00:00Quem foi que surgiu esse amor pela música, quem foi que incentivou em cantar, quem foi que falou assim
00:05Cara, sai da percussão, vem pra música, vem pra cantar porque daí tu é melhor. Conta como foi que surgiu.
00:13Vou fazer o Tiquinho. Eu tinha meu avô, que ele era sofoneiro, no ano ali 2001, mais ou menos, ele tocava sofone e meu pai era zabombeiro.
00:24Aí daí eu fui olhando eles tocando ali, aí eu fui pegando amor ali pela música, aí dali acabei o quê?
00:32Trazendo o amor da música pra mim e virei o percussonejo, né?
00:36Ficava tocando ali quando eu era pequenininho, ficava tocando nas panelas dentro de casa e fui criando amor pela música, né?
00:45Através do meu avô que Deus o tem.
00:47Do teu avô que era sofoneiro e teu pai também era zabombeiro.
00:50Então assim, na verdade, a música na tua vida, ela não surgiu naturalmente, né?
00:54Ela já vem de berço, na verdade, né?
00:57Exatamente.
00:57Desde essa pegada.
00:58E aí?
00:59Aí depois que você pegou o jeito, pegou o gosto, na verdade, pela percussão, quem foi que te deu a primeira oportunidade?
01:08Dizia assim, Daniel, a gente quer você tocando aqui com a gente.
01:11Vamos tocar.
01:12Quem foi que deu essa primeira oportunidade?
01:13A minha primeira oportunidade veio no ano de 2013, com o meu amigo Harrison, que na época era Forra Mil.
01:21Aí tinha Marquinhos, que morava vizinho a eu lá, que era o baterista de Harrison na época, né?
01:27Aí ele me fez o convite pra poder tocar, pra gente tocar aqui o carnaval, né? Da cidade.
01:33No ano de 2014.
01:34A gente começou a trabalhar em 2013 ali, a gente tocou no ano de 2014 aqui.
01:39Aí daí a gente foi trabalhando junto, eu e Harrison.
01:42E graças a Deus, de lá pra cá, ele deu muita oportunidade pra mim.
01:46E tive mais amor, assim, pela percussão, mais ainda.
01:50Acabei de Harrison pra cá.
01:53A gente já sabia que você tocava percussão e fez o convite?
01:55Através de Marquinhos.
01:56Isso.
01:56O famoso Saravá Batera.
01:58Isso, Saravá Batera.
02:00Aí fui trabalhando com Harrison, acabei ficando com a...
02:04Na primeira formação com Harrison, né?
02:06Aí depois veio a formação com o Mário Massa, que foi, ele entrou lá em Harrison.
02:11Então acabei tendo amizade com o Mário Massa.
02:15Aí daí, Mário montou um projeto pra ele.
02:18Fez o convite pra mim também.
02:19Aí eu fui trabalhar com o Mário também, né?
02:22Aí daí, de Mário pra cá, a gente...
02:25Ele me deu uma oportunidade pra mim começar a cantar.
02:29Eu fui pegando ali...
02:31Mas e aí?
02:31Como foi que surgiu essa oportunidade de você começar a cantar?
02:34Ele via você cantando?
02:36Via que tua voz era boa?
02:38Daniel, por que você não canta?
02:40Era mais ou menos assim que funcionava ou não?
02:42Você que pediu assim...
02:43Mário Massa, deixa eu cantar essa música aí.
02:45Não, ele via eu fazendo karaoke em casa, né?
02:47Eu fazia o vídeo, eu fazia karaoke em casa.
02:50Aí ele foi vendo meus vídeos e...
02:53Ele começou a fazer o show, né?
02:55Inclusive você toca violão também, né, Daniel?
02:57Não, eu faço uma zoada.
02:59Eu fomos arranha.
03:00É.
03:01Tava tentando aprender, mas é muito difícil.
03:04Mas é o Juscelino que tá dando aula?
03:06É, também, né?
03:07Ele já me deu algumas notas, mas...
03:09O homem é bom.
03:09O homem é bom, Naguida.
03:11Aí de Mário, ele veio eu cantando no karaoke, fez o convite, ele me deu a primeira oportunidade
03:18na festa de Cachoeira do Zinho, que a gente foi tocar lá.
03:22Foi exclusivo até com o Harrison também, né?
03:26O Harrison ainda tava com a formação de Mário, quando eu cantei lá.
03:28Ele tava na Forró Amil.
03:30Isso.
03:30Aí, de lá pra cá, eu comecei a só ficar treinando, treinando, porque ficava cantando
03:35em casa.
03:36Aí, minhas festas, a primeira vez, eu fui num aniversário que eu fui cantar.
03:43Aí, de lá pra cá, graças a Deus, foi só...
03:46Depois disso, você passou pela banda do Vavó Amaro, né?
03:48Mas como personista, é isso?
03:49Que personista, é.
03:50Lá também tinha as canjas, como a gente costuma falar, as oportunidades lá de cantar
03:56também.
03:57Pouco, mas tinha, né?
03:58Ele, Mário, sempre tinha vontade, tinha não, tem vontade, né?
04:03Na época lá, ele, quando ele tava lá, que ele não tava também com o Vavó, ele, quando
04:08ele tava cantando, ele queria dar as oportunidades pra mim, mas só que eu não ia porque eu não
04:13ensaiava com ele, tá entendendo?
04:15A questão, né?
04:15Com a banda.
04:16Isso.
04:17Eu ia pouquíssimo pro ensaio e não tinha como eu, né?
04:20Eu ia fazer os vocals lá na hora.
04:22Bora!
04:23Bora!
04:25Oi!
04:28Isso, é dano, sim, né?
04:36É tipo uma rádio bandido, menos pra sair comigo, vai levando eu pro caô, chega a pedir,
04:43por favor.
04:44Uma rádio bandido, menos pra sair comigo, vai levando eu pro caô, chega a pedir, por favor.
04:50Me pede que eu te dou, mas pede chamando de amor.
04:53Me pede que eu te dou, pede chamando de amor, me pede que eu te dou, pede chamando de amor.
04:58Me pede que eu te dou, pede chamando de amor, me pede que eu te dou, mas pede chamando de amor, me pede que eu te dou, pede chamando de amor.
05:13Me pede que eu te dou, pede chamando de amor.
05:16Me pede que eu te dou, pede chamando de amor, me pede que eu te dou, pede chamando de amor.
05:25É tipo uma rádio bandido, menos pra sair comigo, vai levando eu pro caô, chega a pedir, por favor.
05:30É tipo uma rádio bandido, menos pra sair comigo, vai levando eu pro caô, chega a pedir, por favor.
05:36Me pede que eu te dou, pede chamando de amor, me pede que eu te dou, pede chamando de amor.
05:55Me pede que eu te dou, pede chamando de amor, me pede chamando de amor, me pede chamando de amor.
06:02É tipo uma rádio bandido, menos pra sair comigo, vai levando eu pro caô, chega a pedir, por favor.
06:23Me pede que eu te dou, pede chamando de amor, me pede que eu te dou, pede chamando de amor.
06:39Pede chamando de amor
06:40Eu digo pede que eu te dou
06:42Pede chamando de amor
06:43Me pede que eu te dou
06:44Pede chamando de amor
07:09Show de bola de verdade
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