O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) iniciou a articulação de uma lista estratégica de pré-candidaturas para o Senado e governos estaduais nas eleições de 2026, diretamente da Papudinha, onde está preso. A informação foi confirmada por um dos seus filhos, Carlos Bolsonaro. Reportagem: Matheus Dias.
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NotíciasTranscrição
00:00Bom, gente, vamos falar agora das eleições, porque o ex-presidente Jair Bolsonaro está articulando de dentro da Papudinha as
00:07candidaturas para o Senado e também para os governos estaduais.
00:11E após visita, o ex-vereador Carlos Bolsonaro afirmou que o pai dele está preparando uma lista inicial de pré
00:18-candidatos para 2026.
00:20Assunto para o nosso repórter Matheus Dias, que chega aqui no nosso 3 em 1 trazendo todos os detalhes dessas
00:26articulações e, é claro, movimentações políticas, Matheus.
00:30Seja bem-vindo, uma boa tarde, meu amigo.
00:34Cássio, uma ótima tarde a você, uma ótima tarde a quem nos acompanha, uma boa semana também.
00:38No caso, Jair Bolsonaro, quando recebeu visitas de aliados na semana passada, já tinha indicado, então, candidatos, ou pelo menos
00:46pré-candidatos ao Senado por alguns estados.
00:49Esses candidatos foram divulgados por aliados, como deputados que haviam visitado ele, como o próprio filho e ex-vereador Carlos
00:57Bolsonaro,
00:57que indicou que em Santa Catarina teriam os indicados como Carol de Tone e também Carlos Bolsonaro, no caso do
01:05Rio Grande do Sul,
01:06teria o pré-candidato ao Senado.
01:10Também os candidatos que seriam indicados por Jair Bolsonaro não agradaram todos os aliados, não agradaram, inclusive, dentro de Santa
01:19Catarina.
01:20Isso porque mostra um certo racha, já que o governador Jorginho Mello tinha uma chapa a indicar, chapa essa que
01:26ele previa pessoas locais,
01:28candidatos locais, para garantir a reeleição dele ao governo do Estado também.
01:32Mas Jair Bolsonaro acabou optando por Carol de Tone, depois dela ter ameaçado sair do partido.
01:38E no caso, Jorginho Mello gostaria dos senadores peridiam a mim, tentando a reeleição.
01:43Essa reeleição e este nome, que também seria o defendido por Ciro Nogueira, presidente do Partido Progressistas.
01:50Ele que disse até nas redes sociais uma questão sobre honestidade, sobre verdade.
01:57Deu um depoimento dizendo que nós do Progressistas somos do tempo em que acreditamos em palavra.
02:02E não se sabe se esse depoimento foi direcionado a Carol de Tone, quando ameaçou sair do Partido Liberal,
02:08ou se foi de Bolsonaro, quando poderia ter indicado no passado que apoiaria esperidiam a mim.
02:15Ainda não se sabe para quem foi essa crítica.
02:17Mas o fato é que Ciro Nogueira, presidente do PP, disse que se puder montar uma outra chapa, se tiver
02:23nomes,
02:24até para quem sabe uma chapa da oposição, ele o fará.
02:27Quando disse, se depender de mim, o Progressistas procura um novo caminho.
02:32Esse é o mesmo caso de outros estados, nos quais Jair Bolsonaro também indicou.
02:36No caso do Rio Grande do Sul, o deputado Sanderson é um dos indicados.
02:40No caso de Brasília, Michele Bolsonaro é uma das indicadas.
02:44Assim como Bia Kicis também, foram nomes passados por aliados que visitaram o ex-presidente.
02:49Ainda há muito a ser divulgado, muito a ser ainda, talvez, decretado.
02:54Mas as movimentações, claro, geram algumas farpas no meio do caminho, né, Cássio?
02:59Exatamente.
02:59Olha, gente, ainda mais num período extremamente importante de definição de palanques,
03:04de chapas estaduais para Senado, também para a Câmara dos Deputados.
03:09Então, é claro que essa briga, pelo menos essa ideia, não mostrando unidade entre os partidos,
03:14é claro que é um recado muito claro que algo precisa ser conversado.
03:17É claro, todos aparando as arestas.
03:20Valeu, Matheus.
03:20Obrigado pelas informações.
03:21Vamos à Brasília voltar a conversar com o Zé Maria Trindade.
03:24Zé, o que a gente está vendo, pelo menos, não vamos dizer treta, pelo menos.
03:29São informações desencontradas, por enquanto.
03:32Há uma discussão pública envolvendo o próprio ex-presidente Jair Bolsonaro,
03:37que está preparando essa lista.
03:38Olha, gostaria que Santa Catarina fosse A e B.
03:41Gostaria que Rio Grande do Sul fosse B e C.
03:42Gostaria que DF fosse D e E.
03:45Enfim, está preparando a lista dos nomes que ele acha forte,
03:47devido à intenção que ele tem de fortalecer os governos estaduais e também o Senado Federal.
03:53Por outro lado, Valdemar Costa Neto, presidente do PL, diz,
03:56ô, calma aí.
03:57Quem tem essa prerrogativa, quem tem a missão de definir os nomes, é a sigla, é o partido.
04:03Como assim?
04:04E aí, Zé, como é que você analisa essa discussão, ou pelo menos esse traz e leva,
04:09entre o próprio PL e o ex-presidente?
04:12Pois é, o nome Bolsonaro, ele é muito forte, né?
04:16Onde ele chega, ele domina.
04:18Eu me lembro de uma conversa que eu tive com o presidente de um partido político,
04:23quando o Bolsonaro estava para escolher.
04:25E entre os partidos que poderiam ser escolhidos, havia uma sondagem para um determinado partido.
04:31E aí eu fui tomar um café com o presidente do partido.
04:34Ele olhou para mim e falou assim, não me venha com esta confusão para o meu lado.
04:40Tipo assim, esse pessoal desembarca aqui, cresce o partido, mas domina o partido.
04:45Para você ter uma ideia, já tentaram, o grupo bolsonarista, dominar o PL, tomar o PL de Jair Bolsonaro.
04:52E aí a frase é mais ou menos essa, tomar, como o Rueda fez com o Bivá, tomou o União
04:58Brasil e pronto.
05:00Agora é o dono e desfez a amizade de longa.
05:03Então, há essa luta.
05:04Quando chega a eleição, meu caro Cássio, aí vem aquela frase dos políticos, né?
05:09É tempo de murici, cada um para si.
05:13É aquela história lá de Canudos, um general partindo lá em corrida, desistindo da luta,
05:21e falou para os seus comandados, falaram, e aí, agora é cada um por si.
05:25Antônio Conselheiro que vença, né?
05:28Então, essa é a história.
05:29Agora é cada um por si.
05:30Essa proposta de fazer um ou dois senadores em cada estado, ela é muito inteligente.
05:37É muito forte.
05:38Só que o ex-presidente Jair Bolsonaro já definiu no mundo político que ele manda, mas manda no grupo bolsonarista.
05:46A política não está acostumada a esse tipo de mando, a esse centralismo que o Brizola pregava no PDT,
05:54e o PDT não deu certo por isso.
05:57O PT passou na frente do PDT devido a esse centralismo do velho caudilho, né?
06:02Que era o Brizola.
06:04A política não está acostumada com isso.
06:06Mas o Bolsonaro é forte em todos os estados.
06:09A gente vê, por exemplo, aqui em Brasília, tem a mesma disputa.
06:13Aqui também a Bia Kistas estava sendo preterida pelo governador Ibanez Rocha.
06:19Foram lá e falaram, não, espera aí, a gente não pode também deixar as pessoas que são ligadas ao ex
06:26-presidente
06:26sempre a depender de uma decisão dele, né?
06:30E todos os partidos grandes, eles têm que ter uma descentralização de liderança regional na medida do possível.
06:38É assim a política.
06:39Só que o bolsonarismo é muito mais forte.
06:42O Valdemar não perde a mão do PL, nunca perdeu.
06:46Ali ele não perde a mão do PL.
06:48E está tendo problemas, por exemplo, em Minas Gerais com o Nicolas, né?
06:52O Nicolas terá uma previsão de muitos votos, ali de milhão de votos.
06:58E aí ele vai arrastar o pessoal do PL.
07:02E aí o Valdemar queria implantar alguns nomes.
07:04O Nicolas falou, espera aí, se eu que sou dono dos votos em Minas Gerais,
07:09eu não vou deixar você indicar os outros candidatos que se favorecerão dos meus votos.
07:14Aí começou uma disputa de novidade.
07:16Fiquei sabendo que o Nicolas pode ir para o Novo.
07:21Para o Novo, diante desta divergência com a família Bolsonaro, com o Carlos Bolsonaro, né?
07:27Desculpa, Eduardo Bolsonaro, uma discussão pública.
07:31Ele, o Nicolas, pode ir para o Novo, que é o partido do Zema em Minas Gerais, para se ter
07:36uma ideia.
07:37Então, política é assim.
07:38É forte, é forte, sim.
07:41Pode elegir muitos senadores bolsonaros?
07:44Pode, sim.
07:45Mas não é total.
07:46A política, graças a Deus, nunca é total, né?
07:50Nem mesmo, viu, Zé?
07:51Inclusive, Fábio Piperno, toda ação tem uma reação.
07:54Tanto que essa informação de que o ex-presidente estaria preparando uma pré-lista para candidatos do Senado
08:01e também de governo estadual repercutiu bastante em Santa Catarina.
08:04Inclusive, o próprio presidente do PP, o Ciro Nogueira, disse
08:07Olha, se isso acontecer, estou cogitando a possibilidade de abandonar o apoio ao PL
08:13e sim devido ao abandono que teve a candidatura do Esperidião Amin,
08:18que seria pré-candidato ao Senado com o apoio do PL, já que o Esperidião é do PP.
08:22Como é que você vê também essa tentativa do PL de emplacar essas chapas por o sangue,
08:27mas, ao mesmo tempo, entrando em atritos, entrando em discussões
08:31e, é claro, não fazendo alianças, que seria muito importante para Flávio Bolsonaro.
08:35Você vê como alguns arranjos, eles são frágeis.
08:39Em relação, vamos começar por Santa Catarina.
08:41Então, a gente já citou aqui algumas vezes, no dia em que o Valdemar veio aqui
08:45participar do Direto ao Ponto conosco, em que ele disse textualmente o seguinte
08:49A chapa do Senado, nos vários estados, será definida pelo Bolsonaro.
08:54Ele falou isso.
08:55Eu, com o PL e tal, como, enfim, presidente do partido,
08:59eu vou resolver com as sessões estaduais os nomes para os governos estaduais.
09:07Mas o Senado é o Bolsonaro.
09:09O Bolsonaro é que vai indicar.
09:10Claro, porque o presidente Bolsonaro tem óbvios interesses em relação ao que pode acontecer no Senado,
09:16até visando eventuais processos lá sobre ministros do STF.
09:21Muito bem.
09:22Aí, qual foi o acordo em Santa Catarina e por que o apoio, até recentemente, ao nome do Espírito de
09:31Alamim?
09:32Porque o senador Espírito de Alamim, embora do PP, era alguém próximo ao presidente Bolsonaro,
09:39com favores prestados ao bolsonarismo, e aí o Valdemar também reafirmou isso aqui.
09:44Que, olha, o Bolsonaro, por consideração e reconhecimento pessoal, pediu para o partido em Santa Catarina apoiar o Espírito de
09:51Alamim.
09:52Então, teremos um nome, o Carlos.
09:54A Carol é um grande quadro e tal, mas o Carlos será candidato junto com o Espírito de Alamim.
09:59Aí, a deputada Carol de Tônia, com todo o direito, lutou, bateu o pé, porque ela quer ser candidata também.
10:06Aparece pontuando muito bem nas pesquisas, ameaçou sair do partido, até que o PL catarinense cedeu.
10:13Ou seja, vai ter Carlos e Carol de Tônia.
10:15E o que fazer, então, com o Espírito de Alamim?
10:17Aí entra o Ciro Logueira.
10:19Opa, vocês estão rompendo o acordo.
10:21O acordo era apoiar o nosso nome.
10:24Então, veja, da mesma forma que no Paraná, o União lança Sérgio Moro ao governo, mas o Ciro Logueira, que
10:33é parceiro do União, não quer saber nem ouvir falar o nome do então senador Sérgio Moro.
10:43Ou seja, é um outro racha.
10:45Enfim, da mesma forma que no campo lulista, eu já falei o que aconteceu na Bahia.
10:49Então, está muito difícil, tanto para um lado quanto para o outro, fechar essas chapas.
10:56Alangani, inclusive, quando a gente fala do ex-presidente Jair Bolsonaro e também de toda a importância do capital político,
11:02que ele ainda tem mesmo preso, fazendo aqui uma analogia, uma metáfora, o que você acha?
11:07Que Jair Bolsonaro prefere dar as cartas em relação a essas pré-candidaturas ou bater o martelo?
11:12Olha, uma bela pergunta que você fez.
11:14Mas eu acredito que ele está mais para dar as cartas.
11:19Quem acaba batendo o martelo é o próprio Valdemar Costa Neto, que é o presidente, o dono do partido.
11:26Mas o Jair Bolsonaro quer, sim, ter as suas preferências, as suas indicações.
11:31E aí que está o grande problema.
11:33Muitas dessas preferências batem de frente com o pragmatismo do Valdemar Costa Neto.
11:38Porque o Valdemar Costa Neto, ele não está pensando apenas de quem vai ganhar a presidência da República.
11:45Ele também está pensando em fazer um maior número de deputados, maior número de senadores e principalmente deputados.
11:52Por quê?
11:53Porque isso aumenta o poder do partido com fundo eleitoral e com fundo partidário.
11:57O pragmatismo do Valdemar Costa Neto vai ao extremo, como num excelente corte que foi feito e viralizou, o Piperno
12:06participou desse corte, que ele fala que vai apoiar o Ciro Gomes no Ceará.
12:13Aí eu acho que o Piperno fala, mas o Ciro Gomes?
12:15Ele falou, mas vai fazer o quê?
12:17Ele fala mal de todo mundo.
12:18Já falou mal de mim, já falou mal do Bolsonaro, já falou mal da sombra dele, mas é um gênio,
12:23é um fenômeno.
12:24Ele fala isso.
12:25Então, veja, ele está disposto a apoiar o Ciro Gomes, que evidentemente é de esquerda, por um pragmatismo de vencer
12:35o PT por lá.
12:37É claro que isso vai frontalmente contra a ideia de Jair Bolsonaro.
12:42Então vai ser difícil conciliar isso.
12:44O próprio episódio, acho que do Nicolas também ilustra muito bem essa dificuldade de composição e também lá no estado
12:56de Santa Catarina.
12:57Então esse vai ser o grande desafio, mas sem sombra de dúvidas é o seguinte, o Bolsonaro precisa do Valdemar,
13:04precisa de um partido até para acomodar o bolsonarismo,
13:09como também o Valdemar obviamente precisa do Bolsonaro, porque o Bolsonaro dá voto.
13:15Agora, por enquanto, a relação deles entre trancos e barrancos tem seguido, mas não é tão tranquilo assim.
13:23Gente, essa eleição vai ser tão estranha, mas tão estranha devido a essas formações de alianças.
13:28Por exemplo, Piperno, você tocou bem todo o embrólio que envolve também o estado da Bahia.
13:33Vou citar o Ciro Nogueira, que é presidente do PP, está infeliz com as decisões em Santa Catarina e já
13:38buscou diálogo no Piauí com o PT e que mais não apoia o PT em outro estado.
13:43Então vai ter uma relação que muitos vão pensar em si ou pelo menos se viabilizarem as suas próprias candidaturas,
13:50porque nos seus redutos eleitorais os cenários são totalmente diferentes.
13:54Então quem apoia num estado um não deve apoiar em outro.
13:57Isso vai acontecer no Paraná, por exemplo, em Minas Gerais também.
13:59Então é um cenário muito incerto, de muita imprevisibilidade e disputas que vão fazer a diferença para a presidência da
14:06República, Piperno.
14:07Bom, sobre Ciro Nogueira, que o Zé conhece muito melhor do que cada um de nós,
14:11Ciro Nogueira, em 2018, ele tinha sido, lá atrás, aliado do presidente Lula.
14:17Em 2018, ele disse que Bolsonaro era um fascista.
14:22Algum tempo depois, ele era simplesmente o ministro da Casa Civil de Jair Bolsonaro.
14:28E dizendo que o Lula era o atraso.
14:31Aí Lula volta à presidência e houve um momento em que Ciro Nogueira, ainda aliado do bolsonarismo,
14:39foi fotografado ao lado do presidente Lula numa sessão lá em que um dia,
14:43em que o presidente Lula resolveu fazer uma visita ao Senado.
14:47E o Ciro Nogueira, que deu um abraço afetuoso no Lula, ficou constrangido com a foto,
14:52que não queria deixar aquilo vazar.
14:55Passa o tempo, ele se vê em dificuldades eleitorais do Piauí, elas são muito fortes.
15:00É remota a chance dele se reeleger.
15:03O que acontece?
15:04Então, ele acena e estende a mão de novo para o presidente Lula
15:08e vai se afastando do bolsonarismo, porque ele tem um objetivo pessoal.
15:12Então, a lógica do interesse é o que guia a maior parte das correntes dos nossos políticos de primeiro time.
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