00:00A Polícia do Rio de Janeiro quer quebrar o sigilo telefônico dos réus envolvidos naquele caso de estupro coletivo.
00:07As informações são do Rodrigo Viga.
00:10A Polícia do Rio de Janeiro aposta agora na quebra do sigilo telemático, conhecido como sigilo telefônico,
00:15dos envolvidos no estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos de idade.
00:21No começo desse ano, em Copacabana, na zona sul da capital, para avançar nessa e em outras investigações.
00:27Os agentes já fizeram diligências em vários endereços ligados aos rapazes que participaram desse estupro coletivo,
00:36mas até agora não foram encontrados telefones, smartphones, computadores ou aparelhos eletrônicos que possam ajudar na apuração da Polícia Fluminense.
00:46A importância da quebra do sigilo telemático, segundo a polícia, é para analisar conversas, mensagens entre os envolvidos no estupro
00:56coletivo
00:56e também para avançar em denúncias que surgiram após o escândalo do estupro coletivo de Copacabana nesse ano de 2026.
01:07Vítimas de parte desse grupo tomaram coragem após a repercussão do caso
01:12e procuraram a polícia para contar casos semelhantes a esse que aconteceu em janeiro em Copacabana.
01:19Casos que teriam acontecido nos anos de 2023 e 2024.
01:24Os quatro jovens adultos que participaram do estupro coletivo já estão presos à disposição do sistema carcerário Fluminense.
01:32São réus por cárcere privado e estupro qualificado.
01:37Apenas o menor de idade que participou do crime, em princípio, não está e não será preso.
01:44Do Rio, Rodrigo Fioga.
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