00:00Em primeiro lugar, é preciso salientar que as medidas tomadas aqui não afetam em absolutamente nada
00:06e são independentes da política de preços da Petrobras, que segue o seu ritmo de previsibilidade
00:14e sustentação da companhia em bases absolutamente sólidas do ponto de vista de retorno,
00:22respeito a minoritários e assim por diante.
00:25Então, não estamos falando de nada que altera estruturalmente o país, nem do ponto de vista fiscal, nem do ponto
00:35de vista tarifário.
00:37Então, isso em primeiro lugar.
00:38As medidas anunciadas, elas têm como razão o estado de guerra que nós estamos vivendo
00:47e que está afetando a economia global de maneira mais incisiva.
00:50Desde a semana passada, o presidente Lula nos encomendou estudos para, caso o conflito não se resolvesse no curtíssimo prazo,
01:01nós pudéssemos mitigar de maneira adequada os efeitos sobre o consumidor da escalada de preços do petróleo em escala internacional.
01:12O que nós procuramos fazer com isso?
01:15A primeira providência que está na nossa alçada foi zerar a alíquota de pisco-fins sobre o diesel,
01:27uma vez que o preço da gasolina, segundo acompanhamento do Ministério da Fazenda, do Ministério das Minas e Energia,
01:36ele está ainda dentro da política de preços da Petrobras.
01:41O que a maior pressão que o mercado de combustível sofre hoje vem exatamente do diesel, não vem da gasolina.
01:51Então, é com o diesel que nós estamos mais preocupados.
01:54E pelo fato do diesel afetar as cadeias produtivas de maneira muito enfática.
02:00Toda a colheita que está sendo feita agora da safra brasileira, que deve mais uma vez chegar a níveis recordes,
02:09não sei se supera do ano passado ou não, mas sempre de uma maneira a expandir a produção, depende do
02:16diesel.
02:17O escoamento da produção é feito por caminhões a diesel.
02:23O diesel é um elemento importante da economia brasileira.
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