse cenário pode apresentar alguma competitividade ou alguma dificuldade,
03:31tanto que o PT segue traçando estratégias para fortalecer o seu palanque aqui em São Paulo,
03:37que é o maior reduto eleitoral.
03:39Mas também, em relação ao Senado, a própria esquerda apresentou, pelo menos aí nas pesquisas,
03:45um resultado extremamente satisfatório.
03:47A gente viu tanto Haddad, em primeiro lugar, Alckmin, pontuando muito bem, Simone Tebbit, Marina Silva,
03:53e aí Guilherme Derritte aparecendo um pouco mais atrás, na quinta, até mesmo sexta colocação.
03:58Ô, Piperdão, como é que você analisa essa disputa pelo Senado?
04:02A gente tem do lado o governo, que Tarcísio tem uma preferência,
04:05mas também, em relação ao Senado, a missão vai ser um pouquinho mais difícil.
04:09Bom, eu acho que o deputado Derritte tem razão numa coisa.
04:12Está muito cedo ainda, porque a eleição para o Senado, geralmente, ela é a última que se define.
04:17O eleitor, ele sabe, tem na cabeça desde, enfim, quatro anos antes,
04:23em quem ele vai votar para o presidente, ou pelo menos quais as preferências dele e tal, quais as opções.
04:30Durante o ciclo todo, ele vai consolidando a opção dele para o governo,
04:36e a eleição do Senado ele deixa por último.
04:38Tanto que é uma eleição que, geralmente, acaba mostrando muita surpresa.
04:44Então, nesse sentido, ele tem razão.
04:46Quanto à projeção dele, de que a direita vai eleger os dois,
04:50é óbvio que ele também não vai dizer, olha, puxa vida, está muito difícil,
04:56porque eu acho que a esquerda vai ganhar.
04:57Não é típico do jogo.
04:59Então, está tudo dentro do normal.
05:02Agora, há um outro fator importante a se considerar aqui em São Paulo.
05:07O governador Tarcísio é um grande eleitor, como aconteceu com o Ricardo Nunes.
05:12Ricardo Nunes provavelmente não seria prefeito de São Paulo,
05:16se não fosse o governador Tarcísio, ali pegar pela mão e falar,
05:19bom, você agora é o meu candidato, vou levar você, vou te acompanhar,
05:24você vai para os meus redutos e tal.
05:25E foi assim que Ricardo Nunes virou uma eleição extremamente complicada.
05:30Lembrando que, se ele tivesse 1% a menos no primeiro turno,
05:35ele nem iria para o segundo, que foi uma eleição extremamente equilibrada.
05:39Haddad tinha um nome muito mais consolidado,
05:42porque já foi, inclusive, candidato ao governador com mais de 30%.
05:46Então, ele já tinha um voto fiel.
05:48Não tem mais.
05:49Isso não existe mais.
05:50Portanto, eu acho que o resto está totalmente aberto.
05:53O Zé, você acredita também que ainda é muito cedo para definir cenário,
05:57até mesmo porque o próprio governo ainda não definiu
06:00os seus próprios candidatos do Senado.
06:03E esse tabuleiro, esse xadrez político,
06:05deve mudar a fotografia nos próximos meses?
06:09Vai mudar, sim.
06:11Eu estou acompanhando esse debate aí em vários estados,
06:14inclusive de São Paulo.
06:16Há um excesso de candidatos em São Paulo,
06:18significa que a coisa está aberta.
06:21Nos locais que eu estou vendo onde há um número menor de candidatos,
06:25é porque as vagas já estão mais ou menos ali garantidas,
06:29e isso fica muito claro.
06:32Em São Paulo, eu estranhei isso aí.
06:35Não acredito que São Paulo, de repente,
06:38tenha se transformado num estado de centro-esquerda,
06:42que as pesquisas indicam.
06:45Agora, eu vou dizer aqui o que vai acontecer.
06:48O debate para o Senado vai pegar fogo.
06:52Não será morno como antigamente.
06:55Até pouco tempo, a vaga do Senado era reservada
06:58a um ex-governador, um prefeito da capital,
07:01uma figura muito importante,
07:02que vinha para cá como uma espécie de encosto.
07:05O Senado, isso é antigo aqui, dizia que era um paraíso.
07:11Até alguém...
07:12Oito anos de mandato, né?
07:14E, no meio do mandato, ele pode concorrer ao governo, à prefeitura.
07:19Enfim, não precisa nem renunciar.
07:21Então, assim, é um paraíso.
07:25Até que alguém disse, olha, um senador,
07:28olha, é melhor do que o paraíso,
07:30porque não precisa morrer para entrar no Senado.
07:32Mas, dessa vez, não precisa morrer, não.
07:35Mas vai precisar gastar muita saliva e fazer um discurso forte.
07:40Eu estou vendo que um dos principais discursos do Senado
07:45será o seguinte.
07:47Candidato, o senhor vai votar impeachment de ministro do Supremo Tribunal Federal ou não?
07:52E aí?
07:54É esse o grande debate para o Senado Federal.
07:56Não adianta.
07:57Não adianta.
07:58Esse é o grande debate.
07:59A partir de fevereiro do ano que vem,
08:02o Congresso pode estar com a nova formação do Senado Federal.
08:05Eu sei que é pretenciosa a ideia do grupo do ex-presidente Jair Bolsonaro,
08:11ali, da direita,
08:12de fazer 40 dos 81 senadores.
08:16Não vai fazer 40.
08:17Mas mais de 30 vai.
08:20Isso é uma força muito grande para o Senado Federal.
08:24José, até colocando um ingrediente nessa discussão,
08:26caso Flávio Bolsonaro vença a disputa contra Lula para o Palácio do Planalto,
08:31a gente vai ter, a partir de 2027,
08:33no mês, se eu não me engano, de setembro ou outubro,
08:36aí você me ajuda também,
08:37a mudança da presidência da Suprema Corte.
08:40Ou seja, vai deixar Edson Fachin,
08:41quem vai assumir é o ministro Alexandre de Moraes.
08:44Ou seja, caso os senadores tenham essa pretensão
08:47de votar impeachment, de fazer mudanças,
08:49inclusive na Suprema Corte,
08:51vai ter ali, pelo menos,
08:52uma janela de oito, nove meses para fazer isso.
08:55É um tempo bastante curto devido ao primeiro ano de mandato,
08:58onde precisa organizar toda a casinha,
09:00precisa, inclusive, da pauta,
09:02ou pelo menos da prioridade,
09:03para as principais discussões,
09:04que vão ser promessa de campanha.
09:06Então, essa, pelo menos essa,
09:08não promessa,
09:09pelo menos esse plano do próprio ex-presidente
09:11de conseguir ter a maioria,
09:13ou pelo menos ter uma vantagem confortável no Senado,
09:16é um plano ambicioso,
09:17tanto para a direita como para a esquerda.
09:19Tanto que a disputa para o Senado...
09:21E entra em jogo...
09:22Pode falar, Zé.
09:23Entra em jogo, inclusive, a eleição do presidente.
09:27Se houver essa mudança,
09:29o Davi Alcolumbre terá dificuldades para a reeleição.
09:32Com certeza.
09:32Muda todo o cenário.
09:34Então, é importante a gente poder acompanhar
09:35essa disputa do Senado,
09:37que vai, sim, ganhar um peso
09:38devido às mudanças nesse xadrez, Piperno.
09:41Sobre isso,
09:42sobre o que você e o Zé falaram,
09:44tem uma outra questão importante.
09:48Imaginando, por exemplo,
09:50que a oposição tenha...
09:51Entenda que reúna forças para propor o impeachment.
09:56Isso vai ter que acontecer com muita velocidade.
09:59Exato.
09:59Porque, como vocês disseram,
10:01se deixar para setembro, outubro,
10:04e aí Alexandre Moraes
10:05toma posse como novo presidente do Supremo,
10:09como é que o Senado
10:11vai propor o impeachment de um...
10:14Porque propor o impeachment de um ministro do STF
10:17já é algo extremamente grave e sensível.
10:21Agora, imagina, então,
10:22propor o impeachment do presidente da Suprema Corte.
10:28Aí é para implodir, realmente, o sistema político.
10:31Alangari, como é que você vê esse cenário também
10:33envolvendo essa disputa do Senado,
10:35não só no estado de São Paulo,
10:36mas o peso que a figura do senador
10:38deve ter a partir de 2027?
10:40Olha só, eu acho que o Zé foi cirúrgico
10:43no comentário dele.
10:44É exatamente isso, né?
10:45O Senado agora recebe uma relevância ainda maior.
10:50Sempre teve, né?
10:51Uma grande relevância.
10:52Quer dizer, os grandes debates nacionais
10:54passaram pelo Senado.
10:57Por exemplo, o fim da CPMF, entre outros.
11:00Mas agora, para valer,
11:03o impeachment de ministros da Suprema Corte
11:06é um tema nacional da oposição.
11:10E não sou eu que estou falando, né?
11:11Para falar a verdade,
11:12isso é uma estratégia da direita.
11:15Uma grande reclamação da oposição
11:18é que o Senado, durante todo este período,
11:21foi muito omisso.
11:22E a parte ali que gostaria de fazer
11:25o bom enfrentamento ao Poder Judiciário
11:27não tinha força suficiente.
11:29Ou porque não tinha uma maioria de senadores,
11:31ou porque batia lá no presidente do Senado
11:34e travava.
11:35Agora, a situação é diferente.
11:37Então, se a direita conseguir fazer
11:39um grande número de senadores,
11:42é possível, como o Zé também bem colocou,
11:44que consiga colocar ali um presidente do Senado, né?
11:48Que seja mais favorável
11:50a, pelo menos, pautar o impeachment
11:53e ter ali os votos necessários.
11:56Enfim, é um grande tema
11:57que entra nas eleições de 2026.
12:00Inclusive, trazendo ainda mais um ingrediente
12:02para essa discussão,
12:02lembrando que, durante os próximos quatro anos,
12:05quem ficar à frente do Palácio Planalto
12:07vai ter a prerrogativa de escolher
12:09próximos três ministros
12:10do Supremo Tribunal Federal.
12:12Isso também ganha um peso novo.
12:13E quem sabatina e quem vota
12:15para aprovar ou não uma indicação
12:17para o STF?
12:18Os senadores.
12:19Então, mais uma vez,
12:20o STF vai ter um papel muito importante,
12:22pelo menos, nesse próximo mandato.
12:24O STF vai ter um papel muito importante.
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