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Durante julgamento no STF sobre os chamados “penduricalhos”, uma ex-juíza criticou a situação financeira dos magistrados, afirmando que enfrentam insegurança jurídica por não saberem o valor exato de seus salários. Segundo ela, os juízes ainda precisam arcar com despesas do próprio carro, combustível e até café do próprio bolso, gerando dificuldades.

Imagens: Redes Sociais
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#juiz #salário #claudiamarcia

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Transcrição
00:00Juiz de primeiro grau não tem carro, paga do seu próprio bolso o combustível, o carro financiado, enfim,
00:05não tem apartamento funcional, não tem planos de saúde, não tem refeitório, não tem água e não tem café,
00:12ministro Dino, no primeiro grau não tem, nós pagamos, eu pelo menos como estava na ativa, pagava o meu junto
00:17com a minha equipe.
00:19O que tem isso, Cláudio? Tem sim, porque isso é indireto, o subsídio que é 46 que cai para uns
00:2424 líquido,
00:25porque a imprensa só coloca o bruto, não coloca ali o que fica para a previdência social e para o
00:31imposto de renda.
00:32Não coloca exatamente que para o juiz de primeiro grau esse valor nominal é completamente diferente para um ministro
00:39ou para um desembargador, o desembargador também não tem quase nada a não ser um carro, não tem mais nada
00:43também.
00:44Mal tem um lanche, pelo menos no Rio de Janeiro, eu não estou sabendo mais dos lanches.
00:48Então não tem nada.
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