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poem by @paramyo
debaixo de luz azul-escura
mediam de dentro da noite
de dentro do cetim das túnicas
já não há vislumbre de olhos, janelas de nada
isoladas pela lâmina espelhada
Futuristic Cyclops Cyber Visor
mas uma câmera sacrílega se aproxima
amadora, obsessiva, não permite que fuja
a falha, tão terrena, da trilha fílmica
“the synths fell down the stairs yesterday”
anuncia, enquanto a máquina
grita algo que não harmoniza
me pergunto se teriam cheiro de circo e mirra
ali, enquanto entidades equilibristas da manha
rolando no tempo paciente da câmera
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