O Governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prepara uma reforma ministerial forçada para o início de 2026. A previsão é de que mais de 20 ministros deixem a Esplanada para concorrer a cargos na Câmara, Senado e governos.
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NotíciasTranscrição
00:00Mais de 20 ministros devem deixar o governo para disputar as eleições.
00:04Nós preparamos agora algumas artes para mostrar aqui no telão para vocês
00:08essas mudanças que vão acontecer na esplanada dos ministérios,
00:11dentro do Palácio do Planalto,
00:13e é claro que vai mudar a fotografia do governo neste ano eleitoral.
00:17O primeiro quadro, gente, são dos ministros que devem deixar o governo
00:19para disputar a eleição e vão se candidatar a uma vaga no Senado.
00:24Rui Costa, ministro da Casa Civil, que deve se candidatar no Estado da Bahia.
00:28Gleisi Hoffmann, ministra das Relações Institucionais,
00:31que cuida da articulação política entre o Executivo e o Legislativo,
00:35deve também concorrer ao Senado no Estado do Paraná.
00:38Ministro Fernando Haddad, da Fazenda, que pode concorrer também ao Senado aqui no Estado de São Paulo.
00:44André Fufuca, ministro dos Esportes, que deve concorrer a uma vaga no Senado pelo Estado do Maranhão.
00:49E Silvio Costa Filho, ministro dos Portos e Aeroportos,
00:52que deve concorrer a uma vaga no Senado do Estado de Pernambuco.
00:56Agora o segundo telão, gente, mostra também mais ministros, como o Valdês Góes,
01:01da Integração Nacional, Simone Tebit, do Planejamento,
01:03que pode concorrer também aqui ao Estado de São Paulo, se ela mudar a filiação dela.
01:07Assim como Marina Silva, ministra do Meio Ambiente, que deve concorrer também a uma vaga,
01:11aí sim, pelo PT aqui no Estado de São Paulo.
01:14Carlos Favro, ministro da Agricultura do Estado do Mato Grosso.
01:17E Alexandre Silveira em Minas Gerais, aqui o ministro de Minas e Energia.
01:21Ô Fábio Pernambuco, a gente tá vendo uma fotografia grande, praticamente boa parte do time dos ministros do presidente Lula,
01:28que devem concorrer a uma vaga no Senado, nessa tentativa também do presidente Lula,
01:33assim como o ex-presidente Jair Bolsonaro, de tentar turbinar ou de fortalecer o seu lado dentro do Senado Federal.
01:39Sem dúvida.
01:40E o que mostra também que o presidente Lula, com base até nessa e em outras fotografias,
01:46ele vai tentar de novo compor aí uma base de apoio que inclua partidos moderados, partidos mais ao centro.
01:56Então você pega, por exemplo, Fufuca.
02:00Fufuca, obviamente, não é um quadro da esquerda brasileira.
02:04Por sinal, Fufuca, inclusive, acabou, de certa forma, se rebelando contra a direção do partido que queria que ele entregasse
02:13o cargo.
02:13No final das contas, ele ficou e o partido quer voltar, né?
02:17Essas são coisas da política brasileira.
02:19Mas, por exemplo, a própria Simone Tebbit, um quadro do MDB, o ministro Fávaro do PSD.
02:26A questão agora é fazer com que essa turma combine com o eleitor,
02:34porque muitos deles vão ter situações eleitorais complicadas.
02:38Marina Silva, por exemplo, eu vejo como um nome de pouca viabilidade aqui em São Paulo.
02:43E outro, né?
02:44É buscar substitutos à altura.
02:47Há uma tendência de que os secretários executivos, da maior parte dessas pastas,
02:54acabem sendo promovidos para esse final de mandato.
02:57O que, de certa forma, também, enfraquece um pouco esse ministério que já não tem, já não reúne tantas figuras
03:08de fato de peso, que tenham apelo popular.
03:14Inclusive, quase todos os ministros do governo Lula eram deputados federais.
03:18Devido a esse governo de coalizão, foram indicados pelos seus partidos.
03:22Então, tem ministros do PSD, do União Brasil, do Progressistas.
03:26E eles, claro, ganharam visibilidade.
03:28Ganharam, inclusive, uma exacerbação da sua imagem muito grande,
03:34devido a rodar o Brasil inteiro na figura de um ministro,
03:38dentro de uma pasta, algumas maiores, outras nem tanto.
03:41E aí, sim, querem dar esse passo maior para concorrer ao Senado.
03:45Mas também, gente, a gente preparou também os próprios ministros
03:48que devem buscar uma reeleição aí, nesse caso, na Câmara dos Deputados.
03:52Vamos colocar aqui na tela o pessoal acompanhar também.
03:54Porque, olha só, entre eles está Jader Filho, o ministro da cidade.
03:57Inclusive, é um ministério muito importante.
03:59Um ministério que, praticamente, como o nome diz, roda o Brasil inteiro
04:02e que ganha uma popularidade muito grande na sua imagem.
04:06Inclusive, Jader Filho pode aí ser um dos favoritos a formar uma chapa com o presidente Lula.
04:12Pelo menos esse seria um dos desejos do MDB.
04:14Mas é uma negociação ainda muito complicada.
04:17Se vai permanecer com o Alckmin, se vai Jader Filho,
04:20ou até mesmo se vai um outro possível político do próprio MDB.
04:23André de Paula, do Ministério da Pesca,
04:26Aniele Franco, da Igualdade Racial,
04:28e o Paulo Teixeira, do Desenvolvimento Agrário,
04:30devem concorrer, então, a mais uma vaga dentro da Câmara dos Deputados.
04:34Assim como, gente, também outros ministros que devem concorrer também
04:38a Câmara dos Deputados, como a Macaé Evaristo, dos Direitos Humanos,
04:41Sônia Guajajara, dos Povos Indígenas,
04:43e Volney Queiroz, da Previdência Social.
04:45Esses são, então, os ministros que devem, pelo menos,
04:47buscar uma vaga dentro da Câmara
04:49ou até mesmo buscar uma reeleição.
04:51Caso o presidente Lula ganhe a eleição,
04:54aí sim eles podem voltar para o Ministério
04:55ou até mesmo ter um outro cargo dentro do governo federal.
04:58E, por fim, gente, preparamos também uma arte para mostrar
05:02ainda que segue um cenário de definição,
05:04mas também de candidatos que podem concorrer a governos estaduais.
05:08E aqui entra o Camilo Santana, da Educação,
05:10que pode concorrer lá no Ceará,
05:12inclusive disputar contra o Ciro Gomes.
05:14É um cenário ainda muito incerto,
05:16que o presidente Lula precisa bater o martelo.
05:18Renan Filho, dos transportes,
05:20podendo também disputar no estado de Alagoas.
05:22Márcio França, do empreendedorismo,
05:23aqui no estado de São Paulo.
05:25E Geraldo Alckmin, vice-presidente
05:26e também ministro de Desenvolvimento,
05:29Indústria, Comércio e Serviço.
05:31Ele que pode concorrer ao governo do estado de São Paulo.
05:34E aqui, por fim,
05:36quem deve participar da campanha de reeleição,
05:38pelo menos Sidonio Palmeira,
05:39que é o secretário da Comunicação,
05:41ministro das Comunicações.
05:42Ele deve também ser um dos coordenadores
05:44de campanha do presidente Lula,
05:46Geraldo Alckmin.
05:47Caso ele também não concorra a nenhum cargo,
05:50ele deve ajudar também na reeleição do presidente Lula
05:52e o próprio ministro da Fazenda Fernandade,
05:54que é um desejo pessoal dele fazer parte
05:56da coordenação.
05:58Mas, segundo o Lula,
05:59ele tem uma missão aqui no estado de São Paulo,
06:01para o Senado ou para o governo.
06:03Alangani, agora perguntando para você
06:04em relação a esse cenário,
06:06praticamente todos os ministros do governo Lula,
06:09o Piperno trouxe essa questão.
06:11E faltou a gente citar o Celso Sabino também,
06:13ministro do Turismo,
06:14que acabou também deixando a União Brasil,
06:17foi expulso do partido.
06:19E, querendo ou não,
06:21ele vai fazer palanque para o presidente Lula
06:23no seu estado
06:24e deve ainda concorrer ao Senado Federal
06:28com o apoio do presidente.
06:30Mas a gente está vendo essas mudanças,
06:32não são eleições fáceis,
06:34algumas um pouco mais difíceis,
06:35outras nem tanto,
06:37mas também todos, buscando essa visibilidade,
06:39ganharam dentro da espanada dos ministérios.
06:41É claro que eles têm essa vantagem,
06:43toda a visibilidade,
06:45são, afinal, os candidatos da máquina,
06:49e isso traz, evidentemente, vantagens.
06:52Agora, por outro lado também,
06:54a gente já observa dificuldades do PT
06:58em alguns estados.
06:59Você tem dificuldades hoje no Ceará,
07:02principalmente com o Ciro Gomes,
07:04você tem no Maranhão,
07:05você tem na Bahia,
07:07o PT pode sofrer uma derrota histórica
07:11ao governo do estado na Bahia.
07:14Então, veja,
07:16governa lá desde 2007,
07:17pode perder o crescimento do ACM Neto.
07:21E vamos lembrar que o caso Master
07:24poderá ser explorado também na Bahia,
07:26até porque o aumento do crédito consignado,
07:31com fraudes,
07:32passou pelo PT da Bahia.
07:34Então, é algo que pode mudar
07:36o cenário eleitoral.
07:38Então, esse jogo estadual
07:40não está fácil
07:41para o Partido dos Trabalhadores, né?
07:44É tudo ainda muito ligado,
07:47pendurado ali na figura do Lula,
07:49que é ainda eleitoralmente
07:51uma figura forte,
07:52mas no jogo estadual,
07:55seja para o Senado
07:56ou para o governo do estado,
07:58o PT aí vai ter muita dificuldade.
08:01Zé Maria Trindade,
08:02eu quero te ouvir também,
08:03porque a gente começou a desenhar
08:05o futuro de alguns ministros,
08:07mas também há um cenário preocupante,
08:10se a gente voltar alguns anos,
08:11os ministros do ex-presidente Jair Bolsonaro,
08:13eu vou citar aqui dois de cabeça,
08:15o João Roma e também o Gilson Machado,
08:18não conseguiram uma reeleição.
08:20Inclusive, acabaram, de certa forma,
08:21se dissipando nesse cenário eleitoral.
08:24Há esse risco de ganhar uma visibilidade,
08:26achar que é muito mais do que pode
08:28e alguns desses ministros do governo Lula
08:30não terá fácil nessa vida,
08:32nessa corrida para o Senado.
08:34O caso do João Roma era realmente
08:37uma missão impossível.
08:38A mulher dele foi eleita,
08:40deputada federal,
08:41e ele desafiou um aliado histórico dele,
08:45que foi o ACM.
08:46Ele, junto com o ACM,
08:48é que fundaram o PFL,
08:52e fizeram União Brasil,
08:54e aí ele foi para o outro partido,
08:56exatamente para manter um pé
08:58do grupo político,
09:00e acabou ficando.
09:01No final, o segundo ele me disse
09:03que ele não era nem PRTB
09:05e nem o PFL.
09:07Então, assim, lá era muito complicado mesmo,
09:09não ganharia.
09:10Agora, nesse caso e nesse quadro,
09:13primeiro, a visão que se tem aqui,
09:16as conversas,
09:16eu fiz até um levantamento recente sobre isso,
09:19os ministérios serão ocupados pelos técnicos,
09:22são ali os secretários-gerais,
09:25que são os ministros de verdade,
09:27do dia a dia,
09:28que carregam o piano, como eu digo,
09:30o ministro recebe o dia inteiro,
09:32deputados, políticos, prefeitos,
09:34é a função política do ministério,
09:36é do ministro.
09:38E aí o secretário-geral é que executa,
09:40é que fala, olha, isso pode, isso não pode,
09:43que o ministro promete tudo,
09:44é político.
09:45E aí vem o secretário-geral e fala,
09:47olha, ministro, isso pode, isso não pode,
09:49vamos fazer isso, vamos fazer isso.
09:50Ele que é o ministro.
09:51Então, para não ter uma descontinuidade do trabalho.
09:54Já conhece os projetos, já sabe tudo.
09:56E mais, cria uma função muito importante aqui,
09:59que é nova para mim,
10:01que é a de ministro com controle remoto.
10:04Veja bem, se o ministro sai titular da pasta
10:07e deixa o seu auxiliar,
10:09principal auxiliar,
10:10ele de lado, pelo telefone,
10:12ele decide coisas do ministério.
10:14Daí eu digo que é o controle remoto,
10:16fica nas mãos de um ex-ministro que é candidato.
10:19Agora, por outro lado,
10:21a visibilidade de um ministro é muito nacional.
10:25Ele investe, vamos dizer assim,
10:27vou usar essa palavra,
10:28o seu tempo muito em políticas nacional,
10:31tem que ser assim, né?
10:33Um político importante como esta cidade,
10:35ele roda o país vendo problemas,
10:37então ele nacionaliza.
10:39Por isso que o ministro representa muito um partido,
10:42que ele resolve os problemas partidários em cada região.
10:45Ele não pode cegar tudo e focar no Estado dele,
10:49senão dá problema.
10:50Dá problema, inclusive, com a justiça, né?
10:53Mas, de qualquer forma, é uma grande visibilidade.
10:56Geralmente são presidentes de partidos regionais e tal.
11:00Então, assim, é uma grande visibilidade.
11:02Nós estamos agora diante de uma disputa do Senado Federal.
11:06É uma disputa muito importante,
11:07que nós vamos olhar com lupa, né?
11:09E o PT entendeu o recado do grupo do ex-presidente Jair Bolsonaro
11:14em dominar o Senado.
11:15E está agora numa proposta de fazer esse tipo de acordo,
11:19porque esses ministros citados aí,
11:21eles não são do PT.
11:22Rui Costa será candidato, mas do PT.
11:25Mas outros não serão do PT.
11:27Mas vão apoiar esse grupo.
11:31O acordo que formou este ministério
11:34foi um acordo muito bom para o governo.
11:37foi de governabilidade e um seguro contra impeachment.
11:41Existia o perigo de impeachment.
11:43O presidente Lula tinha uma desvantagem muito grande.
11:46E com esse acordo ele conseguiu evitar o impeachment
11:50e ter um mínimo ali para garantir o governo.
11:54Mas esse acordo não tem nada a ver agora
11:56com a disputa eleitoral.
11:58Por isso que os partidos se sentem livres
12:00para disputar contra o presidente Lula,
12:02mesmo tendo representantes aqui nesse planado.
12:05José, você citou, inclusive, a questão do Estado da Bahia.
12:09E é importante a gente lembrar também, Piperno,
12:11vocês estavam aqui discutindo isso,
12:13em relação ao atual governador da Bahia,
12:15o Jerônimo Rodrigues,
12:16que ele irá disputar a reeleição
12:17e buscar o sexto governo consecutivo do PT.
12:20E se ele confirmar a reeleição,
12:22o PT vai ficar exatos 24 anos consecutivos
12:26governando o Estado da Bahia.
12:28Só que esse ano a situação está meio complicada.
12:30Ele vai disputar novamente com a C. Neto,
12:34que também, na última eleição,
12:36fez jogo duro ali,
12:37que é o atual prefeito também de Salvador.
12:40E isso pode gerar uma mudança muito grande no Estado,
12:42que é referência do presidente Lula.
12:44O presidente Lula morou lá por muitos anos.
12:46Tem um apartamento lindíssimo lá também,
12:48próximo ao Farol.
12:50Inclusive, é ponturístico lá também,
12:52apartamento do presidente Lula.
12:53É, exato.
12:55Faz todo o circuito Barrondina.
12:57Mas, Piperdo, você acredita mesmo
12:59que o PT vai ganhar essa na Bahia?
13:01Porque a história pode mudar esse ano.
13:04É, foram duas eleições com o Jacques Wagner,
13:06duas com o Rui Costa
13:07e uma com o Jerônimo Rodrigues.
13:08O governador Jerônimo, na última,
13:11quando ele iniciou a campanha,
13:13ele tinha aí cerca de 8, 10, 12%
13:17e a Semi Neto com cerca de 60%.
13:19E virou.
13:20Virou muito em função do prestígio
13:23do presidente Lula.
13:25Que, de novo, vai ser a grande cartada
13:28para o PT da Bahia.
13:30Outra vez, Semi Neto tem uma dianteira
13:33nos levantamentos.
13:35Dessa vez, não é algo tão, enfim,
13:38absurdo assim, né?
13:40As pesquisas apontam aí, às vezes,
13:4210, 12 pontos à frente de vantagem
13:45para o candidato do União.
13:48Agora, é preciso ver qual vai ser, de novo,
13:52o impacto do apoio do presidente Lula.
13:54Eu sempre acho que 20 e tantos anos,
13:5930 anos do poder, de um mesmo partido,
14:02não, sabe, nunca é muito bom.
14:05E lá na Bahia, por exemplo,
14:07não está fácil para o PT e o grupo
14:10ligado ao presidente Lula montar o palanque estadual,
14:13porque o PT, ele tinha lá um acordo com o PSD
14:20que não se sabe se será mantido agora.
14:23Inclusive, o senador Ângelo Coronel
14:24já saiu do partido porque
14:26Rui Costa e Jacques Wagner
14:28querem ser candidatos ao Senado.
14:30E aí, dessa forma,
14:31não sobraria nenhuma vaga
14:33para o partido aliado.
14:34Lembrando que, na Bahia,
14:36o PSD tem duas das três vagas.
14:38Umas do Coronel
14:39e a outra é do Otto Alencar.
14:42Então, há sim uma complexidade
14:45para se montar esse palanque,
14:49algo que se reproduz em vários estados.
14:51Não só do lado dos apoiadores
14:54do presidente Lula,
14:55como também em relação
14:56ao grupo ligado ao presidente Bolsonaro.
14:59Ô, Alangari,
15:00quero saber se você vai fazer essa aposta ou não
15:02com o Fábio Piperno,
15:03de quem vai ganhar o governo da Bahia, hein?
15:04Vou fazer, eu costumo fazer
15:05algumas apostas aqui com o Piperno.
15:07Está um a um nas apostas.
15:08Nem lembro o que a gente apostou as outras,
15:10mas está um a um.
15:12E está feita essa aposta
15:14que o PT perde na Bahia.
15:17Uma pizza.
15:18Só que, dessa vez,
15:19a gente vai sair para comer a pizza
15:21porque, geralmente,
15:22a gente traz a pizza aqui
15:23só para nada para a gente.
15:24Um bando esfomeado aqui
15:25já comem a pizza inteira,
15:26não deixam um pedaço para a gente.
15:27Vamos assim, ó.
15:28Tem que ser pizza, gente.
15:29Um borda, viu?
15:30Que é mais caro ainda.
15:31Desculpa, só uma coisa
15:32em relação à Bahia.
15:33O Alan acabou lembrando bem, não?
15:35Então, já são cinco gestões consecutivas do PT.
15:40Antes do PT,
15:42era o ACM avô
15:44e agora pode ser o ACM neto.
15:48Muito bem.
15:48Isso também significa que
15:50há mais ou menos uns 30 anos
15:53a política da Bahia
15:54ou tem o grupo ligado
15:55ao ex-governador ACM
15:58ou então ao PT.
16:00E a Bahia não muda muito.
16:02Então, tá, gente.
16:03Então, a aposta está feita
16:04para Alan Gani.
16:05PT perde
16:06para Fábio Piperno.
16:07PT ganha
16:08mantendo essa série
16:09de agora
16:10mais 20 anos
16:11no comando do Executivo
16:13do Estado da Bahia
16:14e quem venceu
16:15dão um pastel
16:15e um caldo de cana.
16:17Fechou?
16:18Tá feito.
16:19Tá feito?
16:19Então, tá.
16:20Piperno, bateu o martelo?
16:21Claro.
16:22Então, tá.
16:22Pizza de borda.
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