O presidente Lula (PT) e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), reuniram-se nesta terça-feira (10) para discutir os impactos econômicos da guerra no Oriente Médio. O mandatário do país e o chefe da pasta econômica avaliam a volatilidade do preço do petróleo e as pressões e impactos possíveis contra o Brasil. Reportagem: Julia Fermino.
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NotíciasTranscrição
00:00E quem acabou se pronunciando também sobre os impactos econômicos e os efeitos em relação à guerra no Oriente Médio
00:05foi o ministro da Fazenda.
00:07Fernando Haddad afirmou que está acompanhando o preço do barril de petróleo
00:11e que a equipe econômica, inclusive, está estudando cenários e soluções possíveis diante de uma crise global.
00:18Inclusive, a informação de momento é que Haddad está, neste momento, reunido com o presidente Lula
00:23lá no Palácio da Alvorada, numa reunião fora da agenda,
00:26para discutir justamente os efeitos e, é claro, os cenários econômicos devido aos conflitos lá no Oriente Médio.
00:33Quem vai trazer mais detalhes para a gente por parte dessa manifestação do ministro da Fazenda
00:37é a Júlia Firmino, que já está aqui na tela com a gente.
00:40Júlia, traz mais detalhes porque o ministro disse que não se pode tomar decisões assodadas.
00:45O que o ministro quis falar com isso?
00:47E, é claro, trazendo um pouquinho da preocupação por parte da equipe econômica
00:51em relação a esses conflitos que vão se estendendo lá no Oriente Médio.
00:54Seja bem-vindo, uma boa tarde.
00:58Oi, Cássio, boa tarde para você.
01:00Para quem está com a gente aqui no 3 em 1, na programação da Jovem Pan,
01:04o que seriam, então, essas decisões assodadas?
01:06São decisões tomadas de forma precipitada, apressada, afobada, muito rápido, né?
01:12Foi isso que o ministro quis dizer, que a gente precisa ter um tempo, avaliar os cenários
01:16para, então, tomar qualquer decisão.
01:18Essas falas de Fernando Haddad, ministro da Fazenda, foram feitas ainda hoje, ainda pela manhã
01:24e diz que a pasta está acompanhando, então, toda a situação econômica,
01:28o preço do barril do petróleo por aqui no Brasil nos últimos dias
01:31e que, se for preciso, vai, sim, entrar em contato com o Lula, fazer uma reunião,
01:35como que está acontecendo agora, que você já adiantou aqui antes de me chamar,
01:40para realmente trazer medidas que possam minimizar, talvez, esse cenário aqui nacional.
01:46destacou, sim, que a gente não pode tomar decisões de forma apressada.
01:50E aí, a gente tem um trecho dessa fala de Haddad, que foi separado pelo nosso editor,
01:54Diogo Patroni. Vamos ouvir?
01:56Nós não podemos correr risco de tomar decisões assodadas.
02:02O preço do petróleo está oscilando dia a dia.
02:05Você não pode, com base nisso, já ir tomando decisões estruturais,
02:11que vão comprometer.
02:13Nós temos que observar, verificar o andar das coisas,
02:20estabelecer cenários, como nós fizemos no caso do tarifácio,
02:23desenhar cenários, o cenário A, o cenário B, o cenário C,
02:27desenhar o pior cenário também.
02:32Aí, no fim da fala do Haddad, a gente viu, né,
02:34que ele citou, então, o tarifácio de Trump numa comparação desses cenários.
02:38Porque, na época, ainda no ano passado, quando começou, né,
02:42essa taxação, de fato, dos produtos nacionais
02:46para serem importados aos Estados Unidos,
02:48houve aí, por parte dos apoiadores da direita,
02:52dos políticos de direita também,
02:54uma reclamação, um medo mesmo,
02:56de que a economia nacional seria quebrada por conta dessa taxação.
03:01Mas isso não aconteceu, pelo menos foi o que disse também
03:04o ministro Fernando Haddad nessa conversa com os jornalistas.
03:07Agora, quando o Haddad foi questionado nessa mesma oportunidade
03:10sobre a taxa de juros, né, a inflação aqui do país,
03:14o Haddad disse que o Banco Central é autônomo
03:17e que vai decidir a dose adequada em relação à taxa de juros
03:23e que, atualmente, a gente precisa destacar aqui, Cássio,
03:26está em 15%, né, que é o maior valor desde 2006.
03:30A gente segue acompanhando tudo isso por aqui
03:32e traz mais informações ao longo da programação da Jovem Pan.
03:35Volto com você.
03:36Perfeito, Júlia.
03:37Muito obrigado pelas informações.
03:39E olha só, gente, que curioso.
03:40A gente estava discutindo aqui nos bastidores do nosso 3 em 1
03:43em relação a um time, né,
03:45porque o próprio ministro da Fazenda
03:47vinha anunciando ou postergando a sua saída do Ministério da Fazenda
03:50para, justamente, concorrer a algum cargo durante as eleições.
03:54É claro que isso ainda não ficou definido,
03:55mas ele acabou avisando nessa semana
03:57que ele vai deixar semana que vem o Ministério da Fazenda
04:00e o mais cotado para assumir é o número 2 ali, o Dário Durigã.
04:04Mas imagina a situação do ministro Fernando Haddad
04:06deixar a pasta da Fazenda no momento extremamente delicado
04:10para a economia nacional, ainda mais que pode ter uma influência muito grande,
04:14talvez nem a curto prazo, mas a médio e a longo prazo para a economia global.
04:19E aí, é claro, isso pode também pegar muito mal.
04:21Então a gente vai ver se o próprio ministro pode mudar a sua opinião ou não,
04:25se ele pode postergar um pouquinho mais essa saída
04:27na tentativa de entregar ao presidente Lula
04:30alguns estudos e cenários,
04:32desde o pior cenário global até mesmo
04:34algo que consiga remediar de forma a curto prazo
04:38a situação aqui no país.
04:40Por isso que a equipe econômica está se debruçando sobre esses cenários,
04:43está tentando estudar situações,
04:46tentando viabilizar projetos
04:47para que caso chegue essa situação,
04:50o próprio presidente consiga ter um caminho mais curto a ser tomado.
04:54Cinco horas em ponto, meus amigos.
04:55Pessoal da rádio, seja muito bem-vindo ao nosso 3 em 1.
04:58Estamos ao vivo com as principais informações do Brasil e do mundo.
05:01Eu sou o Cássio Zeeman,
05:02a gente faz companhia com o nosso super time de comentaristas
05:05nessa próxima hora.
05:06A gente estava discutindo, gente,
05:08os impactos da guerra aí no Oriente Médio
05:10para a economia brasileira,
05:12tanto que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad,
05:14está reunido neste momento com o presidente Lula
05:17fora da agenda lá no Palácio da Alvorada,
05:20que é a residência oficial do presidente da República
05:22para estudar, ou pelo menos,
05:24para discutir algum tipo de reação
05:26por parte da economia brasileira.
05:28Por quê?
05:29Há uma preocupação muito grande
05:30com o preço dos combustíveis
05:32e também com a inflação, Alan Gani.
05:34Pois é, isso aí traz um impacto eleitoral.
05:37Então, a preocupação não é à toa.
05:39Se o petróleo se sustentar
05:41num patamar próximo de 100 dólares,
05:45é claro que vai ter um impacto inflacionário
05:47à medida que o petróleo
05:49é utilizado direto ou indiretamente
05:51em vários processos produtivos.
05:54O gás natural também.
05:55Então, veja, eu pego o exemplo da agricultura.
05:58Só a agricultura, nem estou colocando aqui indústria.
06:00A agricultura precisa de trator e colheitadeira,
06:03que vai óleo diesel, certo?
06:04Para funcionar.
06:05Óleo diesel é petróleo.
06:07Muito bem.
06:08Aí você precisa transportar o alimento
06:11para o varejo, para o supermercado.
06:14Você também precisa de caminhões.
06:15Então, a gente está falando novamente de petróleo.
06:21Fertilizante, que é matéria-prima,
06:23aliás, o gás natural, que é matéria-prima
06:25para os fertilizantes,
06:27você, de novo, né?
06:29A gente está falando aí de um combustível fóssil
06:32que está sendo impactado.
06:34E aí vai encarecer o preço do alimento.
06:36Então, veja, só a inflação de alimentos
06:39já está ligado ao petróleo e ao gás natural.
06:43E é claro que, se tiver uma inflação de alimentos
06:47e uma inflação também ligada à gasolina, né?
06:49Você vai abastecer o carro.
06:51São dois itens muito sensíveis para o consumidor.
06:54E aí, com esta inflação devido à alta do petróleo,
06:58devido à guerra,
06:59quem é que se beneficia do ponto de vista eleitoral?
07:01É claro que é o candidato da oposição,
07:04o Flávio Bolsonaro.
07:05Por isso, a preocupação de Lula e Fernando Haddad.
07:08Ô, Piperna, é claro que é um desafio também
07:10para a equipe econômica conseguir traçar cenários possíveis
07:13sem uma perspectiva de fim desse conflito, né?
07:17Claro, claro.
07:18Até porque, enfim, o conflito está aí nos noticiários,
07:21começou e tal,
07:22mas ninguém sabe qual vai ser o desfecho disso
07:24e muito menos quando isso vai ocorrer de fato.
07:28Porque são muitas as variáveis
07:30que fazem parte desse contexto todo.
07:33Primeiro, que tem a questão geopolítica.
07:36Segundo, a questão geográfica mesmo,
07:38com o Estreito de Ormuz praticamente deserto, né?
07:42Nesses últimos dias foram raríssimas as embarcações
07:46que passaram por lá
07:47e a gente costuma ficar, às vezes, muito atento
07:50à questão dos navios que transportam petróleo,
07:54os cargueiros que transportam petróleo.
07:55Só que esses cargueiros,
07:57eles não transportam apenas petróleo.
08:00Há uma outra, né,
08:04uma série muito grande aí de insumos
08:07e também de alimentos.
08:09Então, por exemplo,
08:10o produtor brasileiro lá do agronegócio,
08:15que, por exemplo, exporta soja,
08:17exporta milho lá para aquela região,
08:18ora, ele vai ter que fazer, né,
08:20esses carregamentos chegarem até lá
08:22via naval, por embarcações.
08:26Como é que a embarcação vai levar
08:27milho e soja lá para aquela região?
08:29Então, isso impacta o agronegócio.
08:32Outra coisa, o Ala muito bem explicou
08:34a questão das matérias-primas
08:35que servem de insumos para produção,
08:38por exemplo, até mesmo de ração para o gado, né?
08:43Então, isso impacta também a carne,
08:46impacta o seu prato de comida.
08:48Então, é óbvio que tudo isso
08:51vai tomando uma outra proporção.
08:53Agora, o governo brasileiro também
08:56lidou muito bem com a questão do tarifácio.
08:58O Brasil, nesse mês de fevereiro, agora,
09:01o Brasil exportou 15% a mais
09:04do que em fevereiro do ano passado.
09:05O Brasil teve um superávit de mais de
09:074 milhões de dólares,
09:09quando, em fevereiro do ano passado,
09:11teve déficit.
09:12Então, apesar da questão do tarifácio,
09:15o Brasil foi atrás de novos mercados.
09:18Só que, nesse momento,
09:20é mais difícil buscar esses novos mercados,
09:23porque todos os mercados ficam gessados.
09:26Zé Maria Trindade,
09:27inclusive, chama a atenção
09:28essa questão do time, né?
09:30Porque a gente está praticamente
09:31num final ali, pelo menos,
09:33o próprio ministro da Fazenda
09:34praticamente desembarcando já
09:36do Ministério da Fazenda.
09:37E essa questão,
09:38essa escalada dos conflitos
09:40no Oriente Médio,
09:40querendo ou não,
09:41deixa um ponto de interrogação
09:42muito grande em relação ao futuro deles.
09:44Será que ele sai semana que vem
09:45com a situação que tal,
09:46pelo menos sem saber
09:47o cenário que está por vir?
09:50Pois é, eu fiquei sabendo,
09:51eu até falei aqui no 3 em 1, né?
09:53Desde a semana passada,
09:54logo no início,
09:55houve ali uma movimentação
09:56do Grupo de Trabalho
09:57do Ministério da Fazenda,
09:58com informações do Ministério
10:00de Relações Exteriores,
10:01exatamente tentando avaliar ali
10:03qual era a extensão da guerra
10:06e duração,
10:07quer dizer,
10:08uma coisa muito complexa,
10:09um momento de muita instabilidade.
10:11Diante disso,
10:12o governo está elaborando medidas
10:14que poderão serem tomadas,
10:16e pelo presidente Lula, né?
10:18Com relação ao comércio,
10:20com relação a estoques de combustíveis,
10:22e compras,
10:23novas alternativas de se comprar combustível
10:27e assim por diante, né?
10:28Então, já há um preparativo
10:31e o que, na verdade,
10:33eu tenho a impressão
10:34que o governo está querendo tomar
10:36medidas duras
10:37que devem ser tomadas
10:38com relação ao estoque de combustível
10:40e até aumento
10:40do valor de combustível aqui internamente,
10:42porque já prevendo isso,
10:44o mercado está aumentando.
10:45Eu conversei com o distribuidor
10:47de combustível aqui,
10:48distribuidor não,
10:49o dono é revendedor,
10:50é o dono de posto,
10:51e ele lida,
10:53milita aí no sindicato,
10:54ele dizendo o seguinte,
10:55que estão sendo pressionados
10:56porque os distribuidores
10:58estão aumentando os preços.
10:59Então, assim,
11:00não houve um aumento
11:01do valor de combustível
11:03pela Petrobras,
11:04mas os distribuidores
11:05já estão querendo
11:06se precaver
11:08ou de futuros aumentos
11:10ou até já compras
11:11por outros meios
11:12que estão vindo mais caros.
11:14Então, assim,
11:15pode mudar a economia,
11:16assim,
11:17do Brasil em vários setores,
11:18não é só petróleo,
11:19mas vários setores.
11:21Há uma preocupação
11:21com a área agrícola,
11:23de fertilizantes
11:24e de defensivos agrícolas também.
11:26O Gani,
11:27olha só que interessante,
11:28desde o ano passado,
11:29quando veio à tona,
11:30as questões em relação
11:31à segurança pública,
11:33se dizia muito
11:33que o principal assunto,
11:35prioritário,
11:36pelo menos que ia
11:36nortear os debates,
11:38seria a pauta
11:39da segurança pública.
11:40que a gente viu
11:40nessa esteira
11:41do aumento
11:42dessa discussão
11:42e também da preocupação
11:44por parte da parcela
11:45da população brasileira,
11:47aí a aprovação agora
11:48do perente facção
11:48e também agora
11:49dando sequência
11:50dentro do Congresso
11:51a própria PEC
11:53da segurança pública.
11:54Passados esses meses,
11:55ou pelo menos
11:56o início de 2026,
11:58as pautas foram mudando,
11:59as prioridades também.
12:00E agora,
12:01que se falava muito
12:02da questão da segurança pública,
12:03agora a gente voltando
12:04com a história também
12:05da própria corrupção
12:07devido ao escândalo
12:08do INSS e também
12:09do Banco Master,
12:10talvez a economia
12:11possa voltar a ser
12:12um dos assuntos prioritários
12:13nessa eleição.
12:14Ah, com certeza.
12:15Até porque, veja,
12:15o custo de vida
12:16já está muito elevado
12:18e a gente já começa
12:20a perceber
12:23alguns impactos
12:23desta guerra,
12:24como, por exemplo,
12:25o Zé lembrou aí
12:26de reajuste
12:28nos postos de gasolina,
12:29mesmo que não tenha ocorrido
12:31o reajuste
12:32lá na refinaria
12:33por parte da Petrobras,
12:35mas isso é uma lei econômica.
12:37Os agentes aí,
12:38os empresários,
12:39eles se antecipam.
12:41Então, tem uma expectativa,
12:43já age no presente
12:44e, infelizmente,
12:45acaba aumentando o preço.
12:47Agora,
12:48a depender
12:48do quanto que essa guerra
12:50vai durar,
12:51aí a gente está falando
12:52de um petróleo
12:53num patamar mais elevado
12:54e do gás natural
12:56também num patamar
12:57mais elevado,
12:58e aí o choque inflacionário
13:00é claro que vai ser
13:02sentido pelo consumidor.
13:04E aí,
13:05é claro,
13:05novamente,
13:06economia volta
13:08a ser um grande
13:09tema eleitoral.
13:11Então,
13:11em resumo,
13:12a gente caminha
13:13para três grandes temas,
13:15segurança pública,
13:16corrupção
13:17e agora
13:18economia novamente.
13:20E aí,
13:20inclusive,
13:21dependendo dos
13:22desdobramentos
13:23desse conflito,
13:24a gente pode ter
13:24um aumento da inflação,
13:25aumento do custo
13:26dos alimentos,
13:27do próprio custo de vida
13:28e, é claro,
13:29o próprio Banco Central
13:30acaba ficando
13:31uma decisão
13:32um pouco mais temerária
13:33ali de conseguir
13:33reduzir a taxa de juros
13:34e isso não é nada bom
13:35para o governo.
13:36E rapidamente,
13:37Cássio,
13:37o último IPCA 15,
13:39aliás,
13:39sai quinta-feira
13:40o IPCA cheio,
13:42mas o último IPCA 15
13:43foi muito ruim,
13:44veio bem acima
13:45das expectativas
13:46de mercado,
13:46então o próximo IPCA
13:47também vai ser
13:48um bom termômetro
13:50e vamos ver aí
13:51como é que vão se comportar
13:52os índices de inflação
13:53daqui para frente.
13:54Isso aí,
13:54mais uma preocupação
13:55aí para o governo Lula.
13:56Lula.
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